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Região

Sismo com epicentro em Coimbra sentido em Braga e Viana

IPMA

em

Foto: DR

Um sismo de magnitude 3.7 na escala de Richter, com epicentro em Coimbra, foi sentido nos distritos de Braga e Viana do Castelo, disse a O MINHO fonte do IPMA.


De acordo com as estações da Rede Sísmica do Continente, o abalo foi registado pelas 11:42 horas, com epicentro localizado a cerca de 35 quilómetros a Oeste-Noroeste do Cabo Mondego.

Segundo a mesma fonte, o sismo foi sentido “com intensidade máxima III/IV”, na escala de Mercali, no concelho de Mira, distrito de Coimbra.

Foi ainda sentido com menor intensidade em quase toda a região norte, incluíndo Viana do Castelo e Braga.

O IPMA explica que a localização do epicentro de um sismo é um processo físico e matemático complexo que depende do conjunto de dados, dos algoritmos e dos modelos de propagação das ondas sísmicas.

“Agências diferentes podem produzir resultados ligeiramente diferentes. Do mesmo modo, as determinações preliminares são habitualmente corrigidas posteriormente, pela integração de mais informação”, escreve o IPMA.

“Em todos os casos acompanhe sempre as indicações dos serviços de proteção civil”, recomenda o IPMA.

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Braga

Comércio em Braga autorizado a abrir às 08:00

Estado de emergência

em

Foto: Divulgação / CM Braga

A Câmara de Braga anunciou esta sexta-feira que os estabelecimentos comerciais têm autorização para abrir a partir das 08:00 nos dias 27, 28, 29, 30 de novembro e 1, 5, 6, 7 e 8 de dezembro.

Em comunicado, o município adianta que a medida obteve o parecer favorável da autoridade local de saúde e das forças de segurança.

Assim, considera a autarquia, é dado um contributo para “evitar situações de potencial concentração de pessoas que possam decorrer das limitações horárias impostas, incentivando a diluição da intensidade do público no acesso aos estabelecimentos”.

O Governo determinou a renovação da declaração do estado de emergência até às 23h59 do dia 8 de dezembro.

Estando o concelho de Braga considerado como de risco muito elevado ou extremo, está proibida a circulação diária de cidadãos aos fins de semana e feriados entre as 13:00 e as 05:00, bem como em todos os dias úteis entre as 23:00 e as 05:00.

Para a Câmara de Braga, estas regras devem “garantir a prevenção, contenção e mitigação da transmissão da covid-19, prejudicando o menos possível o correto e regular funcionamento dos estabelecimentos sedeados no concelho”.

A Câmara de Braga anunciou esta sexta-feira que os estabelecimentos comerciais têm autorização para abrir a partir das 08:00 nos dias 27, 28, 29, 30 de novembro e 1, 5, 6, 7 e 8 de dezembro.

Em comunicado, o município adianta que a medida obteve o parecer favorável da autoridade local de saúde e das forças de segurança.

Assim, considera a autarquia, é dado um contributo para “evitar situações de potencial concentração de pessoas que possam decorrer das limitações horárias impostas, incentivando a diluição da intensidade do público no acesso aos estabelecimentos”.

O Governo determinou a renovação da declaração do estado de emergência até às 23h59 do dia 8 de dezembro.

Estando o concelho de Braga considerado como de risco muito elevado ou extremo, está proibida a circulação diária de cidadãos aos fins de semana e feriados entre as 13:00 e as 05:00, bem como em todos os dias úteis entre as 23:00 e as 05:00.

Para a Câmara de Braga, estas regras devem “garantir a prevenção, contenção e mitigação da transmissão da covid-19, prejudicando o menos possível o correto e regular funcionamento dos estabelecimentos sedeados no concelho”.

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Guimarães

Mortes por covid disparam em Guimarães: mais 46 em três dias

Dados locais

em

Foto: CM Guimarães / Arquivo

Segundo os dados mais recentes, divulgados pela Câmara Municipal, com base em dados do Agrupamento de Centros de Saúde do Alto Ave (ACES) e da Direção Geral da Saúde, o número de casos mortais de covid-19, em Guimarães, é agora de 98.

Os últimos dados divulgados pelo Município eram de segunda-feira, dia 23, nessa altura havia 52 óbitos por covid-19 registados no concelho. Entre segunda e quinta-feira, data a que reportam os últimos dados divulgados, houve um acréscimo de 46 mortos.

Os dados, divulgados pela Câmara de Guimarães, foram atualizados na quinta-feira, dia 26 de novembro, pela Unidade de Saúde Pública do ACES do Alto Ave e pela DGS / SPMS – Aplicativo Trace COVID 19 – Gestão de Vigilâncias.

Nesta altura, há 10.731 positivos acumulados em Guimarães, um aumento de 1.028 casos nos últimos três dias. Destes positivos, 2.465 são casos ativos.

Foram dadas como curadas 7.367 pessoas. Já faleceram 98 com a infeção e há, neste momento, 591 pessoas em isolamento profilático.

O MINHO procura junto das autoridades de saúde explicações para este enorme aumento da mortalidade no concelho de Guimarães. Recorde-se que, a 20 de novembro, a Câmara Municipal de Guimarães publicou uma nota que contabilizava os óbitos em 35, passados sete dias, o número de mortos ascende a 98, um aumento de 63 registos.

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Alto Minho

Monção vai ter novo parque empresarial

Investimento de 1,6 milhões

em

Capacidade Parque empresarial da Lagoa já está "esgotada"

A Câmara de Monção lançou hoje o concurso público para a construção, por 1,6 milhões de euros, de um polo industrial em Vale do Mouro para dar resposta à procura de promotores locais, nacionais e estrangeiros.

“Este projeto surge da necessidade de colmatar a grande falta de terrenos industriais que, neste momento, existe no concelho de Monção. A capacidade do polo industrial da Lagoa está totalmente esgotada”, disse hoje à agência Lusa, o presidente da Câmara de Monção, António Barbosa (PSD).

Contactado pela Lusa, a propósito da publicação, hoje, em Diário da República (DR), do anúncio do concurso público daquela empreitada, o autarca garantiu o início da empreitada no primeiro trimestre de 2021 e a previsão de conclusão dos trabalhos para o verão de 2022.

“O nosso objetivo é responder à procura de empresas locais que pretendem novos espaços para poderem alavancar às suas empresas e, por outro lado, responder à procura interessante por parte de empresas nacionais e estrangeiras que se querem fixar em Monção”, referiu.

O novo polo industrial com cerca de 60 mil metros quadrados, com 13 novos lotes, num investimento superior a 1,6 milhões de euros, com uma comparticipação de 750 mil euros de fundos comunitários e, o restante, esforço municipal.

“Quando fizemos a candidatura aos fundos comunitários tivemos de apresentar declarações de compromisso de várias empresas interessadas em fixar-se no novo polo industrial. Essa demonstração de interesse inicial ultrapassa em 50% a capacidade do parque”, especificou António Barbosa.

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