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Suspeitos de tráfico de droga no Porto em prisão preventiva

Para 17 dos 30 detidos

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Foto: DR / Arquivo

O Tribunal de Instrução Criminal (TIC) do Porto decretou prisão preventiva para 17 dos 30 detidos numa operação de combate ao tráfico de droga, que decorreu na quinta-feira, disse hoje fonte policial à agência Lusa.


Os restantes 13 suspeitos ficaram sujeitos a medidas de coação não privativas da liberdade.

Os arguidos começaram a ser ouvidos na sexta-feira de manhã, diligência que só acabou na madrugada de hoje, adiantou a mesma fonte.

Entre os 30 suspeitos – 26 homens e quatro mulheres. com idades entre os 18 e 57 anos -, 13 foram detidos por mandados de detenção, 15 por tráfico de droga e dois por posse de arma ilegal, segundo um balanço feito na sexta-feira pela PSP.

A operação policial foi de “grande envergadura”, envolvendo 64 buscas domiciliárias e não domiciliárias, e no âmbito de uma investigação de combate ao crime de tráfico de droga, nas áreas do Porto, Gondomar, Vila Nova de Gaia, Matosinhos, Póvoa do Varzim e Paredes.

As diligências resultaram na apreensão de 21.914 doses de droga, entre liamba, heroína, haxixe, cocaína e anfetaminas, 54.000 euros, dois carros, uma espingarda de ar comprimido, uma pistola tipo ‘flash bang’ e uma de alarme com carregador, um revólver, duas armas de calibre 6.35, três caçadeiras, dois punhais, uma arma branca tipo borboleta, um sabre, uma catana, dois bastões extensíveis, uma matraca, um taco de basebol, cinco cargas CO2, um aerossol e três carregadores.

Entre o material apreendido estão ainda 27 munições, 58 cartuchos e quatro caixas de chumbos.

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País

Governo determina à Proteção Civil abertura de inquérito ao fogo no Parque Nacional da Peneda-Gerês

Ministerio da Administração Interna

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Foto: DR/Arquivo

O Ministério da Administração Interna determinou hoje à Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) a abertura de um inquérito ao incêndio que deflagrou no Parque Nacional da Peneda-Gerês, disse à agência Lusa fonte oficial.

A fonte, ligada ao MAI, lembrou que, no combate ao incêndio, ocorreu um acidente com uma aeronave portuguesa de combate ao fogo, que provocou na morte do piloto.

Em relação ao inquérito ao acidente com o ‘Canadair’ despenhado, fonte da investigação disse à Lusa que é da responsabilidade de Espanha.

Devido ao facto de o acidente ter acontecido em território de Espanha, fonte do Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves e de Acidentes Ferroviários (GPIAAF) explicou à Lusa que são as autoridades espanholas que têm a responsabilidade e a competência para desenvolver a investigação.

Inicialmente pensava-se que a aeronave tinha caído em território nacional, mas a ANEPC indicou que o acidente “ocorreu em território espanhol, um a dois quilómetros da fronteira portuguesa”.

Espanha investiga queda de avião em incêndio no Parque Nacional da Peneda-Gerês

O GPIAAF explicou que deslocou uma equipa para o local porque, quando recebeu a notificação do acidente, ainda não se sabia que o mesmo tinha acontecido em território espanhol, acrescentando este organismo que está a colaborar com a sua congénere espanhola.

O piloto, de nacionalidade portuguesa, de 65 anos, morreu no local, apesar das tentativas realizadas pelos elementos do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), enquanto o segundo piloto, de nacionalidade espanhola e de 39 anos, foi assistido no local e transportado em “estado grave” para o Hospital de Viana do Castelo.

Governo envia condolências à família do piloto que morreu em Ponte da Barca

Numa nota de imprensa, a ANEPC afirmou tratar-se de um avião anfíbio pesado (Canadair CL215), do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais, do Centro de Meios Aéreos de Castelo Branco, que participava nas operações de combate a um incêndio que lavra no Parque Nacional da Peneda Gerês, freguesia de Lindoso, concelho de Ponte da Barca.

O avião despenhou-se num acidente junto à Barragem do Alto do Lindoso, na sequência de uma operação de ‘scooping’ (reabastecimento de depósito de água), acrescentou.

De acordo com a página de Internet da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, pelas 14:25 estavam a combater as chamas 132 operacionais, apoiados por 34 veículos e 11 meios aéreos portugueses e espanhóis.

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Marcelo vai “esperar para ver” resultado das negociações sobre aumento do salário mínimo

Política

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Marcelo Rebelo de Sousa. Foto: Twitter de António Costa / Arquivo

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, disse hoje que vai “esperar para ver” o resultado das negociações, em sede de Concertação Social, sobre o aumento do salário mínimo nacional.

“É uma questão que envolve vários parceiros e, portanto, é prematuro estar a comentar aquilo que é um processo em curso”, declarou, na ilha do Porto Santo, arquipélago da Madeira, onde termina hoje um curto período de férias.

Marcelo Rebelo de Sousa comentava, desta forma, uma notícia avançada na edição de hoje pelo semanário Expresso, que aponta para uma “subida de tom” da tensão entre parceiros para o aumento do salário mínimo nacional, que deveria chegar aos 670 euros em 2021 e aos 750 em 2023.

O impacto da pandemia de covid-19 na economia do país levantou, no entanto, a possibilidade de não haver aumento no próximo ano.

“Eu, em relação a essas notícias, acho que o melhor é esperar para ver”, afirmou Marcelo Rebelo de Sousa, sublinhando que não faz comentários políticos em período de férias.

“Para comentar, o sítio ideal não é em férias no Porto Santo”, declarou, pouco antes de avançar para um mergulho no mar, apesar da chuva que se faz sentir hoje na ilha.

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Covid-19: Mais 4 mortos, 186 infetados e 277 recuperados no país

Boletim diário da DGS

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Foto: DR / Arquivo

Portugal regista hoje mais 4 mortes e 186 novos casos de infeção por covid-19, 113 dos quais na região de Lisboa e Vale do Tejo, em relação a sexta-feira, segundo o boletim diário da Direção-Geral da Saúde (DGS).

De acordo com o boletim, desde o início da pandemia até hoje registam-se 52.537 casos de infeção confirmados e 1.750 mortes.

Há 38.364 casos recuperados, mais 277.

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