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Região

‘Semáforo covid’ espanhol põe fronteira com o Minho a verde

Covid-19

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Fonte: Ministério da Saúde de Espanha

O Ministério da Saúde de Espanha já tem ativo o ‘semáforo covid’, que aponta as regiões conforme o número de casos ativos durante esta segunda vaga da pandemia de covid-19.


Apesar do grande crescimento registado ao longo das últimas semanas no país vizinho, os municípios galegos não são considerados de alto risco, estando, por isso, assinalados a verde no mapa divulgado hoje pelas autoridades sanitárias.

Espanha registou hoje 9.419 novos casos de covid-19, dos quais quase 35% em Madrid, elevando para 778.607 o número total de infetados até agora, segundo a mesma fonte.

Por outro lado, o país contabilizou mais 182 mortes com a doença nas últimas 24 horas, aumentando o total de óbitos para 31.973.

Madrid continua a ser a comunidade autónoma com o maior número de novas infeções, tendo adicionado mais 3.227 casos aos números totais de quarta-feira, elevando o número total de infeções para 238.423 nesta comunidade autónoma.

Deram entrada nos hospitais com a doença nas últimas 24 horas 1.280 pessoas, das quais 397 em Madrid, 147 na Andaluzia, 134 na Catalunha e 116 em Castela e Leão.

Em todo o país há 10.559 pessoas hospitalizadas com a doença, dos quais 1.561 pacientes em unidades de cuidados intensivos.

Dez cidades da Comunidade de Madrid, incluindo a própria capital, vão implementar a partir da meia-noite de sexta-feira novas medidas restritivas da mobilidade das pessoas, para tentar controlar a pandemia de covid-19.

O executivo regional desta comunidade autónoma vai respeitar as medidas tomadas, apesar de não concordar com elas e já ter anunciado que vai apresentar um recurso contra o alargamento a estes municípios do confinamento suave já em vigor em 45 zonas sanitárias, afetando um milhão de habitantes.

A cidade de Madrid tem cerca de 3,3 milhões de habitantes, mas acrescentando os restantes nove municípios, são agora mais de 4,5 milhões que agora ficam totalmente dentro do âmbito das novas medidas numa comunidade autónoma onde vivem 6,6 pessoas.

O despacho do Ministério da Saúde espanhol estabelece as medidas restritivas para municípios com uma incidência de contágio superior a 500 casos por 100.000 habitantes nos últimos 14 dias; com uma percentagem de positividade nos testes de diagnóstico acima de 10%; e uma ocupação de camas nas unidades de cuidados intensivos por doentes covid-19 acima de 35% na comunidade autónoma a que o município pertence.

As medidas são obrigatórias e incluem, entre outras coisas, a restrição da entrada e saída de pessoas, exceto deslocações “devidamente justificadas”, tais como ao médico, ao trabalho, centros educativos, assistência a idosos, menores e dependentes; e viagens a bancos, tribunais ou outros organismos públicos.

As reuniões familiares e sociais, a menos que coabitem, são limitadas a seis pessoas e a capacidade máxima dos estabelecimentos comerciais e serviços abertos ao público é reduzida a 50%, devendo fechar o mais tardar até às 22:00 horas.

Para hotéis, restaurantes, cafés e bares a capacidade permitida não pode exceder 50% no interior e 60% no exterior, e o consumo ao balcão é proibido, devendo estar encerrados às 23:00.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de um milhão de mortos no mundo desde dezembro do ano passado, incluindo 1.977 em Portugal.

Na Europa, o maior número de vítimas mortais regista-se no Reino Unido (42.202 mortos, mais de 460 mil casos), seguindo-se Itália (35.918 mortos, mais de 317 mil casos), França (31.956 mortos, mais de 563 mil casos) e Espanha (31.973 mortos, mais de 778 mil casos).

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Ave

Homem morre após cair do telhado de uma obra em Famalicão

Óbito

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Foto. BV Famalicenses / Arquivo

Um homem, com cerca de 60 anos, perdeu a vida na sequência de uma queda de oito metros de altura, esta tarde de sexta-feira, em Famalicão, disse a O MINHO fonte dos Bombeiros Famalicenses.

Ao que apurámos, a vítima estaria a trabalhar numa casa em construção, situada na Rua Penedo da Cabecinha, em Jesufrei, quando terá sofrido a queda da zona do telhado por motivos ainda não apurados.

Para o local foram mobilizados os Bombeiros Famalicenses e a equipa médica da VMER de Famalicão, que decretou o óbito no local.

A GNR registou a ocorrência e está a investigar o que terá levado à queda do homem.

O alerta foi dado às 15:30.

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Braga

Terras de Bouro isenta comerciantes e feirantes de rendas e taxas

Covid-19

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Foto: DR / Arquivo

A câmara de Terras de Bouro vai isentar de rendas, taxas e tarifas feirantes e comerciantes, apresentando as medidas como “mitigadoras” dos efeitos da pandemia de covid-19 no tecido empresarial local, anunciou hoje aquela autarquia.

Em comunicado, a autarquia explica que as medidas adotadas vão entrar em vigor dia 01 de dezembro e se vão prolongar até dia 31 de março de 2021.

Entre as medidas, está a “isenção de todas as tarifas da faturação de águas, saneamento e recolha de resíduos, dos consumidores não domésticos” e a isenção total de rendas de espaços e estabelecimentos comerciais celebrados com o município de Terras de Bouro”.

A isto, soma-se “a isenção de todas as taxas relativas aos feirantes e de todas as taxas de ocupação de via pública, por motivos comerciais”.

Portugal contabiliza pelo menos 4.276 mortos associados à covid-19 em 285.838 casos confirmados de infeção, segundo o último boletim da Direção-Geral da Saúde (DGS).

O país está em estado de emergência desde 09 de novembro e até 08 de dezembro, período durante o qual há recolher obrigatório nos concelhos de risco de contágio mais elevado.

Durante a semana, o recolher obrigatório tem de ser respeitado entre as 23:00 e as 05:00, enquanto nos fins de semana e feriados a circulação está limitada entre as 13:00 de sábado e as 05:00 de domingo e entre as 13:00 de domingo e as 05:00 de segunda-feira.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 1,4 milhões de mortos no mundo desde dezembro do ano passado.

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Viana do Castelo

Multinacional investe 7 milhões para ampliar fábrica de Viana do Castelo

BorgWarner produz componentes para automóvel

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Foto: CM Viana do Castelo (Arquivo)

A multinacional norte-americana BorgWarner, de componentes para automóvel, vai investir em 2021 sete milhões de euros na ampliação da fábrica do parque empresarial de Lanheses, em Viana do Castelo, criando 38 novos postos de trabalho, foi hoje divulgado.

A multinacional instalou-se na capital do Alto Minho em 2014, num investimento de 25 milhões de euros e na altura estimava criar 500 postos de trabalho, mas atualmente emprega 966 trabalhadores.

Hoje, na Câmara de Viana do Castelo, foi assinado o novo contrato de investimento e, em conferência de imprensa, Hugo Silva, da BorgWarner, explicou que a expansão “resulta do potencial aumento do volume de negócios previsto para os próximos anos”.

“O projeto contempla um investimento na ordem dos sete milhões de euros e inclui um aumento da área produtiva em 5.800 metros quadrados”, adiantou o responsável, que leu uma declaração escrita e se escusou a responder às questões dos jornalistas.

Hugo Silva informou que esclarecimentos acionais sobre aquele investimento teriam se ser colocados por escrito, e que seriam respondidos “à posteriori”.

Hugo Silva esclareceu apenas que o plano de expansão vai decorrer durante o ano de 2021.

O presidente da Câmara de Viana do Castelo disse que as obras de ampliação vão começar no início de 2021, sendo estimada a criação de 38 novos postos de trabalho.

“Este investimento vai gerar mais economia e mais emprego e ajudar a região e o país a aumentar as exportações já que é uma empresa muito exportadora”, referiu.

Segundo José Maria Costa as empresas do ‘cluster’ automóvel instaladas no parque empresarial de Lanheses empregam cerca de 3.000 trabalhadores.

O autarca socialista acrescentou que, nas três zonas empresariais do concelho (Lanheses, São Romão do Neiva e Alvarães), estão instaladas nove empresas do setor automóvel.

Em 2014, os incentivos concedidos pela Câmara de Viana do Castelo evitaram a saída da multinacional norte-americana BorgWarner, de Portugal, encontrando-se instalada no município vizinho de Valença.

Na altura, a multinacional beneficiou de um conjunto de isenções de taxas de infraestruturas, apoios à aquisição de terrenos e acompanhamento de processos de licenciamento, entre outras medidas.

A autarquia contratou ainda, um gabinete especializado, por 40 mil euros, para conceder apoio técnico à multinacional na construção da nova fábrica.

O grupo é líder mundial de produtos em soluções de tecnologia limpa e eficiência para veículos de combustão, híbridos e elétricos. Com fábricas e instalações técnicas em 99 localizações em 24 países, a empresa emprega cerca de 48.000 pessoas.

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