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Região

Temperaturas máximas sobem gradualmente

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As temperaturas vão subir gradualmente a partir de quinta-feira em Portugal continental para valores até os 35 graus Celsius, próximos dos valores normais para esta época do ano, disse à Lusa a meteorologista Paula Leitão.

Para esta quarta-feira ainda está previsto céu muito nublado, em especial nas regiões do litoral Norte e Centro, de acordo com a meteorologista do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA),.

“Ainda há uma probabilidade de ocorrência de chuva fraca no litoral e aguaceiros nas regiões do interior Norte e Centro. Amanhã [quinta-feira] ainda vamos ter muita nebulosidade nas regiões do Norte e Centro durante a manhã, tornando-se depois pouco nublado”, disse.

Segundo Paula Leitão, na quinta-feira ainda há possibilidade de chuva fraca no litoral das regiões do Norte e Centro e neblina ou nevoeiro matinal.

“Contudo na quinta-feira já vamos ter uma subida da temperatura da ordem dos três graus no continente e nos próximos dias vai continuar a subir gradualmente”, indicou.

De acordo com o IPMA, no fim de semana a temperatura máxima deverá atingir valores entre os 23 e os 30 graus, “próximo dos valores habituais para a época do ano”.

“No que diz respeito à temperatura mínima, esta deverá atingir valores entre os 13 e os 20 graus”, disse.

Para a próxima semana, a previsão aponta para uma probabilidade de valores da temperatura do ar semelhantes ou superiores aos do próximo do fim de semana.

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Cávado

Prozis bloqueada em Itália: “Cada dia que passa é uma fortuna”

Empresa de Esposende fatura 50 milhões anuais no país

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Foto: DR / Arquivo

O site de venda ‘online’ de suplementos alimentares da Prozis.com estava inacessível. Itália, na sexta-feira da semana passada, reportando a empresa, com sede em Esposende, um prejuízo diário de milhares de euros naquele que é um dos seus principais mercados.

Em declarações à agência Lusa, o fundador e presidente da Prozis disse estar a ser afetado por a situação desde quarta-feira à noite, algo que também acontece com a Zumub, concorrente portuguesa da Prozis e com mais um ‘e-commerce’ espanhol de venda de suplementos alimentares.

“Já estamos a investigar esta situação e a falar com a Vodafone e a Telecom Italia”, afirmou Miguel Milhão, no final da semana passada, convicto de que se trata de “uma espécie de sabotagem”: “Nós já estávamos a desconfiar que isto era sabotagem, mas se existe outra empresa com o mesmo problema da mesma área, então definitivamente é sabotagem”, sustentou, admitindo que a iniciativa parta da “concorrência italiana”.

Conforme explicou, “alguém que tem a acesso à rede está ativamente a criar confusão para não ser possível aos clientes de Itália acederem ao portal” das empresas portuguesas, direcionando os respetivos DNS para o ‘local host’, ou seja, para o computador do próprio cliente, o que impede o acesso aos ‘sites’.

Garantindo que se trata de uma situação inédita nos 14 anos de vida da empresa, que fatura 200 milhões de euros/ano, dos quais 50 milhões em Itália, Miguel Milhão fala num prejuízo diário em torno dos 150 mil euros.

“Cada dia que passa é uma fortuna”, lamentou, admitindo que a posição “tão dominante” da Prozis no mercado gere inimizade e prevendo que a situação vá desembocar em “anos de processos judiciais”, dado o “nível de ilegalidade impressionante” em causa.

Quanto à probabilidade de se tratar de um problema técnico, não intencional, o presidente da Prozis diz que “seria como ganhar o Euromilhões”.

Já o diretor-geral da Zumub, explicou, também na sexta-feira, que a página eletrónica da empresa estava inacessível em Itália desde as 20:00 de quarta-feira.

“A situação manteve-se assim durante todo o dia de ontem [quinta-feira] e até ao momento”, afirmou Urbano Veiga, explicando que “os visitantes que acedem ao ‘site’ recebem uma mensagem de erro porque o DNS [do inglês ‘Domain Name System’ ou Sistema de Nomes de Domínio, que localiza e traduz os endereços dos ‘sites’ para números IP] dos respetivos domínios foi bloqueado em Itália”.

Segundo refere, “estes bloqueios foram reportados por centenas de utilizadores italianos” e estão a ocorrer nas duas maiores empresas de serviços de internet italianas (Telecom Italia e Vodafone), apesar de a Telecom Italia afirmar que não existe nenhum bloqueio ativo”.

De acordo com o diretor-geral da Zumub, “outros grandes ‘e-commerce’ europeus de outras áreas de negócio (num conjunto de mais de 100 ‘sites’ testados) continuam a funcionar dentro da normalidade”, sendo que, “até ao momento, a Zumub.com não foi notificada por quaisquer autoridades italianas de que o seu sítio estivesse banido em Itália”.

Embora admita poder tratar-se de um problema técnico alheio à empresa, o diretor-geral da Zumub considera a situação “muito estranha”, já que parece afetar apenas duas empresas portuguesas e uma espanhola do mesmo setor de atividade, e destaca o forte impacto financeiro que está a ter na atividade da empresa em Itália.

Com uma faturação anual de 5,2 milhões de euros, a Zumub fatura cerca 100 mil euros por mês em Itália, que é o seu principal mercado internacional, num total de 1,2 milhões de euros/ano, e diz estar a ter um prejuízo diário na ordem dos sete mil euros com este bloqueio.

A Zumub integra, juntamente com a transportadora de ‘e-commerce’ Delnext, o grupo português Combinação Pura, cujo volume de negócios anual ascende a sete milhões de euros, 60% dos quais no exterior.

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Ave

Bricomarché vai abrir em Fafe

Economia

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Foto: Divulgação

O Bricomarché, do Grupo Os Mosqueteiros, vai abrir no próximo dia 10 de junho uma nova loja em Fafe, anunciou hoje a empresa.

Trata-se de um investimento de 500 mil euros que criará 16 novos postos de trabalho.

“Com uma superfície comercial de 1.500 m2 esta é a segunda loja do Bricomarché no distrito de Braga e espelha o novo conceito que otimiza a organização do espaço e ajuda o cliente a encontrar, mais facilmente, o que precisa, dentro dos cinco universos: decoração, construção, bricolage, jardim e pet-shop”, explica a empresa em comunicado.

“Estamos muito entusiasmados com a nova loja e orgulhosos do trabalho realizado pela equipa que nos últimos meses esteve totalmente empenhada neste projecto”, realça José Monteiro, responsável pelo Bricomarché de Fafe.

“Na loja que agora inauguramos recriamos várias soluções de cozinhas e de casas de banho, soluções para espaços maiores, espaços mais pequenos, soluções premium e também mais económicas. Com esta aposta pretendemos imprimir uma nova dinâmica comercial na cidade de Fafe, levando aos clientes desta região os melhores serviços e produtos aos melhores preços”, acrescenta.

A empresa explica que o conceito da nova loja do Bricomarché em Fafe espelha o conceito de proximidade, que está na base do modelo de negócio das insígnias do Grupo Os Mosqueteiros.

“A proximidade à população permite um conhecimento fundamental para uma assertiva definição da oferta do espaço”, refere comunicado de imprensa.

O Bricomarché é uma das insígnias do Grupo Os Mosqueteiros, que também integra o Intermarché e o Roady. Cada loja dispõe de áreas de venda entre os 1400 e os 3400 m2, divididas em cinco grandes áreas bem diferenciadas: bricolage, decoração, construção, jardim e pet-shop.

Tem atualmente 40 lojas em Portugal.

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Alto Minho

Máscaras e distanciamento na reabertura da feira de Ponte de Lima

Covid-19

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Foto: dkixot / Até brilhas

A feira quinzenal de Ponte de Lima reabriu hoje com as normas de segurança, no âmbito da contenção da propagação de covid-19, a serem cumpridas por comerciantes e visitantes.

O uso de máscara é obrigatório, bem como o distanciamento social, que está a ser fiscalizado pela PSP.

Ao que O MINHO apurou, as normas estão a ser cumpridas e a feira a decorrer com normalidade, dentro do que é possível.

Foto: dkixot / Até brilhas

Foto: dkixot / Até brilhas

Foto: dkixot / Até brilhas

Foto: dkixot / Até brilhas

Foto: dkixot / Até brilhas

O município anunciou na sexta-feira a reabertura da feira no seguimento da “decisão da Comunidade Intermunicipal (CIM) do Alto Minho, ao confirmar a retoma da atividade das feiras em todos os concelhos do distrito a partir do dia 25 de maio, após o Governo ter incluído este setor na 2.ª fase do plano de desconfinamento”.

A retoma das feiras está condicionada a um plano de contigência, disponível para consulta no site da câmara, com as seguintes regras: é obrigatório o uso de máscara pelos feirantes e consumidores, podendo ser substituída com o uso de viseira; os feirantes terão de ter, para disponibilização aos utentes, solução antisséptica de base alcoólica; manter uma distância mínima de dois metros entre as pessoas; o atendimento terá de ser efetuado de forma organizada, limitado a um consumidor de cada vez, respeitando as regras de higiene e segurança; assegurar-se que as pessoas permanecem no recinto da feira apenas o tempo estritamente necessário à aquisição dos bens.

A feira de antiguidades e velharias é retomada a 14 de junho e a feira de artesanato a 28 de junho, ambas na Avenida dos Plátanos.

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