Seguir o O MINHO

Braga

Theatro Circo passa a gerir espaços culturais em Braga

Proposta vai à reunião pública do Executivo Municipal.

em

Foto: Sérgio Freitas / CM Braga / Arquivo

Uma alteração aos estatutos vai permitir ao Theatro Circo de Braga, “numa ótica de racionalização de recursos e potenciando as competências adquiridas”, a coordenação dos espaços e das atividades culturais do concelho.

A proposta de alteração, que é debatida esta segunda-feira em reunião de Câmara, dá-lhe como objetivos os de “assegurar a programação artística e cultural e a gestão geral e exploração e coordenação dos espaços próprios e dos equipamentos municipais que, a cada momento, lhe estiverem afetos”

O organismo vai, ainda, “assegurar a programação, produção e supervisão das atividades e eventos de cariz artístico e cultural que se enquadrem no âmbito das opções de dinamização cultural e apoio às artes definidas pelo Municipio”.

A reunião pública do Executivo Municipal, que tem lugar pelas 09:30, no gnration, analisa, também, entre outros assuntos, os contratos programa para o exercício de 2019 das Empresas Municipais TUB, BragaHabit e InvestBraga, contratos interadministrativos de delegação de competências a diversas freguesias e a atribuição de apoios financeiros e subsídios a diversas entidades e freguesias.

Experiência

O alargamento das atribuições de gestão do Theatro leva em consideração “a experiência acumulada de vários anos na gestão e programação artística da principal estrutura cultural de Braga, a qual tem vindo a ocupar um papel relevante no planeamento e implementação de alguns projetos estratégicos da cidade”.

Esta empresa municipal – diz a proposta – “foi responsável pelo processo de integração de Braga na Rede de Cidades Criativas da UNESCO e, mais recentemente, assumiu a coordenação do desenvolvimento das ações preparatórias para a apresentação da candidatura de Braga a Capital Europeia da Cultura em 2027, nomeadamente, a estruturação da Estratégia Cultural de Braga para o período 2020-2030”.

Paralelamente, “coordena todos anos, em conjunto com a administração do gnration, o planeamento, produção e execução do evento Noite Branca, com mais de 90 atividades no espaço público”.

Apoia também o desenvolvimento de alguns projetos comuns aos espaço do Theatro Circo e gnration, procurando uma maior interação e equilíbrio na oferta cultural deste equipamentos.

Quer para estes projetos comuns, quer para outras atividades, o Theatro Circo presta também serviços a outras entidades culturais e ao Município, como o apoio à produção e a cedência de assistentes de sala.

Anúncio

Aqui chegado…

...temos uma pequena mensagem para partilhar consigo. Cada vez mais pessoas lêem O MINHO, jornal estritamente digital, líder de audiências. Ao contrário de outros órgãos de informação, optámos por não obrigar os leitores a pagarem para lerem as nossas notícias, mantendo o acesso à informação tão livre quanto possível. Por isso, como pode ver, precisamos do seu apoio.

Para podermos apresentar-lhe mais e melhor informação, que inclua mais reportagens e entrevistas e que utilize uma plataforma cada vez mais desenvolvida e outros meios, como o vídeo, precisamos da sua ajuda.

O MINHO é um órgão de comunicação social independente (e sempre será). Isto é importante para podermos confrontar livremente todo e qualquer tipo de poder (político, económico ou religioso) sempre que necessário.

Inspirados na filosofia seguida pelo jornal inglês "The Guardian", um dos mais importantes órgãos de comunicação do Mundo, também nós achámos que, se cada pessoa que lê e gosta de ler O MINHO, apoiar o futuro do nosso projeto, este será cada vez mais importante para o desenvolvimento da sociedade que partilhamos, a nível regional. Pela divulgação, partilha e fiscalização.

Assim, por tão pouco como 1€, você pode apoiar O Minho - e só demora um minuto. Obrigado.

Braga

Agentes da PSP de Braga queixam-se de maus cheiros e baratas nos vestiários

“Há baratas e reina um cheiro nauseabundo a esgoto”

em

Foto: Direitos Reservados

Um grupo de agentes da PSP de Braga contesta as péssimas condições existentes no vestiário, no edifício do Comando Distrital, onde “há baratas e reina um cheiro nauseabundo a esgoto”.

Ao que O MINHO soube, alguns dos agentes colocaram, no local, dois avisos em papel para os restantes colegas: um diz que não há eletricidade e o outro que, por vezes, há esgotos no chão do espaço, pelo que é preciso cuidado para não os pisarem.

Contactada a propósito, a Polícia, através das Relações Públicas, esclareceu que já foram feitas duas desinfestações e que se está a estudar uma forma de resolução do problema dos esgotos.

Foto: Direitos Reservados

Os guardas em questão dizem que o vestiário, onde diariamente todos mudam a farda, não tem condições de dignidade para quem trabalha na Esquadra: “a zona nem sequer tem luz. É preciso ir buscar extensões elétricas e prender uma lâmpada ao teto”, lamentou um dos agentes, esta semana, em declarações ao Jornal de Notícias.

Os polícias dizem que estão “cansados” de alertar os superiores para as más condições do espaço e não entendem porque é que foram feitas obras nas celas anexas, e não se fizeram no vestiário.

A Esquadra está num edifício, o Palácio dos Falcões, que foi mandado construir por Francisco de Meira Carrilho, cónego da Sé de Braga, em 1703. Foi comprado em 1886 pelo estado português para albergar o Governo Civil de Braga. Há mais de 20 anos que a PSP pede um novo quartel na cidade, mas, apesar de promessas nesse sentido, continua aquartelada no velho Palácio.

Continuar a ler

Braga

Detido homem de 60 anos por agredir ex-companheira em Braga

Mulher apresentava “vários ferimentos”

em

A PSP deteve em Braga um homem de 60 anos por agressões à ex-companheira, anunciou hoje aquela força.

Em comunicado, a PSP refere que a mulher apresentava “vários ferimentos”.

Indiciado por violência doméstica, o detido vai ser levado ao Tribunal Judicial da Comarca de Braga, para primeiro interrogatório e aplicação das respetivas medidas de coação.

Continuar a ler

Braga

Supremo mantém penas máximas para cinco arguidos do processo Máfia de Braga

25 anos

em

Foto: O MINHO / Arquivo

O Supremo Tribunal de Justiça manteve hoje as penas de 25 anos de prisão a cinco dos arguidos do processo ‘Máfia de Braga’ e reduziu de 23 para 19 anos de cadeia a pena de um sexto arguido.

Em 20 de dezembro de 2017, o Tribunal de São João Novo, no Porto, condenou os irmãos Pedro, Adolfo e Manuel Bourbon, Rafael Silva, Hélder Moreira e Emanuel Paulino (conhecido como o Bruxo da Areosa) à pena máxima, por sequestro, homicídio e profanação de cadáver de João Paulo Fernandes, um empresário de Braga, cujo corpo foi dissolvido em ácido sulfúrico.

Após recurso dos arguidos, em 17 de outubro de 2018, o Tribunal da Relação do Porto manteve cinco penas máximas e reduziu para 23 anos de cadeia a condenação do arguido Hélder Moreira, dono dos armazéns onde os crimes ocorreram, tendo todos os arguidos recorrido para o Supremo Tribunal de Justiça (STJ).

Segundo o acórdão do STJ, a que a agência Lusa teve hoje acesso, o coletivo de juízes, composto pelos conselheiros Santos Cabral (presidente), Raul Borges e Pires da Graça (relator) negou provimento aos recursos apresentados pelos irmãos Pedro, Adolfo e Manuel Bourbon, por Rafael Silva e por Emanuel Paulino (conhecido como o Bruxo da Areosa), mantendo as penas máximas.

Quando ao arguido Hélder Moreira, o STJ deu “parcial provimento” ao recurso do arguido, condenando-o como cúmplice do crime de homicídio qualificado na pena de 15 anos de prisão. Em cúmulo jurídico, o Supremo aplicou-lhe a pena única de 19 anos de cadeia, reduzindo em quatro anos a condenação (23 anos de prisão) determinada anteriormente pelo Tribunal da Relação do Porto.

Continuar a ler

EM FOCO

Anúncio

ÚLTIMAS

Vamos Ajudar?

Reportagens da Semana

Populares