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TAP retoma voos regulares entre Lisboa e Luanda a partir de 2.ª feira

Covid-19

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Foto: DR

A TAP anunciou hoje que vai retomar os voos regulares entre Portugal e Angola, a partir de segunda-feira, data em que o Governo angolano reabre o espaço aéreo a voos internacionais.


Num comunicado, a transportadora aérea precisa que a operação regular da TAP inclui três voos semanais, às segundas, quartas e sextas, com saída de Lisboa às 13:55 e no sentido inverso, com saída de Luanda às 23:20.

A TAP lembra ainda que nunca deixou de fazer voos entre Portugal e Angola, já que ao longo dos últimos meses efetuou vários voos de repatriamento entre os dois países.

O plano de retoma de operações da TAP, que agora inclui voos comerciais para Luanda, será ajustado sempre que as circunstâncias o exijam, face à dinâmica das imposições e restrições dos vários países e mercados, em virtude da evolução da pandemia, bem como da procura, afirma a companhia aérea.

Em 09 de setembro, a TAP já tinha dito à Lusa estar preparada para retomar os voos entre Portugal e Angola logo que fossem levantadas as restrições motivadas pela pandemia, mas que queria reiniciar a operação com quatro voos semanais para Luanda.

O Governo angolano anunciou, então, que vai reabrir o espaço aéreo a voos internacionais a partir de 21 de setembro, tendo reaberto a voos domésticos em 14 de setembro, deixando de ser necessária autorização para entrar no país.

Angola fechou as suas fronteiras aéreas em 20 de março.

O país conta atualmente com 3.848 casos de covid-19 e 147 óbitos.

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País

PSD dá liberdade de voto aos deputados no referendo à eutanásia

Votação na sexta-feira

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Foto: DR / Arquivo

A Comissão Política Nacional do PSD decidiu hoje dar liberdade de voto aos deputados no projeto de resolução que pede um referendo à eutanásia e que será votado na sexta-feira, disse hoje à Lusa fonte da direção.

De acordo com a mesma fonte, o assunto foi debatido na reunião desta noite da Comissão Política Nacional e “ninguém se opôs” à decisão de dar liberdade de voto à bancada social-democrata.

O assunto já tinha sido discutido na reunião de quinta-feira da Comissão Permanente, o núcleo duro da direção, e a Rádio Renascença avançou que seria essa a intenção do presidente do partido, Rui Rio, hoje confirmada na reunião da direção alargada.

De acordo com o regulamento interno da bancada do PSD, atualizado este ano, cabe à Comissão Política Nacional definir o sentido voto em iniciativas de referendo, ouvido o Grupo Parlamentar.

O tema será abordado numa reunião do grupo parlamentar do PSD, na quinta-feira de manhã, horas antes de o projeto de resolução, com base numa iniciativa de cidadãos, ser debatido em plenário.

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António Costa: “Nunca contribuirei para uma crise política, não viro a cara ao país”

Orçamento do Estado

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Foto: Ivo Borges / O MINHO (Arquivo)

O primeiro-ministro afirmou hoje, em entrevista à TVI, que nunca contribuirá para crise política e não virará a cara ao país, depois de questionado se continuará em funções caso o Orçamento chumbe e tenha de governar em duodécimos.

Na primeira parte de uma hora de entrevista, na residência oficial do primeiro-ministro, em São Bento, António Costa foi confrontado com o cenário de a proposta de Orçamento do Estado para 2021 não passar na Assembleia da República.

Interrogado se tenciona demitir-se caso seja forçado a governar por duodécimos, o primeiro-ministro respondeu: “Se há coisa que eu não contribuirei nunca é para haver crise política no contexto desta crise pandémica, desta crise económica e desta crise social”.

“Não viro a cara ao país nem viro a cara às pessoas. Tenho bem consciência do que é que o país as pessoas estão a sofrer neste momento”, respondeu, dizendo que o seu objetivo e aprovar na Assembleia da República “aprovar um bom Orçamento e não ficar a governar aos duodécimos”.

“Eu não viro as costas ao país neste momento de crise e tudo farei para poupar o país a qualquer tipo de crise”, reagiu, perante a insistência dos jornalistas no sentido de saber se se demite caso o Orçamento chumbe no parlamento.

Em relação à situação de impasse negocial entre o Governo e o Bloco de Esquerda e o PCP, o primeiro-ministro considerou que “todos reconhecem” que a proposta orçamental do executivo “não tem nenhum retrocesso quanto aos progressos alcançados desde 2015”.

“Tem uma rutura clara com qualquer estratégia austeritária de resposta à crise, tem uma componente social e de preocupação com o rendimento das famílias e com a proteção do emprego muito forte. Portanto, tenho dificuldade em compreender como é que à esquerda haverá uma oposição global a este Orçamento”, disse, aqui numa clara advertência a bloquistas e comunistas.

António Costa fez questão de salientar que as negociações com o Bloco de Esquerda, PCP e PAN “obviamente não estão fechadas” e afirmou ser legítimo que qualquer um destes partidos “procure ainda introduzir melhorias relativamente à proposta apresentada”.

“Agora, uma discordância de fundo com toda a franqueza não compreenderia. Acho que, aliás, o país não compreenderia”, reforçou.

Nestas negociações com os parceiros parlamentares de esquerda, o líder do executivo frisou que “têm obviamente um limite – e o limite é o razoável”.

“O limite é quando a soma total da despesa e da receita tornar este Orçamento um diploma inexequível ou insuportável para o futuro, ou que subverta as prioridades. E as prioridades têm de ser claras: É a pandemia, é a proteção do emprego, é a proteção do rendimento”, advertiu.

Na entrevista à TVI, tal como tinha feito no sábado passado, o primeiro-ministro voltou a defender a tese de que o Orçamento só chumbará se o Bloco de Esquerda e PCP juntarem os seus votos às bancadas da direita.

“Se o PCP e o BE somarem os seus votos aos votos da direita, o Orçamento chumba. Se o PCP e o BE não somarem os seus votos à direita, o Orçamento não chumba. Do ponto de vista político, a questão que se coloca ao PCP e ao BE é a seguinte: Se querem somar à direita para chumbar este Orçamento ou não se querem juntar à direita para não chumbar este Orçamento”, sustentou.

António Costa afirmou depois que as conversas com o Bloco de Esquerda e PCP, “até agora, têm decorrido num bom registo”.

“Diria que, quanto ao essencial, não vejo onde possa haver divergências. Para além da retórica política, não vejo onde é que possa haver divergências”, acrescentou.

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Governo recua na obrigatoriedade da aplicação ‘Stayaway Covid’

Anunciou António Costa em entrevista à TVI

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Foto: DR / Arquivo

António Costa anunciou ter retirado a proposta de lei para tornar obrigatória a utilização da aplicação Stayaway Covid. “Hoje pedi ao Presidente da Assembleia da República que desagendasse o diploma que estava agendado para a próxima sexta-feira”, anunciou o primeiro-ministro na entrevista à TVI.

“Achei que era útil colocar à Assembleia da República – a entidade com competência institucional fazer esse debate. Verifiquei que das duas propostas que fizemos houve uma razoavelmente consensual – a obrigatoriedade do uso da máscara na rua – e outra que houve muitas dúvidas e rejeição”, afirmou.

Já há mais de dois milhões de utilizadores da aplicação ‘Stayaway Covid’

O primeiro-ministro sublinhou que o PSD apresentou um projeto-lei sobre a utilização das máscaras. “Não podemos dividir a proposta. Nas máscaras há um consenso grande. O PSD já apresentou um projeto só sobre as máscaras e vamos resolver já o problema das máscaras. Sobre o outro tema, é bom que haja uma discussão profunda, porque há muitas dúvidas e os portugueses continuam a descarregar a aplicação”, apontou.

Antonio Costa defendeu a segurança da aplicação, salientado que esta foi mais descarregada numa fase em que a pandemia está “numa fase ascendente” que “vai continuar nas próximas semanas”.

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