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Guimarães

Três feridos graves do acidente com autocarro de Guimarães mantêm-se estáveis

Internados em Coimbra

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Foto: DR

Três feridos graves do acidente com um autocarro, na Mealhada, ocorrido no sábado, que causou três vítimas mortais, de Guimarães, encontram-se estáveis no Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC), disse à agência Lusa fonte hospitalar.

Segundo o gabinete de comunicação do CHUC, naquela unidade de saúde encontram-se internados dois homens com traumatismo torácico, que recuperam no Serviço de Cirurgia Geral e na Unidade de Cuidados Cirúrgicos Intermédios, respetivamente, e uma mulher no Serviço de Medicina Intensiva, com prognóstico reservado.

O acidente de sábado de manhã na A1, na zona da Mealhada, distrito de Aveiro, com um autocarro a caminho de Fátima, causou três mortos e seis feridos graves, cinco críticos e 22 ligeiros, segundo a última atualização do INEM.

O CHUC recebeu oito daqueles feridos (três dos críticos e cinco dos graves) e 12 dos 22 feridos ligeiros, sendo que para o Hospital de Aveiro foram encaminhados dois feridos críticos, um ferido grave, oito feridos ligeiros.

Duas crianças foram socorridas no Hospital Pediátrico.

O gabinete de comunicação do CHUC disse à agência Lusa que os feridos considerados graves e ligeiros tiveram alta durante o fim de semana, bem como as duas crianças que foram encaminhadas para o Hospital Pediátrico.

O autocarro era proveniente de Guimarães, no distrito de Braga, com peregrinos oriundos de três freguesias daquele concelho, e tinha como destino o Santuário de Fátima, tendo-se despistado e embatido num poste elétrico cerca das 09:20 na A1, na zona da Mealhada.

As vítimas mortais são dois homens, de 63 (o condutor e dono do autocarro) e 77 anos, e uma mulher de 52 anos.

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António Araújo é uma das vítimas mortais. Motorista e proprietário da empresa de autocarros Roda do Rei, tinha cerca de 60 anos, e era habitual ser ele a transportar os habitantes daquela freguesia durante os passeios anuais a Fátima.

Outra das vítimas, esta do sexo feminino, é Emília Castro, uma figura bastante conhecida em Figueiredo, onde estava incorporada nas forças vivas. Terá morrido por se encontrar na frente do autocarro a rezar o terço. Catequista e elemento do grupo coral, deixa duas filhas já adultas e um rapaz, ainda menor.

A terceira vítima mortal, um idoso, com cerca de 70 anos, também residia em Figueiredo, e acabou por morrer por estar no banco da frente, uma vez que enjoava nas viagens.

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