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Siemens Portugal investe 20 milhões e cria 400 empregos em digitalização até 2020

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Foto: DR/Arquivo

A Siemens Portugal vai investir mais de 20 milhões de euros em digitalização até 2020, dos quais 15 milhões na expansão do centro de competências de tecnologias da informação e na criação de 400 empregos, anunciou hoje a empresa.

Este investimento junta-se aos cinco milhões de euros que a empresa tinha anunciado em junho que iria aplicar para impulsionar a digitalização em Portugal, o que eleva para um total de 25 milhões de euros o investimento previsto nesta área.

Em comunicado, a Siemens Portugal adianta que “um quarto” deste reforço de investimento (cinco milhões de euros) será direcionado para a “renovação e modernização integral de um edifício, para dar resposta aos novos conceitos de trabalho, apostando em espaços de cocriação e ideação”.

Os restantes 15 milhões de euros serão aplicados na criação de 400 novos postos de trabalho “altamente especializados” na área das tecnologias da informação (TI), no âmbito da expansão do Lisbon Tech Hub, um centro de competências internacional de TI que a empresa tem em Portugal.

Atualmente trabalham já no Lisbon Tech Hub 600 pessoas com um “foco especial” nas áreas da cibersegurança, inteligência artificial e robótica, e que, com os cerca de 25 mil engenheiros de ‘software’ que integram a equipa global da Siemens, “exploram o potencial da digitalização em todas as áreas de intervenção da empresa, da indústria à energia, passando pelas infraestruturas e os transportes”.

Segundo a Siemens Portugal, os novos empregos a criar serão sobretudo nas áreas do ‘Cloud Backend Developer – AWS’, ‘Mobile Developer’ (iOS / Android), ‘Project Manager – Cyber Security Penetration Testing’, ‘Cyber Security – Cloud Security Specialist’ e ‘Big Data – IoT/Analytics Architect’.

Adicionalmente, a empresa diz ter em curso 56 processos de recrutamento para o Lisbon Tech Hub, para um total de 81 vagas abertas.

A aposta da Siemens AG em Portugal vai traduzir-se também na instalação no país de uma nova unidade de investigação e desenvolvimento, uma equipa que integra o departamento central de investigação e desenvolvimento da Siemens AG (o Corporate Technology) e vai trabalhar, numa primeira fase, num projeto de armazenamento de energia para o mercado residencial.

Citado no comunicado, o presidente executivo da Siemens afirma que o investimento agora anunciado “vem reforçar a estratégia” definida pela empresa para esta área em Portugal.

“No primeiro semestre do ano anunciámos que íamos investir cinco milhões em digitalização. Agora, temos a enorme satisfação de poder anunciar que vamos investir cinco vezes mais. É um total de 25 milhões de euros vinculados à digitalização, um investimento que beneficiará muito a economia nacional”, sustenta Pedro Pies de Miranda.

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Treze anos depois juízes voltam à greve por questões remuneratórias e de carreira

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Foto: DR

Treze anos depois os juízes voltam na terça-feira a realizar uma greve, em protesto contra a aprovação de um Estatuto “incompleto”, que alegam não assegurar questões remuneratórias, o aprofundamento da independência judicial e os bloqueios na carreira.

A última greve dos magistrados judiciais ocorreu em finais de outubro de 2005, durante o primeiro governo de José Sócrates, e surgiu em protesto contra a política do executivo socialista de redução das férias judiciais, congelamento da progressão das carreiras, alteração aos estatutos de aposentação e estatuto sócio-profissional.

Na altura, o Conselho Superior da Magistratura (CSM), órgão de gestão e disciplina da classe, lamentou o “ambiente de crispação” no sistema judicial, mas considerou lícito o exercício do direito à greve pelos juízes, considerando que os magistrados judiciais têm uma “dupla condição de titulares de órgãos de soberania e de profissionais de carreira que não dispõem de competência para definir as condições em que exercem as suas funções”.

Em declarações recentes à Lusa, o presidente do Supremo Tribunal de Justiça (STJ), que é presidente por inerência do CSM, considerou que a greve dos juízes transmite um clima de crispação e disse que tudo faria para que seja encontrada uma solução para dissipar o diferendo com o Governo.

Mais de uma década depois, e também durante um governo do PS, a Associação Sindical dos Juízes Portugueses (ASJP) mobilizou os magistrados para uma maratona de 21 dias de paralisação, que se prolongam entre terça-feira (com uma greve geral, em que todos os tribunais são abrangidos) e paralisações parcelares até outubro de 2019, mês em que deverá efetuar-se eleições legislativas.

Em causa está a revisão do Estatuto da classe, que não contempla questões remuneratórias e de carreira há muito reivindicadas.

A greve foi convocada para todos os juízes em funções em todos os tribunais judiciais, tribunais administrativos e fiscais, Tribunal Constitucional e Tribunal de Contas, mas, à exceção de 20 de novembro (greve geral), a paralisação será parcial e executada apenas em alguns tribunais,

O primeiro dia de greve parcial dos juízes, agendado para quarta-feira, vai afetar o funcionamento de tribunais e secções em Almada, Aveiro, Coimbra, Évora, Lisboa e Porto, segundo indicação do sindicato liderado pelo desembargador Manuel Soares e que conta com 2.300 associados.

O protesto previsto para quarta-feira abrangerá os juízes do Tribunal da Concorrência, Regulação e Supervisão, Tribunal Marítimo, Tribunal da Propriedade Intelectual, tribunais de execução de penas de Coimbra, Évora, Lisboa e Porto e os tribunais administrativos e fiscais de Almada e Aveiro.

A ASJP alerta ainda que existem secções do Supremo Tribunal de Justiça, Supremo Tribunal Administrativo, Tribunal Constitucional, Tribunal de Contas, Tribunais da Relação de Porto, Coimbra, Évora, Guimarães e Lisboa e Tribunal Central Administrativo Norte e Sul que se reúnem às quartas-feiras.

Insatisfeitos com a proposta de Estatutos aprovada no parlamento, por não contemplar matérias remuneratórias, os juízes alegam que foram “desconsiderados no processo de revisão dos Estatutos”, quando em causa está “uma lei fundamental para a organização e equilíbrio dos poderes do Estado, para a Justiça e para a garantia do direito fundamental de acesso a um tribunal independente”.

Entende a ASJP que a atual proposta de Estatuto não resolve bloqueios na carreira com quase três décadas, “prolongando, com custos sociais desnecessários, um conflito que se arrasta já há demasiado tempo”.

A ASJP lançou, entretanto, uma petição pública a favor da classe que será entregue no dia 13 de dezembro ao Presidente da República, ao presidente da Assembleia da República, ao primeiro-ministro, à ministra da Justiça e aos grupos parlamentares.

Apesar de o começo da greve estar iminente, com a entrega do pré-aviso de greve no CSM, e de a proposta de revisão do Estatuto estar no parlamento, têm decorrido diligências na última semana com vista a resolver o diferendo entre juízes e Governo, que passaria pela eliminação do teto salarial e integração do subsídio de compensação na remuneração, com vantagens fiscais.

Em 05 de novembro, após entregar o pré-aviso de greve no CSM, o presidente da ASJP, Manuel Soares, manifestou-se convicto de que o protesto a iniciar terá uma boa adesão, ao mesmo nível da greve ocorrida há 13 anos, mas vincou que o que mais deseja é que seja encontrada uma solução que permita levantar o aviso de greve.

Já hoje de manhã, a ASJP declarou-se disponível para parar a greve quando “perceber que é ouvida” e houver um compromisso “assumido e claro” de resolver os problemas da classe.

“Estamos determinados, mas somos responsáveis. Até hoje à noite podemos desconvocar a greve se houver um compromisso assumido e claro de resolver os problemas que existem, que são de natureza remuneratória – não escondemos isso, nem temos vergonha de dizer isso –, mas que também não são só dessa natureza”, afirmou Manuel Soares.

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Mais de 10 mil camionistas portugueses afetados por protestos em França

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Foto: Facebook de Camionistas do Oeste

Mais de 10 mil camionistas portugueses estão a ser afetados pelos protestos em França contra o aumento das taxas de combustível, disse à Lusa o presidente da Associação de Transportes Públicos Rodoviários de Mercadorias.

“Hoje de manhã cedo, a média de camionistas portugueses afetados pelo protesto era de dez mil, mas cerca das 10:30 já era muito superior a isso. Muitos camiões portugueses que saíram este fim de semana acabaram por ficar paralisados devido aos [protestos] dos ‘coletes amarelos’”, indicou Márcio Lopes.

Os “coletes amarelos” são um movimento cívico criado em França, à margem de partidos e sindicatos, criado espontaneamente nas redes sociais e que está contra o aumento dos impostos dos combustíveis e a diminuição do poder de compra.

De acordo com o presidente da Associação Nacional de Transportes Públicos Rodoviários de Mercadorias (ANTRAM), os camionistas estão a ser afetados sobretudo pelos bloqueios que não permitem uma circulação normal.

A forma como estão a ser prejudicados tem a ver com o bloqueio dos camionistas nas estradas e não pelo bloqueio que está a ser feito em algumas bombas de gasolina.

“Só 5% dos camionistas portugueses abastecem em França, os restantes fazem-no ou antes de entrar em França ou depois de sair”, disse.

Em Portugal, as transportadoras portuguesas estão a reivindicar o Contrato Coletivo de Trabalho, melhores condições e também o preço dos combustíveis, de acordo com o presidente da ANTRAM, que adiantou que membros da Associação Nacional de Transportadores Portugueses (ANTP) vão reunir-se hoje com o secretário de Estado das Infraestruturas, Guilherme W. d’Oliveira Martins para falar sobre os problemas do setor.

Várias manifestações de “coletes amarelos”, que pretendem perpetuar o movimento contra o aumento das taxas de combustível, interromperam hoje o trânsito automóvel e bloquearam as bombas de combustíveis em toda a França.

Segundo relatam os jornalistas da Agência France Presse (AFP), marchas lentas e bloqueios, alguns dos quais foram mantidos durante a noite, persistiam hoje de manhã nalgumas estradas periféricas pelo terceiro dia consecutivo de mobilização, marcado pelos primeiros bloqueios de postos de postos de abastecimento de combustível.

Mais de 400 pessoas ficaram feridas nos bloqueios organizados em França desde o fim de semana pelos “coletes amarelos” contra o aumento dos impostos dos combustíveis e a diminuição do poder de compra, segundo o Ministério do Interior francês.

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Acidentes nas estradas têm impacto económico e social negativo de 1,2% do PIB

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Foto: O MINHO / Arquivo

O secretário de Estado da Proteção Civil afirmou hoje que o impacto negativo, económico e social da sinistralidade rodoviária em Portugal é de 2,3 mil milhões de euros, equivalente a 1,2% do Produto Interno Bruto (PIB) do país.

“A sinistralidade rodoviária no país tem um impacto económico e social que equivale a 1,2% do PIB, ou seja, 2,3 mil milhões de euros. Trata-se de um fenómeno complexo com vários fatores que contribuem para ele”, sublinhou José Artur Neves.

O governante, falava em Castelo Branco, durante a Cerimónia Nacional do Dia Mundial das Vítimas da Estrada 2018, cuja organização esteve a cargo da Liga de Associações Estrada Viva e da Associação de Motociclistas Cristãos de Portugal (CMA).

José Artur Neves explicou que, apesar dos progressos que têm sido obtidos, o número de mortos continua elevado e adiantou que a evolução da sinistralidade rodoviária dentro das localidades portuguesas tem tido uma diminuição mais lenta e adiantou que, em 2017, 77% dos acidentes com vítimas registaram-se dentro das localidades.

“Muito se tem feito, mas levamos três décadas de atraso face aos países do norte da Europa que foram adaptando os espaços urbanos e os tornaram mais seguros”, frisou.

Já em relação à fiscalização explicou que, nos primeiros dez meses de 2018, face ao período homólogo do ano anterior, houve mais 82,2% de autos de contraordenação, mais 791,5% de autos graves decididos, mais 256% de decisão relativa a autos muito graves e mais 21% de autos cobrados.

No mesmo período, as prescrições registaram uma diminuição de 74,5% e, desde que entrou em funcionamento o sistema de cartas por pontos, 118 condutores perderam a sua licença de condução e cerca de 500 estão atualmente em risco de a perder.

“O Governo tem a segurança rodoviária como um dos pilares essenciais para uma sociedade que valoriza o bem-estar. É necessário haver uma mobilização coletiva da sociedade portuguesa para o flagelo da sinistralidade rodoviária. O desafio que se coloca é gigantesco”, concluiu.

O vice-presidente da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária, Fernando Moutinho, avançou com alguns dados relativos ao distrito de Castelo Branco, onde, em 2017, morreram 19 pessoas, número que, a nível nacional, se cifrou em 602 mortes.

“Isto é só uma parte do problema. O combate à sinistralidade tem que passar sempre por uma mudança de comportamentos. Em 80 a 95% dos acidentes rodoviários, a responsabilidade é o comportamento do condutor. Há uma desculpabilização. Não há a perceção de que o comportamento é essencial para reduzir a sinistralidade”, disse.

Presidente da República pede aposta na prevenção da sinistralidade rodoviária

Por seu turno, o presidente da Liga de Associações Estrada Viva, Mário Alves, explicou que, a nível mundial, morrem anualmente nas estradas um milhão e 200 mil pessoas, o equivalente ao despenhamento de dez aviões 747 (jumbos) por dia.

“Trata-se de um problema grave à escala mundial e à escala nacional. Não podemos baixar os braços”, concluiu.

O Presidente da República fez hoje um apelo cívico aos portugueses para se combater a sinistralidade rodoviária no país e pediu uma aposta das autoridades “na prevenção, na educação e na sinalização”.

Marcelo Rebelo de Sousa assinalou hoje o dia mundial em memória das vítimas da estrada com uma mensagem no ‘site’ da Presidência da República, recordando que os “dados mais recentes revelaram a lamentável inversão da tendência de decréscimo, desde 2010, dos acidentes rodoviários e vítimas mortais”

“A sinistralidade rodoviária tem uma trágica e imensa dimensão para todos os que, diretamente, vivem com as memórias dolorosas, na maior parte das vezes permanentes, causadas pela privação traumática de alguém próximo. É um problema grave à escala mundial, mas também à escala nacional”, escreveu na nota colocada no ‘site’ da Presidência da República.

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