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Sexta-feira há “Snow Angel” pelo coro CouraVoce em Paredes de Coura

Com acompanhamento de Diogo Zão no piano e Bruno Fernandes no violoncelo

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Foto: Facebook de REALIZAR:poesia / DR

O centro cultural de Paredes de Coura vai receber, na sexta-feira, às 21:30, o concerto gratuito “Snow Angel”, promovido pelo coro CouraVoce, acompanhado ao piano por Diogo Zão e ao violoncelo por Bruno Fernandes, informou, esta quinta-feira, a Câmara local.


Com direção de Vítor Lima, o CouraVoce apresenta-se com “algumas das suas mais brilhantes interpretações”.

O CouraVoce é um coro feminino que tem vindo a desenvolver um trabalho regular desde 2017, no âmbito do ensino artístico especializado da música.

Atualmente é constituído por mais de 30 elementos e tem-se apresentado em múltiplas audições públicas como por exemplo a participação na peça de teatro “Ante mim”, levada à cena pelas Comédias do Minho, na Casa Grande de Romarigães.

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Sem máscara ou distanciamento, Suécia admite: “Situação pode tornar-se perigosa”

Covid-19

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Foto: DR

As autoridades da Suécia ponderam adotar medidas restritivas locais em Estocolmo, devido ao recente aumento de infeções por covid-19, o que a confirmar-se significaria uma mudança na estratégia até agora adotada pelo pais no combate à pandemia.

“A tendência de diminuição terminou. Se a curva continua a subir, a situação pode tornar-se perigosa”, destacou o responsável sanitário de Estocolmo, Bjoern Eriksson.

Segundo as autoridades de saúde suecas, nos últimos sete dias registaram-se na capital 305 novos casos, face aos 254 na semana anterior.

Também o responsável da Saúde Pública da Suécia, Anders Tegnell, defensor até agora da postura adotada no país, reconheceu que se a tendência de aumento persistir, terão que ser pensadas “restrições locais” em Estocolmo.

A Suécia tem-se destacado da generalidade dos países e até dos outros países nórdicos, na mesma situação pandémica, ao não adotar qualquer recomendação para o uso obrigatório de máscaras.

Os responsáveis daquele país têm privilegiado a responsabilidade individual, ao invés de ditarem restrições, notícia a agência EFE.

Esta estratégia causou polémica, principalmente nos momentos de maior incidência da pandemia, quando o número de infeções e mortes era mesmo superior a outros países daquela região, que optaram por aplicar medidas.

Desde o início da pandemia registaram-se na Suécia 89.436 infetados com o novo coronavírus e 5.870 vítimas mortais.

A pandemia de covid-19 já provocou pelo menos 965.760 mortos e mais de 31,3 milhões de casos de infeção em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Na Europa, o maior número de vítimas mortais regista-se no Reino Unido (41.825 mortos, mais de 403 mil casos), seguindo-se Itália (35.738 mortos, mais de 300 mil casos), França (31.338 mortos, mais de 458 mil casos) e Espanha (30.904 mortos, mais de 682 mil casos).

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Reino Unido regista 4.926 infeções num dia, novo recorde desde maio

Covid-19

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Foto: DR

O Reino Unido registou nas últimas 24 horas 4.926 novos casos de covid-19, um novo recorde desde maio, e 37 mortes, segundo o ministério da Saúde britânico, após o anúncio de novas restrições pelo Governo britânico.

Na segunda-feira tinham sido contabilizadas 4.368 novas infeções e 11 mortes.

O total acumulado desde o início da pandemia covid-19 no Reino Unido passou hoje para 403.551 de casos de contágio confirmados e 41.825 óbitos num período de 28 dias após um teste positivo.

O aumento rápido do número de novos casos nos últimos dias levou o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, a anunciar hoje no Parlamento um novo pacote de medidas em Inglaterra para tentar travar a pandemia.

A partir de quinta-feira, bares e restaurantes vão ser obrigados a fechar às 22:00 horas e empregados e clientes terão de usar máscara no interior, sendo as infrações às regras penalizadas com multas.

Johnson reverteu também o conselho anterior para as pessoas voltarem aos seus locais de trabalho e voltou a recomendar que trabalhem a partir de casa se puderem, com exceção para casos como a construção civil ou comércio.

O regresso planeado de espetadores a grandes eventos desportivos como jogos de futebol a partir de outubro também foi suspenso.

Boris Johnson vincou que este não é um regresso ao regime de confinamento que esteve em vigor entre março e junho, que as pessoas podem sair de casa e que as escolas e universidades vão continuar abertas.

Mas avisou que estas medidas poderão permanecer até à primavera de 2021 e ser reforçadas se for necessário.

“A não ser que façamos progressos visíveis, assumimos que as restrições que anunciei vão ficar em vigor durante pelo menos seis meses”, vincou.

Estas restrições aplicam-se em Inglaterra, pois Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte têm autonomia para determinar as próprias regras.

A primeira-ministra da Escócia, Nicola Sturgeon, confirmou hoje que também vai aplicar um encerramento dos bares e restaurante às 22:00, mas foi mais longe e anunciou a proibição de encontros de pessoas de agregados familiares diferentes dentro de casa, tal já tinha sido determinado pelo Executivo da Irlanda do Norte.

No País de Gales, o chefe do governo, Mark Drakeford, apelou a que não sejam feitas viagens desnecessárias dentro do país, onde foram declarados confinamentos locais em algumas regiões devido a um número elevado de infeções.

A pandemia de covid-19 já provocou pelo menos 965.760 mortos e mais de 31,3 milhões de casos de infeção em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

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Estados Unidos chegam às 200 mil mortes por covid-19

Covid-19

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Foto: DR

O número de mortes causadas pelo novo coronavírus atingiu hoje 200.000 na maior potência económica mundial, os EUA, apesar de este ter sido considerado, no início do ano, o país mais bem preparado para uma pandemia.

“É completamente incompreensível que tenhamos chegado a este ponto”, disse hoje Jennifer Nuzzo, investigadora de saúde pública da Universidade Johns Hopkins, que não escapa à surpresa provocada pelo facto de os relatórios mundiais apresentarem os EUA como o país melhor preparado para lidar com uma pandemia.

O número de 200.000 mortes com covid-19 é, de longe, o mais elevado no mundo, e foi relatado pela Johns Hopkins, com base em dados fornecidos pelas autoridades de saúde estaduais.

Mas acredita-se que o número real seja muito maior, em parte porque muitas mortes com o novo coronavírus foram provavelmente atribuídas a outras causas, especialmente no início, antes dos testes generalizados.

O número de mortos com covid-19 nos EUA é equivalente ao número de vítimas de um ataque como o de 11 de setembro de 2001, todos os dias, durante 67 dias.

As mortes atingem cerca de 770 por dia, em média, e um modelo da Universidade de Washington prevê que o número total de mortes nos EUA duplicará para 400.000, até ao final do ano, à medida que as escolas reabrem e chega o frio.

Os especialistas dizem ainda que, contrariando as palavras do Presidente Donald Trump, não é provável que haja uma vacina disponível antes de 2021.

“A ideia de 200.000 mortes é realmente muito preocupante, em alguns aspetos impressionante”, reconheceu Anthony Fauci, o principal conselheiro da Casa Branca para a pandemia.

O número reflete a posição nada invejável da América, que se tem mantido, há cinco meses, como líder mundial em número absoluto de infeções confirmadas, num país que tem menos de 5% da população mundial, mas mais de 20% das mortes relatadas.

Apenas cinco países – Peru, Bolívia, Chile, Espanha e Brasil – têm classificação superior em mortes com covid-19, ‘per capita’.

O Brasil ocupa o segundo lugar na lista dos países com mais mortes, com cerca de 137.000, seguido pela Índia com aproximadamente 89.000 e o México com cerca de 74.000.

Quando o ano começou, os EUA tinham conquistado há pouco o reconhecimento por estarem prontos para uma pandemia.

As autoridades de saúde pareciam confiantes quando convergiram para Seattle, o epicentro inicial da pandemia no país, em janeiro, para lidar com o primeiro caso conhecido de coronavírus no país, detetado num residente do estado de Washington, de 35 anos, que voltara de visitar a sua família em Wuhan, China, onde tudo começou.

Em 26 de fevereiro, Donald Trump exibiu páginas do Índice de Segurança de Saúde Global e declarou: “Os Estados Unidos são classificados como o país melhor preparado”.

Mas o novo coronavírus penetrou rapidamente nos EUA e a proibição de viagens aconteceu quando o número de novas infeções já estava a aumentar vertiginosamente, em particular em lares de idosos, onde já morreram mais de 78.000 pessoas.

O vírus também explorou as desigualdades nos Estados Unidos: quase 30 milhões de pessoas no país não têm seguro e há grandes diferenças de saúde entre grupos raciais e étnicos.

Trump minimizou a ameaça desde o início, anunciando noções infundadas sobre o comportamento do vírus, promovendo tratamentos não comprovados ou perigosos, reclamando que os EUA estavam a fazer demasiados testes e transformando a questão das máscaras de proteção numa questão política.

Em 10 de abril, o Presidente previu que os EUA não chegariam às 100.000 mortes, mas esse número foi atingido em 27 de maio.

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