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Famalicão

Trânsito condicionado na A7 após colisão com três feridos

Sentido Famalicão-Guimarães

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Foto: Paulo Jorge Magalhães/O MINHO/Arquivo

O trânsito na Autoestrada n.º 7 (A7), no sentido Famalicão-Guimarães, encontra-se bastante condicionado na sequência de uma colisão ocorrida ao final da tarde desta sexta-feira, disse a O MINHO fonte dos bombeiros.

Com alerta às 18:24, o sinistro ocorreu no troço da autoestrada que atravessa a freguesia de Oliveira Santa Maria, no concelho de Famalicão. Ao local acorreram os Bombeiros de Famalicão com três ambulâncias.

“São todos feridos ligeiros e não foi necessário desencarceramento”, disse a mesma fonte.

A divisão de trânsito da GNR está no local a orientar o trânsito.

As vítimas foram transportadas para o Hospital de Guimarães.

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Ave

Continental oferece ecógrafo de 20 mil euros ao Hospital de Famalicão

A pedido do centro hospitalar

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Foto: Divulgação / CHMA

O Centro Hospitalar do Médio Ave (CHMA) recebeu, esta quinta-feira, um novo ecógrafo para o Hospital de Famalicão, oferta da empresa multinacional Continental, com um complexo industrial naquele concelho.

A oferta surge no “âmbito da política de responsabilidade social da empresa”, refere Pedro Carreira, presidente do conselho de administraçao da Continental-Mabor de Lousado.

O responsável explicou, na cerimónia de entrega, que este foi um novo pedido do CHMA, depois da oferta, noutros anos, de dois aparelhos similares e um raio-x portátil.

O presidente do conselho de administração do CHMA, António Barbosa, salientou “a importância de mais uma iniciativa da Continental com o centro hospitalar, prosseguindo a colaboração na aquisição de equipamentos para a nova clínica, que vai servir diretamente a população dos três concelhos de influência do CHMA”.

“Constitui um incentivo para todos os profissionais, que necessitam dos equipamentos certos para fazer os diagnósticos mais corretos”, vincou António Barbosa.

O novo equipamento, no valor de cerca de 20 mil euros, vai equipar a Clínica da Mulher, da Criança e do Adolescente, uma obra que se prevê ficar concluída em março.

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Ave

Famalicão é responsável por quase 10% das exportações do têxtil e vestuário em Portugal

Economia

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Foto: Divulgação

O peso das exportações de têxteis técnicos em 2018 em Famalicão subiu para 31%, 156 milhões de euros, mais 6% do que em 2017, assumindo o concelho 9,4% das exportações daquela indústria em Portugal, foi esta terça-feira divulgado.

Em comunicado enviado à Lusa, a Câmara de Famalicão, tendo por base o mais recente Anuário Estatístico Regional do INE, referente ao ano de 2018, aponta que “é cada vez mais relevante a importância dos têxteis técnicos no total das exportações em Famalicão”

Segundo os dados revelados, “a performance exportadora dos têxteis técnicos e/ou funcionais está em crescendo”, tendo sido de 111 milhões em 2016, 124 milhões de euros em 2017 e agora para 156 milhões em 2018

O município de Famalicão, que ostenta a marca de Cidade Têxtil de Portugal, realça o texto, “assume 9,4% das exportações da indústria têxtil e vestuário em Portugal, com 502 milhões de euros de vendas para o exterior em 2018, o que corresponde a 24,2% do total das exportações do concelho”.

Os principais mercados de exportação dos têxteis famalicenses são Espanha (19%), Alemanha (16%) e França (11%).

Segundo o texto, “em 2018, o volume de negócios cresceu para os 817 milhões de euros e o valor acrescentado bruto subiu para os 263 milhões de euros”.

A indústria têxtil e do vestuário conta, em Famalicão, com 852 empresas e regista um total de 10.902 pessoas ao serviço.

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Ave

Vaga de assaltos a residências em Famalicão dura há três meses

Na zona Oeste do concelho

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Foto: DR / Arquivo

Populares e autarcas de Famalicão estão revoltados com uma onda de assaltos a residências nas freguesias a Oeste do concelho, depois de nova moradia ter sido assaltada em Landim, esta madrugada.

De acordo com a Cidade Hoje, já três habitações, no lugar de Sobreiral, em Landim, foram assaltadas nas últimas semanas, informação confirmada pelo presidente da junta.

Segundo o autarca, estes assaltos duram há, pelo menos, três meses, não só em Landim como nas freguesias limítrofes.

Os roubos acontecem durante a noite, em moradias sem ninguém no interior, dando a entender que os meliantes são conhecedores da rotina daquela população.

Este última assalto, dá conta a mesma fonte, terá provocado um rastro de destruição dentro da habitação.

A GNR encontra-se a proceder a diligências para apurar os autores dos furtos.

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