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Tomiño e Cerveira promovem Campus Desportivo Transfronteiriço

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Foto: DR/Arquivo

A Câmara de Vila Nova de Cerveira e o Concelho de Tomiño estão a ultimar os preparativos para a realização do seu primeiro campus desportivo conjunto, agendado para os dias 24, 25 e 26 de novembro. Atividades para crianças e jovens são distribuídas pelos equipamentos desportivos de ambos os concelhos.

Eleita pelas populações de Vila Nova de Cerveira e Tomiño, no âmbito do I Orçamento Participativo Transfronteiriço (OPT), esta iniciativa tem como objetivo educar para os valores de tolerância, cooperação, interculturalidade e respeito entre as crianças dos dois concelhos, além de fomentar o conhecimento cultural e social mútuo, o desporto saudável e a competitividade sem violência.

O campus desportivo arrancará na sexta-feira, 24 de novembro, com uma cerimónia de abertura às 15:30 horas (PT) no Pavilhão Municipal de Desporto de Vila Nova de Cerveira, seguindo-se dois jogos de futebol amigáveis entre duas equipas mistas formadas por adolescentes da Galiza e de Portugal.

No dia seguinte, 25 de novembro, a manhã fica reservada para uma atividade de orientação em família no Parque do Lazer Castelinho, em Vila Nova de Cerveira. No período da tarde, a iniciativa volta ao concelho de Tomiño, para acolher uma ação de atletismo e uma exibição de ‘calistenia’ na área desportiva de Mosteiro e outra de ténis de mesa no Pavilhão de Sobrada.

As atividades do domingo, 26 de novembro, são direcionadas para a família, com natação na Piscina Municipal de Vila Nova de Cerveira, a partir das 10h00 (PT) e com pilatos no Pavilhão de Goián das 11h30 às 12h30 (PT).

O Orçamento Participativo Transfronteiriço trata-se de um projeto pioneiro na Euroregião Galiza-Norte de Portugal incluído na Agenda Estratégica para a Cooperação Transfronteiriça Amizade Tomiño-Cerveira, projeto cofinanciado ao 75% polo Programa INTERREG VA POCTEP, fundos FEDER da União Europeia.

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Alto Minho

Presidente da Câmara de Viana doa salário para ajudar sem-abrigo e pobres

Covid-19

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Foto: Divulgação / Arquivo

O presidente da Câmara de Viana do Castelo disse hoje que vai dar o seu salário de abril, de 2.500 euros líquidos, ao refeitório da paróquia de Nossa Senhora de Fátima, que serve diariamente cerca de 200 refeições.

No comunicado enviado às redações a informar da decisão de entregar o vencimento deste mês, o socialista José Maria Costa destaca “o trabalho do refeitório social do Centro Social e Paroquial de Nossa Senhora de Fátima, liderado pelo pároco Artur Coutinho, que serve diariamente cidadãos sem-abrigo e com extrema fragilidade económica”.

Em março, por proposta da maioria socialista, o executivo municipal aprovou, por unanimidade, “um apoio extraordinário de 20 mil euros” a esta instituição particular de solidariedade social, “cujo refeitório social está a servir cerca de 200 refeições por dia”.

Esta valência do Centro Social e Paroquial foi criada em 1990, inicialmente num espaço com capacidade para servir 36 utentes, que ali recorrem para ir buscar o almoço ou o jantar.

As novas instalações, num investimento de cerca de 250 mil euros, construídas com verbas do Centro Social da paróquia e com apoio da autarquia e do Centro Distrital da Segurança Social, abriram em agosto 2019, para responder ao aumento do número utentes que a antiga estrutura não tinha capacidade.

A paróquia de Nossa Senhora de Fátima, com outras valências de apoio social à infância, juventude e terceira idade, foi fundada 08 de dezembro de 1967, e o Centro Social surgiu em 1982. Tem atualmente cerca de 60 trabalhadores.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de 1,5 milhões de pessoas em todo o mundo, das quais morreram quase 94 mil.

Dos casos de infeção, mais de 316 mil são considerados curados.

Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde a declarar uma situação de pandemia.

Em Portugal, segundo o balanço feito hoje pela Direção-Geral da Saúde, registaram-se 409 mortes, mais 29 do que na véspera (+7,6%), e 13.956 casos de infeções confirmadas, o que representa um aumento de 815 em relação a quarta-feira (+6,2%).

Dos infetados, 1.173 estão internados, 241 dos quais em unidades de cuidados intensivos, e há 205 doentes que já recuperaram.

 

Notícia atualizada às 23h19 com mais informação.

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Alto Minho

Covid-19: Confirmada primeira morte de utente em lar da misericórdia de Viana

Coronavírus

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Foto: DR / Arquivo

A comissão municipal da Proteção Civil de Viana do Castelo confirmou a morte, hoje, de um dos dois utentes do lar de Santiago pertencente à Misericórdia local infetados pelo novo coronavírus.

Em comunicado enviado à agência Lusa, a comissão municipal, que hoje se reuniu para analisar a situação para analisar os últimos dados dos registos covid-19 no concelho, adiantou que “a Autoridade de Saúde, em articulação com a direção do lar e a Segurança Social, já efetuou o rastreio de todos os utentes da instituição e dos respetivos funcionários e colaboradores, tendo também sido tomadas internamente as medidas de confinamento e de prevenção adequadas”.

“Face à dificuldade de recursos humanos no âmbito dos serviços de apoio da instituição, foi ativado o protocolo da bolsa de recursos humanos, estando em fase de admissão voluntários para suprir as necessidades atuais”, acrescenta.

Na nota, aquela entidade especifica que a Santa Casa da Misericórdia de Viana do Castelo “está também a realocar recursos de outras valências para a unidade do Lar de Santiago”.

“O município de Viana do Castelo, a partir de hoje, vai fornecer as refeições a esta Instituição durante o período em que existirem dificuldades dos recursos humanos do Lar de Santiago. A direção da Segurança Social de Viana do Castelo vai também fornecer equipamentos de proteção individual ao Lar de Santiago, medida que vai ser ampliada a outras instituições de acolhimento residencial de idosos”, refere o comunicado.

Além da situação no lar de Santiago, um dos dois pertencentes à Santa Casa da Misericórdia de Viana do Castelo, que acolhe 53 idosos, “foram analisadas as situações do centro social de promoção cultural de Darque”, o primeiro do concelho a confirmar casos de infeção por covid-19.

A nota não especifica o número atual de utentes infetados de caso detetados.

Na reunião da comissão municipal da Proteção Civil de Viana do Castelo, marcaram presença o presidente da Câmara, a vereadora da Coesão Social, o Comandante Operacional Distrital da Proteção Civil, a Autoridade de Saúde de Viana do Castelo, a diretora distrital da Segurança Social, o Presidente da Unidade Local Saúde Alto Minho (ULSAM), estando também presente a Provedora da Santa Casa da Misericórdia de Viana do Castelo.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de 1,5 milhões de pessoas em todo o mundo, das quais morreram quase 89 mil.

Dos casos de infeção, mais de 312 mil são considerados curados.

Em Portugal, segundo o balanço feito hoje pela Direção-Geral da Saúde, registaram-se 409 mortes, mais 29 do que na véspera (+7,6%), e 13.956 casos de infeções confirmadas, o que representa um aumento de 815 em relação a quarta-feira (+6,2%).

Portugal, onde os primeiros casos confirmados foram registados no dia 02 de março, encontra-se em estado de emergência desde as 00:00 de 19 de março e até ao final do dia 17 de abril, depois do prolongamento aprovado no dia 02 de abril na Assembleia da República.

Além disso, o Governo declarou no dia 17 de março o estado de calamidade pública para o concelho de Ovar.

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Alto Minho

Segunda revisão ao PDM de Cerveira dificultada por condicionalismos causados por pandemia

Covid-19

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Foto: DR / Arquivo

O presidente da Câmara de Vila Nova de Cerveira admitiu que a segunda revisão ao Plano Diretor Municipal (PDM), hoje iniciada, vai ser afetada pelos “condicionalismos” decorrentes da pandemia de covid-19 e garantiu “criatividade” para “ultrapassar as limitações”.

“Com esta situação de pandemia de covid-19 vai ser mais difícil, na fase de auscultação da população, realizar esses contactos. Vamos tentar fazer alguma auscultação pelas vias que temos disponíveis, pela Internet, por email ou telefonicamente. É um condicionalismo imediato que obriga a que sejamos criativos para ultrapassar essas limitações”, afirmou hoje, Fernando Nogueira.

Contactado pela agência Lusa a propósito da publicação, hoje, em Diário da República(DR), do aviso da segunda revisão ao PDM, Fernando Nogueira disse esperar que a situação pandémica que o país atravessa seja “rapidamente” ultrapassada para que o trabalho “no terreno” possa avançar.

“Temos mesmo de ir para o terreno para auscultar a população, as Juntas de freguesia, num périplo necessário para explicar o que está em causa e para pedir sugestões”, sustentou o autarca.

De acordo com o aviso hoje publicado em DR a participação publica decorre no prazo de 15 dias, a contar da sua publicação.

O PDM de Vila Nova de Cerveira, entrou em vigor em 1995 e sofreu a primeira revisão em 2012.

De acordo com Fernando Nogueira a segunda revisão, decorrente da legislação, pretende “adaptar” aquele instrumento “ao futuro, às novas realidades, à economia circular, à valorização ambiental e do território”.

Entre as “maiores condicionalismos e dificuldades” que irá criar destacou as “limitações à construção nas aldeias”.

“O lado positivo desta revisão prende-se com a valorização ambiental. A parte menos agradável para o cidadão comum está relacionada com as limitações à construção nas zonas rurais”, referiu.

A segunda revisão do PDM de Vila Nova de Cerveira “assenta numa estratégia de desenvolvimento local, que identifica como principais objetivos a estratégia de promoção das atividades económicas, de acolhimento empresarial, o reforço das políticas de habitação municipal, privilegiando a reabilitação do edificado devoluto.

Prevê ainda “a valorização dos espaços naturais através da criação da Paisagem Protegida Regional, a promoção da resiliência económica e social, capacitando o território para as adaptações necessárias num contexto de alteração do paradigma económico-social, a integração de medidas de adaptação às alterações climáticas, ao nível dos conteúdos e do normativo dos planos territoriais e uma gestão inteligente do território através da transformação digital”.

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