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Região

Temperaturas vão descer até 8 graus devido a massa de ar muito frio

A partir de quinta-feira

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As temperaturas máximas vão descer 8 graus Celsius a partir de quinta-feira devido a uma massa de ar muito frio proveniente da Irlanda, prevendo-se também vento forte e queda de neve, segundo a meteorologista Ângela Lourenço.


“A descida acentuada da temperatura será a partir de amanhã [quinta-feira]. Estes valores baixos vão manter-se sexta-feira e sábado e no domingo espera-se uma subida da temperatura”, disse à Lusa a meteorologista do Instituto Português do mar e da Atmosfera (IPMA).

De acordo com Ângela Lourenço, esta descida brusca da temperatura está relacionada com a entrada de uma massa de ar muito frio, ar polar, que vem de norte, da Irlanda.

“De destacar que amanhã [quinta-feira] a descida da temperatura não será só acentuada, mas também acompanhada de vento forte. Estes dois fatores conjugados vão dar um desconforto térmico, o que significa que as pessoas vão sentir mais frio do que aquele que é registado através das temperaturas”, sublinhou.

Segundo a especialista, está prevista uma descida da ordem dos 8 graus nas temperaturas máximas e 2 a 4 graus nas mínimas.

“Estamos a falar de máximas da ordem dos 13 a 16 graus no litoral e 5 a 7 graus no interior. O valor mais baixo será na Serra da Estrela e em Bragança”, disse.

Por causa do mau tempo, o IPMA emitiu aviso amarelo para sete distritos do continente (Viana do Castelo e Braga, no Minho, Porto, Aveiro, Coimbra, Leiria e Lisboa) por causa da agitação marítima que passará a laranja na quinta-feira, prevendo-se ondas com 5 a 7 metros.

“Vamos ter também aviso amarelo de vento. O vento vai atingir principalmente as terras altas do litoral norte e centro com rajadas de 80 a 110 quilómetros por hora na região da Serra da Estrela. Teremos também aviso amarelo de queda de neve nas terras do interior norte e centro, em cotas acima dos mil metros”, referiu.

A neve, segundo o IPMA, deverá cair nas serras do Gerês, Montemuro, Montesinho, Marão e Estrela.

“A partir de domingo os valores da temperatura vão subir, mas não para os valores que temos tido nos últimos dias. [contudo] serão mais elevados do que durante este episódio de tempo frio que teremos nos próximos dias”, indicou.

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Ponte de Lima

Direito de Resposta – “Aveleda responsável pela redução de caudal de rio em Ponte de Lima, conclui APA”

Por Aveleda, S.A.

em

Foto: DR

Ao abrigo da Lei de Imprensa, é publicado o Direito de Resposta de Aveleda, S.A. à notícia “Aveleda responsável pela redução de caudal de rio em Ponte de Lima, conclui APA”, publicada em 08 de agosto de 2020.

Exmo. Sr. Director do Jornal “O Minho”

Dr. Thiago da Costa Correia,

 

Na sequência da notícia publicada neste Jornal, no passado dia 08/08/2020, intitulada de “Aveleda responsável pela redução de caudal de rio em Ponte de Lima, conclui APA”, vem a Aveleda, S.A., ao abrigo do artigo 24.º da Lei n.º 2/99, de 13 de Janeiro (Lei de Imprensa), exercer o seu direito de resposta, que deverá ser publicado com igual destaque, nos seguintes termos:

 

  1. A referida notícia destaca a posição da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) face à alegada responsabilidade da Aveleda pela redução do caudal do rio Estorãos, referindo expressamente ter a APA concluído que a “a redução do rio Estorãos, em Ponte de Lima, está relacionada com a captação para a exploração vinícola da Aveleda”.
  2. A Aveleda esclarece não existirem quaisquer dados técnicos que sustentem a conclusão alegadamente extraída pela APA, já que esta – ou qualquer outra entidade – não realizou, até ao momento, quaisquer medições de caudal da linha de água e muito menos analisou a relação entre os períodos de bombagem e o escoamento do mesmo. 
  3. Diligências essas que foram expressamente requeridas pela Aveleda, face às acusações absolutamente infundadas de que tem sido alvo.
  4. Não obstante ter sido efectivamente notificada, em momento algum lhe foi imputada qualquer tipo de responsabilidade, tendo-lhe sido unicamente requerido pela APA a redução temporária do volume de captação de água do ribeiro Formigoso, atendendo às proporções mediáticas deste caso.
  5. É falso que a equipa do SEPNA, da GNR de Arcos de Valdevez tenha “verificado que há uma redução do caudal do rio após a captação”. Esta equipa apenas constatou que o caudal do rio estava abaixo do normal, jamais tendo relacionado esta diminuição com a captação da Aveleda.
  6. O que, de todo modo seria impossível, pois que à data das diligências, bem como nos dias anteriores e posterior às mesmas, não ocorreu qualquer captação de água do ribeiro Formigoso. Nos termos da licença da Aveleda, a captação de água é cíclica, realizando-se entre as 24h00 e as 5h00, por períodos curtos de cerca de três dias, intervalando com períodos mais longos, sem qualquer captação.
  7. A Aveleda não tem qualquer responsabilidade pela redução do caudal do rio Estorãos, não resultando, sequer, da sua captação, qualquer alteração visível na linha de água, conforme confirmam os diversos testes visuais efectuados quanto ao seu impacto no ribeiro Formigoso.
  8. Pois que, não existe qualquer redução do caudal do ribeiro do Formigoso, onde se situa a captação de água da Aveleda, nem tão pouco no local da afluência deste com o rio Estorãos, que dista 1,6km, não restando, por isso, dúvidas de que não pode ser esta captação causa da redução drástica do caudal do rio Estorãos junto à ponte velha, desconhecendo a Aveleda as razões que motivam esta redução.
  9. Conforme se pode verificar no local, o caudal do ribeiro do Formigoso e o caudal o rio Estorãos, a montante da afluência do ribeiro do Formigoso, está perfeitamente normal para esta época do ano.
  10. É visível em imagens captadas por satélite que em anos anteriores, por exemplo, 2009 e 2013, o caudal do Rio Estorãos junto à ponte velha, estava igualmente reduzido e seco, altura na qual a Aveleda não tinha qualquer vinha, pois esta data de 2018.
  11. No ano passado o caudal do rio Estorãos não teve o mesmo efeito de redução, mesmo com a captação de água por parte da Aveleda dentro das limitações legais e equivalentes às praticadas este ano no ribeiro Formigoso, como demonstram algumas imagens captadas este ano, o que nos leva a crer que a causa da redução do caudal se deve a razões alheias à nossa responsabilidade.
  12. A Aveleda permanece inteiramente disponível para cooperar em tudo quanto se revele necessário, encontrando-se, aliás, a reunir todos os elementos que permitam o cabal esclarecimento da situação.
  13. Face às declarações agora prestadas ao Jornal “O Minho”, desprovidas de qualquer fundamento, a Aveleda reitera ainda o convite para conhecer a vinha de Cabração feito há mais de um ano, ao Sr. Presidente da Junta de Estorãos que, estranhamente, nunca mereceu resposta, na expectativa de que seja agora acedido.
  14. Sem prejuízo, a Aveleda não pode continuar a ser alvo de denúncias e acusações sem qualquer sustento técnico-científico.
  15. Desta forma, a Aveleda afasta qualquer responsabilidade pela redução do caudal do rio Estorãos, tudo fazendo para repor a verdade dos factos.
  16. Recorda-se que a Aveleda é uma empresa com elevada responsabilidade ambiental e social conforme atestam as suas certificações, visíveis no site oficial da empresa, e os seus projectos de sustentabilidade vitícola. A Vinha de Cabração foi alvo dum projecto de biodiversidade realizado em conjunto com o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICN) e que visou a plantação de mais de 4.000 árvores nas bordaduras da vinha, com vista ao desenvolvimento da fauna e flora daquela zona. Esta empresa realizou ainda sementeiras, nas vinhas, de espécies produtoras de sementes, que muito contribuirão para atrair pássaros, mamíferos e outras espécies naquele local, não podendo esquecer ainda a elevada contribuição da Aveleda na criação de postos de trabalho para as populações que ali residem.

Em resposta à notícia (08/08/2020):

Aveleda responsável pela redução de caudal de rio em Ponte de Lima, conclui APA

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Cávado

Esposende recupera casas com mais de 2.000 anos de existência

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O Município de Esposende está a proceder à recuperação das casas do Castro de S. Lourenço, em Vila Chã, num investimento de cerca de 10.600 euros, foi hoje anunciado.

Além da reconstrução de cinco habitações, pertencentes a dois núcleos habitacionais, a intervenção contempla a reconstituição dos espaços de circulação daquele espaço que remonta ao século III A.C..

Em comunicado, a autarquia de Esposende diz estar focada “na concretização do projeto de desenvolvimento delineado para o território concelhio”, com este castro a afigurar-se “como elemento fundamental na consciencialização da população, principalmente junto dos mais novos, do ponto de vista da transmissão histórica sobre o contexto da fundação de Esposende”.

“Neste espaço decorre, anualmente, a Galaicofolia, 2000 anos de festa – (um evento cultural, de lazer e entretenimento promovido pelo Município de Esposende, com o objetivo de afirmar o património local).

Foto: Divulgação / CM Esposende

“Os trabalhos agora desenvolvidos no Castro de S. Lourenço obedeceram a critérios fundamentados pela experiência adquirida nas intervenções realizadas em outros castros nacionais e galegos e, sobretudo, nos resultados obtidos com as intervenções arqueológicas realizadas no próprio castro”, refere a nota enviada às redações.

“Assim, os edifícios foram reconstruídos maioritariamente com a pedra das sucessivas campanhas de escavação, obedecendo ao desenho dos seus alicerces, recuperados nas intervenções arqueológicas”, acrescenta.

Foram recuperados três edifícios circulares, uma estrutura oblonga, sendo a restante de planta irregular. No interior de uma delas respeitou-se o banco de pedra corrido encostado a uma das paredes.

“A manutenção e recuperação das coberturas dos cinco edifícios exige uma ação consistente, garantindo a qualidade do serviço público prestado por este local icónico do Município de Esposende, reconhecido a nível nacional e internacional”, diz a mesma fonte.

De realçar que o Castro de S. Lourenço, integrado na Rede de Castros do Noroeste, consta como o maior fator atrativo do concelho, tendo obtido o certificado de excelência pela maior plataforma de viagens do mundo que ajuda milhões de viajantes a potenciarem ao máximo cada viagem, a Tripadvisor.

Entre 2014 e 2019 foram registados mais de 68 mil visitantes, incluindo alunos e participantes em atividades de Serviço Educativo, crescimento resultante do investimento que o Município de Esposende tem feito no Castro de S. Lourenço, sublinha a autarquia.

A aquisição de terrenos, num investimento de 150 mil euros, permitiu requalificar o espaço envolvente à segunda linha de muralhas. Posteriormente foi construída a área de merendas e o circuito pedonal, zonas de estacionamento, reflorestação com espécies autóctones, recuperação do muro de pedra solta para delimitação do recinto, criação de espaço informal de anfiteatro naturalizado, instalações sanitárias e ilha ecológica, num investimento de cerca de 250 mil euros.

No CISL os visitantes têm à sua disposição o documentário “Quem somos e de onde vimos…”, que permite conhecer o Castro de S. Lourenço no contexto do Noroeste Peninsular, refletindo as vivências do castro ao longo de 20 séculos de ocupação. Os mais novos podem assistir ao filme “Caturo, o pequeno guerreiro” e os especialistas têm à sua disposição o livro “Memórias Arqueológicas do Castro de S. Lourenço” uma publicação com dois volumes.

“IDENTIDADE(S): o Homem e o Território Esposende nas origens da Cultura Castreja” é a mais recente exposição do Centro Interpretativo de S. Lourenço e, tal como a exposição “Mar Histórias”, pode ser visitada gratuitamente de segunda a sexta-feira, das 10:00 às 13:00 e das 14:00 às 18:00 e aos fins-de-semana e feriados, entre as 14:00 e as 18:00.

Encontra-se, ainda, em execução as ações previstas para o “Circuito Megalítico do Planalto de Vila Chã, num investimento de cerca de 30 mil euros, financiadas pela candidatura PROVERE MINHO Inovação.

Para mais informações poderá entrar em contacto com o Serviço de Património Cultural, através do 253 960 179 ou do e-mail [email protected]

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Braga

São Bento abriu a porta aos peregrinos no principal dia da romaria

Religião

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Foto: Facebook do santuário do São Bento da Porta Aberta

Celebra-se esta quinta-feira o principal dia da romaria ao São Bento da Porta Aberta, em Rio Caldo, concelho de Terras de Bouro, com várias iniciativas religiosas abertas à população.

Pelas 11:00 horas desta manhã, o arcebispo de Braga, Jorge Ortiga, celebrou a missa solene com participação do Grupo Coral de S. Bento da Porta Aberta.

Foto: Facebook do santuário do São Bento da Porta Aberta

Foto: Facebook do santuário do São Bento da Porta Aberta

Foto: Facebook do santuário do São Bento da Porta Aberta

Foto: Facebook do santuário do São Bento da Porta Aberta

Foto: Facebook do santuário do São Bento da Porta Aberta

A eucaristia contou com a presença de dezenas de fieis e peregrinos que rumaram durante a madrugada àquele templo situado às portas do Parque Nacional Peneda-Gerês.

Pelas 17:00 horas, foi inaugurada a exposição do Ósculo e da Relíquia do ‘São Bentinho’.

Pelas 18:30, há uma eucaristia campal com o andor ornamentado à porta da basílica.

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