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Futebol

Símbolos do Vitória vandalizados em Braga

Na ‘Fan Zone’ da Taça da Liga

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Foto: Guimarães Digital / Grupo Santiago

O símbolo do Vitória SC, presente em várias estruturas de promoção da Final Four da Taça da Liga, em Braga, foi alvo de vandalismo durante a última madrugada.

Situadas no centro da cidade, os símbolos foram pintados a spray de cor preta, ficando praticamente imperceptíveis.

O ato está a ser divulgado pela comunicação social vimaranense, suscitando revolta nos adeptos conquistadores, conhecidos rivais do emblema do SC Braga, que também estará presente na fase final.

Para além dos símbolos pintados, há ainda registo de telas rasgadas e insultos escritos na tenda oficial do evento.

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A Final Four da Taça da Liga arranca a 21 de janeiro com o SC Braga-Sporting. No dia seguinte, jogam Vitória e FC Porto. A final disputa-se a 25 de janeiro.

 

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Futebol

Rochinha, do Vitória SC, considera necessárias duas semanas de ‘pré-época’

Covid-19

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Foto: DR

O jogador do Vitória SC, Rochinha, disse hoje que a equipa precisa de até duas semanas de trabalho no relvado para se aproximar da forma anterior à interrupção causada pela covid-19.

Apesar de se manter em contacto com os colegas de equipa por videoconferência, enquanto treina em casa, o extremo, de 24 anos, lembrou que “treinar no campo é completamente diferente”, razão pela qual o plantel treinado por Ivo Vieira terá de cumprir um processo semelhante ao de uma pré-época caso o campeonato regresse.

“Se calhar uma semana e uma semana e meia [de treino no relvado, sem competição] já nos ajuda a voltar à forma. Ao treinar em casa, vamos perdendo alguma da dinâmica da equipa. Mas, antes da interrupção, tivemos cerca de seis meses ou mais a treinar juntos. Em duas semanas, voltaríamos certamente ao normal”, afirmou, numa videoconferência promovida pelo clube minhoto.

Rochinha assumiu o desejo de ver o campeonato retomado, até pelo facto de o Vitória, atual sexto classificado, com 37 pontos, ambicionar a presença na Liga Europa, mas negou uma eventual vantagem dos minhotos face a outros clubes nesse regresso, por estarem a usufruir de um ‘período de descanso’ após uma época com 42 jogos cumpridos até agora.

“Não vamos tirar algum proveito disso comparativamente às outras equipas. Vão todos partir do mesmo [sítio]. Se o campeonato voltar, vamos ter de dar ao máximo para voltarmos à forma em que estávamos quando isto começou”, defendeu.

Autor de quatro golos em 32 partidas disputadas, o atacante foi titular em 13 dos 15 jogos realizados até ao final de setembro de 2019, mas perdeu espaço na equipa, tendo ficado de fora dos últimos quatro jogos em que os vitorianos participaram – pisou o relvado pela última vez em 08 de fevereiro, na goleada sobre o Famalicão (7-0).

Rochinha considerou que o afastamento da equipa se deveu mais à existência de alternativas para a posição “numa forma muito boa” – o Vitória conta ainda com Davidson, Marcus Edwards, Ola John e Ouattara para as alas – do que a uma eventual “quebra física”.

O jogador prometeu, contudo, “trabalhar todos os dias” para “voltar a ter o espaço” que já teve em Guimarães, caso sejam cumpridas as 10 jornadas da I Liga ainda em falta.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de 1,2 milhões de pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 68 mil e recuperaram mais de 238 mil.

Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.

Em Portugal, que se encontra em estado de emergência desde as 00:00 de 19 de março e até às 23:59 de 17 de abril, já se registaram 311 mortes, mais 16 do que na véspera (+5,4%), e 11.730 casos confirmados de infeção, mais 452 face a domingo (+4%), segundo a atualização de hoje da Direção-Geral da Saúde (DGS).

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Desporto

AF Viana oferece material de proteção à ULSAM e à APPACDM

Covid-19

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Foto: DR / Arquivo

A Associação de Futebol (AF) de Viana do Castelo ofereceu material de proteção individual a duas instituições do concelho, foi hoje anunciado.

Em colaboração com a Federação Portuguesa de Futebol, foram oferecidas máscaras, luvas, toucas e cobre sapatos, que serão entregues à ULSAM – Unidade Local de Saúde do Alto Minho e à APPACDM Viana do Castelo – Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental.

E nota à imprensa, a direção da AFVC “espera que este material possa ser uma importante ajuda, e que seja assim uma contribuição para que estas duas instituições tenham os seus profissionais mais protegidos neste cenário de pandemia”.

“Continuamos a reforçar o pedido global, a todos os que podem, fiquem em casa e façam assim muito por todos aqueles que têm de sair, que têm de manter serviços e actividades essenciais para toda a comunidade”, acrescenta a mesma nota.

“Mostremos a nossa união, a nossa cidadania e respeitemos todos os que dão a vida diariamente por todos nós”, vinca a AF Viana.

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Desporto

UEFA esclarece que não deu datas limite para campeonatos terminarem

Covid-19

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Foto: Twitter de Uefa

A UEFA esclareceu hoje que o presidente Aleksander Ceferín não deu datas limite para a conclusão das competições da época 2019/20 e que houve uma interpretação errada de declarações suas à televisão alemã ZDF.

“O presidente foi muito claro em que não podia dar datas específicas para o final da época”, indicou o organismo responsável pelo futebol europeu, depois de surgir na imprensa a data limite de 03 de agosto.

O organismo diz estar, juntamente com a Associação Europeia de Clubes e a Associação das Ligas Europeias, a analisar desde 17 de março todas as opções para que se conclua a época.

“A primeira prioridade de todos os membros do grupo de trabalho é preservar a saúde pública. Uma das opções estudadas recorrentemente foi a de jogar em julho e agosto, se necessário, dependendo da permissão das autoridades nacionais”, acrescenta o comunicado.

A indicação de julho e agosto foi assumida como se Ceferín tivesse fixado 03 de agosto como data limite: “isso não é verdade”, acentuou a UEFA.

Quase todos os campeonatos europeus estão parados devido à crise sanitária vivida, devido à pandemia da covid-19.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de 1,2 milhões de pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 65 mil. Dos casos de infeção, mais de 233 mil são considerados curados.

Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.

O continente europeu, com cerca de mais de 642 mil infetados e mais de 47 mil mortos, é aquele onde se regista o maior número de casos.

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