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Alto Minho

Soajo representado numa das moedas comemorativas 2018

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A Casa da Moeda procedeu à cunhagem de um exemplar alusivo aos espigueiros do Noroeste Peninsular, com a imagem da Eira Comunitária dos Espigueiros de Soajo, em Arcos de Valdevez, revelou esta segunda-feira o presidente da câmara.

Integrado na série “Etnografia Portuguesa”, aquele ‘ex-libris’ do concelho, classificado como Imóvel de Interesse Público desde 1983, faz parte das moedas comemorativas de 2018.

“Este reconhecimento a Soajo, para além de nos encher a todos de orgulho, é mais um reforço da identidade local, valorização do património cultural e um contributo para a promoção e divulgação turística desta localidade”, afirmou o autarca João Manuel Esteves, citado na nota enviada à imprensa.

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Viana do Castelo

Viana com bandeira a meia haste pela morte de impulsionador das festas d’Agonia

O funeral realiza-se esta segunda-feira na igreja da Ordem Terceira.

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Foto: DR

A Câmara de Viana do Castelo colocou esta segunda-feira a bandeira a meia haste em sinal de respeito pela morte de Francisco Cruz, impulsionador das festas d’Agonia, Cidadão de Honra do concelho e Comendador da Classe do Mérito Comercial.

Francisco Augusto Leite Ferreira da Cruz morreu no domingo, aos 91 anos. O funeral realiza-se, esta segunda-feira, pelas 15:00, na igreja da Ordem Terceira, em Viana do Castelo.

Francisco Cruz foi condecorado, em 2008, pelo então presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, com o título de Comendador da Classe do Mérito Comercial.

Em comunicado, a Câmara de Viana do Castelo sublinhou hoje que, apesar de não ser natural de Viana do Castelo, Francisco da Cruz “destacou-se pelo entusiasmo, dinamismo e generosidade com que atuou nas instituições e associações, nos eventos de animação cultural e turística e, especialmente, na Comissão de Festas de Nossa Senhora d’Agonia”.

Desde 1963, Francisco Cruz “esteve ligado à organização da Romaria d’Agonia, muitas vezes como presidente da Comissão Executiva, tendo recebido o título de Cidadão de Honra na sessão solene comemorativa do aniversário da cidade, a 20 de janeiro de 1999”.

“Foi sob a sua presidência na Comissão de Festas que foi criada, em 1968, por sugestão do Monsenhor Daniel Machado, a Procissão ao Mar, hoje em dia um dos mais emblemáticos números da rainha das romarias, e que se introduziu o “Cartaz Vivo da Romaria” no Cortejo Histórico-Etnográfico e que se melhorou a Festa do Traje”, destacou a autarquia.

Francisco Cruz fixou residência em Viana do Castelo, em 1953, “para trabalhar no comércio, associando-se ao cunhado na exploração de um estabelecimento de ourivesaria, tendo em 1962 estabelecido por sua conta própria uma casa de ótica, que ainda existe na cidade”.

Foi um dos fundadores do Coral Polifónico de Viana do Castelo e foi também presidente do Rotary Clube de Viana do Castelo, instituição do qual foi sócio desde 1967.

Durante vários anos foi dirigente da Casa dos Rapazes, presidiu à mesa da Assembleia Geral da Delegação de Viana do Castelo da Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão com Deficiência Mental (APPACDM) e foi, durante algum tempo, vereador da Câmara Municipal e presidente da Comissão Municipal de Turismo, tendo também pertencido ao núcleo fundador da Liga dos Amigos do Hospital da capital do Alto Minho.

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Viana do Castelo

Professora em Viana e Esposende morre ao cair de 27.º andar quando tirava uma “selfie” no Panamá

Natural da Vila das Aves, Santo Tirso, Sandra Manuela da Costa Macedo residiu em Viana e foi professora na Escola Alberto Rodrigues Sampaio, nas Marinhas, Esposende, e no Agrupamento Frei Bartolomeu dos Mártires, Viana do Castelo.

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Foto: DR

Uma mulher portuguesa morreu na sexta-feira no Panamá ao cair de uma varanda de um 27.º andar quando tentava tirar uma “selfie”, noticiou, este sábado, a imprensa local citando a polícia.

Natural da Vila das Aves, Santo Tirso, Sandra Manuela da Costa Macedo residiu em Viana e foi professora na Escola Alberto Rodrigues Sampaio, em Belinho, Esposende, e no Agrupamento Frei Bartolomeu dos Mártires, Viana do Castelo.

Turma da professora Sandra na Escola Primária de Belinho, Esposende (2010). Foto: Facebook de Susana Cunha Barros

Segundo a polícia, a portuguesa de 45 anos, que deixa dois filhos, tinha título de residente no Panamá, mas chegara ao país há pouco tempo.

O acidente ocorreu na sexta-feira, cerca das 10 horas locais (16:00 em Portugal continental), no bairro de El Cangrejo, na Cidade do Panamá, segundo a polícia.

A imprensa panamiana publica um vídeo em que se vê o acidente, filmado por operários que trabalhavam num edifício próximo e tentaram avisar a jovem do perigo ao verem-na sentar-se no corrimão da varanda, segundo o jornal panamiano La Critica.

Um estudo divulgado no princípio deste mês concluiu que entre 2011 e 2017 pelo menos 259 pessoas morreram ao tentar tirar uma ‘selfie’ em situações perigosas.

Notícia atualizada às 01h04.

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Ponte de Lima

Hospital de Ponte de Lima é um dos cinco do país com quadro completo de reumatologistas

Por sua vez, o Hospital de Guimarães é um dos hospitais que não dispõe de qualquer reumatologista.

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Foto: O MINHO (via Google Earth)

Cerca de metade dos portugueses não tem acesso a reumatologista nos hospitais públicos, havendo muito poucas unidades do Serviço Nacional de Saúde com o quadro completo de especialistas, alerta a Sociedade Portuguesa de Reumatologia.

Em entrevista à agência Lusa, o presidente da Sociedade de Reumatologia, Luís Cunha Miranda, revelou que são apenas cinco os hospitais do SNS com o quadro completo de especialistas, lista da qual faz parte o Hospital de Ponte de Lima, e mais quatro grandes hospitais do país, dois deles centrais: Santa Maria, Centro Hospitalar Lisboa Oeste e Hospital Garcia da Orta, em Lisboa, e S. João, no Porto.

Por sua vez, o Hospital de Guimarães é um dos hospitais que não dispõe de qualquer reumatologista.

Uma avaliação feita nos últimos meses por esta sociedade científica sobre a capacidade dos hospitais públicos concluiu que 51,8% dos portugueses não tem acesso à especialidade de reumatologia devido à deficiência cobertura da rede hospitalar.

O problema não é só de agora, reconhece o médico, indicando que se trata de uma questão quase estrutural, que se tem arrastado ao longo dos anos, e que faz da reumatologia uma especialidade “esquecida e negligenciada”.

Em mais de 40% dos hospitais públicos não há sequer um único especialista em reumatologia. O que significa que cinco milhões de portugueses, metade dos quais com uma doença reumática, não tem acesso a um especialista no SNS.

Isto não ocorre apenas no interior do país ou em zonas onde tradicionalmente é mais difícil colocar médicos, acrescenta Luís Cunha Miranda. Hospital de Guimarães, Santo António (no Porto) ou Amadora-Sintra são algumas das unidades sem reumatologistas.

Só na área de abrangência de Amadora e Sintra há 900 mil pessoas que não têm qualquer reumatologista. Luís Cunha Miranda avisa ainda que se vai criar um novo hospital em Sintra, mas que na sua lista de especialidades a abrir não consta a reumatologia.

“O que é mais chocante é que existem pessoas disponíveis para abrir unidades em hospitais como Amadora Sintra ou Santo António e esses hospitais não abrem unidades. Há reumatologistas disponíveis, mas há sempre obstáculos à abertura de unidades, ou da parte das administrações dos hospitais ou da parte das administrações regionais de saúde. Mas quem tinha de ter um plano definido era a Administração Central do Sistema de Saúde”, defende o presidente da Sociedade de Reumatologia.

No último levantamento feito pelo colégio de reumatologia da Ordem dos Médicos, com data de novembro de 2017, estavam definidos 177 reumatologistas em Portugal, sendo que nem todos trabalham no SNS.

De acordo com a Sociedade de Reumatologia, faltam pelo menos mais de 80 especialistas nos hospitais públicos para cobrir as necessidades da população.

O presidente da Sociedade recorda que 56% da população portuguesa tem queixas reumáticas, sendo que se estima que 35% dos doentes não sabe que tem uma doença reumática.

Luís Cunha Miranda recorda que as doenças reumáticas têm um enorme impacto social e económico. Só em termos de reformas antecipadas, as doenças reumáticas custam mais de 900 milhões de euros por ano ao Estado, o que significa 0,5% do PIB nacional.

Já o absentismo provocado por doenças reumáticas se traduz em custos de quebra de produtividade de cerca de 200 milhões por ano.

“O acesso a um especialista pode ajudar a melhorar a vida dos doentes e pode ajudar a mudar este panorama”, considera o médico.

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