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Alto Minho

Suspensa pesca da lampreia nas pesqueiras na margem portuguesa do rio Minho

Covid-19

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Foto: DR / Arquivo

A capitania de Caminha anunciou hoje a suspensão da pesca da lampreia nas pesqueiras da margem portuguesa do Troço Internacional do Rio Minho e alertou que o incumprimento da decisão, decorrente da pandemia da covid-19, configura crime de desobediência.


Em comunicado enviado às redações, o capitão do porto e comandante da Polícia Marítima (PM) de Caminha, Pedro Costa, adiantou que “os patrões das pesqueiras (estruturas antigas, em pedra, existentes no rio), licenciadas para a pesca, terão até às 07:00 horas do dia 26 [quinta-feira] para recolher todas as suas artes de pesca, período a partir do qual a fiscalização procederá à sua apreensão”.

Pedro Costa, que preside à delegação portuguesa da Comissão Permanente Internacional do Rio Minho, alerta que o incumprimento daquelas decisões, “bem como a não observância das ordens legítimas da PM, poderá configurar o crime de desobediência”.

A suspensão da pesca da lampreia nas pesqueiras existentes na margem portuguesa do Troço Internacional do Rio Minho abrange a área que se situa “entre a linha que passa pelas torres do Castelo de Lapela (Portugal) e pela igreja do Porto (Espanha) e o limite superior da linha fronteiriça”.

Fronteira natural entre os dois países, o rio Minho concentra no Alto Minho, entre a torre da Lapela, em Monção, e o concelho vizinho de Melgaço, num percurso de cerca de 35 quilómetros, mais de 600 pesqueiras. Na Galiza, as “engenhosas armadilhas” da lampreia, do sável, da truta, do salmão ou da savelha são em “menor número”, estimando-se que, no total, “existirão mais de mil”.

Desde a foz do rio Minho, em Caminha, até Melgaço, o peixe vence mais de 60 quilómetros, numa viagem de luta contra a corrente que termina, para alguns exemplares, em “autênticas fortalezas” construídas a partir das margens, “armadas” com o botirão e a cabaceira, as “artes” permitidas para a captura das diferentes espécies.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de 400 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram cerca de 18.000.

Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.

Em Portugal, há 33 mortes, mais 10 do que na véspera, e 2.362 infeções confirmadas, segundo o balanço feito hoje pela Direção-Geral da Saúde, que regista 302 novos casos em relação a segunda-feira (mais 14,7%).

Portugal, onde os primeiros casos confirmados foram registados no dia 02 de março, encontra-se em estado de emergência desde as 00:00 de 19 de março e até às 23:59 de 02 de abril.

Além disso, o Governo declarou dia 17 o estado de calamidade pública para o concelho de Ovar.

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Alto Minho

Casos covid voltam a subir acentuadamente em Ponte de Lima e Viana

Covid-19

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Foto: O MINHO (Arquivo)

Os concelhos de Viana do Castelo e de Ponte de Lima foram os que registaram maior subida no número de casos ativos de covid-19 nos últimos dois dias, de acordo com o boletim da Unidade de Saúde Local do Alto Minho (ULSAM), atualizado às 17:30 desta sexta-feira.

O concelho de Viana do Castelo regista um aumento de 67 casos ativos em relação a quarta-feira, data do último balanço da autoridade de Saúde. Hoje, o concelho tem 744 casos ativos , somando mais um óbito (26). Em termos acumulados, este concelho já registou 1.703 casos confirmados e 933 recuperados.

Ponte de Lima tem 461 casos ativos (mais 24), Valença 220 (menos três), Cerveira 44 (igual), Paredes de Coura 28 (igual), Monção 118 (mais onze), Caminha 161 (menos três), Arcos de Valdevez 169 (mais cinco), Melgaço 42 (mais um) e Ponte da Barca 85 (mais dez).

O Alto Minho tem, atualmente, 2.072 casos ativos de covid-19, mais 112 do que na quarta-feira. Soma, desde o início da pandemia, 5.019 casos, mais 187 nos últimos dois dias. Há a lamentar 106 óbitos, mais dois nos últimos dois dias, registados em Caminha e Viana do Castelo. Contam-se ainda 2.841 recuperados em todo o Alto Minho.

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Alto Minho

Goucha dá oito casacos ao padre Ricardo para leiloar e ajudar os pobres de Valença

Gesto solidário do apresentador da TVI

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Imagens TVI

O padre Ricardo Esteves, responsável pelas paróquias de Gandra, Taião, Sanfins, Boivão e Gondomil, em Valença, foi hoje um dos convidados do programa Você na TV, na TVI, apresentado por Manuel Luís Goucha.

Conhecido como ‘padre motard’ ou ‘padre sexy’, o sacerdote não saiu da estação de Queluz com as mãos a abanar. Recordando um pedido antigo do pároco, feito em junho deste ano, onde era pretendido o apoio do apresentador através da doação de um casaco para leilão, Goucha não ofereceu um mas sim oito casacos para ajudar os mais necessitados.

“Eu não quero que saia daqui apenas com este meu casaco e por isso. Joana [assistente] podes entrar com os outros sete casacos que vai levar, são oito ao todo”, disse Manuel Luís.

O leilão não será para promoção televisiva, assegurou o apresentador, mas deixou a sugestão que o leilão seja feito por entre as paróquias para ajudar quem mais precisa.

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Viana do Castelo

Viana: Plataforma digital do comércio tradicional lança campanha de Natal

Economia

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Foto: DR

A Viana Market, plataforma de comércio digital onde estão reunidos os comerciantes de Viana do Castelo, lançou uma campanha promocional para este Natal, apelando a um consumo seguro, simples e rápido, através dos meios digitais, foi hoje divulgado.

Em comunicado, a Câmara de Viana do Castelo, uma das entidades promotoras daquela plataforma, explicou que a campanha de Natal “surge com o intuito de gerar mais tráfego para a Viana Market com a sensibilização para a compra no comércio tradicional e ainda promovendo a facilidade de aquisição destes produtos ‘online'”.

A plataforma foi desenvolvida no âmbito do projeto Comércio Digital de Viana do Castelo, iniciado pela Câmara Municipal com a Associação Empresarial de Viana do Castelo (AEVC) e a Associação da Economia Digital (ACEPI).

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