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TAP inaugura três novas ligações para o continente americano em 2020

Com partidas de Lisboa (duas) e Ponta Delgada (uma)

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A TAP vai começar a voar, no início de 2020, para três novos destinos no Brasil (Maceió), Canadá (Montreal) e Estados Unidos (Boston), sendo que esta ligação aos EUA será de e a partir de Ponta Delgada.


Em comunicado hoje divulgado, a TAP refere que as três novas ligações vão ao encontro da estratégia da empresa em “apostar fortemente nas Américas” e reforçam “a tendência de forte crescimento da atividade no mercado brasileiro e do Atlântico Norte”.

Com as novas ligações entre Lisboa e Montreal e Ponta Delgada e Boston, a TAP aumenta para 11 as rotas no Atlântico Norte, número que quase quadruplica face às três que registava em 2015.

Citado no comunicado, o presidente executivo da TAP, Antonoaldo Neves, refere que “este é mais um passo importante no plano de diversificação e expansão da rede da companhia, que reforça a sua exposição a novos e menos voláteis mercados”, acrescentando que as 11 rotas no Atlântico Norte estão em linha com o número de rotas com o Brasil.

A nova ligação a Montreal, no Canadá, terá seis frequências semanais, com voos a sair da capital portuguesa todos os dias da semana, exceto às quartas-feiras, cerca das 14:55 horas.

A abertura da rota Ponta Delgada-Boston, vem juntar-se a Lisboa-Boston, fazendo com que a transportadora passe a dispor de duas ligações diretas com cidade ‘hub’ da JetBlue (parceira da TAP), o que lhe permitirá reforçar o número de passageiros provenientes de vários pontos dos EUA.

Com estas novas rotas e outros incrementos na oferta, a TAP estima transportar entre Portugal e o Atlântico Norte mais de 390 mil norte-americanos (85 mil nas duas rotas) no próximo ano.

O comunicado adianta que atualmente a TAP transporta perto de um milhão de passageiros da América do Norte, sendo que este representa já um dos três principais mercados da transportadora.

A ligação a Maceió, que será operada com Airbus 321LR, vai ser a 11.ª da TAP com destino ao Brasil, sendo a primeira vez em cinco anos que a companhia anuncia uma nova rota com destino a este país.

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Rio considera que “reuniões do Infarmed começam a ter pouca utilidade”

Covid-19

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O presidente do PSD considera que as “reuniões do Infarmed começam a ter pouca utilidade”, e defende que estes encontros com especialistas devem apresentar uma “fotografia muito objetiva e curta” da evolução da pandemia, e dar “conselhos técnicos”.

Rui Rio assumiu esta posição em entrevista no programa Gente que Conta, do Porto Canal, que será transmitida no sábado à noite.

“As primeiras reuniões, particularmente as primeiras duas reuniões no Infarmed, foram reuniões relevantes na exata medida em que nós todos sabíamos muito pouco de epidemias, de pandemias, disto e aquilo. Foi a explicação da situação, e foram extraordinariamente úteis para quem a elas assistiu”, começou por dizer.

Mas o líder social-democrata considerou que, depois, “começou a ser um pouco mais do mesmo” e concretizou: “há momentos em que são uns gráficos atrás dos outros, com tanta velocidade, que as pessoas que estão a assistir não têm sequer tempo para absorver mesmo aquilo que o gráfico está a mostrar” e “muitas vezes [a apresentação técnica] não tem o encadeamento mais lógico”.

“Eu devo confessar que as últimas reuniões do Infarmed começam a ter pouca utilidade”, salientou Rio, considerando que “na segunda parte, quando se dá a voz às pessoas para fazerem perguntas, então aí a utilidade ainda é menor”.

Na ótica do presidente do PSD, estas reuniões sobre a evolução da pandemia de covid-19 em Portugal – e que juntam epidemiologistas, o Presidente da República, o primeiro-ministro, o presidente da Assembleia da República, os líder dos partidos políticos com representação parlamentar, os líderes das confederações patronais, os líderes das estruturas sindicais e os conselheiros de Estado – deviam “dar uma fotografia muito objetiva e curta, não é muita coisa, e a seguir os conselhos técnicos para isso”.

“E aí são de grande utilidade”, insiste.

A próxima reunião do Infarmed (décima) vai realizar-se na quarta-feira, em Lisboa.

Na entrevista, o jornalista Paulo Baldaia questionou também Rui Rio sobre a atuação da ministra da Saúde e sobre as palavras do seu vice-presidente David Justino, que na quarta-feira disse que Marta Temido não tem condições para continuar no cargo.

No programa da rádio TSF “Almoços Grátis”, David Justino considerou que “há muito tempo que a ministra da Saúde não reúne as condições para continuar no cargo”, justificando com a “desorientação” e falta de sintonia entre os vários responsáveis da área que tutela.

“Eu estou de acordo quando o professor David Justino diz que a ministra da Saúde não tem condições, a forma como o diz é a forma como eu entendo que devemos dizer quando assim achamos, e não ‘rua, deve ser demitida, não tem lugar’”, argumentou o presidente social-democrata.

“Houve um pequeno choque no Infarmed, mas não foi da dimensão [do que se passou com o ex-ministro das Finanças Mário Centeno], portanto, o primeiro-ministro terá de avaliar se efetivamente acha que deve contar ou não deve contar com a ministra”, acrescentou.

Questionado se se fosse primeiro-ministro, Marta Temido continuava no cargo, Rio respondeu que “precisava de obter mais informações relativamente àquilo que é a sintonia entre ela e os serviços para tomar essa decisão”.

“Que não tem funcionado bem, não tem, que a pandemia está à beira de um pandemónio, é verdade, agora dizer assim, da mesma forma tão certa como eu disse quando foi do professor Mário Centeno, não consigo dizer, mas que tinha de ser avaliado, tinha”, realçou.

Questionado também sobre a evolução da pandemia na região de Lisboa, Rio considera que “o Governo atrasou-se na reação que deveria ter na Área Metropolitana de Lisboa, mas por outro lado também as pessoas aqui deixaram de ter o comportamento que tiveram no início”.

“A responsabilidade é do Governo, ponto”, disse, identificando como “atenuantes” a “capacidade técnica demonstrada pela Direção-geral da Saúde, [que] não foi a melhor ao longo de todo este processo”, e um “menor rigor no cumprimento das regras”.

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Presidente da República quer nacionalização da Efacec “quanto mais curta melhor”

Efacec

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O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, afirmou na sexta-feira que a nacionalização da Efacec não é para ser duradoura, defendendo que “quanto mais curta melhor”.

“Há interessados, [a empresa] ficará privada. Não é para ser uma nacionalização nem para sempre, nem duradoura, nem longa. Quanto mais curta melhor, porque o Estado funciona aí para fazer a ligação. E essa ligação só foi necessária porque, devido à decisão do tribunal num processo que não sabemos como irá terminar, não foi possível outra solução mais rápida”, disse aos jornalistas o chefe de Estado, em Almada, distrito de Setúbal.

Para Marcelo Rebelo de Sousa, a Efacec “é uma empresa importante, em termos científicos, tecnológicos e de projeção no estrangeiro”.

“Em princípio tudo devia de correr por acordo entre privados. Portanto, a posição de um privado, que era importante, era vendida a outro privado. Acontece que uma decisão do tribunal arrestou essa posição e criou uma dificuldade à venda normal no mercado”, sublinhou o Presidente da República.

Marcelo Rebelo de Sousa reconheceu que foram ensaiadas várias formas de ultrapassar as dificuldades, mas considera que restou apenas uma para viabilizar a entrada de novos investidores privados: “O Estado servir de ponte, transitória, por um período curtíssimo de tempo”.

“O Estado nacionalizou essa posição para vender imediatamente, para permitir a operação, que normalmente seria de mercado”, frisou, reiterando que se trata de uma nacionalização temporária.

O Conselho de Ministros aprovou na quinta-feira um decreto de lei para nacionalizar “71,73% do capital social da Efacec”, uma “intervenção do Estado que procura viabilizar a continuidade da empresa”, que foi de imediato promulgado pelo Presidente da República.

De acordo com o comunicado do Conselho de Ministros de quinta-feira, “a intervenção do Estado deve ainda ser feita por período restrito no tempo”.

O Governo considerou que “a repercussão dos acontecimentos relacionados com a estrutura acionista da Efacec Power Solutions, particularmente os efeitos do arresto de ativos de alguns dos seus acionistas, levou à impossibilidade de exercício dos direitos inerentes às participações que correspondem à maioria do capital da empresa, gerando diversas dificuldades no plano comercial e operacional e, em consequência, agravaram a situação financeira desta, situação que se tem vindo a deteriorar a um ritmo acelerado”.

Este processo decorre da saída de Isabel dos Santos, filha do ex-Presidente angolano José Eduardo dos Santos do capital da Efacec, na sequência do envolvimento do seu nome no caso ‘Luanda Leaks’, no qual o Consórcio Internacional de Jornalismo de Investigação revelou, em 19 de janeiro passado, mais de 715 mil ficheiros que detalham alegados esquemas financeiros da empresária e do marido que lhes terão permitido retirar dinheiro do erário público angolano através de paraísos fiscais.

A empresária angolana tinha entrado no capital da Efacec Power Solutions em 2015, após comprar a sua posição aos grupos portugueses José de Mello e Têxtil Manuel Gonçalves, que continuam ainda a ser acionistas da empresa, enfrentando atualmente o grupo sérias dificuldades de financiamento devido à crise acionista que atravessa.

O Presidente da República falava aos jornalistas antes de assistir à estreia da peça do Teatro Experimental de Cascais (TEC), “Bruscamente no Verão Passado”, de Tennessee Williams, no Teatro Joaquim Benite, em Almada.

Na visita, que assinalou o arranque da 37.ª edição do Festival de Teatro de Almada, Marcelo Rebelo de Sousa homenageou o ator e encenador Rui Mendes, que prometeu também distinguir com a Ordem de Mérito.

 Pelo Teatro Municipal Joaquim Benite, passou também, pouco depois, o primeiro-ministro António Costa, mas a título particular, para assistir a outra estreia, Mártir, de Marius von Mayenburg, pela Companhia de Teatro de Almada.

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Dois segundos prémios do Euromilhões saíram em Portugal

Jogos Santa Casa

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Dois apostadores portugueses foram premiados com o segundo prémio do Euromilhões, no valor de 126 mil euros, anunciou o Departamento de Jogos da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.

Os portugueses dividem o prémio com outros oito apostadores de fora do território nacional.

O primeiro prémio não saiu a ninguém, fazendo com que o próximo concurso tenha em jogo um ‘jackpot’ de 143 milhões de euros,.

Já o terceiro prémio, de 8.947,28 euros, vai ser entregue a 33 apostadores, um deles português.

A chave vencedora do concurso 053/2020 do Euromilhões, sorteada hoje, é composta pelos números 4 – 16 – 27 – 37 – 39 e pelas estrelas 3 e 6.

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