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Região

Sol regressa na próxima semana com máximas de 33 graus no Minho

Estado do tempo

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Foto: DR

Depois de dois dias cinzentos, o sol deve regressar este domingo à região do Minho, com subida das temperaturas máximas, segundo previsões do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).


De acordo com aquele organismo, as temperaturas máximas começam a subir já a partir de amanhã, devendo atingir os 28 graus no interior dos distritos de Braga e Viana do Castelo.

Ao longo da semana, o calor está de volta, com as temperaturas a subirem até aos 33 graus na região interior e aos 29 no litoral.

Para este domingo e segunda-feira é esperado alguma nebulosidade, com o céu limpo a chegar a partir de terça-feira, devendo manter-se durante toda a semana.

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Guimarães

Está a nascer um novo museu militar em Guimarães

A cargo da Associação de Veteranos Lanceiros de Portugal

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À direita o vice-presidente da AVLP, Cláudio Monteiro, à esquerda o presidente, Fernando Rego.

Está a nascer um novo museu militar em Guimarães, obra da Associação de Veteranos Lanceiros de Portugal (AVLP), que reúne ex-militares das especialidades de Polícia do Exército e Polícia Militar e tem sede na Cidade Berço. Vai ser instalado num conjunto de salas cedidas pela Misericórdia, nas instalações do antigo hospital de Guimarães.

O protocolo entre as duas instituições foi firmado entre o provedor da Misericórdia local, Eduardo Leite e o presidente da AVLP, Fernando Rego, no início de março. “Logo a seguir à assinatura do protocolo, entramos em confinamento e, desde essa altura, uma série de problemas relacionados com a situação sanitária, fizeram com que o processo estivesse suspenso. Tivemos, inclusivamente, membros da AVLP a cumprir isolamentos profiláticos”, informa Fernando Rego.

Neste momento, o museu está em fase final de instalação. “A Associação tem um acordo com a Câmara Municipal, que irá ajudar a custear a instalação”, afirma o presidente da AVLP. Com este museu a cidade de Guimarães vai atrair para si um acervo de mais de 30 mil peças de uma coleção que abrange todos os ramos do Exército, Marinha, Força Aérea, forças paramilitares, como a GNR e até organizações do antigo regime, como a Mocidade Portuguesa, Legião Portuguesa e PIDE, além de forças estrangeiras.

À direita o vice-presidente da AVLP, Cláudio Monteiro, à esquerda o presidente, Fernando Rego. Foto: Rui Dias / O MINHO

Trata-se de um conjunto de peças que Cláudio Monteiro, vice-presidente da AVLP, foi reunindo ao longo de muitos anos. “Comecei pelos brinquedos militares e estes terão uma parte importante neste museu. Mas depois fui evoluindo para outro tipo de objetos: coberturas, fardas, documentos, na verdade tenho um pouco de tudo na minha coleção, até viaturas. Há outros colecionadores que são especializados, que têm coleções mais completas em certas áreas. A coleção que vamos trazer para Guimarães é muito eclética”, explica Cláudio Monteiro.

“Há a possibilidade, depois de estarmos a funcionar, de trazer a Guimarães exposições temporárias, com peças de outras associações e museus com quem temos boas relações e a quem já temos emprestado algumas das nossas peças”, antecipa Cláudio Monteiro.

A coleção de Cláudio Monteiro tem peças tão distintas como uma viatura todo-o-terreno UMM, de Polícia do Exército, ou uma mota Sachs Hércules 125, passando por livros, obras de arte, fardamentos, condecorações, guiões, modelismo, equipamentos de comunicações, coberturas, soldadinhos de chumbo ou brinquedos.

Foto: Rui Dias / O MINHO

Foto: Rui Dias / O MINHO 

Um museu será constituído por uma área para a exposição permanente, mais ligada à arma de cavalaria, à especialidade de Polícia do Exército/Polícia Militar (Lanceiros) e outra reservada para exposições temporárias. Estão previstas exposições temáticas, evocativas de momentos históricos, ou mostras ligadas a diversas áreas de interesse militar. “Não é possível apresentar 30 mil peças de uma só vez. Teremos de fazer uma escolha criteriosa”, antevê o presidente da AVLP.

Claúdio Monteiro enfatiza a boa relação com a instituição militar e com outras associações, como a Associação Portuguesa de Veículos Militares, que irá contribuir para tornar este museu num organismo vivo. “Quem nos visitar duas vezes por ano, garantidamente não verá as mesmas peças”, afirma.

Foto: Rui Dias / O MINHO

Foto: Rui Dias / O MINHO

Foto: Rui Dias / O MINHO

Foto: Rui Dias / O MINHO

As peças em exposição permitirão ao visitante recuar até às invasões francesas, passando pelas Guerras Liberais, pelo Corpo Expedicionário Português na Grande Guerra, pela II Guerra Mundial, até à Guerra Colonial.

Para João Vareta, coronel de cavalaria na reserva e presidente da Mesa da Assembleia da AVLP, “é muito importante para Guimarães, o berço da nacionalidade, atrair para a cidade uma coleção com este valor”. 

O presidente da AVLP não arrisca ainda uma previsão para a inauguração deste novo museu militar, “Casa do Lanceiro”, em virtude do momento de alguma incerteza que o país, e particularmente o concelho de Guimarães, atravessa. “Queremos, muito rapidamente, ultrapassar esta fase de instalação, para passarmos ao próximo objetivo, que será a integração com a comunidade, nomeadamente com as escolas”.

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Viana do Castelo

Um anúncio triste para o ‘mundo metaleiro’. Barroselas Metalfest só em 2022

Cultura

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Foto: SWR Barroselas Metal Fest / Facebook (Arquivo)

A 23.ª edição do Barroselas Metalfest, que deveria ter acontecido este ano e foi adiada para 2021, afinal só irá acontecer em 2022, anunciou a organização, referindo que “estes tempos sombrios” não permitem um festival “como nos velhos tempos”.

O adiamento do festival, que decorre em Barroselas, localidade do concelho de Viana do Castelo, foi anunciado pela organização numa publicação na página oficial do Barroselas Metalfest na rede social Facebook.

“Estes tempos sombrios não nos permitem imaginar Barroselas como nos velhos tempos nem o nosso coração aceita um novo desfecho dececionante. Mesmo correndo o risco de voltar a errar, preferimos adiar o SWR Barroselas Metalfest 23 para 28 abril – 01 maio 2022 e encarar o futuro com otimismo e bom senso”, lê-se na publicação.

A 23.ª edição do festival deveria ter acontecido entre 29 de abril e 02 de maio deste ano, mas foi adiada devido à pandemia da covid-19. No final de março, a organização anunciou que a 23.ª edição iria realizar-se nos mesmos dias, entre 29 de abril e 02 de maio, mas em 2021.

A organização refere que, até 2022, irá “aproveitar para trabalhar novas ideias e preparar mais uma edição com calma e ponderação”.

“É muito triste, mesmo deprimente e até revoltante, mas um guerreiro será sempre um guerreiro! Os bilhetes comprados continuam válidos para 2022 e assim que possível informaremos acerca dos procedimentos de reembolso”, afirma.

O Barroselas Metalfest é o primeiro festival de música português a ser adiado de 2021 para 2022.

A pandemia da covid-19 fez com que este ano não se realizassem um pouco por todo o mundo os habituais festivais de música, que juntam milhares de pessoas e se concentram sobretudo nos meses de verão.

Em Portugal, as edições de 2020 dos festivais começaram em abril a serem adiadas para 2021.

Mas, foi só em maio, com o anúncio da proibição da realização de “festivais e espetáculos de natureza análoga” até 30 de setembro, e a posterior aprovação na Assembleia da República, que muitas organizações tomaram a decisão de adiar as edições de 2020.

No entanto, este tipo de espetáculos seria permitido com lugares marcados e o cumprimento de regras que permitam o distanciamento social.

No caso dos adiamentos, os portadores de bilhete tiveram direito a pedir a troca do mesmo por um vale “de igual valor ao preço pago”, válido até 31 de dezembro de 2021, e que pode ser utilizado na “aquisição de bilhetes de ingresso para o mesmo espetáculo a realizar em nova data ou para outros eventos realizados pelo mesmo promotor”.

Caso o vale não seja usado até 31 de dezembro de 2021, “o portador tem direito ao reembolso do valor do mesmo”, podendo pedi-lo a partir de 01 de janeiro de 2022, e “no prazo de 14 dias úteis”.

Entretanto, no final de setembro, o Governo decidiu prolongar a proibição da realização de “festivais e espetáculos de natureza análoga” até 31 de dezembro deste ano.

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Guimarães

Fevereiro de 2021: Guimarães aponta conclusão de obra na rotunda de Silvares

Obras públicas

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Foto: Divulgação / CM Guimarães

“Já está formado o túnel da obra de desnivelamento da rotunda de Silvares”. O anúncio foi feito hoje pela Câmara de Guimarães, através de um comunicado enviado às redações.

Na nota, a autarquia aponta a data de 2021 para a conclusão da obra num dos principais acessos à cidade para quem vem de lado Oeste do distrito.

Refere o documento que a intervenção, uma parceria entre as Infra-estruturas de Portugal e a autarquia, está a decorrer dentro dos prazos estabelecidos e vai constituir a primeira fase de ligação ao Avepark.

“Esta é uma obra muito necessária, que resolve o grande constrangimento de tráfego na entrada e na saída da cidade. A previsão é que esteja concluída durante o mês de fevereiro”, disse o presidente da Câmara Domingos Bragança, na visita que fez à obra.

Este desnivelamento da rotunda vai permitir uma ligação direta da A11 à variante de Creixomil e, assim, “facilitar a fluidez da circulação automóvel naquela zona”, assegura a Câmara.

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