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Alto Minho

Trabalhador com queimaduras graves devido a acidente de trabalho em Paredes de Coura

Numa fábrica na Zona Industrial de Formariz

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Foto: DR / Arquivo

Um trabalhador ficou hoje com queimaduras graves na sequência de um acidente de trabalho com “produtos químicos” numa fábrica na Zona Industrial de Formariz, em Paredes de Coura, adiantou fonte do INEM.

Segundo os Bombeiros Voluntários de Paredes de Coura, o homem, com cerca de 35 anos, ficou estado grave depois de sofrer queimaduras em cerca de 20% do corpo.

As queimaduras, contraídas devido ao contacto com “produtos químicos”, concentram-se no “tórax, abdómen e membros superiores” do trabalhador, adiantou a mesma fonte.

A vítima foi transportada por uma ambulância de Suporte Imediato de Vida (SIV) do INEM para o Hospital de Braga.

O acidente aconteceu na fábrica Doureca, situada na zona Industrial de Formariz, que se especializa na produção de produtos plásticos.

O alerta para a ocorrência foi dado às 11:44 e no local estiveram seis elemebtos dos Bombeiros Voluntários de Paredes de Coura, apoiados por duas viaturas, bem como dois elementos da SIV de Valença e de uma Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) de Viana do Castelo.

A GNR de Paredes de Coura também esteve no local.

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Viana do Castelo

Viana serviu bolo-rei gigante com 230 quilos

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Foto: AEVC

Foto: AEVC

Este sábado, um bolo-rei gigante foi atração, em torno da estátua do novo santo português Bartolomeu dos Mártires, num largo de Viana do Castelo confecionado por 14 pastelarias do concelho.

Fonte da Associação Empresarial de Viana do Castelo (AEVC), que partilha com autarquia local a organização da iniciativa, adiantou que o bolo-rei, tem 50 metros de perímetro.

A confeção do bolo-rei gigante, envolveu a participação de 30 pessoas, entre elas dez alunos da escola de hotelaria da cidade, e foram utilizados cerca de 230 quilogramas de ingredientes: “95 quilogramas de farinha, 60 quilogramas de frutos secos, 240 ovos, 35 quilogramas de fruta picada e 20 quilogramas de uva passa”.

Foto: AEVC

O bolo-rei gigante foi oferecido à população, acompanhado de um “pequeno copo” de vinho do Porto. O evento incluiu momentos musicais com a atuação dos alunos da escola de música ZEPAM-Zé Pedro Associação Musical.

Esta foi a terceira edição do bolo-rei gigante, integrada no programa municipal “Sentidos de Viana”.

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Viana do Castelo

Politécnico de Viana apresenta, em Braga, projeto de monitorização de gás radioativo

Mitigação do risco associado à exposição humana ao gás radão

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Foto: Divulgação

O projeto de I&D RnMonitor, liderado pelo Instituto Politécnico de Viana do Castelo (IPVC), esteve representado pelos investigadores Pedro Martins e Sérgio Lopes na demonstração do piloto tecnológico desenvolvido no referido projeto, no âmbito da 5.ª edição do evento Smart City 360° International Summit, que este ano decorreu no Altice Forum Braga.

A 5.ª edição da cimeira Smart City 360º oferece uma abordagem holística sobre todos os aspetos da ciência e das tecnologias no contexto das Cidades Inteligentes, desafiando as empresas e a academia para a apresentação de protótipos e soluções inovadoras que possam colocar em perspetiva os novos desafios.

O piloto tecnológico em demonstração, intitulado RnMonitor: an IoT-enabled Platform for Radon Risk Management in Public Buildings, consiste numa sonda multi-parâmetro desenvolvida no contexto da Internet das Coisas (IoT) em parceria com o Instituto de Telecomunicações, e numa plataforma web que permite a monitorização online da qualidade do ar interior em edifícios públicos.

O principal objetivo do piloto em demonstração, consiste na mitigação do risco associado à exposição humana ao gás radão, um gás radioativo considerado pela Organização Mundial de Saúde como o segundo fator de risco de cancro de pulmão, logo a seguir ao fumo do tabaco.

O Instituto Politécnico de Viana do Castelo lidera o referido projeto, o qual se encontra na reta final de execução, em parceria com o Instituto de Telecomunicações, Instituto Politécnico do Cávado e do Ave, as empresas BMViV e Digiheart, e os municípios de Viana do Castelo e Barcelos.

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Viana do Castelo

Incêndios: Aprovada revisão do plano de defesa da floresta de Viana do Castelo

Plano Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios

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Foto: DR

A Câmara de Viana do Castelo aprovou hoje, por unanimidade, a revisão do Plano Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios (PMDFCI) para a próxima década.

O documento, aprovado em reunião extraordinária do executivo municipal da capital do Alto Minho, esteve em discussão pública entre 12 de novembro e segunda-feira, não tendo registado participações.

O documento vai agora ser submetido à apreciação da Assembleia Municipal, que decorrerá no próximo dia 13, entrando em vigor em janeiro de 2020.

O Plano Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios de Viana do Castelo foi elaborado e aprovado, pela primeira vez, em 2006, tendo sido revisto em 2008, encontrando-se em vigor até maio de 2019.

Na proposta hoje aprovada, o executivo sustenta que o plano é “um instrumento operacional de planeamento, programação, organização e execução de um conjunto de ações de prevenção que visa concretizar os objetivos estratégicos de diminuição do impacto dos incêndios florestais, procurando defender melhor a floresta, a vida das pessoas e dos seus bens”.

“No concelho de Viana do Castelo, desde há cerca de três décadas que se reflete na floresta uma conjuntura negativa de fatores que proporcionam uma maior suscetibilidade e vulnerabilidade aos incêndios, com tendências de agravamento, registando-se no ano de 2005 uma das piores tragédias, tanto em número de ocorrências como em área ardida e risco de pessoas e bens”, lê-se no documento.

A proposta de revisão do PMDFCI aprovada refere ainda que, “apesar dos inúmeros esforços de prevenção, nos anos de 2010, 2013 e 2016 registaram-se novos incêndios que atingiram grandes proporções, tendo um deles afetado grande parte da serra de Perre e outro a serra de Arga, tendo ambos colocado em risco várias populações”.

“Existe a perceção de algumas condições estruturais que determinam e favorecem estas ocorrências, das quais se destacam o crescente abandono das atividades agrícolas e florestais, a ausência de implementação de medidas adequadas de ordenamento e gestão dos espaços florestais. Considera-se, portanto, fundamental, conjugar esforços para inverter esta conjuntura”, refere o documento.

O novo plano “visa dar cumprimento ao estipulado na legislação e procura corresponder à evolução entretanto verificada na floresta e às exigências da estratégia de prevenção de incêndios florestais de níveis nacional, distrital e local”.

“O processo de elaboração do PMDFCI teve por base as características específicas do território do concelho no que respeita à sua natureza florestal e rural, urbana e periurbana. Tem como objetivos estratégicos aumentar a resiliência do território aos incêndios florestais, reduzir a incidência dos incêndios, melhorar a eficiência e a eficácia do ataque e da gestão dos incêndios, recuperar e reabilitar os ecossistemas e as comunidades e adotar uma estrutura orgânica, funcional e eficaz”, explica a proposta.

A revisão implicou a “consulta” a diversas entidades, desde juntas de freguesia, conselhos diretivos de baldios, corporações de bombeiros, GNR, PSP, Exército, Instituto da Conservação da Natureza e Florestas (ICNF), Direção Regional de Agricultura e Pescas do Norte, associações florestais, empresas de celulose, Rede Elétrica Nacional (REN), Infraestruturas de Portugal (IP) e Energias de Portugal.

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