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Taça Davis: Portugueses contentes com exibição e vitória frente à África do Sul

Manutenção no Grupo I da zona Europa/África da Taça Davis.

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Foto: Facebook de Gastão Elias

Os tenistas portugueses João Sousa e Gastão Elias mostraram-se bastante contentes com a vitória no encontro de pares entre Portugal e África do Sul, no sábado, que permitiu a manutenção no Grupo I da zona Europa/África da Taça Davis.

“Tanto eu como o Gastão fizemos um bom encontro do princípio ao fim, embora tivéssemos perdido algumas oportunidades para fechar o encontro em dois ‘sets’, mas acho que estivemos muito bem, a lutar em cada ponto. Pessoalmente, estou muito contente com o nível que exibimos, era um ponto importante para ganhar a eliminatória e, por isso, estou feliz por ter ajudado Portugal a fechá-la da melhor maneira”, afirmou o vimaranense, número 44 do ‘ranking’ ATP.

Gastão Elias, além de concordar com o parceiro, defendeu ter sido um “encontro com um nível médio alto, com poucos altos e baixos”, da parte dos portugueses, que permitiu bater a dupla constituída por Raven Klaasen (18.º ATP em pares) e Ruan Roelofse, que não perdiam há seis encontros consecutivos na Taça Davis.

“Jogámos muito bem. Além da intensidade e concentração, conseguimos manter um nível muito bom ao longo de todo o encontro e isso é o que permite alcançar vitórias assim e jogar a este nível”, acrescentou o jogador natural da Lourinhã (200.º ATP).

Nuno Marques, apesar de ter previsto na véspera um duelo “difícil contra uma dupla forte”, disse não ter ficado surpreendido com a exibição e triunfo dos seus jogadores, que, hoje, no Club Internacional de Foot-Ball, colocaram um ponto final na sequência de quatro derrotas seguidas na Taça Davis.

“De forma nenhuma! Já os vi jogar em algumas eliminatórias em que ganharam a grandes pares e hoje jogaram muito bem. Acho que todos esperávamos que eles jogassem a este nível, porque sabem fazê-lo. Foi uma grande prova de caráter e atitude. Para quem está na cadeira é fantástico vê-los jogar, pela atitude, pelo nível e, sendo um encontro tão importante e um par oponente tão forte, foi muito bom acabar assim”, elogiou o capitão.

Consumada a permanência no grupo I e o acesso ao ‘qualifying’ do Grupo Mundial, agendado para os dias 01 e 02 de fevereiro de 2019, os jogadores portugueses admitem que, entre as duas hipóteses em perspetiva, Canadá ou Cazaquistão, preferem jogar em casa.

“Prefiro jogar nas condições que conhecemos e gostamos, apesar de o Canadá ter jogadores mais fortes. Vamos estar preparados para jogar”, admite Pedro Sousa, enquanto João Sousa lembra que o “Cazaquistão tem um registo muito bom a jogar em casa, o Canadá também, e com melhores jogadores”, mas é preferível jogar em Portugal.

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Futebol

Espanha propõe a Marrocos candidatura ao Mundial de 2030 com Portugal

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Holanda-Letónia (EURO 2004), no Estádio Municipal de Braga. Foto: Wikipedia

O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, propôs hoje a Marrocos a apresentação de uma candidatura conjunta com Portugal à organização do Mundial de futebol de 2030, noticia o jornal El País.

Segundo fontes da presidência do governo espanhol, citadas pelo diário, a proposta de Pedro Sánchez foi bem acolhida pelo primeiro-ministro marroquino, Saadedín Al Othmani, e pelo rei Mohamed VI.

O El País informa que o primeiro passo foi dado em 13 de setembro, dia em que o presidente da Real Federação Espanhola de Futebol (RFEF), Luis Rubiales, visitou o primeiro-ministro espanhol na companhia do presidente da FIFA, Gianni Infantino, e lhe pediu apoio para uma candidatura ao Campeonato do Mundo de 2030 ou ao Euro2028.

O jornal sublinha que a presença de Infantino significava um apoio implícito do organismo que tutela o futebol mundial.

Nesse momento, a ideia da RFEF contemplava a possibilidade de uma candidatura conjunta com Portugal, como já tinha acontecido no tempo Ángel María Villar, antecessor de Rubiales, para o Mundial de 2018, que acabou por ser atribuído à Rússia.

Segundo o El País, um dos argumentos da RFEF eram as boas relações ente Rubiales e o presidente da Federação Portuguesa de Futebol, Fernando Gomes, mas não se ponderava a hipótese de incluir Marrocos.

Este país candidatou-se ao Mundial de 2026, cuja organização foi atribuída a Canadá, Estados Unidos e México, e na sua proposta destacava o facto de Marrocos estar no cruzamento do oriente com o ocidente e onde a Europa se encontra com África.

A última grande competição internacional de futebol organizada pela Espanha foi o Mundial de 1982, enquanto Portugal teve a seu cargo o Europeu de 2004.

Uma eventual candidatura dos países ibéricos com Marrocos iria juntar-se à proposta conjunta apresentada por Argentina, Paraguai e Uruguai em julho de 2017.

A Coreia do Sul deu eco da vontade se aliar a Coreia do Norte, Japão e China, enquanto o Reino Unido e a Irlanda também já manifestaram vontade de avançar, apadrinhados pelo presidente da UEFA, Alexander Ceferin. Marrocos também já tinha colocado a hipótese de se juntar a Argélia e Tunísia.

O único Mundial de futebol organizado por mais de um país foi o de 2002, na Coreia do Sul e no Japão, e o segundo será o de 2026, mas em nenhum dos casos envolveu nações de duas confederações.

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Futebol

Portugal vai encarar “a sério” jogo com a Polónia em Guimarães

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O selecionador português de futebol, Fernando Santos, afirmou hoje que Portugal, enquanto candidato a vencer qualquer competição, vai encarar com seriedade o jogo com a Polónia, para o Grupo 3 da Liga A da Liga das Nações.

Já apurada para a fase final da primeira edição da prova, agendada para junho de 2019, em solo luso, a equipa das ‘quinas’ vai receber, na terça-feira, em Guimarães, um adversário já despromovido à Liga B, mas o treinador prometeu que, apesar de não haver qualquer objetivo em disputa, a sua equipa vai dar tudo para vencer, até para fazer jus ao estatuto de “seleção forte”.

“Alguma vez se pode pensar que os jogos da seleção não são para levar sério? Isso é impossível. Portugal tem de fazer o que sempre faz. Portugal tem uma seleção muito forte. Não é a melhor do mundo, mas pode jogar contra qualquer uma das melhores do mundo. Somos candidatos a cada jogo que disputamos”, disse, na conferência de antevisão ao jogo, no Estádio D. Afonso Henriques.

O selecionador disse mesmo esperar um “grande jogo” entre uma seleção lusa que vai ter a “motivação extra” de jogar em casa e a ambição de retribuir o “apoio fantástico do povo português” com uma vitória, num recinto com lotação esgotada, e uma Polónia, que “sem o peso do resultado”, vai querer provar que o rendimento no Grupo 3 – somou um ponto em três jogos – foi um “acidente de percurso”.

Na véspera do último jogo do Grupo 3, Portugal, a única equipa invicta na Liga A da Liga das Nações, já sabe que pode defrontar a Suíça e a Inglaterra, na fase final – o outro adversário será França ou Holanda. Fernando Santos assumiu que a seleção nacional é candidata a vencer a prova, tal como o fez no Europeu de 2016 e no Mundial de 2018, mas recusou qualquer favoritismo, até porque qualquer antevisão é “prematura”.

“[A fase final] vai ser em junho do próximo ano. Estarmos a antecipar o que vai acontecer em junho do próximo ano é algo quase imprevisível. Não sabemos como é que os jogadores estarão, como é que as outras seleções estarão. É muito prematuro”, disse.

Questionado sobre o registo defensivo da equipa na prova – dois golos sofridos em três jogos -, Fernando Santos considerou que a equipa até “sofreu golos a mais” e realçou que, no futebol, os tentos sofridos geram, por vezes, efeitos imprevisíveis – deu o exemplo dos cinco golos sofridos pela Bélgica, depois de estar a vencer a Suíça por 2-0, para o Grupo 2 da Liga das Nações, no domingo.

Selecionador nacional desde 2014, Fernando Santos orientou a seleção que conquistou o primeiro título europeu, em 2016, e averbou somente duas derrotas em 56 jogos – Suíça, na qualificação para o Mundial de 2018, e Uruguai, na fase final da prova, na Rússia. O treinador reiterou que a atual geração da seleção “vai ficar nos livros de história”, mas precisa de “continuar igual a si própria” para continuar a ganhar jogos e manter o estatuto que conquistou.

A seleção portuguesa recebe a seleção da Polónia, num jogo do Grupo 3 da Liga das Nações, marcado para as 19:45 de terça-feira, no Estádio D. Afonso Henriques, em Guimarães.

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Desporto

Piloto bracarense Miguel Correia campeão FIA European Rally Trophy

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O jovem piloto bracarense Miguel Correia, a disputar a sua primeira época nos ralis, conquistou este domingo o FIA European Rally Trophy 3, confirmando o título com a vitória na sua categoria no Rali Casinos do Algarve, o evento onde era estreante absoluto.

Miguel Correia, de 27 anos, que é natural e residente em Braga assegurou o triunfo na importante competição europeia depois de já ter vencido o FIA Iberian Rally Trophy (título ibérico), considera “um final de época memorável”, depois de se estrear em 2018 no Campeonato de Portugal de Ralis, como disse a O MINHO.

O piloto do Renault Clio R3, navegado por Pedro Alves, venceu este fim de semana a prova do FIA ERT3 no asfalto do Rali Casinos do Algarve, deixando o espanhol Roberto Blach no segundo lugar (a 2m53.s) e o romeno Szabo Csongor no terceiro posto (a 7m55,3s). Um resultado que, aliado à vitória na categoria e nos 2 Rodas Motrizes no último Rali Vinho da Madeira, em agosto, deu o título europeu FIA ERT3 a Miguel Correia e Pedro Alves, que já tinham ganho o FIA Iberian Rally Trophy.

“Acho ser um título importante para Braga, para a região do Minho e para o próprio desporto português, pois eu próprio nunca imaginei que a minha primeira época no desporto automóvel conseguisse já vencer dois troféus FIA, ser vice-campeão nacional RC3 e acabar no pódio do Campeonato de Portugal de Ralis 2 Rodas Motrizes, onde estavam pilotos muito mais experientes”, disse Miguel Correia.

Conforme salientou a O MINHO Miguel Correia, “é um sentimento fantástico, porque evoluímos muito ao longo deste ano, mas a minha carreira só está a começar”.

Miguel Correia, que já este ano participou na Rampa Internacional da Falperra, é filho do campeão nacional de montanha em turismos, o bracarense Manuel Correia.

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