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Desporto

Treinador do Óquei de Barcelos “totalmente recuperado” de covid-19

Hóquei em patins

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Foto: O MINHO

O treinador do Óquei Clube de Barcelos, Paulo Pereira, esteve infetado com covid-19, mas já se encontra “totalmente recuperado”.


Em conversa com O MINHO, o técnico que na próxima época vai treinar a Oliveirense conta como foi lidar com a doença.

“No dia 30 de março tive um pico de febre. A partir daí isolei-me, marquei o teste, fui fazê-lo no dia 2 de abril e deu positivo”, conta o treinador de 51 anos.

Na família foi “o único que deu positivo” e, portanto, ficou “isolado num quarto durante cerca de 20 dias. Só saía para fazer os testes e não [se] cruzava com ninguém da família”, conta.

“Catorze dias depois fiz mais um teste que deu negativo. Dois dias depois, outro, que também deu negativo. Então, já pude sair do quarto e voltar ao confinamento em casa”, refere o treinador de 51 anos, acrescentando que sofreu sintomas ligeiros.

“Algumas dores de cabeça, dores musculares, o principal até foi a perda de olfato. Não tive tosse nem nada que me obrigasse a ser hospitalizado, e ainda bem”, aponta o treinador que chegou a Barcelos a meio da época 2016/2017.

Paulo Pereira não consegue perceber onde foi infetado e considera que se trata de “um vírus extremamente estranho”. “Antes de acusar positivo estivemos sempre a conviver os quatro em casa e só eu é que apanhei, mais ninguém da minha família teve”, sublinha.

“Gostava de me despedir com nova conquista da Taça CERS”

Na quarta-feira, a Federação de Patinagem de Portugal anunciou o fim dos campeonatos, pelo que Paulo Pereira já não vai voltar a orientar a formação minhota.

O Óquei de Barcelos estava em 5.º no campeonato da primeira divisão e com tudo em aberto na Taça CERS e Taça de Portugal.

Não é a despedida ideal, confessa: “Gostava muito de me despedir conquistando novamente o título com que entrei, a Taça CERS, mas infelizmente não vai ser possível”.

O treinador sublinha que “em primeiro lugar está a saúde” e que “não havia condições” retomar a competição. “Nem condições psicológicas, nem de saúde, nem físicas para os atletas passados dois meses voltarem agora a competir. Portanto, acho que foi uma boa medida e o principal, agora, é ajudar os clubes a prepararem a próxima época, porque vai haver muitas dificuldades para se voltar a realizar campeonatos”, nota.

Com a economia afetada pela pandemia, acredita que os clubes serão fortemente penalizados: “Economicamente vamos todos sofrer muito. Sabemos que há muitas equipas que dependem de pequenos e grandes patrocínios, e as empresas estão a passar por muitas dificuldades e não vão poder voltar a ajudar tão cedo”.

“Pode haver muitas equipas com dificuldade em voltar a inscrever-se nas competições”, avisa Paulo Pereira, confiante de que a nova época começará já dentro da normalidade possível.

“Poderá haver algumas restrições, mas penso que em agosto já teremos condições para regressar. Mais tarde ou mais cedo temos que voltar à atividade, porque há muita gente que vive do desporto, é um emprego que tem que voltar à normalidade como também vão voltar as lojas e os cabeleireiros”, avalia o técnico, para concluir que “os jogadores estão com uma vontade enorme de voltar à pista e os adeptos de ver os jogos”.

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Futebol

Estreia na Liga dos Campeões de Trincão foi como titular do Barcelona

Futebolista de Viana do Castelo

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Foto: DR

O futebolista vianense Francisco Trincão estreou-se esta terça-feira na competição máxima da UEFA, e logo como titular, na vitória (5-1) do Barcelona sobre os húngaros do Ferencvaros.

O ex-SC Braga alinhou de início na direita do ataque blaugrana, e chegou a ter uma oportunidade flagrante, após passe de Messi, mas o guarda-redes adversário conseguiu parar a tentativa do vianense.

Com uma prestação positiva, segundo os adeptos e alguns analistas, Trincão saiu de jogo aos 63 minutos, dando lugar a Pedri, que acabou por fazer o gosto ao pé.

O Barcelona acabou por vencer com golos de Messi, Coutinho, Fati, Pedri e Demebelé. Kharatin reduziu para os húngaros.

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Futebol

Portugal apurado para Mundial sub-20 após UEFA cancelar Euro sub-19

Covid-19

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Foto: DR

Portugal apurou-se hoje para o Mundial sub-20 de 2021, anunciou a Federação Portuguesa de Futebol (FPF), após a UEFA cancelar o Europeu de sub-19 de 2020, competição que encontraria as equipas apuradas.

O cancelamento, devido à pandemia de covid-19, após sucessivos adiamentos, deixa Portugal entre as cinco seleções apuradas via ‘ranking’, ao lado de Inglaterra, França, Itália e Holanda.

Na fase de qualificação, Portugal enfrentaria, em novembro, a Turquia, a Eslováquia e a Croácia, que recebia o grupo, para tentar chegar à fase final, em março do próximo ano.

A prova, cuja fase final devia decorrer na Irlanda do Norte, apuraria as cinco melhores equipas para o torneio de 2021 da FIFA, marcado para a Indonésia de 20 de maio a 12 de junho.

Esta será a 13.ª participação da seleção lusa em Mundiais de sub-20 e a sexta consecutiva, uma série iniciada na edição de 2011, cuja final perdeu para o Brasil, depois de ter erguido o troféu em 1989, na Arábia Saudita, e em 1991, em Lisboa.

A UEFA explicou ainda, em comunicado, que o escalão sub-19, que tem alterações recentes no formato competitivo, com ligas diferentes e um sistema de subidas e descidas, antes de uma ‘final a oito’, foi adiado de 2020-2022 para o período 2021-23, com um Euro sub-19 em 2022.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 1,1 milhões de mortos no mundo desde dezembro do ano passado, incluindo 2.213 em Portugal.

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Futebol

Belenenses SAD contesta fiabilidade das linhas de fora de jogo

Futebol

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foto: DR / Arquivo

O presidente do Belenenses SAD, da I Liga portuguesa de futebol, contestou hoje a fiabilidade das linhas de fora de jogo apresentadas no sistema de videoárbitro (VAR), que causa igualmente “interrupções prolongadas no jogo”.

“Se o sistema VAR foi uma excelente medida, a introdução das linhas de fora de jogo, com as limitações tecnológicas ainda existentes, é péssima para o futebol – não é fiável e provoca interrupções prolongadas no jogo”, disse Rui Pedro Soares, em declarações divulgadas à imprensa.

Em causa está o golo anulado já em tempo de compensação ao futebolista dos ‘azuis’ Edi Semedo no passado domingo, diante do Moreirense (0-0), tendo o VAR considerado posição irregular do avançado por quatro centímetros, que Rui Pedro Soares constata, através do sistema GPS, terem sido “percorridos em cinco milésimas de segundo”.

“É falso que sejam 100% fiáveis as linhas de fora de jogo que são apresentadas depois de uma decisão tomada através do sistema de videoárbitro. É uma mão humana quem determina o momento em que o passe foi executado para o jogador cuja legalidade da posição vai ser avaliada. Só depois de ser parada a imagem, a tecnologia intervém”, explicou.

Rui Pedro Soares, admitindo a mesma qualidade nas transmissões dos jogos da I Liga portuguesa de futebol e do campeonato inglês, constatou existirem 50 imagens (‘frames’) por segundo, em que cada ‘frame’ corresponde “a duas centésimas de segundo”.

“Entre cada ‘frame’, o Edi Semedo percorre quase 16 centímetros e ninguém consegue determinar exatamente o momento em que a bola lhe foi passada, nem sequer a pessoa que parou a imagem e concluiu que ele estava em fora de jogo”, expressou.

Apesar de lamentar a perda de “dois importantes pontos” devido ao golo anulado, o dirigente do conjunto lisboeta concorda “em absoluto com a rapidez com que o árbitro no VAR assinalou o fora de jogo”, admitindo que, “com esta incerteza, o mais correto será tomar a primeira decisão que vem à cabeça”.

Belenenses SAD e Moreirense empataram no domingo a zero, em encontro da quarta jornada da I Liga portuguesa de futebol, disputado no Estádio Nacional, em Oeiras, Lisboa.

Os dois conjuntos estão igualados na tabela classificativa, com cinco pontos, no grupo dos oitavos classificados.

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