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Braga

Tribunal adiou sentença de mulher que deu uma facada nas costas do marido em Esposende

Justiça

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Foto: DR

O Tribunal de Braga adiou hoje, para 09 de dezembro, a leitura da sentença do julgamento de uma mulher, de origem colombiana, mas já naturalizada portuguesa, que, em abril de 2018, nas Marinhas, Esposende, deu uma facada nas costas do marido, quando ele dormia, com a intenção de o matar. A faca partiu-se pelo cabo, ficando a lâmina, de oito centímetros, enterrada no corpo da vítima.

Na audiência, a juíza-presidente anunciou uma pequena alteração aos factos constantes da acusação, uma alteração não-substancial o que levou a advogada de defesa a pedir cinco dias para se pronunciar. O que lhe foi concedido.

A faca partiu-se pelo cabo, ficando a lâmina, de oito centímetros, enterrada no corpo da vítima.

Inocente?

Recorde-se que, na primeira sessão do julgamento a mulher declarou: “Não sei. Não fui eu que o esfaqueei, nem tentei matá-lo”. E, posteriormente, veio a acrescentar que se enrolou com o marido numa briga e que este caiu em cima da cama, tendo sido espetado pela faca que ali estaria.

Foi esta a versão dada ao Tribunal de Braga pela imigrante colombiana, Eliana Yurlev Henão, de 37 anos, já naturalizada portuguesa, a qual contou que, na noite do crime, em abril de 2018, discutiu com o marido, o português António Maria Ganas, após ter ido à cozinha beber água e comer uma maçã.

Diz ter pegado numa faca para cortar a fruta e ter ido dormir para o quarto em que estava com dois adolescentes, um filho seu e uma jovem de 16 anos, filha dele.

Afirmou que não sabe o que sucedeu depois, nem mesmo o destino da faca, só se lembrando de ter acordado os filhos e chamar o 112. Atribuiu as discussões do casal a ciúmes do marido.

Marido desmente

Esta versão é desmentida pela vítima que disse a O MINHO que ela o esfaqueou nas costas, enquanto dormia, deixando-lhe uma parte da lâmina, com nove centímetros, no corpo, o que lhe perfurou um pulmão e chegou ao coração.

E ainda tentou impedi-lo de respirar. “Mente. Quando foi detida disse à PJ de Braga e ao juiz que me tinha dado uma facada para me matar. Está no processo”, acrescentou.

Braga

Talho do árbitro Manuel Mota (novamente) vandalizado em Vila Verde

Vandalismo

Foto: Arquivo

O talho do árbitro de futebol Manuel Mota, situado em Vila Verde, foi vandalizado durante esta madrugada com recurso a pedras atiradas contra a montra principal.

Pelo que foi possível apurar, as pedras, de grande dimensão, causaram vários estragos, atingindo outros vidros no interior do estabelecimento, situado à face da EN 201, na freguesia de Moure.

O Conselho de Arbitragem (CA) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) já manifestou o que considera ser um “ato cobarde”.

“O CA condena de forma veemente este acontecimento e acredita que as autoridades policiais, que já foram informadas do sucedido, serão capazes de identificar os autores de mais este ato cobarde”, refere em comunicado divulgado pela FPF.

Segundo o documento, o CA salienta que todos os clubes e agentes desportivos devem “repudiar” estes atos, garantindo todo o apoio ao árbitro Manuel Mota.

“O Conselho de Arbitragem reafirma que os árbitros não se deixam intimidar por atos que não têm lugar no desporto como o entendemos”, acrescenta.

Manuel Mota foi o quarto árbitro da final da Taça da Liga, disputada ontem, onde terá ordenado a expulsão dos dois treinadores aos 32 minutos, uma situação insólita e que levantou muitas críticas.

No final da partida, que opôs Braga e Sporting, os leões levaram a melhor, conquistando a terceira Taça da Liga.

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Braga

“Automobilistas cumpriram confinamento em Braga”

Fiscalização

Foto: O MINHO

Os automobilistas cumpriram este sábado as regras de confinamento devidas à pandemia covid-19, em Braga, porque todos aqueles que foram controlados pela PSP tinham razões para se deslocarem, bem como documentos, como constatou O MINHO, durante a tarde.

As operações tiveram lugar nos principais acessos à cidade, como a Estrada Nacional 103, no viaduto junto à Rotunda do E.Leclerc, em Ferreiros, mas também em outras zonas com mais movimento comercial, também pela EN103, entre as quais a Rotunda das Piscinas, entre os centros comerciais Braga Parque e Minho Center, de São Victor para Lamaçães.

O comissário Davide Ochoa, natural de Gondifelos, concelho de Famalicão, disse a O MINHO que nas operações desta tarde “todos os automobilistas [fiscalizados] tinham os seus motivos justificados, comprovados documentalmente, para poderem circular naqueles locais pela via pública”.

 

Foto: O MINHO

Foto: O MINHO

Foto: O MINHO

Foto: O MINHO

Foto: O MINHO

Segundo o mesmo oficial da PSP, “as pessoas de um modo geral também, aqui em Braga, estão a corresponder e bem ao alerta do primeiro-ministro, verificando-se hoje, no início do fim de semana, uma grande diminuição do fluxo rodoviário na cidade de Braga”.

No primeiro fim de semana de aplicação das regras mais apertadas, a PSP desencadeou ações fiscalizadoras em todo o país, tendo O MINHO acompanhado a par e passo aquelas que decorreram hoje na capital do distrito de Braga, onde a chuva abundante, bem como outras más condições atmosféricas, como foi o caso do vento, terão dissuadido eventuais deslocações de automóvel, à margem das regras gerais dos confinamentos em residências.

O Comando Distrital de Braga da Polícia de Segurança Pública tem realizado operações, ao longo dos últimos meses, ultimamente intensificadas, no quadrilátero urbano minhoto, de Braga, Barcelos, Famalicão e Guimarães, também dentro das cidades, mais nas áreas pedonais, evitando-se os ajuntamentos e promovendo o necessário distanciamento físico.

Durante toda a tarde, o comandante distrital da PSP de Braga, superintendente Henriques Almeida, foi passando pelos vários pontos de paragem para os automobilistas, bem como o chefe da Área de Operações da PSP/Braga, intendente Lopes Soares, a par do intendente Rogério Soares, da Inspeção da PSP, que se tem deslocado aos Comando da PSP a Norte.

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Braga

Hospital de Braga desmente que existam profissionais a passar fome e sem apoio

Esclarecimento

Foto: DR

Algumas publicações difundidas nas redes sociais, ao longo da última semana, davam conta da necessidade de recolha de bens alimentares para alimentar profissionais de saúde do Hospital de Braga.

Todavia, este sábado, o hospital veio “esclarecer” e desmentir essa necessidade, por se “tratar de um tema sensível que merece transparência total”.

Em comunicado enviado às redações, o hospital afirma que “nunca foi reportado ao Hospital de Braga nenhum caso de necessidade de bens alimentares para os profissionais”.

“Em caso de necessidade, o Hospital de Braga, cumprirá com os seus deveres institucionais para assegurar e garantir o bem-estar físico dos seus profissionais”, assegura a nota enviada à imprensa.

O Hospital de Braga afirma ainda que “disponibiliza, desde março, uma equipa de psicólogos do Serviço de Psiquiatria para dar apoio psicológico aos profissionais que dele necessitem”.

“Entendemos a preocupação existente nesta altura de pandemia, tornando-se, no entanto, imperioso o esclarecimento desta informação. Pedimos, ainda, a sensibilização da população para que, sempre que necessário, se informe junto dos meios oficiais do Hospital”, finaliza a nota do hospital.

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