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Trás-os-Montes: Pena máxima para mulher que mandou matar marido e para autor do crime

Em Chaves.

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Mulher. Foto: Imagem SIC

O Tribunal de Vila Real condenou hoje à pena máxima de 25 anos de cadeia dois arguidos, uma mulher por instigar o homicídio do marido e o homem que cometeu o crime, em Chaves.

Autor do crime. Foto: DR

Apesar de ter sido provado que foi o arguido, de 26 anos, a matar o homem com uma arma de fogo, o tribunal considerou que foi a arguida, de 41 anos, a mandante do crime.

O crime ocorreu em janeiro de 2017 e os suspeitos foram detidos pela Polícia Judiciária (PJ) de Vila Real em maio.

Vítima. Foto: DR

O Tribunal de Vila Real começou a julgar em abril a mulher suspeita de ter mandado matar o marido e o homem a propôs o pagamento de uma quantia, não determinada, para cometer o crime.

A juíza presidente do coletivo considerou que “ficou claro” de que os dois arguidos cometeram o crime e que se tratou de um “homicídio mercenário”, em que a motivação de ambos foi o dinheiro.

“Matar por dinheiro” é, para a magistrada, a “situação de homicídio mais grave” e que “faz lembrar a máfia napolitana”.

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Quatro feridos ligeiros e um grave em acidente na A3

No sentido Norte-Sul

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Foto: O MINHO/Arquivo

Um acidente que envolveu quatro automóveis, hoje à noite nas portagens da Maia, na Autoestrada 3, provocou cinco feridos, um dos quais em estado grave, disse à Lusa fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) do Porto.

Segundo a mesma fonte, o acidente ocorreu pelas 20:00, no sentido Norte-Sul da autoestrada que liga o Porto a Valença.

Os cinco feridos foram transportados para hospitais da zona.

Pelas 21:30 estavam no local 24 operacionais, apoiados por dez viaturas, entre bombeiros, elementos da GNR e do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM).

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Trás-os-Montes: Primavera traz consigo espécies raras de cogumelos selvagens

Oportunidade “única” para os apreciadores

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Foto: Facebook

Os apreciadores de cogumelos silvestres têm, nesta altura do ano, uma oportunidade “única” de degustar algumas espécies, como é caso das pantorras, que começam a ter um grande aproveitamento gastronómico e que começam a sair no Nordeste Transmontano.

Lameiros, soutos e pinhais, locais ideais para a apanha, são batidos palmo a palmos nesta altura do ano pelos recoletores de cogumelos silvestres, uns dos quais o fazem por gosto e outros porque encontraram nesta atividade uma forma de sustento.

“Este tipo de cogumelos de primavera, como é o caso das pantorras, tidas como dos mais emblemáticos, são muitos apreciados e procurados pelo seu potencial gustativo, onde um quilo deste fungo poderá chegar aos 50 euros”, disse à Lusa o micólogo, Manuel Moredo.

Este tipo de fungos começou a aparecer nos campos e matas, nas zonas mais quentes da região transmontana, mas com um atraso de 15 dias devido à falta de chuva. Nas zonas mais frias, o aparecimento dos cogumelos de primavera deverá demorar mais uns 10 dias.

“Em anos normais, os cogumelos começam a sair no início de abril. Este ano, devido há falta de chuva, estão atrasados, daí o preço ser mais elevado”, observa o também presidente da Associação Micológica “A Pantorra”, sedeada em Mogadouro, no distrito de Bragança.

Durante a primavera, os primeiros cogumelos a sair são as pantorras, seguindo-se os cantarelos (também conhecidos por ‘rapazinhos’), boletos e ‘amanita ponderas’.

Este são, nesta altura do ano, dos fungos mais procurados pelos apreciadores.

“As pantorras têm uma característica única. Estes cogumelos, só aparecem uma vez, não sendo possível colher outro exemplar no mesmo local, o que faz dele mais raro que as outras espécies e mais apreciado”, indicou Manuel Moredo.

Em termos comerciais, as pantorras podem atingir valores “interessantes”, já que um quilo de pantorras secas equivale a 10 quilos de pantorras frescas e o seu valor comercial pode chegar aos 250/300 por quilo. Por seu lado, um quilo de pantorras frescas ronda os 50 euros, afirmou.

Apesar de ser muito procurada, as pantorras têm alguma toxidade, pelo que há cuidados a ter em conta.

“Trata-se de um cogumelo tóxico que tem de ser degustado em pequenas quantidades, mas não é mortal. E daí advém o termo ‘empanturrado’, devido à sua toxina”, explicou Manuel Moredo.

O apanhador Rafael Dias deixou o emprego que tinha numa autarquia do distrito de Bragança para se dedicar em exclusivo à apanha de cogumelos silvestres e disse que o ano vai “um pouco fraco”, devido à seca, mas, mesmo assim, o negócio não corre mal.

“É preciso mais calor para os fungos se começarem a reproduzir. Mas há zonas mais húmidas, onde já há alguma quantidade deste tipo de fungos “, frisou.

Na mala da carrinha de distribuição já havia “belos exemplares de cogumelos”, que o também pequeno empresário distribui pelos seus clientes, na área de Trás-os-Montes.

Rafael Dias, que conhece os cogumelos que apanha, não tem dúvidas ao afirmar que a pantorra é dos mais emblemáticos que existe na natureza.

“Temos muita gente a pedir cogumelos silvestres, principalmente a pantorra, e, por vezes, não consigo satisfazer todas as encomendas”, explicou à Lusa.

A restauração vê neste tipo de fungos um excelente complemento às suas cartas gastronómicas e a procura é cada vez mais elevada por quem vem dos grandes centros urbanos ou da vizinha Espanha.

“Os cogumelos começam a aparecer uma pouco mais tarde. Por este motivo temos de explicar aos clientes a situação, já que há clientes que não associam as condições climatéricas à falta destes fungos. Contudo, há sempre reservas para um produto de sabor excecional”, explicou António Amaro, proprietário de um restaurante em Mogadouro.

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São João tira carros a administradores e entrega-os a ‘hospital’ domiciliário

Medida

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Hospital de São João. Foto: porto24

O Hospital de São João, no Porto, decidiu acabar com a “atribuição de viaturas” aos administradores e vai alocar os cinco automóveis à “hospitalização domiciliária”, que arranca na primeira quinzena de maio, revelou hoje à Lusa fonte da instituição.

Na sua primeira deliberação, a nova administração do centro hospitalar, presidida pelo ex-secretário de Estado da Saúde Fernando Araújo, resolveu “terminar com a atribuição, aos membros do Conselho de Administração, de viaturas para uso pessoal, com efeitos imediatos”.

Os automóveis dos cinco administradores vão agora ser usados para “arrancar, na primeira quinzena de maio”, com o projeto de hospitalização domiciliária” daquela unidade, especificou à Lusa fonte hospitalar.

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