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Braga

The Legendary Tigerman anuncia digressão com passagem por Braga

11 concertos

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Foto: DR / The Legendary Tigerman / Instagram

O músico Paulo Furtado (The Legendary Tigerman) vai regressar aos palcos sozinho, no início de 2020, numa digressão que passará por 11 cidades portuguesas, incluindo Braga, no Minho, foi hoje anunciado.


Segundo comunicado do agenciamento do artista, a digressão começa a 29 de janeiro em Lisboa, no Musicbox, e serão 11 as cidades a acolher as “onze celebrações do mais puro rock n’ roll e blues”.

Ainda em janeiro, a digressão passa por Coimbra, no dia 31 no Salão Brazil.

Em fevereiro, The Legendary Tigerman Man tem atuações marcadas em Aveiro (a 06 no Avenida), no Fundão (07 na Moagem), em Torres Vedras (08 no Bang Venue), no Porto (13 no Plano B),em Braga (14 no Gnration), em Leiria (15 no Stereogun), em Évora (20 no Soir Jaa), em Viseu (21 no Carmo 81) e em Loulé (22 no Bafo de Baco).

O álbum mais recente de The Legendary Tigerman, “Misfit”, foi editado em janeiro de 2018.

“Misfit” foi composto durante uma viagem de Paulo Furtado aos Estados Unidos, na companhia do realizador Pedro Maia e da fotógrafa Rita Lino, que resultou também no filme “Fade into nothing”.

Vocalista e guitarrista, na digressão de “Misfit”, Paulo Furtado deixou de estar sozinho em palco com a sua harmónica e sistema de percussão para passar a ser acompanhado por Paulo Segadães (bateria), João Cabrita (saxofone) e Filipe Rocha (baixo).

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Braga

Ministério Público pede queda da acusação contra bombeiros de Vila Verde

47 elementos acusados de difamação e denúncia caluniosa

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Audiência decorreu no Centro Cívico de Palmeira. Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

O Ministério Público (MP) pediu, esta quinta-feira, perante o Tribunal de Instrução de Braga, a queda da acusação dos crimes de difamação e denúncia caluniosa contra 47 bombeiros da corporação de Vila Verde. Dado o elevado número de envolvidos, a audiência decorreu no Centro Cívico de Palmeira, em Braga, para respeitar as regras de distanciamento impostas pela pandemia de covid-19.

A posição do MP vai ao encontro do pedido de despronunciamento feito pelos dois advogados que defendem os bombeiros acusados na sequência de queixa de uma ex-enfermeira da corporação, Márcia Costa.

O advogado João Araújo da Silva alegou caducidade do direito de queixa, uma vez que a enfermeira se queixou fora do prazo legal de seis meses.

O outro advogado, Carlos Arantes, considera que os bombeiros apenas usaram do direito à liberdade de expressão ao criticar as formações ministradas pela queixosa.

Por seu turno, o advogado de Márcio Costa reitera que o conteúdo do abaixo assinado é calunioso e ofendeu a honra da bombeira.

Recorde-se que o MP acusou 47 bombeiros dos Voluntários de Vila Verde de difamação agravada e denúncia caluniosa, por causa do teor de um abaixo-assinado que subscreveram em 2015 exigindo a demissão da então responsável pela formação da corporação.

O documento tinha sido subscrito por mais seis bombeiros, que também eram arguidos, mas que aceitaram a suspensão provisória do processo, evitando assim serem acusados, mediante o cumprimento de injunções.

47 bombeiros de Vila Verde acusados de difamação

No abaixo-assinado, os signatários manifestavam-se críticos em relação à forma como a formação era ministrada e aludiam ao alegado “regime de exceção” em que a formadora, Márcia Costa, exerceria funções de bombeira.

Diziam, designadamente, que os horários definidos para a formação eram incompatíveis para a maioria dos bombeiros e criticavam a “insuficiência” de horas para determinadas temáticas.

Para os signatários, a postura da formadora “não foi a mais correta, beneficiando uns e prejudicando outros, tomando atitudes de superioridade”, ao jeito do “quero, posso e mando”.

Os subscritores consideravam ainda que Márcia Costa não cumpriu o mínimo de horas de serviço definido por lei para um bombeiro voluntário, mas, mesmo assim, no final do ano era “beneficiada”, de forma a não ingressar no quadro de reserva.

Os signatários do abaixo-assinado alegavam ainda que Márcia Costa não fazia serviços como incêndios florestais e incêndios urbanos, e só esporadicamente cumpria piquetes da escala.

“A sua relação com os restantes elementos do corpo ativo não é de todo a melhor, consequência de inúmeros atritos criados pela mesma e da sua postura adotada”, acrescentava o documento.

Por isso, defendiam que Márcia Costa deveria ser afastada das funções de responsável pela instrução contínua e exercer somente a sua função de bombeira voluntária.

Márcia Costa não gostou e avançou com uma queixa em tribunal, tendo o MP deduzido acusação.

Segundo a acusação, os arguidos agiram “cientes da inveracidade” das imputações que fizeram a Márcia Costa, e cientes de que as mesmas eram “manifestamente ofensivas da honra, dignidade, consideração e imagem” da visada, quer pessoal, quer enquanto bombeira.

Então, em declarações à Lusa, o então comandante dos bombeiros de Vila Verde, José Lomba, atestou o “bom desempenho” de Márcia Costa enquanto bombeira e responsável pela formação.

Também na altura, o então presidente da Direção dos Bombeiros de Vila Verde, Carlos Braga, disse que Márcia Costa já não fazia parte do corpo ativo da corporação, tendo passado à reserva em meados de 2016, por iniciativa própria.

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Braga

Universidade do Minho cria formulário interno para reportar casos positivos

Covid-19

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Foto: DR / Arquivo

A Universidade do Minho (UMinho) está a desenvolver um formulário online para que os membros da comunidade académica com teste positivo ao novo coronavírus possam “dar o alerta”, foi hoje anunciado.

O pró-reitor e presidente da Comissão Covid-19 da UMinho, Paulo Cruz, disse à Lusa que aquele formulário deverá estar disponível “nos próximos dias”, na intranet e no portal académico, “com total proteção de dados”.

“Um membro da comunidade académica que esteja infetado pode dizer onde esteve, que departamentos da universidade frequentou, com quem andou, quando deu positivo, fornecendo-nos assim informações importantes para acompanharmos a evolução da situação e tomarmos medidas de mitigação”, referiu.

O mesmo membro terá, depois, oportunidade de ir atualizando a informação.

“É uma ferramenta que nos vai permitir ter uma noção mais exata de como estão a correr as coisas e, eventualmente, identificar focos de contágio”, acrescentou Paulo Cruz.

O formulário estará disponível, “o mais tardar”, no início da próxima semana.

Segundo Paulo Cruz, a Universidade do Minho registou, desde o início do ano letivo, 52 casos de infeção por SARS-CoV-2.

“São números totais, alguns já estão curados”, sublinhou.

Aquele responsável adiantou que, até agora, “não se registou qualquer surto” na academia, estando a situação epidemiológica “controlada”.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 1,1 milhões de mortos e mais de 41,3 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 2.245 pessoas dos 109.541 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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Braga

BragaNoivos regressa com “apertadas” medidas de seguraça

Entre sexta-feira e domingo no Altice Forum

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Foto: DR / Arquivo

A edição 2020 da BragaNoivos vai decorrer entre sexta-feira e domingo no Altice Forum Braga, com medidas de segurança “mais apertadas” por causa da pandemia de covid-19, foi hoje anunciado.

Em comunicado, a InvestBraga refere, desde logo, que será realizada, em tempo real, a gestão da lotação máxima, de forma a não ultrapassar o limite de 300 visitantes em simultâneo.

As normas passam pelo controlo de temperatura corporal a todos os participantes à entrada do edifício, desinfeção do calçado à entrada através de tapete bactericida, obrigatoriedade da higienização das mãos à entrada e nas áreas comuns de circulação e uso obrigatório de máscara dentro do edifício, parque de estacionamento e entradas do edifício, sendo recomendado o uso de máscaras FFP2/KN95, disponíveis para venda em máquina à entrada do edifício.

A credenciação e o controlo de acessos será 100% digital e no acesso à feira serão usados mecanismos de controlo de gestão de fila através de sinalização no solo e pessoal de apoio.

O pagamento digital será privilegiado de forma a reduzir as transações em dinheiro, mas se forem utilizadas moedas ou outros cartões bancários, as mãos e equipamentos serão desinfetados após o uso.

Haverá ainda capacidade limitada em cada stand e promoção de catálogos e material de distribuição digital.

A limitação e o distanciamento serão assegurados durante todas as passarelas, com a respetiva desinfeção dos espaços e cadeiras no fim de cada desfile.

Jorge Ferreira, organizador do evento, afirma que a edição deste ano promoverá a “vitalidade do setor dos casamentos, uma vez que este setor quer, mais do que nunca, mostrar toda a sua vitalidade e resiliência”.

A Braga Noivos viu reduzido, no entanto, o habitual número de expositores para 110, “com a garantia da mesma diversidade e qualidade”.

Em 2018, o certame contou com 150 expositores.

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