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Futebol

Treinador do FC Porto foi ao Bom Jesus a correr após vitória em Braga – exclusivo

Treinador prometeu, FC venceu e Sérgio Conceição cumpriu

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Foto: Twitter

Por promessa. Após a difícil vitória, deste sábado, em Braga, o treinador do FC Porto subiu ao Bom Jesus a correr. Segundo O MINHO soube, Sérgio Conceição foi transportado numa carrinha Mercedes até junto do Hotel Meliã, por volta das 19:00 horas, de onde partiu rumo ao Santuário, no topo, a pouco mais de dois quilómetros dali.

Sempre acompanhado de perto por elementos da polícia, à paisana, o treinador, que já passou pelo banco dos arsenalistas, era aguardado na meta  pela esposa, com quem regressou, depois, a casa.

O FC Porto venceu no Estádio Municipal de Braga, por 3-2, depois de ter estado duas vezes em desvantagem, em jogo da 27.ª jornada da I Liga, e manteve a segunda posição na classificação, em igualdade pontual com o Benfica.

SC Braga despede-se da luta pelo título após derrota com FC Porto em casa

Já o SC Braga, desceu ao quarto lugar, com os mesmos pontos que o Sporting, e despediu-se da luta pelo título.

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Futebol

“Há mérito do Gil”

3.ª jornada da I Liga levou o SC Braga até Barcelos

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Declarações após o jogo Gil Vicente-SC Braga (1-1), da terceira jornada da I Liga portuguesa de futebol, disputado no domingo no Estádio Cidade de Barcelos:

Foto: Imagens GVTV

Vítor Oliveira (treinador do Gil Vicente): “Na primeira parte o Braga foi melhor e limitou-se a aproveitar os nossos erros. Na primeira meia hora falhámos sistematicamente o passe e a receção e sujeitámo-nos a ir para o intervalo a perder. Reagimos nos últimos dez minutos da primeira parte e equilibrámos o jogo, sem ficar por cima.

Na segunda parte fomos muito melhores. Retificámos algumas coisas, os jogadores perceberam que alguma coisa tinha de mudar e fomos a única equipa que fez tudo para marcar e ganhar o jogo. Criámos situações em número suficiente e fizemos uma segunda parte que me deixa satisfeito e otimista para o futuro.

Tivemos momentos fracos na primeira parte, algo que faz parte do crescimento desta equipa. Precisávamos de muito mais tempo para trabalhar esta equipa e para que os jogadores se adaptassem ao futebol português, mas o campeonato começou e crescer em competição é difícil.

Felizmente, têm sido voluntariosos e conseguimos um ponto, que é sempre importante contra uma equipa como o Sporting de Braga. Com um bocadinho de sorte teríamos conseguido um resultado melhor.

A paragem não nos prejudicou. Continuámos determinados e arrancámos para uma boa exibição. Agora, os nossos jogadores têm de pensar e executar mais rápido, fazerem um melhor preenchimento do espaço, serem mais agressivos com e sem bola e aproveitarem os três corredores.

Temos de erradicar alguns erros primários e é extremamente perigoso se não pontuarmos com alguma regularidade. É evidente que temos um início de temporada difícil e nas cinco primeiras jornadas só nos faltará jogar com o Sporting. Pelos profetas da desgraça teríamos zero pontos ou eventualmente ganharíamos ao Vitória de Setúbal. Já temos quatro pontos e ainda faltam os jogos com Setúbal e Benfica para essas cinco primeiras jornadas. Não é muito, mas estamos satisfeitos com a prestação dos jogadores”.

Foto: DR / Arquivo

Ricardo Sá Pinto (treinador do SC Braga): “A primeira parte foi bem conseguida e podíamos ter feito mais do que um golo. Na segunda parte há mérito do Gil, que apareceu diferente, teve mais qualidade em posse e jogou mais rápido.

Foi difícil jogarmos o nosso jogo, muito também porque a maior parte dos jogadores que coloquei tem qualidade e talento, mas não tem tido ritmo de jogo. Por isso é normal que não se consiga ter o mesmo nível exibicional ou a mesma frescura física e mental para jogar uma segunda parte com o mesmo controle de jogo.

O Gil teve muito volume ofensivo na segunda parte. Não teve muitas oportunidades e teve aquele golo um pouco caricato. Tivemos pouca sorte na forma como sofremos, mas acho que o resultado se aceita.

Revolução no ‘onze’? Não considero [uma estratégia] muito arriscada. Temos um volume de jogos acumulado muito grande. Foram muitas alterações, mas tinha de as fazer. Foi o risco que tive de tomar neste jogo, porque na quinta-feira está em causa o primeiro grande objetivo do Braga.

Não descurámos este jogo. Viemos cá para ganhar e mostrámos capacidade. Gostava de ter tido oportunidade para mexer na equipa de outra forma, mas não o pude fazer e fui tentando refrescá-la para ter mais bola e outra saída. Mas nunca soubemos sair em condições, não criámos os desequilíbrios que queria em termos ofensivos e não decidimos como devíamos ter decidido”.

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Futebol

“O Famalicão apetrechou-se com qualidade individual e coletiva”

3.ª jornada da I Liga opôs o Vitória e o FC Famalicão, no dérbi do Ave

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Declarações após o jogo Vitória de Guimarães-Famalicão (1-1), da terceira jornada da I Liga portuguesa de futebol, disputado hoje em Guimarães:

Foto: Twitter

Ivo Vieira (treinador do Vitória SC): “Na primeira parte, demos estrategicamente a iniciativa ao Famalicão e criámos muitas oportunidades. O resultado ao intervalo era injusto. Na segunda parte, entrámos bem e marcámos um golo. Sofremos num contra-ataque, cujo desequilíbrio foi da minha responsabilidade. Nos últimos 20 minutos, o jogo esteve partido, mas tentámos ganhar. O Famalicão também podia ter marcado em alguns lances.

É de ressalvar o comportamento dos atletas. Lutaram até à exaustão e tentaram ganhar o jogo, com intensidade. O resultado não me satisfaz. Em relação ao golo sofrido, tínhamos de ser mais incisivos na abordagem ao lance. Numa situação de [contra-ataque] de dois contra quatro, o Famalicão conseguiu fazer um golo. Não estávamos de forma correta no equilíbrio. Em relação às tomadas de decisão no último terço, acredito nos atletas do Vitória. É com treino que isso pode melhorar. Cometemos muitos erros em termos de último passe, mas conseguimos chegar lá [à área] muitas vezes.

O Famalicão apetrechou-se com qualidade individual e coletiva. Tivemos a estratégia de não pressionar de forma muito intensa na primeira fase de construção, para não sermos ultrapassados e ficarmos com a defesa exposta. Na primeira parte, conseguimos anular o jogo ofensivo do Famalicão. O Famalicão fez muitos passes entre defesas e guarda-redes e isso fez com que tivéssemos menos bola.

Orgulho-me desta situação [jogos de três em três dias]. Vamos com oito jogos num mês. Isso traz muitas rotinas de jogo, mas também algum desgaste no desempenho dos atletas. Optámos por muitas alterações no ‘onze’. A equipa deu uma resposta muito boa”.

João Pedro Sousa. Foto: Arquivo

João Pedro Sousa (treinador do Famalicão): “Foi um início de jogo extremamente complicado para nós. O Vitória entrou muito forte na primeira parte, a tentar resolver o jogo nos primeiros minutos. Tivemos dificuldades em fazer o que pretendíamos. O Vitória, estrategicamente muito bem, anulou as nossas saídas pelo corredor central e, quando perdíamos a bola, a transição do Vitória era muito forte. Acabámos a primeira parte com algumas dificuldades.

Depois do golo do Vitória, começamos a arranjar alternativas e empatámos o jogo, penso que justamente. Acabámos o jogo a criar duas oportunidades flagrantes, mas penso que o 2-1 para o Famalicão seria um resultado algo injusto para o que o Vitória fez. Penso que o resultado se adequa ao que se passou.

Estamos satisfeitos [com os sete pontos e o segundo lugar], mas a nossa ideia é crescermos como equipa. Como clube, a nossa ideia é consolidar o Famalicão na I Liga. Desde o primeiro jogo, temos sentido melhorias e é assim que queremos continuar. Temos sete pontos, mas o nosso foco é crescer como equipa. Já estamos a pensar no próximo adversário, o Desportivo das Aves”.

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Futebol

Famalicão não deixa fugir liderança da Liga em Guimarães

3.ª jornada da I Liga

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O Vitória SC e o Famalicão empataram hoje 1-1, numa partida da terceira jornada da I Liga portuguesa de futebol com muitas ocasiões de golo, em que as equipas tentaram jogar bem, embora com filosofias diferentes.

Depois de uma primeira parte em que foram superiores e criaram quase todas as ocasiões de golo, os vimaranenses adiantaram-se por João Carlos Teixeira, aos 50 minutos, mas a equipa treinada por João Pedro Sousa empatou num contra-ataque finalizado por Fábio Martins, aos 70, e teve até a hipótese de operar a reviravolta.

Com este desfecho, o recém-promovido Famalicão manteve-se segundo lugar, com sete pontos, os mesmos do líder Sporting, enquanto a turma de Guimarães é 14.ª, após dois empates nos seus dois primeiros jogos do campeonato, ambos em casa – o encontro da primeira jornada, com o Rio Ave, em Vila do Conde, foi adiado para 08 de setembro.

Na antecâmara de decidir a passagem à fase de grupos da Liga Europa, perante os romenos do FSCB, na quinta-feira, o Vitória apareceu em campo com uma defesa composta por Victor Garcia, Frederico Venâncio, Pedro Henrique e Rafa Soares, totalmente diferente da primeira mão do ‘play-off’ europeu, e ainda com Dénis Poha e João Carlos Teixeira como novidades no meio-campo.

Apesar das mudanças, a turma vimaranense entrou melhor na partida, tentando ganhar superioridade numérica nas alas em transições rápidas ou bolas em profundidade, e quase chegou à vantagem ao minuto oito, quando Bruno Duarte cabeceou ao poste, na sequência de um canto de Rochinha.

Sem alterações no ‘onze’ que venceu o Rio Ave, na ronda anterior (1-0), o Famalicão construiu os ataques com uma circulação de bola mais paciente e teve até mais posse de bola na primeira parte (60%), mas, ao contrário do Vitória, foi quase sempre inconsequente, à exceção de um remate de Fábio Martins, travado por Douglas, aos 36 minutos.

Mais objetiva, a formação anfitriã teve mais remates (nove contra seis) e cantos (sete contra quatro) e esteve muito perto do golo em remates de Rafa Soares, travado por Defendi, aos 14 minutos, de Davidson, ao lado (30 e 40), e de Dénis Poha, ao poste, de fora da área (38).

A recompensa pelo sentido de baliza exibido pelos vitorianos apareceu no início da segunda parte, com Davidson a ganhar espaço na esquerda e a cruzar para o ‘coração’ da área, para João Carlos Teixeira desviar de cabeça, para o fundo das redes famalicenses.

Em desvantagem, o Famalicão acentuou a iniciativa ofensiva perante um Vitória que procurava ainda mais o contra-ataque, mas a turma de Ivo Vieira começou a falhar muitos passes, permitindo ao adversário instalar-se no seu meio-campo.

A equipa famalicense, curiosamente, repôs a igualdade num contra-ataque, com Fábio Martins a introduzir a bola no fundo das redes em esforço, após Douglas ter defendido um remate de Toni Martínez, isolado.

Nos 20 minutos finais, o triunfo poderia ter caído para qualquer lado, com Davidson a criar perigo para os homens de Guimarães, aos 76 minutos, e Anderson, isolado, a ver Douglas negar-lhe a reviravolta, aos 82.

Ficha de Jogo

Jogo no Estádio D. Afonso Henriques, em Guimarães.

Vitória SC – Famalicão, 1-1.

Ao intervalo: 0-0.

Marcadores:

1-0, João Carlos Teixeira, 50 minutos.

1-1, Fábio Martins, 70.

Equipas:

– Vitória SC: Douglas, Victor Garcia, Frederico Venâncio, Pedro Henrique, Al Musrati (Pepê, 72), Dénis Poha (André Almeida, 88), João Carlos Teixeira (Ola John, 79), Rochinha, Davidson e Bruno Duarte.

(Suplentes: Miguel Silva, Sacko, Tapsoba, Pepê, André Almeida, Ola John e João Pedro).

Treinador: Ivo Vieira.

– Famalicão: Defendi, Lionn, Nehuén Pérez, Patrick William, Josh Tymon, Gustavo Assunção, Guga (Racic, 61), Pedro Gonçalves (Riccieli, 88), Rúben Lameiras, Fábio Martins e Toni Martínez (Anderson, 79).

(Suplentes: Vítor Caetano, Riccieli, Alex Centelles, Racic, Diogo Gonçalves, Walterson e Anderson).

Treinador: João Pedro Sousa.

Árbitro: Manuel Oliveira (AF Porto).

Ação disciplinar: cartão amarelo para Al Musrati (12), Davidson (16), Gustavo Assunção (23), Pedro Henrique (90+1) e André Almeida (90+4).

Assistência: cerca de 18.000 espetadores.

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