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Braga

Thirty Seconds to Mars marcam concerto em Braga

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Foto: Divulgação

A banda norte-americana Thirty Seconds to Mars adiou para setembro o concerto que tinha marcado para a próxima terça-feira em Lisboa, alterando o local, e marcando um espetáculo para Braga, no mesmo mês, foi hoje anunciado.


“Devido a compromissos inadiáveis nos Estados Unidos, os Thirty Seconds to Mars foram obrigados a adiar a data do concerto em Lisboa, que teria lugar já no próximo dia 10 de abril”, refere a promotora Everything is New, adiantando que o novo espetáculo acontece a 12 de setembro na Altice Arena, em vez do Campo Pequeno.

Além disso, a banda marcou um novo concerto em Portugal, a 11 de setembro no Fórum Braga.

Os portadores de bilhete para o concerto que estava marcado para o Campo Pequeno na próxima terça-feira poderão “devolver ou utilizar o bilhete já adquirido num dos dois concertos agendados para setembro”.

“Os bilhetes (para o concerto de dia 10 de abril) mantêm-se válidos para a nova data, dia 11 de setembro, em Lisboa, sendo que, quem pretender efetuar a troca para o concerto de Braga, deverá dirigir-se ao ponto de venda onde adquiriu o bilhete para efetuar a troca do mesmo”, explica a promotora.

Quem optar pela devolução, deverá dirigir-se ao “respetivo local de compra no prazo máximo de 30 dias a contar da data prevista do concerto (com término a 09 de maio)”.

Os bilhetes para os concertos de setembro estarão à venda a partir de sábado. O espetáculo do Campo Pequeno estava esgotado, mas passa a haver bilhetes disponíveis porque a Altice Arena é um espaço maior.

A digressão dos Thirty Seconds to Mars que passa este ano por Portugal serve para a banda apresentar ao vivo o quinto álbum de originais, “America”, editado hoje.

A banda de Jared Leto (também ator, premiado com um Óscar de Melhor Ator Secundário em 2014 pelo papel que interpretou no filme “O Clube de Dallas”), Shannon Leto e Tomo Milicevic, formou-se em 1998 e editou o álbum de estreia, “30 Seconds to Mars”, em 2002.

Os Thirty Seconds to Mars já atuaram várias vezes em Portugal. O concerto mais recente aconteceu em 2013, em Lisboa.

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Braga

Tecnológica quer contratar 300 para trabalho remoto. E há preferência por Braga

Emprego

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Foto: Dr / Arquivo

A empresa portuguesa Talkdesk quer recrutar 300 colaboradores até final deste ano para exercerem funções em trabalho a partir de casa. Uma das cidades onde a tecnológica tem interesse é Braga, face à evolução estudantil com bom ritmo tecnológico que a área apresenta.

A Talkdesk é um unicórnio na linguagem internacional do mundo empresarial, ou seja, está avaliada em bolsa com um valor de mais de mil milhões de dólares (cerca de 850 milhões de euros).

A plataforma, que disponibiliza assistência ao cliente sem necessidade de instalações físicas, já trabalha com empresas de elevado valor de mercado, como é o caso da IBM ou do portal de viagens Trivago. Fundada em 2011 por dois portugueses – Tiago Paiva e Cristina Fonseca – personaliza o atendimento telefónico desses mesmos clientes, para esclarecer dúvidas, entre outros assuntos.

Uma ronda de investimento de 143 milhões de dólares, operada em julho deste ano, permite que a empresa possa contratar mais 700 funcionários, metade deles em solo luso.

Em entrevista ao Dinheiro Vivo, João Coelho, um dos responsáveis de recursos humanos, explica que já foram contratados em Portugal cerca de 100 colaboradores desde o mês de abril, e todos trabalham exclusivamente em modo remoto.

Há três anos que a Talkdesk pretende chegar aos 1000 funcionários em 2020. A plataforma fundada em 2011 pelos portugueses Tiago Paiva e Cristina Fonseca ajuda as empresas a personalizarem o atendimento telefónico aos clientes com um sistema na cloud, ou seja, sem necessidade de infraestrutura física.

Em Portugal, existem atualmente cerca de 700 colaboradores, na sua grande maioria focados em engenharia. Lá fora, há mais 350 funcionários. Até final do ano, entram mais 600, 300 dos quais em Portugal.

“Teremos mais de 1.500 pessoas até ao final deste ano. Estamos a preparar as nossas equipas de recursos humanos para conseguirmos assegurar o cumprimento deste objetivo, ambicioso mas realista”, disse.

Em Portugal, o responsável explica que Braga é uma das cidades onde a empresa quer contratar, dada a proximidade com academias como a UMinho, que formam engenheiros de excelência.

Também Viseu, Guarda, Vila Real, Fundão, Beja, Faro, Açores e Madeira estão entre as cidades preferidas para o recrutamento, por serem “um universo de oportunidades interessante”.

Atualmente, em Portugal, a empresa funciona exclusivamente de forma remota, situação que já era preferencial mas foi acelerada pela pandemia atual. A sede que a Talkdesk possui em Lisboa está vazia, embora continue arrendada pela empresa, algo que deverá terminar brevemente, levando a que os proprietários do espaço peçam uma indemnização de cerca de 1,5 milhões de euros.

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Braga

PSP apreende 9.422 euros e centenas de doses de droga em Braga

Tráfico de droga

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Foto: Divulgação / PSP

A operação de combate ao tráfico de estupefacientes hoje realizada no bairro das Enguardas, em Braga, resultou num total de 10 detidos e na apreensão de droga, dinheiro e armas, revelou a PSP.

Em comunicado, a PSP descreve que os detidos são cinco homens e cinco mulheres, com idades entre os 17 e os 67 anos, e que foi apreendida heroína suficiente para cerca de 240 doses individuais, bem como 71,28 gramas de liamba, além de diverso material utilizado no corte e acondicionamento do estupefaciente.

Foto: O MINHO

Foto: O MINHO

“Com esta ação, o Comando da PSP de Braga acredita ter dado um sério golpe no tráfico de droga na cidade de Braga com origem naquela zona, bem como contribuído para aumentar o sentimento de segurança da mesma e artérias adjacentes, que têm sido alvo de uma preocupação e trabalho constante por parte desta polícia”, destaca a PSP de Braga.

Foram igualmente apreendidos 9.422 euros, duas armas de proibidas (faca e matraca) e 60 euros em notas falsas.

A operação contemplou a realização de 14 buscas domiciliárias e sete mandados de detenção.

De acordo com a PSP, a ação visou “um conjunto alargado de indivíduos que, de forma organizada, se dedicavam ao tráfico de estupefacientes junto do Bairro das Enguardas, na cidade de Braga”.

Nesta ação policial, foi empenhada toda a estrutura de investigação criminal do Comando de Braga e das equipas de intervenção rápida.

A operação contou com a colaboração da Unidade Especial de Polícia, através do Grupo Operacional Cinotécnico, e de elementos da estrutura de investigação criminal da PSP dos comandos de Vila Real, Viana do Castelo e Aveiro.

Os detidos vão ser levados a tribunal, para primeiro interrogatório judicial e aplicação das respetivas medidas de coação.

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Braga

Farmacêutica da Póvoa de Lanhoso diz-se “arrependida” por burlar SNS

Justiça

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Foto: DR

Uma farmacêutica da Póvoa de Lanhoso admitiu hoje em tribunal parte dos crimes que lhe foram imputados numa acusação por burla milionária ao Serviço Nacional de Saúde (SNS), em conluio com cinco médicos, e declarou-se “muito arrependida”.

Depondo perante o tribunal criminal de São João Novo, no Porto, a farmacêutica confessou ter pedido a médicos que emitissem receitas (“transcrevessem receitas”, nas suas palavras) que não correspondiam a uma real prescrição e sem decorrerem de quaisquer consultas.

Fê-lo, argumentou, sobretudo porque o SNS lhe tinha devolvido “30.000 e 40.000 euros” de receitas, parte delas por ter trocado medicamentos prescritos por outros com o mesmo princípio ativo.

Em troca, contou, pagava aos médicos uma percentagem.

“Estou muito arrependida. Nunca foi minha intenção prejudicar o SNS. Se fosse hoje, fechava a porta e não fazia nada”, afirmou ainda, num testemunho que se prolongou por toda a manhã.

A farmacêutica admitiu ter cedido um espaço para consultas a um dos médicos coarguidos no processo, o primeiro a “transcrever” as receitas que o SNS devolvera.

A esta sessão faltaram três dos cinco médicos arguidos, dois invocando doença e um terceiro por alegado erro de comunicação com o seu advogado.

A investigação e a acusação do processo, relacionadas com uma megaburla nas comparticipações de medicamentos, incluíram factos associados a outra farmácia do distrito de Braga – esta em Prado, concelho de Vila Verde -, uma segunda farmacêutica e um sexto médico, num processo entretanto separado e que será julgado em 13 de janeiro de 2021 no tribunal de Matosinhos.

Nos dois casos, o SNS terá sido lesado em mais de 1,3 milhões de euros, segundo cálculos do Ministério Público (MP) divulgados através da Procuradoria regional em outubro de 2016.

Aos arguidos, incluindo às farmácias enquanto arguidas coletivas nos processos, foi imputada a prática dos crimes de burla qualificada, falsificação de documento e falsidade informática, avançou então a Procuradoria do Porto.

As farmácias e as farmacêuticas foram ainda acusadas de crimes de corrupção ativa e os médicos de crimes de corrupção passiva.

Os factos decorreram desde meados de 2011 e até 2015, centrados na atividade que as arguidas farmacêuticas desenvolviam em Póvoa de Lanhoso, uma, e em Prado, a outra.

O MP considerou indiciado que, no referido período, as farmacêuticas se “conluiaram” com os médicos para obter “ganhos indevidos à custa do Serviço Nacional de Saúde”.

Na tese da acusação, esses ganhos eram depois “repartidos entre todos”.

De acordo com a acusação, os arguidos médicos emitiram receitas fraudulentas, por não corresponderem a qualquer real prescrição médica, utilizando para isso dados dos seus próprios pacientes ou de clientes das farmácias – mais de uma centena – que lhes eram indicados pelas arguidas farmacêuticas.

“Nessas receitas médicas, prescreviam invariavelmente medicamentos com custo de aquisição dispendioso e com elevada taxa de comparticipação do SNS [até 90%]”, acrescentava a acusação.

As receitas eram depois entregues às farmacêuticas, que as apresentavam ao SNS para pagamento da comparticipação devida pelo Estado, “como se tivessem sido efetivamente aviadas a cliente da farmácia que daquele fosse beneficiário”.

O MP apurou um ganho indevido, à custa do Serviço Nacional de Saúde, de 1,3 milhões de euros, no caso da farmácia da Póvoa de Lanhoso, e de 120 mil euros, no caso da de Prado.

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