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Braga

Transdev visada na operação que levou a PJ a fazer buscas em Braga e Barcelos

Operação Rota Final

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Foto: DR

A operadora de transportes públicos Transdev é uma das visadas nas buscas realizadas hoje pela Polícia Judiciária (PJ), que se estenderam a 18 câmaras do Norte e Centro, no âmbito da operação “Rota Final”, disse uma fonte policial.

“Para já, não há nenhum detido”, acrescentou, em declarações à agência Lusa.

Ainda de acordo com a fonte, cerca das 11:00 a operação ainda decorria, com buscas, recolha de documentação “e outros elementos de prova”.

A operação “Rota Final” relaciona-se com um alegado esquema fraudulento de viciação de procedimentos de contratação pública.

As buscas mobilizaram meios da Diretoria do Norte da PJ, com o apoio de vários departamentos de investigação criminal e da Diretoria do Centro, no âmbito de um inquérito titulado pelo Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Coimbra.

Ao todo, foram 50 as buscas realizadas, envolvendo 200 elementos da Polícia Judiciária – inspetores, peritos informáticos, peritos financeiros e contabilísticos.

As 18 câmaras municipais alvo de buscas forma as de Águeda, Almeida, Armamar, Belmonte, Barcelos, Braga, Cinfães, Fundão, Guarda, Lamego, Moimenta da Beira, Oleiros, Oliveira de Azeméis, Oliveira do Bairro, Sertã, Soure, Pinhel e Tarouca.

“Mediante atuação concertada de quadros dirigentes de empresa de transporte público, de grande implementação em território nacional com intervenção de ex-autarcas a título de consultores, beneficiando dos conhecimentos destes, terão sido influenciadas decisões a nível autárquico com favorecimento na celebração de contratos públicos de prestação de serviços de transporte, excluindo-se das regras de concorrência, atribuição de compensação financeira indevida e prejuízo para o erário público”, afirma a PJ, em comunicado a propósito deste caso.

Também no recrutamento de funcionários se terão verificado situações de favorecimento, ainda segundo a PJ.

A investigação prossegue “para determinação de todas as condutas criminosas, seu alcance e respetivos agentes”, esclarece a polícia.

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Braga

Braga: Antigo colégio das Sete Fontes reabre com 300 alunos

No próximo ano sobe para os 500 alunos

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Reabre em setembro com 300 alunos do ensino básico. O antigo Colégio  das Sete Fontes, de Braga, a cuja fundação esteve ligado o falecido Cónego Eduardo Melo, foi adquirido pela associação que gere o Colégio  João Paulo II, que assim cria condições para se expandir: “temos uma  lista de espera de 1.400 alunos”, disse a O MINHO o seu administrador, Mário Paulo Pereira.

Este estabelecimento de ensino, criado, por sua vez, há 13 anos por um  grupo de seis leigos e oferecido à Arquidiocese da Igreja Católica,  está a rebentar pelas costuras nas instalações que possui junto à  Avenida Central, mesmo junto ao edifício das Convertidas: “vamos  acolher 300 alunos, até à 4.ª classe, neste ano letivo, número que, no  próximo, subirá para os 500”, adiantou.

O gestor salientou que o arranque das aulas no antigo Sete Fontes obrigou à contratação de 32 pessoas, as quais se juntam às 128 – entre  docentes e funcionários – que já trabalham na instituição. Isto – frisou – sem contar com as cerca de 40 pessoas que prestam  serviço nas atividades extra curriculares, nas áreas do desporto, das  línguas e outras.

Dinamismo

O João Paulo II – sublinha – “é hoje uma das instituições dinâmicas da cidade, como se constata por este investimento e pela procura que  tem”. O colégio é um organismo de direito canónico, mas é gerido por  uma associação a que a arquidiocese pertence.

Na última semana, O MINHO foi contactado por dois funcionários que se  queixaram de que o salário de julho, ainda não tinha sido pago a 13 de  agosto, tendo sido liquidado no dia seguinte, sexta-feira.

O que lhes  trouxe transtornos em período de férias. Atraso que Mário Pereira  confirma, mas que explica pelo facto de as Finanças terem obrigado à  mudança do número de contribuinte, o que provocou complicações  burocráticas em termos de movimentação de contas bancárias: “Não há,  nem nunca houve salários em atraso, temos uma ótima saúde financeira”,  garante. Os mesmos trabalhadores lamentam, ainda, que o Colégio pague  o ordenado mensal apenas ao dia oito, facto que lhes complica o cumprimento dos compromissos: ”pagámos religiosamente ao dia oito, e a  lei permite que seja feito até ao dia 11”, explicou.

Gestão danosa

Criado pela empresa Ensine-Ser, que pertencia ao grupo Ensinave que geria o ISAVE – Instituto Superior de Saúde do Vale do Ave, da Póvoa de  Lanhoso, o Colégio das Sete Fontes faliu em 2012, seguindo as pisadas  da casa-mãe. Foi reativado em 2014, e agora adquirido pelo João Paulo II, entidade que nada tem a ver com o caso em questão. O seu antigo administrador, José Henriques, foi acusado em 2018 pelo Ministério  Público de gestão danosa.

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Braga

PJ/Braga diz que morte de jovem moldavo com rebarbadora deve ter sido suicídio

“Não há indícios de crime”

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

O mais certo é que tenha sido suicídio! É esta a convicção dos  investigadores da PJ/Braga acerca do aparecimento, no passado sábado, em Braga, do cadáver de um jovem de 21 anos, de ascendência moldava. O corpo tinha o pescoço cortado por uma rebarbadeira.

“Não há indícios de crime”, disse fonte policial a O MINHO, frisando  que, “muito provavelmente”, os resultados da autópsia nada adiantarão  em relação a essa hipótese.

Radu Neagu, que residia na rua Álvaro Carneiro, foi encontrado morto  pela mãe, pelas 14h30 de sábado, na garagem da casa. A rebarbadora  ainda estava ligada. O malogrado jovem teria problemas de saúde.

Ao leitor de O MINHO importa salientar que, por regra, e de acordo com o  código de ética e deontológico em vigor no jornalismo, não se noticiam  suicídios.

Neste caso, entendemos dever fugir à norma, dado que a  hipótese de crime foi aventada por outros órgãos de comunicação  social. A qual parece assim afastada pela PJ.

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Braga

Trotinetes elétricas chegam hoje a Braga

Ainda em fase de estudo

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Foto: Divulgação / CM Braga

A partir de hoje já pode utilizar troninetes elétricas partilhadas na cidade de Braga. A CIRC é a primeira empresa a obter autorização da Câmara Municipal de Braga para este efeito.

Em comunicado, aquela empresa aponta que o lançamento do projeto tem ainda o objetivo de estudar a quantidade de trotinetes a disponibilizar e o número de pontos de partilha que este novo modo de transporte irá ter na cidade.

A empresa informa que a “avaliação e os seus resultados serão anunciados em setembro”.

A CIRC, de acordo com a empresa, é uma das marcas de trotinetes eléctricas líder em Portugal, estando já presente em Lisboa, Cascais, Almada, Faro, Portimão, Coimbra, Figueira da Foz, Matosinhos, Vila Nova de Gaia, Maia, Gondomar e agora Braga.

As trotinetes da CIRC ficam disponíveis em 25 lugares que antes eram de estacionamento para automóveis e que foram convertidos em pontos de partilha de trotinetes.

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