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SIC lidera audiências há 100 dias e bate recorde com 20 anos

Televisão

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Foto: DR / Arquivo

A SIC lidera as audiências há 100 dias consecutivos, batendo um recorde com 20 anos que tinha sido atingido pela própria estação, anunciou hoje o canal do grupo Impresa.


Em comunicado, a SIC refere que “venceu 122 dos 125 dias de 2020 e já leva 100 dias de vitórias consecutivas”, segundo dados da GfK/CAEM.

Aliás, “a última vez que uma estação de televisão em Portugal conseguiu um tão longo período ininterrupto de dias consecutivos de liderança foi a própria SIC, há 20 anos”, sublinha a estação do grupo Impresa.

“E numa incrível coincidência de datas, uma vez que tal feito remonta a 05 de maio de 2000, exatos 20 anos sobre o dia de hoje”, aponta.

Em abril, a SIC manteve-se como “o canal mais visto da televisão portuguesa com 20,1% de ‘share’ a uma distância de 6,3 pontos percentuais para a TVI”.

A SIC diz que “é líder há 15 meses consecutivos e lidera no ano de 2020 com 20,2% de ‘share'”, acrescentando que os “10 programas mais vistos da televisão portuguesa em março e em abril foram todos na SIC”.

O resultado líquido da SIC subiu 31,5% no ano passado, face a 2018, para 15,3 milhões de euros, com o total de receitas a progredirem 6,8% para 155,2 milhões de euros.

O resultado antes de impostos, juros, depreciações e amortizações (EBITDA) subiu 35% para 27 milhões de euros.

De acordo com o relatório anual da SIC hoje publicado na Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (os dados operacionais já tinham sido divulgados em 02 de março, aquando dos resultados anuais do grupo Impresa), a estação conta consolidar os “bons resultados atingidos em 2019, com foco no crescimento do EBITDA e melhoria da margem operacional”.

“Tendo sido aprovado o Plano Estratégico para o triénio 2020-2022, a SIC e a Impresa complementarão as suas atuais atividades com o crescimento para novas plataformas, indo ao encontro de mais e novas audiências e aumentando e diversificando o seu portfolio de conteúdos”, refere o relatório.

“Até à data de aprovação das demonstrações financeiras pelo Conselho de Administração, o grupo não sofreu impactos relevantes na sua atividade decorrentes do surto do vírus covid-19 que tem vindo a propagar-se à escala mundial, e também em Portugal”, lê-se no relatório.

O grupo está a fazer “um levantamento dos potenciais impactos do vírus covid-19 na sua atividade e consequente definição de um plano de resposta, tendo em curso a implementação de um plano de contingência para assegurar o regular funcionamento das suas operações, em particular da continuidade das emissões dos diversos canais de televisão explorados”, prossegue.

Face à incerteza relativamente à pandemia, “não é possível neste momento antecipar quais os impactos financeiros que poderão vir a decorrer para o grupo”, refere, destacando “a atividade da SIC, a qual desempenha um papel particularmente importante neste tipo de situações, em que a procura de informação atualizada, rigorosa e credível ganha ainda maior preponderância”.

“O grupo Impresa monitorizará as implicações económicas” da covid-19, “e, em particular, a identificação de potenciais fontes de risco para a sua atividade”, conclui.

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País

Os números do Euromilhões

Sorte

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Foto: O MINHO / Arquivo

É esta a chave do sorteio do Euromilhões desta sexta-feira, 03 de julho: 4, 16, 27, 37 e 39 (números) e 3 e 6 (estrelas).

Em jogo para o primeiro prémio está um valor de 130 milhões de euros.

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País

Covid-19: Mais 11 mortos, 374 infetados e 327 recuperados

DGS

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Portugal regista hoje mais 11 mortos devido à doença covid-19 do que na quinta-feira e mais 374 infetados, dos quais 300 na Região de Lisboa e Vale do Tejo, divulgou a Direção-Geral da Saúde (DGS). Há 28.424 casos recuperados, mais 327.

Segundo o boletim epidemiológico diário da DGS, o número de mortos relacionados com esta doença respiratória infecciosa totalizou hoje 1.598, enquanto os casos de infeção confirmados desde o início da pandemia no país somam 43.156.

O número de pessoas que recuperaram da infeção causada por um novo coronavírus subiu hoje para 28.424 (+327).

O boletim diário foi divulgado ao fim da tarde de hoje, fora do horário habitual.

(em atualização)

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Politécnicos precisam de 10 milhões e maioria da verba é para ajudar alunos

Covid-19

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Foto: DR / Arquivo

Os Institutos Politécnicos precisam de um reforço do Estado de 10 milhões de euros, segundo um levantamento apresentado hoje no parlamento pelo representante daquelas instituições de ensino superior, que alertou para a necessidade de reforço da ação social.

“O que é necessário avançar em termos de Estado? Fizemos um levantamento que terminámos ontem que indica que para a ação social teremos estimado 6,5 milhões de euros de deficit até ao final do ano”, afirmou Pedro Dominguinhos, presidente do Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos (CCISP), durante uma audição no parlamento para discutir como correu o atual ano letivo, marcado pela pandemia de covid-19, e como as instituições estão a ser planear o próximo.

Pedro Dominguinhos defendeu que, no atual quadro de crise financeira, é preciso um reforço da ação social: “Só conseguimos a inclusão com um reforço da ação social, esta questão é crucial nos dias que correm”, alertou.

Apesar do agravamento da situação financeira de muitas famílias durante a pandemia, o presidente do CCIPS disse que “o número de alunos presentes nas aulas ‘online’ aumentou”.

“Temos uma expectativa positiva. Face à evolução ao longo do semestre vemos que os alunos querem estudar e o reforço da ação social é essencial para não gorar essa expectativa”, alertou.

Além dos 6,5 milhões para a ação social, o CCISP diz que a pandemia fez disparar os custos das instituições em mais 3,7 milhões de euros. Resultado: “São 10 milhões de euros e o senhor ministro tem estes dados”, garantiu.

Nestas contas falta ainda a estimativa de acréscimo relativa às contratações de eventuais docentes que venham a ser necessários, caso seja preciso desdobrar turmas por causa do distanciamento social, e de novo equipamento: “Se metade da turma ficar em casa, será preciso colocar uma câmara para gravar a aula”, explicou.

Durante a comissão parlamentar a pedido do PS e do PSD, também estiveram representantes do Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas (CRUP), que optaram por não apresentar números.

A ex-ministra da Educação e atual reitora do ISCTE, Maria de Lurdes Rodrigues, lembrou que as instituições estão perante “um quadro de grande incerteza” quanto ao futuro, mas começam a ter “algumas certezas” sobre os efeitos da pandemia, tais como o impacto financeiro nas famílias poder vir a ter um impacto muito negativo nas instituições.

A diminuição de alunos internacionais já é certo, com a redução de inscritos, continuando a pairar a hipótese de também os estudantes nacionais poderem ser menos no próximo ano, lembrou Maria de Lurdes Rodrigues, em representação do CRUP.

Sobre o próximo ano letivo, tanto o CCISP como o CRUP reafirmaram estar a trabalhar para que seja com ensino presencial, mas admitiram estar a desenhar vários cenários de ensino misto.

Portugal contabiliza pelo menos 1.587 mortos associados à covid-19 em 42.782 casos confirmados de infeção, segundo o último boletim da Direção-Geral da Saúde (DGS).

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