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Barcelos

Suspeito de burlas informáticas em Barcelos detido no Brasil

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Foto: DR/Arquivo

Um português foi detido no Brasil pela presumível autoria de crimes de burla informática e nas comunicações, perpetrados entre agosto de 2004 e fevereiro de 2005, em Barcelos, anunciou esta sexta-feira a Polícia Judiciária (PJ) de Braga.

Em comunicado, a PJ refere que o detido, de 45 anos, “utilizando dados informáticos de que dispunha por força da sua profissão, fez suas elevadas importâncias monetárias, lesando diversas pessoas”.

Na sequência de uma investigação levada a cabo pela PJ de Braga, o homem foi detido no Brasil e entregue às autoridades portuguesas.

Está indiciado por crimes de burla informática e nas comunicações, agravados.

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Barcelos

Barcelos: Julgado por tentar matar amigo que lhe exigia um cão ‘chow-chow’

No Tribunal de Braga

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Imagem ilustrativa / DR

José Maria, de 65 anos, residia em Grimancelos, concelho de Barcelos, quando terá recebido de um amigo uma cadela de raça chow-chow, de forma a acasalar com outro cão da mesma raça que o homem já possuía.

Em troca, José Maria teria que dar uma das crias ao amigo, algo que acabou por não acontecer, pois, entretanto, mudou-se para Vila do Conde, não deixando rastro ao amigo, que permaneceu em Barcelos, avança o Jornal de Notícias.

Este foi à nova casa de José Maria, nas Caxinas, em 2017, e confrontou-o. Acabou por ser ameaçado por José Maria, com uma pistola, não tendo sido atingido “por sorte”, quando efetuou um disparo.

Está agora a ser julgado por tentativa de homicídio no Tribunal de Braga.

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Barcelos

Igreja em Barcelos ergue “panteão” para receber restos mortais de D. António Barroso

Paróquia de Remelhe

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Foto: Divulgação / JF Remelhe

Os restos mortais do antigo Bispo do Porto António Barroso, declarado “venerável” e com processo de canonização “em curso”, vão ser trasladados no domingo para a igreja de Remelhe, em Barcelos, disse esta sexta-feira o arcebispo de Braga à Lusa.

Segundo Jorge Ortiga, a trasladação foi decidida depois de, em 16 de junho de 2017, ter sido publicado o decreto do Vaticano sobre as virtudes de António Barroso, confirmando que praticou, em grau heróico, as virtudes teologais da Fé, Esperança e Caridade, bem como as virtudes cardeais da Prudência, Justiça, Temperança e Fortaleza.

“No fundo, D. António Barroso foi declarado venerável e, a partir daí, entendemos que deveríamos criar as condições para que, a partir dos seus restos mortais, pudéssemos assimilar um pouco mais do seu espírito de cristão, de sacerdote e, particularmente, de missionário”, referiu.

Os restos mortais de António Barroso estão, há 92 anos, depositados numa capela-jazigo junto à entrada do cemitério paroquial de Remelhe, freguesia de onde aquele antigo Bispo do Porto era natural.

No domingo, vão ser trasladados para um “panteão” criado, expressamente para o efeito, na igreja paroquial de Remelhe.

“No cemitério, não havia grandes condições para os devotos, nomeadamente em dias de chuva. Agora, os restos mortais vão ficar num espaço nobre, com a dignidade que D. António Barroso merece e justifica”, acrescentou Jorge Ortiga.

Segundo o arcebispo de Braga, o processo de canonização de António Barroso “está em curso”, desde que foi declarado “venerável”.

Na Igreja Católica, o título canónico de “venerável” é concedido àqueles a quem postumamente seja reconhecida a prática de virtudes heróicas, sendo condição “sine qua non” para avançar o processo de beatificação.

A beatificação é a penúltima etapa para a declaração da santidade.

Para alguém se tornar beato, é necessária a comprovação de um milagre por sua intercessão, sendo esta condição necessária em caso de martírio.

No caso de António Barroso, já foi considerada a hipótese de milagre na pessoa de um homem de Vila Verde que usava óculos com 15 dioptrias e a quem os médicos diziam que não havia qualquer possibilidade de operação.

No entanto, o doente pediu a intercessão de António Barroso e insistiu em ser operado, acabando por recuperar a visão a 100%. Esta hipótese de “milagre”, no entanto, não terá sido validada pela Congregação para as Causas dos Santos.

“Há muitos sinais, muitas graças recebidas, mas que ainda não foram consideradas como milagres”, explicou Jorge Ortiga.

Agora, com a trasladação dos restos mortais de António Barroso para a igreja paroquial de Remelhe, o arcebispo de Braga admite que poderão aparecer mais pessoas a pedir graças e que “poderá acontecer um milagre”.

António Barroso nasceu em Remelhe, Barcelos, em 5 de novembro de 1854, tendo sido missionário em Angola, Moçambique e Índia. Foi depois, de 1899 a 1918, bispo no Porto.

Ficou célebre pela forma como lutou contra a perseguição feita à Igreja Católica por Afonso Costa, na sequência da implantação da República Portuguesa.

Em 1911, não acatou a ordem do governo da primeira República de Portugal e mandou ler nas igrejas a carta pastoral dos bispos. Foi chamado, julgado e “desterrado” da diocese do Porto para Cernache do Bonjardim. Cumprida a pena e regressado à diocese do Porto, em 1917 voltou a ser “desterrado”, desta vez para Remelhe.

Faleceu, “com fama de santo”, em 31 de agosto de 1918, no Porto.

A urna foi transportada, em 04 de setembro, por caminho-de-ferro, para Barcelos. Velada na Igreja Matriz, seguiu, no dia seguinte, num carro de bois, para o cemitério de Remelhe.

Em 1927, faz-se nova trasladação, sendo a urna transferida do sarcófago da família para a capela-jazigo em que ainda se encontra e de onde sairá no domingo.

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Barcelos

Igreja do século XVI da Misericórdia de Barcelos reabre após obras de restauro

Arcepispo Primaz de Braga preside a eucarista de graças

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Fotos: SCMB (esq.) / O MINHO (dta.)

A Igreja da Misericórdia de Barcelos reabre, este sábado, após conclusão dos trabalhos de restauro, informou hoje fonte da instituição.

Numa nota enviada a O MINHO, a Santa Casa da Misericórdia de Barcelos dá nota que a inauguração das obras está marcada para as 15:00 horas, estando prevista a realização de uma missa, celebrada por D. Jorge Ortiga, Arcebispo Primaz de Braga, à qual se seguirá o descerramento de uma placa comemorativa no átrio da mesma.

Átrio. Foto: Divulgação / SCMB

Construída no século XVI, a Igreja da Misericórdia de Barcelos foi alvo de uma “intervenção profunda”, que, de acordo com a instituição, “permitiu restaurar os elementos existentes – entre pavimento, telhado e paredes -, mas também descobrir novos elementos”.

“Mais concretamente, a obra decorreu na fachada, telhado, capela-mor, aco-cruzeiro, altares de Santo António, da Nossa Senhora da Conceição e da Senhora da Cana Verde, sanefas, púlpitos e quadros”, acrescenta.

A Igreja da Misericórdia de Barcelos fica situada no Campo da República (vulgo Campo da Feira), naquela cidade.

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