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Taça da Liga

Taça da Liga: Gil Vicente recebe o Sporting e Vitória SC visita o Vitória de Setúbal

Fase de grupos

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Foto: Paulo Jorge Magalhães/O MINHO

O Gil Vicente necessite de um triunfo frente ao Sporting, detentor do troféu, em Barcelos, na quarta-feira, para preservar as esperanças de seguir em frente na Taça da Liga de futebol, enquanto o Vitória SC visita o Vitória de Setúbal e Benfica e FC Porto visitam emblemas de II Liga.

Os ‘leões’, vencedores das duas últimas edições da prova, estrearam-se no grupo C com um desaire caseiro diante do Rio Ave (2-1), em 26 de setembro, naquele que foi o último encontro de Leonel Pontes à frente do conjunto de Alvalade, antes de ser rendido por Silas.

Num duelo em atraso da segunda jornada, marcado para as 20:45, entre duas equipas sem qualquer ponto, tanto Sporting como Gil Vicente necessitam de vencer para reduzirem distâncias para Portimonense e Rio Ave, que somam quatro, e manterem-se na luta pelo apuramento.

Um dia antes, na terça-feira, a partir das 20:15, o Benfica, recordista de troféus (sete), visita o quinto classificado da II Liga, Sporting da Covilhã, depois de ter iniciado o grupo B da competição com um nulo (0-0) perante o Vitória SC.

Além de ‘encarnados’ e vitorianos, também os serranos e o Vitória de Setúbal somam um ponto, em virtude da igualdade entre ambos (1-1), pelo que os quatro emblemas mantêm ambições de prosseguir em prova, sendo que os sadinos recebem o Vitória SC, na quarta-feira, às 18:45.

O último jogo em atraso da segunda jornada vai opor o Casa Pia, 17.º e penúltimo colocado da II Liga, ao finalista da última edição, FC Porto, na quinta-feira, a contar para o grupo D.

Os ‘dragões’ têm três pontos, depois de terem batido o Santa Clara (1-0), e os casapianos estão em ‘branco’, devido ao desaire com o Desportivo de Chaves (1-0). Os flavienses lideram o agrupamento, com seis pontos em dois jogos, enquanto os açorianos, com duas derrotas, não têm hipóteses de seguir em frente.

Em caso de triunfo, o FC Porto iguala o Desportivo de Chaves no primeiro posto e a decisão da passagem ficará agendada para 21 de dezembro, quando os dois emblemas se defrontarem em Trás-os-Montes, na terceira e última ronda da fase de grupos.

Os primeiros classificados de cada um dos quatro grupos apuram-se para as meias-finais da Taça da Liga, com o líder do grupo A a cruzar-se com o do grupo C, e o primeiro colocado do grupo B a defrontar o do grupo D.

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Futebol

Benfica soma na Covilhã segundo empate na Taça da Liga. Vitória SC pode aproveitar

Vitorianos podem ficar mais próximos da Final Four de Braga

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Foto: Facebook

O Sporting da Covilhã, da II Liga, impôs, esta terça-feira, em casa ao Benfica, líder da I Liga, um empate 1-1, em encontro da segunda jornada do Grupo B da terceira fase da Taça da Liga em futebol.

Gedson acertou na barra, aos 11 minutos, mas os golos só chegaram no segundo tempo, com Bonani, aos 46, a dar vantagem à equipa da casa, para, aos 82, Jota restabelecer o empate, que deixa os serranos provisoriamente na liderança do agrupamento.

A formação secundária soma os mesmos dois pontos do Benfica, mas tem mais golos marcados (2-2 contra 1-1), num grupo em que o Vitória de Setúbal e o Vitória SC, que somam um ponto, jogam quarta-feira no Bonfim pelo primeiro lugar.

Os serranos, com cinco alterações no ‘onze’, entraram pressionantes e criaram perigo cedo. Primeiro. ninguém desviou o cabeceamento de Jaime e, ainda aos quatro minutos, Jardel cortou o remate de Adriano.

Com o jogo aberto, intenso, os ‘encarnados’, em que apenas Rúben Dias se manteve em relação aos 4-0 ao Marítimo, estiveram perto do golo aos 11 minutos. Jota meteu a bola área e Rúben Dias tocou para Gedson, que, isolado, cabeceou à barra.

A partida continuou a ser jogada com intensidade e Bonani ripostou (19 minutos), para a defesa de Zlobin. O guardião russo voltou a ser decisivo a travar a investida de Adriano (25), na sequência de um contra-ataque.

A conseguir ser agressivo ofensivamente, o Sporting da Covilhã voltou a criar perigo, por Jean Batista, num lance cortado para canto por Jardel, até que o Benfica criou a segunda ocasião flagrante, aos 30 minutos, com Raul de Tomás (30 minutos), à figura de Bruno Bolas. Antes do descanso, Adriano atirou por cima.

No primeiro minuto do reatamento, o Sporting da Covilhã inaugurou ao marcador, com vários ressaltos em jogadores do Benfica, o último em Samaris, a isolar Bonani, que, na ‘cara’ de Zoblin, não perdoou.

A perder, o Benfica obrigou os serranos a recuar, aproximou-se mais vezes da baliza dos ‘leões da serra’ e beneficiou de várias jogadas de bolas paradas.

Aos 62 minutos, Nuno Tavares, num cruzamento-remate, acertou no poste direito e, no lance seguinte, o lateral esquerdo serviu Vinícius, só que o brasileiro chegou atrasado.

Adriano, aos 80 minutos, numa jogada individual, rematou ao lado do poste, mas foi o Benfica, que intensificou a pressão, quem mais procurou o golo e igualou a partida aos 82 minutos, por intermédio de Jota, de fora da área, após um canto.

Até ao apito final a formação de Bruno Lage tudo fez para desfazer o empate, sem sucesso, com a principal ocasião a pertencer novamente a Jota, num remate ao lado do poste esquerdo.

Ficha de Jogo

Jogo no Estádio Santos Pinto, na Covilhã.

Sporting da Covilhã – Benfica, 1-1.

Ao intervalo:0-0.

Marcadores:

1-0, Bonani, 46 minutos.

1-1, Jota, 82.

Equipas:

– Sporting da Covilhã: Bruno Bolas, Jaime Simões, Zarabi, Brendon, Joel, Gilberto, Mica Silva, Jean Batista (Guilherme Rodrigues, 81), Adriano, Bonani (Daniel Martins, 73) e Daffé (Kukula, 85).

(Suplentes: Carlos Henriques, Daniel Martins, Deivison, Santiago da Silva, Rodrigo António e Kukula).

Treinador: Ricardo Soares.

– Benfica: Zlobin, Tomás Tavares, Rúben Dias, Jardel, Nuno Tavares, Florentino (Vinícius, 46), Samaris (Taarabt, 61), Gedson, Zivkovik (Pizzi, 61), Jota e Raul de Tomás.

(Suplentes: Svilar, Conti, Grimaldo, Caio Lucas, Pizzi, Taarabt e Vinicius).

Treinador: Bruno Lage.

Árbitro: Rui Oliveira (AF Porto).

Ação disciplinar: Cartão amarelo a Gilberto (10), Jean Batista (19), Jota (40), Samaris (44), Vinícius (62) e Bruno Bolas (73).

Assistência: Cerca de 3.000 pessoas.

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Futebol

“Podíamos ter feito um resultado histórico”

Braga vence Marítimo

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Ricardo Sá Pinto. Foto: SCBraga

Declarações após o jogo da segunda jornada do grupo A da Taça da Liga de futebol entre Sporting Clube de Braga e Marítimo (2-1), hoje disputado em Braga.

 

Ricardo Sá Pinto (treinador do Sporting Clube de Braga): “Podíamos ter feito um resultado histórico, mas houve mérito fundamentalmente do guarda-redes do Marítimo, tantas e tantas foram as oportunidades, construídas com muita qualidade. Fizemos uma primeira parte de grande competência e qualidade de jogo, a equipa teve a mobilidade que lhe faltou no jogo do campeonato, fez boas combinações, meteu mais gente nas zonas de finalização, o adversário resumiu-se a um lançamento de linha lateral num lance do qual tenho dúvidas que tenha sido penálti, e ainda fizemos um golo limpo pelo Palhinha.

Depois, sofremos um golo que é caricato, a papel químico do sofrido no campeonato [com o Marítimo, 2-2], não pode acontecer de maneira nenhuma. Não acabámos o jogo a fazer antijogo, como o fez na altura o adversário, mas numa jogada direta, um desvio de cabeça, um livre lateral, podia haver um deslize que não merecíamos que houvesse. Mais uma vez fomos muito superiores e vencemos com justiça.

No golo sofrido não há demérito individual de ninguém, a responsabilidade é minha, são assuntos que podemos resolver em família, o Matheus tem tido um comportamento muito bom e é um grande guarda-redes.

A segunda parte podia ter sido mais conseguida, temos que analisar, mas não houve nunca controlo de jogo do Marítimo, podíamos ter feito mais três golos ainda assim. O guarda-redes do Marítimo fez uma exibição monumental, se o Real Madrid precisasse e tivesse vindo ver o jogo, tê-lo-ia contratado.

[Jogo decisivo com Paços de Ferreira] Temos seis pontos e ainda não nos qualificámos, uma equipa [Paços de Ferreira diante do Penafiel] com 10 jogadores fez dois golos, dois de penálti. Isto é o futebol, não se pode ter um jogo fechado, nem sempre há verdade, nem sempre ganha o melhor e nem sempre se faz justiça, merecíamos já estar noutra situação. O Paços é uma boa equipa que também quer passar, mas tínhamos sempre que fazer este jogo e temos de ir lá com a mesma concentração e humildade como contra qualquer adversário”.

 

Nuno Manta Santos (treinador do Marítimo): “Na primeira parte, o Marítimo esteve muito tímido, muito encolhido, respeitou muito o seu adversário, e o Braga foi melhor, marcou dois golos e podia ter marcado mais. Há um lance capital na primeira parte, um penálti a favor do Marítimo que podia ter mudado a história da primeira parte.

 

Na segunda parte, depois de uma conversa ao intervalo no sentido de que não podíamos recear tanto o adversário, houve um Marítimo melhor, mais forte e agressivo, mais intenso, a ir para cima e a dividir o jogo, podia ter feito mais golos e também sofrido.

 

Com este resultado, o Marítimo fica matematicamente eliminado da ‘final four’, parabéns ao Braga, mas ainda faltam alguns jogos e no futebol tudo pode acontecer.

 

[Ficou melindrado pelas críticas de Sá Pinto aquando do jogo do campeonato?] Podíamos falar muito sobre o discurso dos treinadores. O Marítimo veio com uma estratégia para esse jogo e conseguiu enervar o Braga e os seus adeptos, esteve a vencer e podia ter matado o jogo pelo Edgar Costa, não o fez e empatou 2-2, para o Marítimo foi um resultado positivo. Hoje também vi o Braga a perder algum tempo nas bolas paradas, para alguns é antijogo, para outros é gestão, depende de como se interpreta”.

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Futebol

SC Braga vence e está com um pé na ‘final-four’ da Taça da Liga

Grupo A

em

Foto: Twitter SC Braga

O Sporting Clube (SC) de Braga venceu hoje o Marítimo, 2-1, e está com um ‘pé’ na fase final da Taça da Liga de futebol, que se vai realizar no seu estádio, em janeiro do próximo ano.

Com uma melhor exibição na primeira parte, a equipa da casa viu o caminho da justa vitória ser aberto por André Horta, aos 11 minutos, e Paulinho fazer o segundo aos 34, tendo Bambock reduzido aos 66 minutos para o Marítimo.

Foto: SC Braga

Com este triunfo, que se somou ao da primeira ronda, na casa do Penafiel (2-1), o Braga fica muito perto de garantir o acesso à ‘final four’, o que até pode acontecer hoje se Penafiel e Paços de Ferreira empatarem.

Há cerca de três semanas, Braga e Marítimo defrontaram-se no mesmo palco, na sexta jornada da I Liga, então com um empate a duas bolas.

No final dessa partida, Sá Pinto criticou o que considerou ter sido uma postura demasiado defensiva dos insulares, denominando-a mesmo de “autocarro”. Desta feita, o Marítimo jogou com as linhas um pouco mais subidas, mas a atuação dos madeirenses, sobretudo na primeira parte, voltou a ser pobre.

O Braga fez uma grande primeira parte e, logo aos quatro minutos, Paulinho cabeceou ao poste após centro de Esgaio da direita.

O primeiro golo não demorou muito mais a aparecer: já bem dentro da área, André Horta tabelou com Paulinho e rematou de pronto (11).

Aos 24 minutos, o Marítimo ficou a pedir grande penalidade por alegado agarrão de Paulinho sobre Rodrigo Pinho e, no minuto seguinte, Ricardo Horta obrigou Charles a uma enorme defesa.

Pouco depois, foi Pablo, de cabeça, a colocar novamente o guardião do Marítimo à prova (28), mas, aos 34 minutos, Charles nada podia fazer ante o remate de primeira, à meia volta, após cruzamento de Sequeira.

Perante um Marítimo muito passivo e permissivo, o Braga carregava e esteve muito perto do terceiro golo em várias ocasiões.

Charles esteve em evidência a parar remates de Paulinho (41) e Ricardo Horta (42) e, quase em cima do intervalo, foi Grolli, quase em cima da linha de baliza, a impedir o golo a Ricardo Horta.

Apesar de lhe ter pertencido os primeiros lances de perigo da segunda parte, com destaque para uma boa defesa de Charles a remate de Galeno (57), o Braga foi perdendo fulgor.

O Marítimo cresceu e, aos 66 minutos, Bambock reduziu de cabeça, após falha grave de Matheus: o central do Marítimo não perdoou a péssima saída do guarda-redes brasileiro dos minhotos a um canto.

Apesar dessa reação, o Marítimo não voltou a dispor de uma clara situação para marcar, ao contrário da equipa da casa que podia ter ‘matado’ a partida por mais que uma vez.

Até ao final, nota para o regresso de Wilson Eduardo, um mês e meio depois de se ter lesionado.

Ficha de Jogo

Jogo no Estádio Municipal de Braga.

SC Braga – Marítimo, 2-1.

Ao intervalo: 2-0.

Marcadores:

1-0, André Horta, 11 minutos.

2-0, Paulinho, 34.

2-1, Bambock, 66.

Equipas:

– SC Braga: Matheus, Esgaio, Bruno Viana, Pablo, Sequeira, Palhinha, João Novais (Claudemir, 73), André Horta, Galeno (Wilson Eduardo, 81), Ricardo Horta e Paulinho (Rui Fonte, 73).

(Suplentes: Eduardo, Diogo Viana, Claudemir, Agbo, Wilson Eduardo, Murilo e Rui Fonte).

Treinador: Ricardo Sá Pinto.

– Marítimo: Charles, Bebeto, Bambock, Grolli, China, André Teles, Vukovic, Correa, Edgar Costa (Nequecaur, 46), Getterson (Erivaldo, 80) e Rodrigo Pinho (Marcelinho, 74).

(Suplentes: Abedzadeh, Rúben Ferreira, Nequecaur, Erivaldo, Jhon Cley, Nanu e Marcelinho).

Treinador: Nuno Manta Santos.

Árbitro: Nuno Almeida (Algarve).

Ação disciplinar: cartão amarelo para Bebeto (10), China (28), Edgar Costa (31), André Teles (63), Grolli (72), Pablo (90+2).

Assistência: 5.041 espetadores.

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