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Transavia anuncia novas rotas de Montpellier para Portugal

Covid-19

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Foto: DR / Arquivo

A presidente executiva da Transavia, Nathalie Stubler, anunciou hoje a abertura de novas rotas aéreas de Montpellier, França, para Faro e Porto, a partir do início de julho e até ao final de agosto.


A responsável da companhia aérea fez o anúncio da abertura de novas rotas para Portugal, que considerou um “mercado-chave” para a empresa, durante uma cerimónia no Aeroporto de Lisboa, para assinalar a chegada dos primeiros passageiros vindos de Nantes, depois da reabertura das rotas da Transavia.

Assim, entre o início de julho e o final de agosto, a companhia vai operar dois voos semanais para Faro, dois para o Porto e três para Lisboa.

Até 26 de junho, Portugal será o único mercado para onde a Transavia irá voar.

Na mesma ocasião, estiveram também presentes a secretária de Estado do Turismo, Rita Marques, o presidente do Turismo de Portugal, Luís Araújo, o presidente executivo da Vinci Concessions, Nicolas Notebaert, a embaixadora de França em Portugal, Florence Mangin, e o presidente executivo da ANA Aeroportos, Thierry Ligonnière.

A cerimónia serviu também para oficializar a atribuição do selo ‘Clean & Safe’, do Turismo de Portugal, aos aeroportos nacionais.

De acordo com Luís Araújo, o selo transmite “confiança” aos turistas que pretendem visitar o país.

Por sua vez, a secretária de Estado do Turismo sublinhou que, apesar do turismo ter parado, os últimos meses foram de preparação para a retoma.

“É bem verdade que o turismo parou, mas nunca deixámos de trabalhar para e pelo nosso turismo. […] Preparámo-nos durante estes meses para receber todos os que nos procuram”, disse a governante.

Em 05 de junho, o primeiro-ministro, António Costa, anunciou a reativação de rotas aéreas nos aeroportos portugueses no dia 15 de junho.

As medidas para combater a pandemia paralisaram setores inteiros da economia mundial e levaram o Fundo monetário Internacional (FMI) a fazer previsões sem precedentes nos seus quase 75 anos: a economia mundial poderá cair 3% em 2020, arrastada por uma contração de 5,9% nos Estados Unidos, de 7,5% na zona euro e de 5,2% no Japão.

Em Portugal, o Governo prevê que a economia recue 6,9% em 2020 e que cresça 4,3% em 2021.

A taxa de desemprego deverá subir para 9,6% este ano, e recuar para 8,7% em 2021.

Em consequência da forte recessão, o défice orçamental deverá chegar aos 6,3% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2020 e a dívida pública aos 134,4%.

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Facebook vai proibir publicações que desencorajem a vacinação

Covid-19

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Foto: DR

O Facebook anunciou hoje que vai proibir publicações que desencorajem os utilizadores a serem vacinados, destacando a “importância de medidas preventivas na saúde” numa altura em que o mundo enfrenta a pandemia de covid-19.

“Mesmo que especialistas em saúde pública considerem que não teremos vacinas aprovadas e amplamente disponíveis contra a covid-19 tão cedo, há coisas que as pessoas podem fazer para se manterem, como a toma da vacina contra a gripe sazonal”, destacou, em comunicado, a empresa norte-americana.

A rede social já tinha banido informações falsas identificadas por instituições de saúde como a Organização Mundial da Saúde (OMS) ou os Centros de Prevenção e Controle de Doenças (CDC) dos Estados Unidos.

O Facebook irá continuar a permitir, no entanto, publicações que sejam contra ou a favor de regulamentos governamentais sobre vacinas.

E anunciou ainda que vai lançar nos Estados Unidos uma campanha de informação sobre a vacina contra a gripe sazonal, para ajudar os utilizadores a vacinarem-se.

As vacinas contra a covid-19 são consideradas um elemento-chave para acabar com a pandemia e vários laboratórios estão atualmente a conduzir ensaios clínicos.

Os Estados Unidos já pré-encomendaram milhões de doses à Pfizer e Moderna, mas também às empresas AstraZeneca, Johnson & Johnson, Novavax e Sanofi, de forma a garantir entregas rápidas da empresa que ‘vencer a corrida’ à vacina.

As redes sociais são regularmente acusadas de permitir o desenvolvimento de movimentos antivacinas.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de um milhão e oitenta e um mil mortos e mais de 37,8 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Os Estados Unidos são o país com mais mortos (215.089) e também com mais casos de infeção confirmados (mais de 7,8 milhões).

Seguem-se, em número de mortos, o Brasil (150.689 mortos, mais de 5,1 milhões de casos), Índia (109.856, mais de 7,1 milhões de infetados), México (83.945, mais de 821 mil infetados) e Reino Unido (43.018 mortos, mais de 634 mil casos).

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País

Os números do Euromilhões

Sorte

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Foto: O MINHO / Arquivo

É esta a chave do sorteio do Euromilhões desta terça-feira, 13 de outubro: 5, 14, 38, 41 e 46 (números) e 1 e 10 (estrelas).

Em jogo para o primeiro prémio está um valor de 39 milhões de euros.

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Marcelo sublinha importância de aprovação do OE2021 também à luz de presidência da UE

Política

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Marcelo Rebelo de Sousa. Foto: DR / Arquivo

O Presidente da República reiterou hoje que espera que o Orçamento do Estado de 2021 esteja aplicável a partir de 01 de janeiro próximo, “ainda por cima” sendo essa a data do início da presidência portuguesa da União Europeia.

Questionado, em Bruges, sobre a proposta de Orçamento do Estado para o próximo ano (OE2021) entregue na segunda-feira na Assembleia da República, Marcelo Rebelo de Sousa começou por lembrar que não se pronuncia “nunca sobre o orçamento a partir do momento em que ele entra no parlamento”.

“Entrou no parlamento e, portanto, está a seguir a tramitação parlamentar. Eu só repito o que disse várias vezes: continuo a acreditar que haverá um orçamento aprovado no final do mês de novembro. E é isso que é bom para Portugal e é um contributo de Portugal também para a Europa”, disse Marcelo Rebelo de Sousa, que se deslocou hoje a Bruges para inaugurar o ano académico 2020/21 do Colégio da Europa, sob o patronato do antigo Presidente da República Mário Soares.

Sobre as posições aparentemente extremadas dos partidos políticos com assento parlamentar em torno do documento apresentado pelo Governo, o chefe de Estado insistiu que não se deve pronunciar, até porque “faz parte das atuações de um quadro parlamentar que vai durar muito tempo”, cerca de “um mês e meio, e aí o Presidente da República não deve de todo em todo intervir”.

“O que é que ele pode dizer? Pode dizer o que disse no início: eu espero que haja orçamento aplicável a partir de dia 01 de janeiro de 2021, ainda por cima com a nossa presidência do Conselho [da UE]. E direi no fim: ainda bem que houve um orçamento aprovado, porque isso permite uma presidência pacífica e que nos possamos retirar todas as vantagens do que esperamos também que seja a aprovação europeia em matéria de plano de recuperação e resiliência e de mecanismo financeiro multianual para os próximos anos”, completou.

A proposta de OE2021, entregue na segunda-feira no parlamento, será votada na generalidade em 28 de outubro, estando a votação final global do documento marcada para 26 de novembro.

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