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Terras de Bouro

Terras de Bouro vai ter um canil

Investimento ronda os 134 mil euros

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Foto: CM Terras de Bouro

O concelho de Terras de Bouro vai contar com um centro e recolha oficial municipal de animais de companhia, vulgo canil. A autarquia já celebrou um protocolo entre a Direção-Geral das Autarquias Locais e a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte estando previsto um custo de cerca 134 mil euros.

A Direção-Geral das Autarquias Locais comparticipará financeiramente a obra em 50 mil euros sendo o restante montante da verba oriunda da componente municipal.

O Centro de Recolha Oficial Municipal de Animais será implementado no lugar de Cabaninhas, freguesia de Gondoriz e espera-se que esteja concluído antes de 31 de março de 2020.

Trata-se de uma estrutura que tem como objetivo contribuir para a resolução dos problemas relacionados com o abandono de animais de companhia que sofrem todo o género de maus-tratos e os que vagueiam pelas ruas, sujeitos a contrair doenças, constituindo um risco para a saúde pública.

Assim, está assegurado o cumprimento das normas europeias ao serem acauteladas as condições consideradas essenciais para a permanência dos animais no Centro de Recolha.

Compete às câmaras municipais, no domínio das suas atribuições na defesa da saúde animal e pública, proceder à recolha e captura dos animais em situação de abandono, sempre que tal seja indispensável.

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Terras de Bouro

Ciclovia de Terras de Bouro custa 425 mil euros e estará pronta em seis meses

Entre a Ponte de Gondoriz e o Açude de Moimenta

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Foto: DR/Arquivo

A Câmara de Terras de Bouro assinou o contrato de execução de uma ecovia entre a Ponte de Gondoriz e o Açude de Moimenta, um investimento superior a 425 mil euros, anunciou hoje o município.

Em comunicado, o município acrescenta que o prazo de execução da empreitada é de 180 dias.

Aquele lanço integrará a futura ecovia do Homem e Cávado, que ligará Esposende a Terras de Bouro.

Assinatura entre o Município de Terras de Bouro e a empresa PEDRIVALÕES. Foto: CM Terras de Bouro

Esta ecovia será constituída por dois troços, tendo o primeiro a extensão de 55 quilómetros, assegurando a ligação entre a ecovia Litoral Norte, em Esposende, a Goães, no concelho de Amares.

O segundo terá a extensão de 20 quilómetros e assumir-se-á como a continuidade do primeiro, até Moimenta, no concelho de Terras de Bouro.

Quando estes dois eixos estiverem concretizados, ficarão ligadas por ciclovias o Parque Natural Litoral Norte, em Esposende, e as portas do Parque Nacional Peneda-Gerês.

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Terras de Bouro

Turista alemã algemada a uma árvore e abandonada durante mais de 10 horas em jogo sexual no Gerês

PJ do Porto está a investigar o caso

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Foto: O MINHO/Arquivo

Uma turista alemã de 29 anos foi encontrada na última sexta-feira algemada a uma árvore, junto a uma estrada florestal, no Campo de Gerês, Terras de Bouro, aos gritos.

A mulher estava ferida e desesperada, e relatou às autoridades que foi presa pelo parceiro num jogo sexual por volta das 12:00. O homem, também alemão, desapareceu e está a ser procurado pela Polícia Judiciária.

O alerta foi dado por volta das 22:30 por um grupo de jovens que estavam a jogar futebol e ouviram os gritos de socorro. A mulher foi encontrada com algemas metálicas a uma árvore e os pulsos ensanguentados, devido às tentativas para se libertar.

A mulher foi assistida pela Cruz Vermelha de Rio Caldo e transportada para o Hospital de Braga. A Polícia Judiciária do Porto está a investigar o caso.

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Terras de Bouro

Terras de Bouro rejeita transferência de competências sem envelope financeiro

“Não podemos, simplesmente, dar um tiro no escuro e, com isso, hipotecar o futuro do concelho”

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Foto: DR/Arquivo

O município de Terras de Bouro, no distrito de Braga, rejeitou a transferência de competências da administração central em 2019, por “falta de informação” em relação ao envelope financeiro associado, disse hoje à Lusa o presidente da câmara.

“Não podemos, simplesmente, dar um tiro no escuro e, com isso, hipotecar o futuro do concelho”, referiu Manuel Tibo.

Na câmara, liderada pelo PSD, a rejeição da transferência de competências foi aprovada por unanimidade, mas na Assembleia Municipal o PS absteve-se.

“Somos completamente a favor da descentralização, mas acompanhada do respetivo envelope financeiro. Temos de conhecer as linhas com que nos cosemos”, disse ainda Manuel Tibo.

O Governo aprovou 21 diplomas setoriais no âmbito da lei-quadro da transferência de competências para autarquias e entidades intermunicipais, num processo gradual de descentralização entre 2019 e 2021, faltando ainda aprovar o decreto de novas atribuições das freguesias.

Os primeiros 11 diplomas setoriais já publicados abrangem a transferência de competências, para as autarquias, nas praias, jogos de fortuna ou azar, vias de comunicação, atendimento ao cidadão, habitação, património, estacionamento público, bombeiros voluntários e justiça e para as entidades intermunicipais, na promoção turística e fundos europeus e captação de investimento.

As entidades intermunicipais podem ainda assumir novas atribuições no apoio a bombeiros voluntários e justiça, enquanto as freguesias também podem receber responsabilidades no atendimento ao cidadão.

O Presidente da República promulgou, entretanto, outros quatro decretos, nos domínios da proteção e saúde animal e segurança dos alimentos, educação, saúde e cultura, que aguardam publicação oficial.

As autarquias e entidades intermunicipais que não quiserem assumir em 2019 as competências dos decretos setoriais publicados terão de o comunicar à Direção-Geral das Autarquias Locais (DGAL), entre 31 de janeiro e 02 de fevereiro, consoante a data da publicação, após decisão dos respetivos órgãos deliberativos.

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