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Guimarães

Três crianças atropeladas a caminho da escola em Guimarães

Em duas ocorrências distintas

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Foto: DR / Arquivo

Três crianças, entre os 11 e os 15 anos, foram atropelados, em duas ocorrências distintas, ao início da manhã desta sexta-feira, no concelho de Guimarães, disse a O MINHO fonte dos bombeiros.

Pelas 07:50, na Rua do Pinheiral, Caldas das Taipas, duas irmãs foram atropeladas quando seguiam para a Escola Básica de Caldas das Taipas, sofrendo ferimentos.

As vítimas, de 11 e 15 anos, foram transportadas para o Hospital de Guimarães pelos Bombeiros das Taipas.

Cerca das 09:15, novo atropelamento de uma criança a caminho da escola. Um aluno de onze anos foi colhido na Rua Alberto Vieira Braga, em Creixomil, cidade de Guimarães, quando ia a caminho da Escola Básica 2,3 D. Afonso Henriques.

Foi transportado pelos Bombeiros de Guimarães para o hospital local.

Todas as três vítimas sofreram ferimentos considerados “ligeiros”.

As autoridades registaram as ocorrências.

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Guimarães

Homem de Guimarães testou negativo para o coronavírus

Covid-19

em

Foto: Portal do Serviço Nacional de Saúde

O homem de Guimarães que apresentava sintomas suspeitos de ter contraído Covid-19 (coronavírus) testou negativo, anunciou a Direção Geral de Saúde no seu site oficial, pelas 22:05 desta terça-feira.

Em despacho assinado por Graça Freitas, diretora-geral da Sáude, é dado conta de que “o 16.º caso suspeito de infeção por novo Coronavírus (COVID-19), um doente que foi encaminhado hoje para o Centro Hospitalar Universitário de São João (CHUSJ), teve resultado negativo após realização de análises laboratoriais pelo CHUSJ, com duas amostras biológicas negativas”.

O homem tinha viajado de Milão para Portugal e foi considerado suspeito de estar infetado com o coronavírus Covid-19 e encaminhado para o Centro Hospitalar Universitário de São João.

Este foi o 16.º caso suspeito de Covid-19 em Portugal e tornou-se suspeito de estar infetado “após avaliação clínica e epidemiológica”.

De acordo com a mesma fonte, o doente ficou internado durante todo o dia para colheitas de amostras biológicas para análise pelo hospital de São João, no Porto.

O caso anterior (15.º) também se referia a uma pessoa que viajou de Milão, neste caso uma mulher, que também foi encaminhada para o Centro Hospitalar Universitário de São João, e que também deu negativo.

Os restantes 14 casos suspeitos no país resultaram negativos após análises.

Existe já um 17.º caso suspeito, também de um homem que regressou de Milão, estando internado no INSA, em Lisboa.

Até agora, o único caso conhecido de um português infetado pelo novo vírus é o de um tripulante de um navio de cruzeiros que está hospitalizado no Japão.

Em termos globais, o balanço provisório da epidemia do coronavírus Covid-19 é de 2.707 mortos e cerca de 80.300 pessoas infetadas, de acordo com dados reportados até hoje, por cerca de 30 países.

Além de 2.665 mortos na China, onde o surto começou no final do ano, há registo de vítimas mortais no Irão, Coreia do Sul, Itália, Japão, Filipinas, França e Taiwan.

A Organização Mundial de Saúde declarou o surto do Covid-19 como uma emergência internacional e alertou para uma eventual pandemia, após um aumento repentino de casos em Itália, Coreia do Sul e Irão nos últimos dias.

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Guimarães

Caso suspeito de coronavírus em Guimarães

Covid-19

em

Foto: DR / Arquivo

Um homem, que terá regressado de uma feira de calçado em Milão, Itália, é suspeito de ter sintomas que apontam para o vírus Covid-19 (coronavírus). O utente já foi sinalizado, ontem à noite, pela Direção-Geral de Saúde.

A informação é avançada pela SIC Notícias, que dá conta da ida direta desse homem para o Hospital de São João, no Porto, uma das duas unidades do país onde é feito o rastreio a este vírus.

Este é o 16.º caso suspeito em Portugal, sendo que 14 anteriores deram negativo e outro encontra-se em análise.

Na passada segunda-feira, o coronavírus já tinha feito 2.619 vítimas mortais e 79.360 pessoas infetadas em todo o Mundo.

Na última madrugada a Coreia do Sul e Itália anunciaram mais três mortes e 161 novas infeções.

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Guimarães

TecMinho, em Guimarães, faz 30 anos

Situada em Azurém

em

Foto: Divulgação / UMinho (Arquivo)

A TecMinho, uma interface pioneira em Portugal a ligar universidades e empresas, inicia esta quarta-feira, dia 26, as comemorações do seu 30.º aniversário, anunciou a Universidade do Minho (UMinho).

A sessão, intitulada “O papel das interfaces no contexto científico e económico”, decorre das 16:30 às 18:00, no espaço B-Lounge da Biblioteca da UMinho, em Guimarães.

A abertura conta com o diretor-geral da TecMinho, Filipe Soutinho, a apresentar o programa geral das comemorações, que culminam a 24 de julho e pretendem afirmar um modelo mais empresarial das interfaces.

Segue-se às 16:40 uma palestra do administrador da Agência Nacional de Inovação, António Bob dos Santos, e logo depois um debate com o vice-reitor para a Investigação e Inovação da UMinho, Eugénio Campos Ferreira, o vice-reitor para a Cooperação Universidade-Sociedade da Universidade de Aveiro, Eduardo Castro e o vice-reitor para a Investigação e Projetos da Universidade da Beira Interior, José Páscoa. A entrada é livre.

Criada em 1990 pela UMinho e pela Associação de Municípios do Vale de Ave, a TecMinho – Associação Universidade-Empresa para o Desenvolvimento é das mais antigas estruturas universitárias de transferência de conhecimento no país.

Presente em Guimarães e Braga, já preparou mais de 325 patentes, apoiou mais de 725 tecnologias e mais de 125 start-ups. Foi ainda responsável pelo suporte da criação de 45 spin-offs e pelo suporte de mais de 500 contratos de projetos I&DI com o meio empresarial.

Esta instituição tem ganho vários prémios: “European Enterprise Award”, pelo Programa de Spin-offs da UMinho e pelo IdeaLab – Laboratório de Ideias de Negócio, atribuídos pela Comissão Europeia e pelo IAPMEI; “Proton Europe Award”, pelo Melhor Plano de Valorização do Conhecimento, atribuído pela associação Proton Europe; “Fomento do Empreendedorismo nas Instituições de Ensino Superior”, atribuído pela COTEC; e “Distinção +e+i”, atribuída pelo Governo.

“A TecMinho foi diferenciadora desde o seu início, quando mal se falava do diálogo academia-sociedade, da “sociedade do conhecimento” e se doutoravam cerca de 300 pessoas por ano em Portugal, dois terços dos que a UMinho hoje forma num ano”, refere a nota de imprensa.

A aproximação entre cientistas e empreendedores, empresários e investidores é apenas uma face do trabalho da TecMinho. Esta interface do ciclo de inovação é um ativo fulcral ao serviço da região e do país. Apoia de forma direta a inserção e ascensão das empresas nacionais em cadeias de valor globais e na competitividade externa da economia, através de atividades de I&D, valorização e transferência de tecnologia, difusão e demonstração, vigilância tecnológica, formação especializada e empreendedorismo.

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