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Braga

Teresa Salgueiro atua no Theatro Circo esta sexta-feira

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Teresa Salgueiro sobe ao palco principal do Theatro Circo, em Braga, esta sexta-feira, a partir das 22:00 horas.

Não é exagero classificar a voz de Teresa Salgueiro como um dos tesouros imateriais da cultura portuguesa contemporânea: o seu percurso de três décadas, iniciado com os Madredeus em 1986, e prosseguido, a partir de 2007, em nome próprio, garantiu-lhe sólido reconhecimento internacional e um carinho muito especial por parte do público português que se habituou a encontrar na sua voz uma das mais belas marcas da sua própria identidade”, pode ler-se na página do concerto, no site do Theatro Circo na Internet.

O bilhete para o espetáculo custa 20 euros (10 euros com cartão Quadrilátero).

“O Horizonte, o seu novo álbum, composto por material inteiramente original, será o mote para esta nova digressão que terá início com dois concertos um na Casa da Música, Porto, e outro no Centro Cultural de Belém, Lisboa. Nesta nova Tour, Teresa Salgueiro assume-se como criadora de ambientes mágicos de uma beleza indiscutível e revela a singular multiplicidade das suas facetas artísticas, ao interpretar os seus arranjos originais para canções portuguesas, temas do seu repertório de autora, sem esquecer a homenagem ao seu antigo grupo, em canções que todos sentimos de forma muito próxima”, lê-se na mesma página.

A duração prevista do concerto é de 1 hora e 20 minutos.

 

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Braga

Braga é onde mais crescem os preços da habitação no país

Aumento de 22% desde 2016

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Foto: Divulgação / CM Braga

Braga registou o maior crescimento nos preços da habitação nas grandes cidades no terceiro trimestre de 2019, enquanto a região de Lisboa e o Algarve apresentaram os preços mais elevados no setor, revelou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).

A cidade de Braga, segundo o INE, registou, pela primeira vez desde o primeiro trimestre de 2016, o maior crescimento de preços face ao período homólogo (+22,6%), entre as cidades portuguesas com mais de 100 mil habitantes, mas manteve o menor preço das casas (915 euros) e é a única com preço inferior ao valor nacional, de 1.054 euros por metro quadrado (m2).

De acordo com as estatísticas divulgadas, há 44 municípios que praticaram um preço mediano da habitação superior ao valor nacional da habitação, maioritariamente localizados das duas sub-regiões com preços mais elevados, a Área Metropolitana de Lisboa (AML), onde o preço da habitação era de 1.423 euros/m2, e o Algarve, com 1.635 euros/m2.

A capital do país, Lisboa, lidera a lista, com os preços mais elevados das casas no país (3.205 euros/m2), mas há outras cidades com preços cada vez mais difíceis de comportar para a grande maioria dos portugueses.

Segundo o INE, entre as cidades com preços medianos mais elevados na habitação estão Cascais (2.529 euros/m2) e Oeiras (2.211 euros/m2), na AML, bem como Loulé (2.089 euros/m2), Albufeira (1.894 euros/m2), Lagos (1.875 euros/m2), Lagoa (1.662 euros/m2), Vila Real de Santo António (1.547 euros/m2), Aljezur (1.535 euros/m2), Tavira (1.804 euros/m2) e Faro (1.532 euros/m2), no Algarve (distrito de Faro).

As cidades do Porto (1.802 euros/m2), Odivelas (1.718 euros/m2), Loures (1.578 euros/m2) e Funchal, na Madeira (1.551 euros/m2), também apresentaram preços superiores ao valor nacional (1.504 euro/m2) da habitação neste trimestre de 2019.

Merecem ainda destaque do INE duas freguesias de Lisboa, Santo António e Misericórdia, que apresentam preços superiores a 4.500 euro/m2, muito acima do referido valor nacional.

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Braga

Hasta Pública para alienação do edifício da Fábrica Confiança tem data marcada

Evento vai ter lugar no gnration

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Foto: Sérgio Freitas/CM Braga/Arquivo

A hasta pública para a alienação do edifício da fábrica Confiança, em Braga, terá lugar em 14 fevereiro, sendo o valor base de 3,6 milhões de euros, anunciou hoje o município.

Em comunicado, o município acrescenta que elaborou um caderno de encargos que, “além de salvaguardar integralmente” a volumetria da antiga fábrica, prevê a construção, nos terrenos adjacentes, de um novo edifício destinado exclusivamente a residência universitária, com capacidade para 300 unidades de alojamento.

O documento prevê também a criação, no edifício principal, de um centro interpretativo/museu da memória da Confiança e serviços de apoio à residência universitária.

“Com esta estratégia arquitectónica, será possível repor a integridade do antigo edifício, salvaguardando-se a memória e o espaço da Via Romana XVII, e retomar a Rua do Pulo, que havia sido interrompida no passado com a ampliação das instalações fabris”, sublinha o comunicado.

Refere ainda que o caderno de encargos “garante a memória e integridade do edifício e potencia a ligação à cidade, em especial à Universidade do Minho”.

O caderno de encargos foi elaborado após a aprovação do pedido de informação prévia (PIP), que contou com parecer favorável do Conselho Nacional de Cultura.

O edifício está em processo de classificação.

A alienação do edifício é contestada por PS, CDU e Bloco de Esquerda e também pela Plataforma Salvar a Fábrica Confiança, que defendem que o imóvel deveria continuar na esfera pública e ser convertido num equipamento cultural.

Alegam que será um “negócio da China” para o privado que comprar, já que pagará, em 2020, o mesmo valor que a câmara pagou em 2012 quando adquiriu o edifício.

Dizem ainda que o argumento da residência universitária é um “embuste”, sublinhando que, “quando muito”, o que poderá ali nascer será “uma residência para universitários”, a preços elevados.

PS, CDU e Bloco de Esquerda e a plataforma criticam igualmente a alienação “do último reduto da memória industrial” da cidade.

A fábrica Confiança foi desenhada por José da Costa Vilaça e inaugurada em 1921, tendo produzido perfumes e sabonetes até 2005.

Em 2012, foi adquirida pela câmara, então presidida pelo socialista Mesquita Machado.

Chegou a ser aberto um concurso de ideias para o edifício, mas entretanto em 2013 a câmara mudou de mãos e em setembro de 2018 a nova maioria PSD/CDS-PP/PPM votou pela venda, alegando que, por falta de fundos disponíveis para a reabilitação, o edifício se apresenta em “estado de degradação visível e progressiva”.

Atualizado às 12h16

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Braga

Braga: Conhecido o vencedor do concurso de fotografia sobre o Bom Jesus

Mais de 50 inscritos

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Foto: Divulgação

A Câmara Municipal de Braga anunciou, esta terça-feira, que Carlos Júlio da Costa Teixeira foi o grande vencedor do XVI Concurso Municipal de Fotografia, que teve como tema “O Bom Jesus do Monte – Património Mundial da Humanidade”.

O júri decidiu, também, atribuir Menções Honrosas aos concorrentes Marcelo Gonçalves Marques e José Gomes Peixoto.

Da mesma forma, foi atribuído o Prémio Especial do Júri ao concorrente João Manuel Morais Vilares, considerando que a foto distinguida revelava singularidade e sentido estético estimulando a observação. O júri, também por unanimidade, decidiu renovar o voto de reconhecimento e louvor à participação no concurso dos utentes do Centro D. João Novais e Sousa, instituição que acolhe e apoia Pessoas com deficiência mental e cuja participação vem conferindo a esta iniciativa uma verdadeira dimensão social, genuinamente inclusiva.

Esta edição do concurso de fotografia decorreu nos dias 13 a 15 de dezembro. A habitual exposição pública decorrerá na Fonte do Ídolo. Os trabalhos estarão patentes entre os dias 20 de fevereiro e 20 de março.

A XVI Edição do Concurso Municipal de Fotografia (2019) teve como tema “O Bom Jesus do Monte – Património Mundial da Humanidade”, na perspectiva da captação de imagens alusivas ao monumental conjunto arquitectónico, escultórico, natural e paisagístico que compõem o Santuário do Bom Jesus do Monte, com a sua grandiosidade, a sua diversidade cultural e a sua longa e complexa história. Simultaneamente, convidou à imaginação e ao olhar peculiar dos concorrentes a retratar a integridade, a autenticidade, as particularidades únicas e o valor universal excepcional que consagra o Bom Jesus do Monte como património de toda a humanidade.

O júri do concurso integrou como membros o representante da Associação “Encontros de Imagem”, Carlos Fontes, o Fotógrafo Profissional Hugo Delgado e o Vereador do Pelouro da Regeneração Urbana e Património Cultural, Miguel Bandeira.

Desenvolvido pelo Município de Braga, esta iniciativa visou essencialmente reconhecer e homenagear a atribuição da classificação do Santuário do Bom Jesus do Monte como Património Cultural Mundial da UNESCO.

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