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Treinador Ricardo Soares enaltece o “grande campeonato” do Moreirense

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Foto: DR

O treinador Ricardo Soares afirmou hoje que o Moreirense fez um “grande campeonato”, após ter já garantido o oitavo lugar na I Liga portuguesa de futebol, antes da receção ao Tondela, domingo, para a 34.ª e última jornada.


O técnico realçou que os seus jogadores estão focados no duelo com o conjunto beirão, que é 15.º classificado, com 33 pontos, e luta ainda pela permanência, mas frisou que os ‘cónegos’ alcançaram o “primeiro lugar” da prova, ou seja, o melhor a que talvez pudessem aspirar.

O Moreirense ficou apenas atrás de um lote com os três crónicos candidatos ao título – o campeão FC Porto, Benfica e Sporting -, dos habituais candidatos aos lugares europeus – SC Braga e Vitória SC -, de um Rio Ave que se tem “habituado ao cimo da tabela” e de um Famalicão que foi a “sensação” da prova, após um “investimento em bons jogadores”.

“A seguir a estas equipas, ficámos em primeiro. É um grande campeonato. O campeonato do ano passado ficará na história [do Moreirense], pelo maior número de pontos [52] e a melhor classificação de sempre [sexto lugar], mas nós também fizemos uma grande época”, realçou, na conferência de antevisão ao jogo de domingo, em Moreira de Cónegos, às 19:30.

Com os mesmos 43 pontos do Gil Vicente, nono classificado, e do Santa Clara, 10.º, o Moreirense supera essas duas equipas nos confrontos diretos, após uma segunda volta com três derrotas sofridas, 25 pontos somados e a quarta defesa menos batida (17 golos), mesmo com a goleada sofrida perante o FC Porto, no Estádio do Dragão, na segunda-feira (6-1), acrescentou o técnico, de 45 anos.

Ricardo Soares considerou ainda que a equipa do concelho de Guimarães evoluiu sob o seu comando, tendo passado de uma “equipa organizada defensivamente” que tentava ser “muito forte nas transições” para uma formação que é capaz de dominar partidas em “ataque organizado”.

“Evoluímos para uma ideia de jogo em que não perdemos a capacidade para as transições, mas ganhámos um modelo de ataque em apoio. A equipa acabou a um nível elevadíssimo, passando de um bloco médio a baixo para um bloco com pressão alta, capaz de recuperar a bola em zonas adiantadas, com circulação por dentro e por fora. Os jogadores absorveram esta ideia para chegarmos com grande qualidade à parte final”, disse.

O técnico reconheceu, porém, que o encontro de domingo vai “ser extremamente difícil”, por ter do outro lado uma equipa “muito organizada” e com “muita qualidade”, que procura manter-se na I Liga.

Ricardo Soares assumiu que deseja vencer a equipa treinada por Natxo González para dedicar o triunfo aos adeptos do Moreirense, que “estiveram sempre” com a equipa num “ano difícil”, marcado por “condicionantes para as quais ninguém estava preparado”, associadas à pandemia de covid-19.

O Moreirense, oitavo classificado da I Liga, com 43 pontos, recebe o Tondela, 15.º, com 33, em partida da 34.ª e última jornada, às 19:30 de domingo, no Estádio Comendador Joaquim de Almeida Freitas, em Moreira de Cónegos, com arbitragem de Luís Godinho, da Associação de Futebol de Évora.

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Futebol

Vitória SC poderá ser castigado em “milhares de euros” no ‘caso Marega’

Decisão será divulgada dentro “de duas semanas”

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Foto: DR / Arquivo

O processo aberto pela Autoridade para a Prevenção e Combate à Violência no Desporto (APCVD) ao Vitória SC, após insultos racistas de adeptos a Moussa Marega (FC Porto), será decidido “em duas semanas”, explicou hoje o presidente.

Segundo Rodrigo Cavaleiro, o “processo contraordenacional”, relativo “às responsabilidades do promotor do espetáculo desportivo”, no caso o clube da casa, devido a “questões relacionadas com deveres e obrigações do clube” terá uma decisão final divulgada “em cerca de duas semanas”.

“Estamos a falar da possibilidade de jogos à porta fechada, também consoante as diversas infrações. [Este processo] não versa apenas o ‘caso Marega’, versa outras infrações que tiveram lugar naquele jogo. Há um cúmulo jurídico. E falamos de algo na ordem dos milhares de euros” em sanções, frisou Rodrigo Cavaleiro, em entrevista à Lusa, quando questionado sobre o quadro punitivo que enfrentam os vimaranenses.

Depois de o processo ter arrancado em março, sucedeu-se uma “interrupção legal de prazos” decorrente da declaração do estado de emergência no país, devido à pandemia de covid-19, com o prazo para apresentação de defesa por parte do Vitória a ser retomado até julho.

“Depois tivemos de fazer diligências de inquirição de testemunhas, e outras instrutórias solicitadas pela defesa, e estamos em fase de conclusão do processo, estando para breve a redação da decisão final”, apontou.

Ao lado do processo da APCVD, sobre os insultos racistas ao maliano Marega decorrem outros três processos, um judicial, movido pelo Ministério Público (MP), que constituiu três arguidos e prossegue no Tribunal de Guimarães, e outro por parte da Liga.

Em 25 de setembro, um juiz de instrução criminal no Tribunal de Guimarães começou a ouvir os três adeptos do Vitória constituídos arguidos por cânticos e insultos racistas, explicou à Lusa fonte judicial.

Os arguidos estão indiciados pelo crime de discriminação e incitamento ao ódio e à violência, punido com pena de prisão de seis meses a cinco anos.

Neste momento, estão com termo de identidade e residência, uma medida de coação que pode ser agravada pelo juiz de instrução criminal, designadamente com a proibição de frequência de recintos desportivos.

O caso remonta a 16 de fevereiro último, no Estádio D. Afonso Henriques, em Guimarães, durante o jogo de futebol entre o Vitória SC e o FC do Porto, a contar para a 21.ª jornada da I Liga de futebol.

Por volta do minuto 70, pouco depois de ter marcado um golo, Marega pediu para ser substituído e acabou mesmo por abandonar o relvado, agastado com cânticos de natureza racista que lhe estavam a ser dirigidos por adeptos do Vitória, com sons a imitar macacos.

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Futebol

Lateral do Braga, Sequeira, chamado à Seleção Nacional

SC Braga

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Foto: DR

O lateral Nuno Sequeira, do Sporting de Braga, foi hoje chamado pela primeira vez à seleção portuguesa, substituindo Mário Rui, do Nápoles, que está impedido de sair de Itália, anunciou hoje a Federação Portuguesa de Futebol (FPF).

Devido aos casos da covid-19 no plantel do Nápoles, que hoje faltou ao jogo no terreno da Juventus, Mário Rui está impossibilitado de viajar até Portugal e por isso vai falhar os três jogos que Portugal tem agendado para outubro.

Com esta ausência, o selecionador Fernando Santos optou por chamar Nuno Sequeira, lateral esquerdo de 30 anos que está a cumprir a sua quarta temporada no Sporting de Braga.

Os campeões europeus defrontam na quarta-feira a Espanha num jogo particular no Estádio José Alvalade, em Lisboa, visitando depois a França (em 11 de outubro) e recebendo a Suécia (no dia 14), novamente no recinto do Sporting, em jogos a contar para a Liga das Nações.

Com dois encontros disputado no Grupo 3 da Liga A da Liga das Nações, Portugal e França lideram com seis pontos, enquanto Suécia e Croácia ainda não pontuaram.

Na segunda-feira, os 26 jogadores convocados por Fernando Santos têm de se apresentar na Cidade do Futebol, em Oeiras, até às 16:30 e uma hora depois, às 17:30, o selecionador nacional dirige a primeira sessão, que será totalmente fechada aos órgãos de comunicação social devido à pandemia da covid-19, situação que já tinha acontecido em setembro.

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Famalicão entra a vencer mas acaba ‘empatado’ pelo Rio Ave

I Liga

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Foto: Twitter

Famalicão e Rio Ave empataram hoje 1-1, em jogo da terceira jornada da I Liga portuguesa de futebol, disputado em Vila Nova de Famalicão.

Ruben Lameiras, aos 21 minutos, deu vantagem à formação minhota, mas o brasileiro Aderlan Santos empatou o encontro, aos 78.

O Famalicão ocupa provisoriamente o nono lugar, com os mesmos quatro pontos de Moreirense, Vitória, Belenenses e Gil Vicente, que tem menos um jogo, enquanto o Rio Ave, que somou o terceiro empate noutros tantos encontros, segue no 13.º posto, em igualdade com Braga e Sporting, que tem apenas uma partida disputada.

Ficha de Jogo

Jogo no Estádio Municipal de Famalicão, em Vila Nova de Famalicão.

Famalicão – Rio Ave, 1-1.

Ao intervalo: 1-0.

Marcadores:

1-0, Rúben Lameiras, 21 minutos.

1-1, Aderllan, 78.

Equipas:

– Famalicão: Zlobin, Edwin Herrera, Babic, Riccieli, Calvin Verdonk (Patrick William, 75), Gustavo Assunção, Jordão, Joaquín Pereyra, Rúben Lameiras (Gil Dias, 83), Campana (Del Campo, 57) e Valenzuela (Jhonata Robert, 83).

(Suplentes: Luiz Júnior, Trevisan, Guga, Del Campo, Jhonata Robert, Iván Jaime, Lukovic, Gil Dias e Patrick William).

Treinador: João Pedro Sousa.

– Rio Ave: Kieszek, Ivo Pinto, Borevkovic, Aderllan, Nélson Monte (Pedro Amaral, 46), Jambor (Ronan, 72), Tarantini (Pelé, 46), Francisco Geraldes, Gelson Dala, André Pereira (Carlos Mané, 46) e Gabrielzinho (Diego Lopes, 72).

(Suplentes: Léo, Filipe Augusto, Diego Lopes, Piazón, Pelé, Ronan, Carlos Mané, Pedro Amaral e Meshino).

Treinador: Mário Silva.

Árbitro: Artur Soares Dias (AF Porto).

Ação disciplinar: cartão amarelo para Bruno Jordão (47) e Campana (56).

Assistência: Jogo realizado à porta fechada devido à pandemia de covid-19.

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