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I Liga

Sérgio Conceição diz que técnico do Gil Vicente compensa inexperiência dos jogadores

Treinador do FC Porto elogiou Vítor Oliveira

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Foto: DR/Arquivo

O treinador do FC Porto elogiou hoje o técnico do Gil Vicente, adversário dos ‘dragões’ na estreia na I Liga de futebol, afirmando que a experiência de Vítor Oliveira compensa o desconhecimento que alguns jogadores têm deste campeonato.

Sérgio Conceição realçou, no entanto, as dificuldades que a sua equipa poderá encontrar neste primeiro jogo, que se disputa no sábado, em Barcelos, onde os vice-campeões nacionais contam 11 vitórias, quatro empates e três derrotas, em jogos do campeonato.

“Vamos iniciar o nosso campeonato em Barcelos. Esta equipa, que teve muitas presenças na Liga e que esteve afastada uns anos, agora voltou com vontade de se afirmar e quer cimentar a sua posição. Para isso, foi buscar um treinador com bastante experiência. A equipa do Gil Vicente tem muitos jogadores sem conhecimento da nossa Liga, mas com um treinador que compensa com a sua maturidade e vivências nestes anos de futebol. Espero um adversário difícil”, disse o técnico.

Sérgio Conceição abordou ainda os objetivos da época, assumindo que está num clube que luta pela conquista de títulos, e disse que esperar que o grupo “mantenha a mesma postura que sempre teve”.

“Espero ganhar títulos. No entanto, o mais importante, e independentemente do que é um erro ou outro de um jogador, treinador ou dirigente, espero que haja sempre grande sintonia com o público e com os adeptos. Aproveito para agradecer apoio em Barcelos”, frisou.

O técnico dos ‘dragões’ não quis comentar os elogios feitos pelo treinador do Benfica, Bruno Lage, durante a conferência de imprensa dos ‘encarnados’ de antevisão ao jogo com o Paços de Ferreira, e nas quais refere que Sérgio Conceição tem uma grande qualidade para construir um bom grupo.

“Estava no treino, ainda não tive oportunidade de ler. O que é que ele disse? Desconfio dos elogios até de pessoas do FC Porto. Ainda não li, portanto não posso comentar. Cada um tem a sua forma de trabalhar. Os treinadores têm qualidade, caso contrário não estavam a disputar a primeira divisão. Fico-me por aqui porque ainda não li”, disse.

O treinador foi ainda confrontado com as declarações do presidente do FC Porto, nas quais refere que desejava não ter mais nenhum treinador enquanto fosse presidente do FC Porto.

“Essas palavras deixam-me orgulhoso, mas dão-me uma responsabilidade danada, porque os treinadores vivem de resultados. Tudo aqui é feito em sintonia, de uma forma conjunta e esse mesmo sentimento do presidente em relação a mim e à equipa técnica é o mesmo. Espero ver o presidente durante muitos anos no FC Porto. É o presidente mais titulado da história do futebol. Os elogios são bons, mas sabem que não gosto muito dessas coisas. Acho que o presidente quis dar-me um puxão de orelhas: ‘atenção que temos um campeonato para ganhar'”, afirmou Sérgio Conceição.

O FC Porto joga este sábado, às 19:00 horas, em Barcelos, com o Gil Vicente, uma partida relativa à 1.ª jornada da I Liga de futebol.

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Futebol

“Fizemos dois golos, mas poderíamos ter feito mais”

Dérbi do Minho

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Foto: Youtube

Declarações do treinador do Sporting Clube de Braga, após o jogo da 11.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol disputado em Guimarães e que terminou com a vitória dos bracarenses, por 2-0:

– Ricardo Sá Pinto (Treinador do SC Braga): “O Braga tem estado sempre bem. Se falarmos dos resultados da I Liga, não têm sido coincidentes que com a nossa supremacia e com a nossa qualidade de jogo. A nível de domínio, das chegadas, temos sido sempre muito fortes. Há muito tempo que merecíamos uma vitória como esta.

Considero o resultado justo. É demasiado evidente. Na posse da bola, não fomos superiores, mas [essa posse] foi controlada e provocada. Fomos superiores nas oportunidades, na chegada. Controlámos o jogo do princípio ao gim. O adversário não teve sequer uma oportunidade de golo. Não é fácil jogar na casa do [Vitória de] Guimarães. Era um jogo especial por ser um dérbi minhoto, com grande emotividade dos jogadores e dos adeptos. Fizemos um jogo muito completo. Os jogadores estão de parabéns. Agradeço o apoio dos nossos adeptos, que acreditam na nossa equipa.

Estrategicamente, explorámos aquilo que tínhamos de explorar. Tivemos bloco médio. Soubemos tapar os espaços, aquilo que provoca nos corredores. [O Vitória] é uma equipa que tem de jogadores de qualidade. Soubemos sair da pressão e impor a nossa variabilidade na fase de construção. Às vezes, isso acontece. Noutras vezes, não é possível. Nestes jogos, é fundamental a concentração. Ao mínimo deslize, acontecem golos. Fizemos dois golos, mas poderíamos ter feito mais. Não queríamos o empate. Queríamos os três pontos e conseguimo-los.

O jogo é feito de estratégia e de momentos. Fomos fortes em transição. Soubemos chegar com gente a zonas de finalização. O plano estratégico foi aplicado de uma forma exemplar, sem tirar o prazer aos jogadores. Não admito que os jogadores não se divirtam e não tenham criatividade ofensiva. Agora, o adversário tem valor e não nos podemos desequilibrar”.

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Futebol

“É um momento que não é bom, porque não ganhamos”

Dérbi do Minho

em

Foto: Divulgação

Declarações do treinador de Vitória SC após o jogo da 11.ª jornad da I Liga portuguesa de futebol disputado em Guimarães e que terminou com a vitória dos bracarenses, por 2-0:

– Ivo Vieira (Treinador do Vitória SC): “Acaba por ser o resultado que se concretizou ao fim. O Braga fez dois golos. Não fizemos nenhum. Procurávamos fazer os três pontos perante 24.000 pessoas. É um momento de tristeza não dar os três pontos à nossa massa adepta. Houve uma equipa [Braga] a jogar em bloco médio-baixo, em transição. O Braga causou-nos muitos danos. No último terço, não fomos capazes de criar situações de golo. Não decidimos bem e expusemo-nos muito na transição. O que fez muito a diferença foram os duelos, em que o Braga foi muito mais forte do que nós.

Não é questão de [os jogadores do Braga] quererem mais ou não. O Braga é uma equipa, em termos atléticos, muito bem composta. Perdemos muitas bolas aéreas. O Palhinha e o Fransérgio são jogadores muito fortes fisicamente. Nas segundas bolas, tiraram vantagem. Depois, juntaram isso aos seus tecnicistas. Tivemos muita bola, mas não criámos e rematámos. Não me lembro de um momento de golo flagrante. Nos muitos cruzamentos para a área, não conseguimos finalizar.

Não me quero esconder na nossa juventude, o espaço que estes atletas têm crescido, perante jogadores com mais de 100 jogos na I Liga, mais maduros. Perante o que a equipa tem feito perante outros adversários fortes, não havia razões para acontecer isso [um jogo pior], perante este ambiente. Não fomos suficientemente competentes.

Em relação à estratégia da equipa, já tivemos outros jogos em que os adversários defenderam mais baixo. Não criámos situações tão evidentes de golo como em outros jogos. Temos de encontrar não só a estratégia, mas tem de haver atletas com características para tirar partido do jogo.

A questão de [este último ciclo de jogos] ser positivo ou negativo é algo que tem de ser relatado pelos jornalistas de forma natural. Tenho muita consciência do trabalho que faço e do trabalho dos atletas. É um momento que não é bom, porque não ganhamos. Vínhamos de uma vitória e de um empate, no campeonato. Não é uma fase assim tão catastrófica, mas, com o momento de hoje, podemos aceitar que não é bom”.

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Futebol

SC Braga vence (0-2) em Guimarães e já só está a um ponto do Vitória

Dérbi do Minho

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Imagem via VSports

O Sporting Clube (SC) de Braga venceu (0-2), esta noite, o Vitória Sport Clube (SC), no Dérbi do Minho, em jogo a contar para a 11.ª jornada da Liga portuguesa de futebol.

Após dois jogos sem vitórias, os ‘arsenalistas’ triunfaram de forma concludente na ‘casa’ do rival minhoto com golos de Paulinho (24 minutos) e de Galeno (71), que materializaram o domínio de uma equipa que ‘manietou’ a ação ofensiva adversária, que ganhou quase todas as bolas divididas no meio-campo e foi várias vezes perigosa no ataque.

Com o seu quarto triunfo em Guimarães nas últimas cinco épocas, o Sporting de Braga ascendeu ao nono lugar, com 15 pontos, menos um do que o Vitória, ainda quinto classificado.

Com Florent, Al Musrati e Denis Poha a surgirem como ‘novidades’ face ao ‘onze’ do empate com os ingleses do Arsenal, para a Liga Europa (1-1), a turma vitoriana dispôs da primeira situação de perigo, a sua única no desafio, aos dois minutos, quando Tapsoba apareceu solto na área contrária após canto, mas cabeceou ao lado.

A formação bracarense, precisamente a mesma que alinhou no triunfo caseiro sobre os turcos do Besiktas (3-1), para a mesma prova europeia, demorou pouco a responder, num lance parecido, em que Paulinho cabeceou ao lado em posição frontal à baliza, e assumiu doravante as ‘rédeas’ da partida.

Pressionante sobre o adversário na hora de defender e rápida na hora de atacar, com tabelas precisas, a equipa treinada por Ricardo Sá Pinto ganhou claramente a ‘batalha’ do meio-campo e apareceu várias vezes com perigo junto à área até ‘inaugurar o marcador’.

Depois de Ricardo Horta ter permitido a defesa a Douglas numa ‘emenda’ aparentemente fácil para a baliza, após passe de Galeno, aos 10 minutos, os bracarenses continuaram mais confortáveis sobre o relvado e Paulinho, que já antes falhara, não ‘perdoou’ num remate em zona frontal, já no interior da área, assistido por Esgaio.

Em vantagem, os ‘arsenalistas’ recuaram no terreno e começaram a jogar na expetativa, mas fizeram-no bem até ao intervalo, ‘cortando’ várias linhas de passe aos vimaranenses, cujo ataque se resumiu aos esforços de Victor Garcia, que saiu lesionado ao intervalo para o lugar de Rochinha, e de Marcus Edwards pela ala direita.

A equipa treinada por Ivo Vieira tentou assumir o jogo na segunda parte, mas fê-lo sempre de forma atabalhoada, característica que se revelou fatal para o segundo golo sofrido: depois de três bolas perdidas a tentar sair a jogar na defesa, a bola sobrou para Galeno, que, à entrada da área, atirou rasteiro e cruzado para um golo em que Douglas foi mal batido, aos 71.

Nos 20 minutos finais, os vimaranenses instalaram-se no meio-campo contrário, mas sem conseguir ‘furar’ a retaguarda bracarense, comandada por dois centrais, Bruno Viana e Wallace, que ‘cortaram’ os muitos cruzamentos enviados para a área.

Ficha de Jogo

Jogo no Estádio D. Afonso Henriques, em Guimarães.

Vitória SC – SC Braga, 0-2.

Ao intervalo: 0-1.

Marcadores:

0-1, Paulinho, 24 minutos.

0-2, Galeno, 71.

Equipas:

– Vitória: Douglas, Victor Garcia (Rochinha, 46), Frederico Venâncio, Tapsoba, Florent, Al Musrati, Dénis Poha (Pepe, 55), Lucas Evangelista (Léo Bonatini, 69), Marcus Edwards, Davidson e Bruno Duarte.

(Suplentes: Miguel Silva, Pedro Henrique, Rafa Soares, Pepê, João Carlos Teixeira, Rochinha e Léo Bonatini).

Treinador: Ivo Vieira.

– Braga: Eduardo, Esgaio, Bruno Viana, Wallace, Sequeira, Palhinha, André Horta (João Novais, 77), Fransérgio, Ricardo Horta, Galeno (Wilson Eduardo, 81) e Paulinho (Rui Fonte, 65).

(Suplentes: Matheus, Diogo Viana, Agbo, João Novais, Trincão, Wilson Eduardo e Rui Fonte).

Treinador: Ricardo Sá Pinto.

Árbitro: Hugo Miguel (Associação de Futebol de Lisboa).

Ação disciplinar: cartão amarelo para Al Musrati (39), Palhinha (43), Victor Garcia (45), Frederico Venâncio (52), Pepe (60), Rochinha (66) e Esgaio (77).

Assistência: 24.429 espetadores.

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