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Braga

Torrestir cria mais 200 empregos e vai investir dez milhões em nova sede em Braga

Com uma faturação de 200 milhões e 1975 colaboradores, Grupo Torrestir SA segue de vento em popa

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O Grupo Torrestir, com sede em Braga, faturou 200 milhões de euros, em 2018, e criou mais 200 postos de trabalho, passando a empregar um total de 1975 trabalhadores, anunciou a empresa.

Segundo Fernando Torres, presidente do Conselho de Administração, os resultados devem-se, principalmente, “à excelente performance dos mercados de Espanha, Alemanha e Moçambique”, através das empresas Torrestir España, Torrestir Deutschland e Torrestir Moçambique.

Este ano, a empresa prevê, assim, investir 45 milhões de euros, de forma a aumentar a capacidade operacional.

Dez milhões desse bolo destinam-se à abertura de uma nova sede, em Braga, com uma área de 100 mil m2, para além do espaço de armazém, zona de escritórios e das oficinas, em que 7 mil m2 serão destinados ao cross-docking e 20 mil m2 ao serviço de logística.

Outro aspecto considerado no plano de investimentos da Torrestir é a renovação da frota, depois de, em 2018, o Grupo ter já adquirido 90 tractores (45 da marca DAF e 45 da marca Renault), 111 Iveco Daily, de 3500 kg, e 80 camiões pesados, de 14 toneladas, num investimento total de 16 milhões de euros, segundo anunciou a empresa em comunicado.

A aposta num novo software de automatização à medida da empresa, cujo investimento deverá ser de cerca de 1,2 milhões de euros, e a criação de um novo armazém no Mercado Abastecedor da Região de Lisboa (MARL), 3 mil m2 destinado à distribuição de produtos farmacêuticos e 5 mil m2 à logística de frio, num investimento total de 5 milhões de euros. Para a Torrespharma, de distribuição de medicamentos, o investimento contemplado pela Torrestir é de 5 milhões de euros e destina-se à compra 50 semi-reboques de frio (temperatura controlada).

O Grupo Torrestir, fundado em 1962, que integra o grupo de Embaixadores Empresariais de Braga, tem filias em várias zonas do país, Espanha, Alemanha, Angola, Moçambique e Brasil. Conta com 14 plataformas de distribuição, dois armazéns de logística integrada e 1.634 veículos. Os serviços estão distribuídos em seis áreas – Transporte internacional, transitário, logística, distribuição nacional, ‘courrier’ internacional, distribuição farmacêutica e transportes especiais.

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Atletismo

Antony Gonçalves (Braga) medalha de Ouro na Maratona da Muralha da China em veteranos

‘Papa maratonas’ correu com a camisola do SC Braga: “Uma responsabilidade acrescida”

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Fotos: Cedidas a O MINHO

O bracarense Antony Gonçalves, juntou, esta segunda-feira, mais uma medalha de ouro ao seu currículo, ao vencer a Maratona da Muralha da China, na categoria de veteranos 65-69 anos, com mais de um minuto de vantagem para o segundo.

A correr a sua 25.ª maratona, o atleta de Braga foi o 158.º na geral, em 696 atletas, com um tempo de 05:27:44 horas, muito aquém das 08:00 de limite da prova.

“Foi muito duro e um sofrimento enorme”, revela a O MINHO.

A lesão que o apoquentou nas semanas antes da prova, não se fez sentir: “nos primeiros 16 quilómetros corri com receio mas depois percebi que não ia ter problemas e soltei-me”.

Até aos 35 quilómetros, a prova foi “mais pacífica” mas a subida das quatro mil escadas finais “são um sofrimento enorme”.

Antony Gonçalves lembrou-se da descida do Bom Jesus na parte final e aliada às pontas finais fortes conseguiu chegar à meta em primeiro.

Dos 1.400 participantes só cerca de 700 concluíram e na festa final de entrega de prémios, o feito português foi um dos que esteve em destaque.

Reportagem anterior à prova

Aos 65 anos, papa maratonas de Braga vai desafiar os 20.500 degraus da Muralha da China

Antony Gonçalves correu com a camisola do SC Braga, “uma responsabilidade acrescida”, e por isso o clube também saiu bem na fotografia, tendo uma homenagem prevista para amanhã.

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Braga

‘Divórcio milionário’ em Braga: Domingos Névoa fica dono da Bragaparques

Manuel Rodrigues não conseguiu comprar empresa de estacionamento

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Domingos Névoa, co-fundador do grupo "Rodrigues e Névoa". Foto: O MINHO / Arquivo

A Bragaparques fica para Domingos Névoa. O seu sócio, Manuel Rodrigues, não exerceu o direito de compra de metade da empresa Bragaparques pelos 105 milhões de euros, que havia oferecido. O prazo terminou sexta-feira.

De acordo com o contrato entre os dois, Manuel Rodrigues tem de dar o direito de preferência a Névoa, que tinha oferecido 65 milhões pelos 50 por cento do seu sócio. Se Rodrigues não der o direito de preferência a Névoa, este intentará uma ação judicial específica exigindo o cumprimento do acordado, e, provavelmente, pedindo uma indemnização de 20 milhões de euros contratualmente prevista.

Ao que O MINHO soube de fonte próxima do negócio, Manuel Rodrigues não conseguiu financiamento bancário para comprar a quota de Névoa. Em janeiro deste ano, tinha conseguido que o banco Haitong – ligado ao Novo Banco – financiasse a operação, mas Domingos Névoa não aceitou o negócio, porque tinha avales na Bragaparques e queria ficar sem eles.

Havia, também, uma ação cível contra a empresa de estacionamentos posta pela firma DST – Domingos Silva Teixeira, SGPS. Esta entretanto desistiu da ação. Névoa exigiu, ainda, que a Aquapor, empresa da área do abastecimento de água, saneamento e resíduos com participação em várias outras, nomeadamente na AGERE, saísse da Bragaparques. Em janeiro, o prazo foi prorrogado, o que aconteceu duas vezes. Sem que Manuel Rodrigues conseguisse pagar a verba acordada, em financiamento que propôs fosse feito diretamente pelo Haitong à empresa de estacionamentos.

Manuel Rodrigues, co-fundador do grupo “Rodrigues & Névoa”. Foto: O MINHO

Rodrigues havia avaliado a Bragaparques em 210 milhões de euros, enquanto que Névoa entendeu que vale 130. Assim, e no quadro do acordo de separação das diferentes sociedades que detinham, quem oferece mais fica com a quota. Os dois empresários já separaram águas na imobiliária Rodrigues & Névoa, que ficou para Manuel Rodrigues, e na Carclasse que foi para Domingos Névoa.

Na escritura de compra, Manuel Rodrigues referia que vai vender 50 por cento da firma ao Haitong Bank por 22 milhões de euros. Mas esta entidade bancária acabou por não assumir o negócio

O MINHO questionou o empresário sobre o tema, tendo este dito que não tem interesse em falar sobre ele.

A Bragaparques é a maior empresa de parques de estacionamento do grupo. Com uma faturação da ordem dos dez milhões de euros, e a terceira posição em termos nacionais, a seguir à EMEL e à Empark, a Bragaparques detém e explora diretamente 12 parques de estacionamento.

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Vila Verde

CDS participa uso de carrinha de junta de Vila Verde para comício do PSD ao Ministério Público

CDS/Vila Verde

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Foto: Imagens RTP

O CDS de Vila Verde participou ao Ministério Público e à Comissão Nacional de Eleições o caso da utilização de uma carrinha de uma junta de freguesia do concelho para transportar pessoas para um comício do PSD, em Esposende.

Segundo o líder do CDS de Vila Verde, Paulo Marques, em causa está uma carrinha da União de Freguesias de Marrancos e Arcozelo, que transportou apoiantes para a festa-comício da candidatura do PSD às europeias que teve lugar no domingo em Esposende e que contou com a presença de Rui Rio e Paulo Rangel.

Contactado pela Lusa, o presidente daquela União de Freguesias, Manuel Rodrigues (PSD), confirmou a utilização da carrinha a pedido de um particular, que pagou pelo “serviço” 150 euros.

“No fundo, foi um ‘donativo’ para a Junta, porque pagaram-nos 150 euros e nem sequer 40 euros gastámos”, referiu.

O autarca foi uma das nove pessoas que foram ao comício na carrinha, que foi conduzida pelo tesoureiro da Junta.

O CDS, na exposição que fez à Comissão Nacional de Eleições e ao Ministério Público, diz que se tratou de uma situação “absolutamente abusiva” e questiona se não estará em causa um crime, “agravado por se tratar de período de campanha eleitoral, prejudicando deliberadamente todas as outras forças partidárias nacionais”.

Por isso, solicita a “intervenção urgente” daquelas entidades, “a bem da legalidade, da liberdade e da veracidade”.

O presidente da Junta disse que cedeu a carrinha “de boa-fé”, a pensar “no bem” da freguesia, mas garantiu que “esta foi a primeira e última vez”.

“Sou novo nisto [primeiro mandato], nunca pensei que isto fosse dar esta polémica toda, mas agora admito que fui ingénuo. Não voltará a acontecer”, referiu.

A Lusa contactou também o diretor da campanha do PSD em Vila Verde, José Manuel Lopes, que disse que a candidatura “não tem rigorosamente nada a ver” com a questão.

“A campanha não teve qualquer intervenção no transporte. Por nós passou apenas a distribuição dos bilhetes, nada mais. Cada um tratou de se organizar para chegar até ao local da festa, acredito que entre 80 a 90% foram em viatura própria. Quanto a esse caso em concreto [carrinha da Junta], nada sabemos, porque nada passou por nós”, disse ainda.

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