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Alto Minho

Sistelo. Arcos de Valdevez assina protocolo com aldeias vencedoras das “Sete Maravilhas”

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Os municípios onde se localizam as aldeias vencedoras, em 2017, do concurso Sete Maravilhas de Portugal, assinaram um protocolo para promover as suas regiões, potenciando a criação de condições que visem o seu desenvolvimento sócio-económico e promovam a fixação de pessoas.

Neste sentido, a Câmara Municipal de Arcos de Valdevez junta-se às de Figueira de Castelo Rodrigo, Arganil, Bragança, Calheta, Ferreira do Zêzere e Reguengos de Monsaraz, acabam de celebrar um protocolo cujo objectivo é o de promover conjuntamente as suas regiões, com destaque para as suas aldeias eleitas “Maravilha”, respetivamente, Sistelo, Castelo Rodrigo, Piódão, Rio de Onor, Fajá dos Cubres, Dornes e Monsaraz.

Pretende-se, deste modo, promover conjuntamente, a sua cultura, as suas actividades económicas, o seu património edificado único e as suas gentes, optimizando recursos e alcançar os objetivos que melhor satisfazem os interesses públicos envolvidos.

Neste protocolo estão previstas acções de promoção das Sete Aldeias-Maravilha, nomeadamente, a criação, produção e instalação de um photopoint, de um totem identificativo e de uma brochura.

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Alto Minho

Conselho Regional: Norte “não deve ter vergonha” de seguir exemplo do Alto Minho

Palavras de Miguel Alves, presidente do conselho e autarca de Caminha.

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Foto: DR/Arquivo

O presidente do Conselho Regional do Norte, Miguel Alves, disse hoje que o Norte “não deve ter vergonha de olhar para o Alto Minho como um farol de atuação” na execução dos fundos comunitários na última década.

“O Norte não deve ter vergonha de olhar para o trabalho que o Alto Minho fez nestes últimos dez anos, porque o Alto Minho sinaliza alguns caminhos importantes”, afirmou o socialista Miguel Alves, também presidente da Câmara de Caminha.

Miguel Alves que falava em Vila nova de Cerveira, no encerramento do seminário “Alto Minho 2030: Balanço 2014-2020 & Novos Desafios”, para assinalar os dez anos da Comunidade Intermunicipal (CIM) do Alto Minho, referiu que após cinco quadros comunitários de apoio executados o “Norte continua a ser a região mais pobre do país “.

“Há um fosso a superar e um caminho estrutural que é preciso fazer e que tem demorado a ser feito”, defendeu o presidente do Conselho Regional do Norte, órgão consultivo da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N), acrescentando que, “nessa matéria, o Alto Minho é um farol de referência”.

“O Norte tem de perceber que cinco quadros comunitários depois, o sexto a avançar dentro de dois ou três anos, é preciso mudar alguma coisa para deixar de ser, depois de todo este dinheiro, a região mais pobre do país e uma das mais pobres da Europa”, salientou o presidente do Conselho Regional do Norte, no final de um dia inteiro de debate sobre a estratégia que o Alto Minho pretende implementar até 2030.

Miguel Alves disse que no próximo quadro comunitário de apoio a região Norte “não pode fazer o mesmo com mais força, não pode fazer o mesmo com mais barulho ou mesmo com mais luzes”, considerando que “não se pode limitar a ficar numa postura de reclamar relativamente às injustiças que acontecem”.

“Há dois desafios para corporizar essa mudança, o Plano Nacional de Investimentos, que está a ser fechado e no qual o Norte tem uma palavra a dizer, e o próximo quadro comunitário, que terá menos dinheiro e obrigará mais exigência”, sustentou.

Como “exemplos” da atuação do Alto Minho, Miguel Alves apontou “o modo como tem trabalhado a execução orçamental dos fundos comunitários, cerca de 512 milhões de euros até final de junho de 2018, e a capacidade de congregar municípios e encontrar consensos”.

Apontou ainda “a capacidade de intervenção em temas essenciais, não se deixando ficar nas covas relativamente a nenhum tema, nem no quadro comunitário anterior, nem atual, na reprogramação dos fundos ou no próximo”.

Também presente na sessão de encerramento, o presidente da CIM do Alto Minho, estrutura que agrega os dez concelhos do distrito de Viana do Castelo, defendeu que no próximo quadro comunitário de apoio os municípios da região terão de aprofundar a cooperação.

José Maria Costa, que é também presidente da Câmara de Viana do Castelo, adiantou que no próximo quadro comunitário de apoio terá de ser feito “um trabalho mais profundo em áreas como a mobilidade e uma nova abordagem, mais integrada e participada na qualidade de vida das pessoas, ao nível da saúde e dos equipamentos sociais”.

“São os novos desafios que temos pela frente, associados à inovação”, sustentou José Maria Costa, defendendo a necessidade de a região “atrair cada vez mais talentos”.

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Viana do Castelo

Viana com bandeira a meia haste pela morte de impulsionador das festas d’Agonia

O funeral realiza-se esta segunda-feira na igreja da Ordem Terceira.

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Foto: DR

A Câmara de Viana do Castelo colocou esta segunda-feira a bandeira a meia haste em sinal de respeito pela morte de Francisco Cruz, impulsionador das festas d’Agonia, Cidadão de Honra do concelho e Comendador da Classe do Mérito Comercial.

Francisco Augusto Leite Ferreira da Cruz morreu no domingo, aos 91 anos. O funeral realiza-se, esta segunda-feira, pelas 15:00, na igreja da Ordem Terceira, em Viana do Castelo.

Francisco Cruz foi condecorado, em 2008, pelo então presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, com o título de Comendador da Classe do Mérito Comercial.

Em comunicado, a Câmara de Viana do Castelo sublinhou hoje que, apesar de não ser natural de Viana do Castelo, Francisco da Cruz “destacou-se pelo entusiasmo, dinamismo e generosidade com que atuou nas instituições e associações, nos eventos de animação cultural e turística e, especialmente, na Comissão de Festas de Nossa Senhora d’Agonia”.

Desde 1963, Francisco Cruz “esteve ligado à organização da Romaria d’Agonia, muitas vezes como presidente da Comissão Executiva, tendo recebido o título de Cidadão de Honra na sessão solene comemorativa do aniversário da cidade, a 20 de janeiro de 1999”.

“Foi sob a sua presidência na Comissão de Festas que foi criada, em 1968, por sugestão do Monsenhor Daniel Machado, a Procissão ao Mar, hoje em dia um dos mais emblemáticos números da rainha das romarias, e que se introduziu o “Cartaz Vivo da Romaria” no Cortejo Histórico-Etnográfico e que se melhorou a Festa do Traje”, destacou a autarquia.

Francisco Cruz fixou residência em Viana do Castelo, em 1953, “para trabalhar no comércio, associando-se ao cunhado na exploração de um estabelecimento de ourivesaria, tendo em 1962 estabelecido por sua conta própria uma casa de ótica, que ainda existe na cidade”.

Foi um dos fundadores do Coral Polifónico de Viana do Castelo e foi também presidente do Rotary Clube de Viana do Castelo, instituição do qual foi sócio desde 1967.

Durante vários anos foi dirigente da Casa dos Rapazes, presidiu à mesa da Assembleia Geral da Delegação de Viana do Castelo da Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão com Deficiência Mental (APPACDM) e foi, durante algum tempo, vereador da Câmara Municipal e presidente da Comissão Municipal de Turismo, tendo também pertencido ao núcleo fundador da Liga dos Amigos do Hospital da capital do Alto Minho.

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Viana do Castelo

Professora em Viana e Esposende morre ao cair de 27.º andar quando tirava uma “selfie” no Panamá

Natural da Vila das Aves, Santo Tirso, Sandra Manuela da Costa Macedo residiu em Viana e foi professora na Escola Alberto Rodrigues Sampaio, nas Marinhas, Esposende, e no Agrupamento Frei Bartolomeu dos Mártires, Viana do Castelo.

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Foto: DR

Uma mulher portuguesa morreu na sexta-feira no Panamá ao cair de uma varanda de um 27.º andar quando tentava tirar uma “selfie”, noticiou, este sábado, a imprensa local citando a polícia.

Natural da Vila das Aves, Santo Tirso, Sandra Manuela da Costa Macedo residiu em Viana e foi professora na Escola Alberto Rodrigues Sampaio, em Belinho, Esposende, e no Agrupamento Frei Bartolomeu dos Mártires, Viana do Castelo.

Turma da professora Sandra na Escola Primária de Belinho, Esposende (2010). Foto: Facebook de Susana Cunha Barros

Segundo a polícia, a portuguesa de 45 anos, que deixa dois filhos, tinha título de residente no Panamá, mas chegara ao país há pouco tempo.

O acidente ocorreu na sexta-feira, cerca das 10 horas locais (16:00 em Portugal continental), no bairro de El Cangrejo, na Cidade do Panamá, segundo a polícia.

A imprensa panamiana publica um vídeo em que se vê o acidente, filmado por operários que trabalhavam num edifício próximo e tentaram avisar a jovem do perigo ao verem-na sentar-se no corrimão da varanda, segundo o jornal panamiano La Critica.

Um estudo divulgado no princípio deste mês concluiu que entre 2011 e 2017 pelo menos 259 pessoas morreram ao tentar tirar uma ‘selfie’ em situações perigosas.

Notícia atualizada às 01h04.

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