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Série de televisão sobre Portugal alcança 14 milhões de assinantes no Brasil

Terceira e última temporada

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Foto: Destino Portugal

O realizador luso-brasileiro Luís Plácido vai gravar os últimos dez programas de televisão sobre destinos turísticos em Portugal, encerrando a sua produção para um canal do Brasil com 14 milhões de assinantes, anunciou hoje o próprio.

“A série de televisão independente, que começou a ser veiculada para todo o Brasil em 2016, chega ao fim com a gravação da terceira e última temporada”, disse Luiz Plácido à agência Lusa.

Intitulada “Destino Portugal”, a série “mostra Portugal de um jeito mais descontraído e informal e vai ao ar para todo o território brasileiro através do canal Travel Box Brasil”, adiantou, ao fazer “um balanço bem positivo” das anteriores emissões. O realizador já gravou em lugares como Braga, Guimarães, Viana do Castelo, Barcelos e Gerês.

“O canal da empresa Box Brazil, transmitido pela internet e pelo sistema GVT da televisão brasileira, levou, a mais de 14 milhões de assinantes, Portugal, de norte a sul e de leste a oeste, sem esquecer as ilhas da Madeira e dos Açores”, referiu.

Quando terminar as gravações da última temporada, que deverão começar ainda neste fim de semana, se as condições atmosféricas permitirem, Luiz Plácido terá percorrido e filmado 132 localidades portuguesas, entre cidades, vilas e aldeias.

“As atrações são inúmeras: praias, festivais de verão, desportos radicais e de aventura, natureza, história, tradições e festejos típicos. É o melhor do país para todo o Brasil, o Portugal que nem os portugueses conhecem”, realçou o autor, natural de Santos, no Brasil, e com ligações familiares à Serra da Lousã e ao concelho de Celorico da Beira.

O canal Travel Box Brasil deve começar a emitir a nova série em janeiro de 2020, cabendo ao realizador entregar a nova produção até outubro.

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Os números do Euromilhões

Sorte

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Foto: DR/Arquivo

É esta a chave do sorteio do Euromilhões desta terça-feira, 23 de julho: 1, 14, 19, 23 e 38 (números) e 3 e 7 (estrelas).

Em jogo para o primeiro prémio está um valor de 17 milhões de euros.

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Portugal tem novo instrumento financeiro para apoiar agricultores

Programa de Desenvolvimento Rural (PDR) 2020

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Foto: Arquivo

Portugal dispõe de um novo instrumento financeiro para apoiar o investimento nas explorações agrícolas e na transformação e comercialização de produtos, prevendo-se a criação de linhas de crédito no montante global de, sensivelmente, 200 milhões de euros, foi anunciado.

De acordo com a informação disponibilizada na página da internet do Programa de Desenvolvimento Rural (PDR) 2020, o acordo de financiamento entre o Estado e o Fundo Europeu de Investimento (FEI) com vista à constituição desta linha de crédito garantida já foi aprovado, podendo agora as entidades financeiras submeter a sua aplicação de interesse até 27 de agosto.

O novo instrumento financeiro – FEEI-FEADER Portugal -, previsto na regulamentação comunitária, destina-se, assim, a apoiar “pessoas individuais e coletivas que pretendam realizar investimentos abrangidos por determinadas operações do PDR 2020”.

Este combina recursos orçamentais do Fundo Europeu Agrícola de Desenvolvimento Rural e do Fundo Europeu para Investimentos Estratégicos, tendo como objetivos “apoiar o investimento nas explorações agrícolas, em particular jovens agricultores, alavancando a ação do PDR 2020 e apoiar investimentos na transformação e comercialização de produtos agrícolas, de forma a promover a sustentabilidade e crescimento do negócio agrícola em Portugal”.

O Fundo Europeu de Investimento canaliza os recursos através das instituições financeiras selecionadas, assegurando a cobertura de garantia até 25% das linhas de crédito que estas vão disponibilizar aos agricultores em Portugal.

Prevê-se, assim, a criação de linhas de crédito junto dos agricultores no montante global de cerca de 200 milhões de euros, “que irão permitir o acesso ao crédito bancário em condições mais favoráveis, nomeadamente, maturidades mais longas ou ainda períodos de carência mais vantajosos […], maior flexibilidade nas garantias exigidas e taxas de juros mais baixas”.

Por sua vez, os agricultores vão poder aceder a estas linhas junto das instituições financeiras ou de crédito, devendo cumprir os critérios definidos pelo PDR 2020 para as operações em causa.

Já as instituições financeiras ou de crédito “interessadas e elegíveis” têm até 27 de agosto para submeter a sua aplicação de interesse.

O Programa de Desenvolvimento Rural de Portugal foi aprovado na sequência da decisão da Comissão Europeia em dezembro de 2014 e visa o apoio às atividades do setor agrícola assente numa gestão eficiente dos recursos.

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Proteção Civil alerta para agravamento do risco de incêndio nos próximos dois dias

Face à subida gradual da temperatura máxima e à diminuição da humidade relativa

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Foto: Arquivo

A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) emitiu hoje um “aviso à população” para o agravamento do risco de incêndio rural na quarta e quinta-feira devido à subida da temperatura.

No “aviso à população”, a Proteção Civil refere que o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) prevê o “agravamento do risco de incêndio” na quarta e quinta-feira face à subida gradual da temperatura máxima e à diminuição da humidade relativa.

Devido às previsões meteorológicas, a ANEPC alerta para o “aumento dos índices de risco de incêndio” durante o dia de quarta-feira, em especial no interior.

Segundo a Proteção Civil, para quarta-feira está prevista uma ligeira subida da temperatura com a humidade relativa do ar com valores próximos de 10% a 20% nas regiões do interior e no sul durante a tarde, sem recuperação noturna em alguns locais do interior e sotavento algarvio e o vento a soprar moderado do quadrante oeste durante a tarde e por vezes forte nas terras altas no início da noite.

Na quinta-feira, há uma ligeira descida da temperatura, a humidade relativa do ar terá valores inferiores a 35% no interior e sotavento algarvio e o vento vai soprar temporariamente forte nas terras altas a partir da tarde, existindo ainda a possibilidade de ocorrência de períodos de chuva fraca nas regiões do Minho e Douro Litoral.

A ANEPC refere que, nos locais onde o índice de risco temporal de incêndio é “muito elevado” ou “máximo”, não é permitido a queima de matos cortados e amontoados e qualquer tipo de sobrantes de exploração, o uso de fogareiros e grelhadores em todo o espaço rural, exceto se usados fora das zonas críticas e nos locais devidamente autorizados para o efeito, o lançamento de balões com mecha acesa e de foguetes e o uso de fogo-de-artifício só é possível com autorização da Câmara Municipal, bem como não é possível fumigar ou desinfetar apiários exceto se os fumigadores tiverem dispositivos de retenção de faúlhas.

A Proteção Civil recomenda ainda a adequação dos comportamentos e atitudes face à situação de perigo de incêndio rural, nomeadamente através da adoção das necessárias medidas de prevenção e precaução, na utilização do fogo em espaços rurais, observando as restrições em vigor e tomando especial atenção à evolução do perigo de fogo para os próximos dias.

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