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Braga

Sindicato denuncia falta de enfermeiros nos cuidados continuados em Amares e Póvoa de Lanhoso

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O Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP) denunciou hoje, em comunicado, que a admissão de doentes na rede dos Cuidados Continuados em Amares e Póvoa de Lanhoso está suspensa, devido à falta de enfermeiros especialistas de reabilitação.

A Administração Regional de Saúde do Norte (ARSN) refere que “apenas, temporariamente, foi suspensa a admissão de novos utentes na Equipa de Cuidados Continuados Integrados (ECCI) de Póvoa de Lanhoso, por uma questão de ausência ao serviço, por doença, de um enfermeiro de reabilitação”.

“A inércia do Governo/Ministério da Saúde relativamente à abertura de concursos, aliada, provavelmente, à inércia de dotar os serviços com estes e outros enfermeiros através de mecanismos de mobilidade, determinou em Amares e Póvoa do Lanhoso a suspensão da admissão de doentes”, refere o comunicado do SEP.

O sindicato diz ainda que “para os doentes que agora não podem ser admitidos na rede só resta duas alternativas: ou ficam internados num hospital ou ficam sem acesso a cuidados de saúde e de reabilitação”.

A ARSN sublinha que “nunca deixou de estar garantida a prestação de cuidados necessários aos utentes” das ECCI de Póvoa de Lanhoso, Amares ou das restantes três que pertencem ao Agrupamento de Centros de Saúde Gerês-Cabreira.

Segundo a ARSN, naquelas 5 ECCI “apenas se verifica a carência de um enfermeiro de reabilitação, desde o dia 2 deste mês”.

“Contudo, foram já despoletados os procedimentos necessários ao preenchimento desta necessidade”, remata.

 

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Braga

Gabriela Monteiro vai a sepultar este sábado em Braga

Funeral realiza-se em Real, Braga

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Foto: DR

Gabriela Monteiro, mulher que perdeu a vida às mãos do companheiro na passada quarta-feira, na via pública, em Braga, vai a sepultar este sábado, em Real, concelho de Braga, pelas 17:00 horas.

A quarta mulher vítima mortal de violência doméstica deixa dois filhos e uma grande onda de consternação na cidade de Braga que se alastrou um pouco por todo o país, face ao cenário de horror em que perdeu a vida.

Em nota da agência responsável pelos serviços funerários, é indicado que o corpo da falecida ficará em câmara ardente a partir das 10:00 de sábado, a Igreja Paroquial de Real, com a missa de corpo presente a realizar-se pelas 17:00.

Gabriela foi a quarta mulher a perder a vida no distrito de Braga durante o ano de 2019, e a vigésima primeira a nível nacional.

Paulo Fernandes, autor das facadas que vitimaram Gabriela, está em prisão preventiva enquanto aguarda julgamento, depois de se ter apresentado no posto da PSP de Santa Tecla poucos minutos após ter cometido o bárbaro crime.

A morte de Gabriela, de 46 anos, e funcionária no Theatro Circo, em Braga, causou uma grande onde de pesar na cidade, que lhe prestou homenagem na noite desta quinta-feira, com mais de 500 pessoas em vigília silenciosa às portas do local onde trabalhava, em pleno centro histórico da cidade.

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Braga

M1lhão saiu no distrito de Braga

Jogos Santa Casa

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Foto: DR / Arquivo

O código vencedor do concurso 038/2019 do M1lhão, sorteado hoje, é DXS 18908, informou o Departamento de Jogos da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.

O prémio, no valor de um milhão de euros, saiu a uma aposta registada no distrito de Braga.

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Braga

Ministra anuncia 35 horas semanais para todo o SNS, menos no Hospital de Braga

Os profissionais de saúde do Hospital de Braga não serão ainda abrangidos por este alargamento enquanto estiverem em análise as diferentes situações contratuais

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Foto: DR

A passagem do horário normal de trabalho das 40 para as 35 horas semanais para todas as classes profissionais do Serviço Nacional de Saúde (SNS) foi hoje concluída pelo Ministério da Saúde.

A medida deixa, no entanto, de fora os profissionais do Hospital de Braga.

Em comunicado, o Ministério da Saúde (MS) adianta que o período normal de trabalho de 35 horas semanais já tinha sido atribuído à generalidade dos profissionais, com exceção dos que ainda não dispunham de um acordo específico – técnicos superiores de saúde, informáticos, docentes, administradores hospitalares e capelães.

“Para cumprir este objetivo, foi apresentada uma proposta de acordo que foi hoje assinada por duas estruturas sindicais – Federação dos Sindicatos da Administração Pública (FESAP) e Sindicato dos Quadros Técnicos do Estado (STE), que abrange cerca de 2200 profissionais – mas não pela Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais, que considerou imperativo incluir os profissionais do Hospital de Braga”.

Assim, esclarece o MS, os profissionais de saúde do Hospital de Braga não serão ainda abrangidos por este alargamento enquanto estiverem em análise as diferentes situações contratuais.

A gestão do Hospital de Braga transitou da esfera privada para a esfera pública em 01 de setembro.

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