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Sem máscara ou distanciamento, Suécia admite: “Situação pode tornar-se perigosa”

Covid-19

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As autoridades da Suécia ponderam adotar medidas restritivas locais em Estocolmo, devido ao recente aumento de infeções por covid-19, o que a confirmar-se significaria uma mudança na estratégia até agora adotada pelo pais no combate à pandemia.


“A tendência de diminuição terminou. Se a curva continua a subir, a situação pode tornar-se perigosa”, destacou o responsável sanitário de Estocolmo, Bjoern Eriksson.

Segundo as autoridades de saúde suecas, nos últimos sete dias registaram-se na capital 305 novos casos, face aos 254 na semana anterior.

Também o responsável da Saúde Pública da Suécia, Anders Tegnell, defensor até agora da postura adotada no país, reconheceu que se a tendência de aumento persistir, terão que ser pensadas “restrições locais” em Estocolmo.

A Suécia tem-se destacado da generalidade dos países e até dos outros países nórdicos, na mesma situação pandémica, ao não adotar qualquer recomendação para o uso obrigatório de máscaras.

Os responsáveis daquele país têm privilegiado a responsabilidade individual, ao invés de ditarem restrições, notícia a agência EFE.

Esta estratégia causou polémica, principalmente nos momentos de maior incidência da pandemia, quando o número de infeções e mortes era mesmo superior a outros países daquela região, que optaram por aplicar medidas.

Desde o início da pandemia registaram-se na Suécia 89.436 infetados com o novo coronavírus e 5.870 vítimas mortais.

A pandemia de covid-19 já provocou pelo menos 965.760 mortos e mais de 31,3 milhões de casos de infeção em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Na Europa, o maior número de vítimas mortais regista-se no Reino Unido (41.825 mortos, mais de 403 mil casos), seguindo-se Itália (35.738 mortos, mais de 300 mil casos), França (31.338 mortos, mais de 458 mil casos) e Espanha (30.904 mortos, mais de 682 mil casos).

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Papa Francisco defende união civil entre casais homossexuais

Igualdade

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Um documentário que estreou esta quarta-feira no Festival de Cinema de Roma mostra o chefe máximo da igreja católica no mundo a defender a união civil entre casais homossexuais.

O filme, de nome “Francesco”, relata temas de profundo interesse do Papa Francisco, como a pobreza, o ambiente, a migração, racismo e discriminação.

No documentário, o Papa refere que os homossexuais “têm o direito de pertencer a uma família”.

“Eles são filhos de Deus e têm direito a uma família. Ninguém deve ser expulso ou ser miserável por isso”, disse o Papa.

“O que temos que criar é uma lei de união civil. Dessa forma, estarão legalmente abrangidos. Eu defendo isso”, disse ainda Francisco, citado pela agência Reuters.

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Estados Unidos com 701 mortos e 59.740 casos nas últimas 24 horas

Covid-19

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Os Estados Unidos registaram 701 mortes por covid-19 e 59.740 casos nas últimas 24 horas, de acordo com uma contagem independente da Universidade Johns Hopkins.

Desde o início da pandemia, o país totalizou 8.100.662 infeções e 219.156 óbitos, segundo os números contabilizados pela universidade norte-americana, sediada em Baltimore (leste), até às 20:00 de sábado (01:00 de hoje em Lisboa).

Embora Nova Iorque já não seja o estado com o maior número de infeções, continua a ser o que contabiliza mais mortes, mais de 33 mil, um número semelhante ao de países como Peru, Espanha ou França.

Seguem-se, em número de vítimas fatais, os estados do Texas (17.437), Califórnia (16.942), New Jersey (16.204) e Florida (15.917).

A Califórnia é o estado com mais casos confirmados (873.324), seguindo-se o Texas (847.605), Florida (752.481) e Nova Iorque (482.891).

Os Estados Unidos são o país com mais mortos e também com mais casos de infeção confirmados.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 1,1 milhões de mortos e mais de 39,3 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência de notícias France-Presse (AFP).

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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Brasil regista 461 mortes e 24.062 casos em 24 horas

Covid-19

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O Brasil registou 461 mortes e 24.062 novos casos de covid-19 em 24 horas, segundo o balanço divulgado hoje pelo Ministério da Saúde do país.

Ao todo, o maior país da América do Sul já contabiliza 153.675 óbitos e 5.224.362 infeções provocadas pelo novo coronavírus.

As autoridades de Saúde também informaram que 4.635.315 pessoas infetadas já recuperaram da covid-19, a doença causada pelo novo coronavírus, enquanto que 435.372 pacientes contaminados estão sob acompanhamento médico.

Neste sábado, o Governo brasileiro realiza uma campanha nacional para vacinar gratuitamente crianças e adolescentes contra diversas doenças, como sarampo, febre amarela, rubéola e hepatite, entre outras, perante os baixos índices de vacinação registados este ano devido à pandemia.

O executivo informou que até ao início de outubro a cobertura vacinal infantil no país em 2020 estava em torno de 57%, quando o ideal é imunizar entre 90% e 95% do público-alvo para garantir a eficácia das vacinas.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 1,1 milhões de mortos e mais 39,3 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Depois de a Europa ter sucedido à China como centro da pandemia em fevereiro, o continente americano é agora o que tem mais casos confirmados e mais mortes.

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