Seguir o O MINHO

Braga

Sociedade Portuguesa de Autores denuncia insultos e agressões a inspetor em Vila Verde

Cobrança de direitos de autor à Associação C.R. Amigos Cabanelas, correspondentes à utilização de obras protegidas num espetáculo: “É um edifício privado e uma festa privada, para sócios. Eu na minha casa não posso cantar o fado?”

em

Foto: DR

A Sociedade Portuguesa de Autores (SPA) denunciou hoje que um seu inspetor foi “ameaçado, insultado e agredido” em Vila Verde, quando “cobrava” a uma associação direitos de autor correspondentes à utilização de obras protegidas, num espetáculo.

Em comunicado, a SPA acrescenta que os factos remontam a 23 de julho, quando o inspetor Carlos Ventura se deslocou à Associação Cultural e Recreativa Amigos de Cabanelas “para garantir que seria efetuada a justa cobrança de direitos de autor correspondentes à utilização de obras protegidas, num espetáculo naquele local”.

“Os espetáculos ali realizados requerem a autorização da SPA, que não costuma ser solicitada, apesar de estar claramente determinada pela lei”, sublinha.

Segundo a SPA, Carlos Ventura “recebeu insultos e ameaças de dirigentes da coletividade” e, “para se proteger, foi forçado a correr em direção à viatura em que se deslocava, sempre perseguido por indivíduos que tentavam ostensivamente agredi-lo”.

“Foi duas vezes atingido, admite-se que com uma pedra e/ou um pau, ficando com lesões numa perna e num braço, o que o impede de desempenhar normalmente as suas funções”, acrescenta.

Contactado pela Lusa, o presidente da associação, David Araújo, disse-se “espantado” com as acusações e assegurou que não tem conhecimento de “rigorosamente nada”.

Segundo David Araújo, na noite de 23 de julho houve uma sessão de fados na sede da associação, integrada numa semana cultural.

“É um edifício privado e uma festa privada, para sócios. Eu na minha casa não posso cantar o fado?”, questionou.

Na altura, estava também reunida no edifício uma associação de caçadores.

“Eu estava lá nessa noite, os meus companheiros de direção também estavam, e não vi nada do que a SPA agora vem agora falar”, acrescentou.

Segundo o comunicado da SPA, o inspetor foi assistido no Hospital de Braga e “está ainda a efetuar exames médicos para a deteção de outras eventuais lesões”.

“Na perseguição, foi-lhe destruído o telemóvel, o relógio, as botas e um casaco”, refere ainda o comunicado.

A SPA diz que apresentou queixa-crime por ofensas corporais e por crime de usurpação, “com o objetivo de assegurar a identificação e a punição dos perseguidores”. “Pretende a SPA que as coletividades assumam as suas responsabilidades, paguem os direitos convenientes pela utilização de obras protegidas nas suas atividades de entretenimento e que respeitem a integridade física, a competência e a dignidade de quem legitimamente representa a cooperativa dos autores portugueses”, sublinha o comunicado.

Para a SPA, situações como esta não podem ficar impunes, já que isso poderia “abrir a porta a outros atos agressivos, intimidatórios e de provocação que põem em causa uma instituição com 94 anos de existência, que representa cerca de 26 mil autores de todas as disciplinas e de todo o país e cujo presidente preside atualmente ao Grupo Europeu de Sociedades de Autores”

Anúncio

Braga

PSP impede mulher de se matar em Braga

Na rua Afonso Palmeira

em

Foto: O MINHO (Arquivo)

Uma Equipa de Intervenção Rápida (EIR) da PSP de Braga impediu que uma mulher de 39 anos pusesse termo à vida, esta madrugada de quarta-feira, em Braga.

A situação terá ocorrido na rua Afonso Palmeira, pouco depois das 00:00, com a mulher a tentar o suicídio numa primeira vez, acabando por ser impedida pelo companheiro.

Ao que apurámos, uma queixa de violência doméstica está na origem da deslocação das autoridades ao local. Quando estas chegaram, a mulher terá novamente tentado atirar-se de uma varanda, tendo sido impedida por elementos daquela força policial.

A vítima, que sofre de depressão e estava sob efeito de medicação, foi transportada pelo INEM ao Hospital de Braga, onde ficou sob vigilância médica.

Continuar a ler

Braga

PJ investiga morte de jovem em hotel de Braga

Em Nogueiró

em

Foto: O MINHO

Um indivíduo de 28 anos foi encontrado em paragem cardiorrespiratória dentro de um quarto de hotel em Braga, ao final da tarde desta terça-feira.

O jornal SOL escreve que o jovem, de nacionalidade estrangeira, foi encontrado em estado crítico por familiares num hotel em Nogueiró.

Foto: O MINHO

Segundo a TVI, há suspeitas que o jovem possa ter sido assassinado por uma mulher que também estava instalada naquela unidade hoteleira.

Foram rapidamente ativados os meios de emergência com uma equipa médica afeta à VMER de Braga a deslocar-se ao local para tentar reverter a situação, algo que não foi possível.

A vítima acabou por morrer ainda no local, tendo sido transportada para o Instituto de Medicina Legal de Braga pelos Bombeiros Sapadores.

Uma equipa de inspetores da Polícia Judiciária de Braga foi chamada ao local para investigar as causas da morte.

Notícia atualizada às 23:37

Continuar a ler

Braga

Proprietários das “Lojas com História” em Braga já podem pedir isenção do IMI

44 lojas abrangidas

em

Foto: Divulgação / CM Braga

A Câmara de Braga anunciou esta terça-feira que os estabelecimentos abrangidos pelo programa “Lojas com História” já se podem candidatar à isenção de Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI), sendo que o prazo corre até 30 de novembro.

Em comunicado enviado à Lusa, a autarquia refere que atualmente são 44 as lojas abrangidas por aquele programa e que “está a decorrer também a segunda fase de classificação das “Lojas com História”, cuja candidatura deve ser feita junto dos serviços da autarquia.

Para conseguir a classificação de “Loja com História”, explica a autarquia, é preciso a “verificação cumulativa de determinados tipos de fatores”, desde a longevidade da atividade, que deve ter “pelo menos” 25 anos.

“A par da atividade (e a ela intrinsecamente ligados) também o património material e o património imaterial do estabelecimento ou da atividade devem apresentar determinadas características reveladoras do seu significado histórico e cultural ou social local”, refere a autarquia.

Para o vereador do urbanismo da Câmara de Braga, Miguel Bandeira, “a iniciativa é determinante para a aplicação dos benefícios previstos à data e outros que possam ser aprovados. Ao mesmo tempo é um estímulo para a manutenção da atividade que é hoje reconhecidamente um fator fundamental para a coesão e atratividade das cidades”.

O reconhecimento daquele tipo de estabelecimentos leva ainda à “inclusão das lojas classificadas no portal do Inventário Nacional Comércio com História que irá promover através da relação com a plataforma do Turismo de Portugal: Visit Portugal a divulgação das lojas reconhecidas em Braga”.

Continuar a ler

EM FOCO

Anúncio

ÚLTIMAS

Vamos Ajudar?

Reportagens da Semana

Populares