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Caminha

The Sisters Of Mercy e Gang Of Four anunciados no festival de Vilar de Mouros

Entre 22 e 24 de agosto

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Foto: DR

A organização do EDP Vilar de Mouros anunciou os The Sisters of Mercy e os Gang of Four no Festival que decorre de 22 a 24 de agosto. As duas bandas britânicas juntam-se assim a um cartaz composto por nomes como: The House of Love, Killing Joke, Manic Street Preachers, Nitzer Ebb, Prophets of Rage, Skunk Anansie, Gogol Bordello, The Wedding Present, Clan of Xymox, Anna Calvi, Fischer-Z e Linda Martini.

Caracterizados pelas influências de rock gótico, os The Sisters of Mercy chegam à aldeia minhota a 23 de agosto para partilharem as canções que marcaram uma geração, como “More”, “Dominion”, “Temple of Love” ou “This Corrosion”.

“Apesar de terem lançado apenas três álbuns, conseguiram tornar-se numa das bandas mais influentes da década de 80”, lembra a organização.

Fundada em 1977, a banda de pós-punk Gang of Four atinge o seu auge em 1979, com o álbum “Entertainment” que imortalizou músicas como “Natural Not In It”, “Not Great Men” e “Return the Gift”.

“Com um trabalho previsto para 2019, “Happy Now”, espera-se um concerto de celebração entregue por uma das bandas mais pertinentes da New Wave”.

Os bilhetes estão à venda nos locais habituais e na Ticketline. O bilhete diário tem o custo de 35 euros e o passe para 3 dias com acesso gratuito ao campismo custa 70 euros.

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Alto Minho

Tartaruga gigante dá à costa em Vila Praia de Âncora

Caminha

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A carcaça de uma tartaruga gigante está desde esta segunda-feira na praia de Vila Praia de Âncora, concelho de Caminha, e ainda não foi retirada do local.

Foto: Jorge Simão Meira / O MINHO

Foto: Jorge Simão Meira / O MINHO

Foto: Jorge Simão Meira / O MINHO

Foto: Jorge Simão Meira / O MINHO

Foto: Jorge Simão Meira / O MINHO

O animal pertence a uma espécie de tartaruga sem carapaça e com pele mais sensível do que a humana.

A Polícia Marítima e a empresa Luságua já estão a par da situação e vão proceder à remoção do cadáver durante as próximas horas.

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Alto Minho

Câmara convida bancos em Caminha a proporem empréstimos para plano de recuperação financeira

Dois empréstimos, de médio e longo prazo, num total de quase 9,5 milhões

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Foto: Divulgação / Arquivo

A Câmara de Caminha convidou entidades bancárias, com balcão no concelho, a apresentarem proposta para dois empréstimos, de médio e longo prazo, para sustentar o plano de recuperação que a maioria socialista irá apresentar até ao fim do mês.

Em declarações, hoje à agência Lusa, o presidente daquela autarquia explicou que “o convite a enviar às entidades bancárias foi aprovado na segunda-feira em reunião camarária”, sendo que o montante global dos dois empréstimos ronda os 9,5 milhões de euros.

“Um dos empréstimos, no valor de 4,3 milhões de euros, destina-se a pagar dívida a fornecedores e para podermos realizar a totalidade do capital social da Polis Litoral Norte, que está em processo de liquidação. O outro empréstimo, no valor de 5,2 milhões euros, é para podermos comprar os 51% do capital social que os privados detêm na Parceria Público-Privada (PPP) das piscinas de Vila Praia de Âncora. Ambos os empréstimos deverão ser pagos em 14 anos”, explicou.

Segundo Miguel Alves, “estes empréstimos estão incluídos numa estratégia mais global que passa pela prossecução de um Plano de Saneamento Financeiro que devolva a autonomia e equilíbrio às contas municipais, condição fundamental para o futuro do concelho”.

Em causa, está, segundo Miguel Alves, o plano de recuperação financeira municipal, previsto na lei n.º53/2014, que irá apresentar ao executivo municipal, para resolver o “caos” que herdou do anterior executivo do PSD.

“Tivemos de aumentar receita (através do IMI, IRS e da fatura da água), diminuir despesa (com cortes em diversos sectores que têm permitido poupar mais de um milhão de euros, por ano, relativamente ao que acontecia nos mandatos do PSD e, agora, vamos avançar para a contração destes dois empréstimos que nos permitirão pagar aos fornecedores e adquirir a totalidade das piscinas de Vila Praia de Âncora, resolvendo um negócio ruinoso feito pelo PSD que custará 19 milhões de euros até 2033, se não fizermos nada”, disse.

Já o PSD na Câmara de Caminha, em comunicado, referiu que, “ao fim de seis anos de gestão socialista, a situação torna-se insustentável e Miguel Alves tem de recorrer a ajuda financeira para fazer face a mais de 13 milhões de dívidas a fornecedores”.

“Em reunião da câmara de 07 de outubro, os vereadores do PSD Caminha pediram ao presidente da câmara a relação atualizada dos encargos assumidos com fornecedores e ainda por pagar. Na listagem fornecida é possível constatar uma dívida a fornecedores no valor de 13.624.073,54 euros, e sem dinheiro em bancos”, refere a nota dos vereadores José Manuel Presa, Paulo Pereira e Liliana Silva.

Na nota, os vereadores social-democratas acrescentam que “se a câmara estivesse realmente mal quando o PSD saiu da governação em 2013, não deixaria mais de dois milhões de euros em depósitos, Miguel Alves não baixaria impostos e tarifas da água em 2014 e, ainda, não veríamos a situação financeira a agravar-se ano após ano, chegando à obrigatoriedade de recorrer ao saneamento financeiro após seis anos de governação”.

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Caminha

Paddle, kayak e bicicleta animam fim de semana em Caminha

Atividades gratuitas

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Foto: Divulgação

Caminha vai promover no fim de semana a iniciativa “experiências BlueWays”, que inclui a prática de paddle, kayak ou de pedalar entre Caminha e Vila Praia de Âncora, informou a Câmara local.

Segundo o município, a participação naquelas atividades é gratuita, mas é necessária inscrição prévia.

O programa prevê a descida do rio Coura em kayak, que deverá ter início pelas 10:00, enquanto a experiência em SUP (Paddle) decorrerá a partir das 15:00.

O “Blueways” é um projeto é liderado pela Comunidade Intermunicipal do Alto Minho (CIM Alto Minho) e tem como objetivo o “desenvolvimento e promoção sustentável de uma rede de percursos azuis inseridos em espaços de conservação da natureza presentes no Alto Minho.

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