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Braga

Sede da AIMInho em Braga à venda por 1,5 milhões

Preço inicial era de 2,36 milhões

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Foto: DR/Arquivo

O edifício-sede da extinta Associação Industrial do Minho, em Braga, vai ser novamente posto à venda, desta vez, por 1,5 milhões de euros. No primeiro leilão, os credores pediam 2,36 milhões, sendo 2,06 milhões (85 por cento da avaliação feita ao prédio) o valor mínimo; mas não apareceu ninguém para o adquirir por esse valor.

A sede de Braga, sita em São Lázaro, com cave, rés-do-chão e dois andares. Fonte ligada ao processo disse ao «Minho» que, a operação de venda do pavilhão da Associação Industrial do Minho (AIMinho), que a Câmara de Viana do Castelo quer comprar por 1,3 milhões, está apenas dependente da aprovação da Assembleia Municipal e, posteriormente, do Tribunal de Contas.

Já no que toca ao prédio que alberga o extinto IEMinho, Centro de Incubação de Empresas, de Soutelo, Vila Verde a mesma fonte adiantou que o processo de alienação, a cargo do administrador judicial, Nuno Albuquerque, aguarda registo na plataforma eletrónica e-leilão.

Até ao momento, apenas um automóvel foi vendido em leilão por 3.400 euros. O leilão eletrónico para venda do património ficou deserto. O processo tem sido conduzido pelo administrador judicial, o advogado Nuno Albuquerque.

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Braga

Ministério Público pede 18 anos de cadeia para homem que estrangulou mulher até à morte em Vieira do Minho

Justiça

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Foto: DR / Arquivo

O Ministério Público (MP) pediu 18 anos de cadeia por homicídio qualificado para o homem acusado de estrangular até à morte a mulher no restaurante de ambos em Salamonde, Vieira do Minho.

Nas alegações finais, que decorreram hoje no Tribunal de Braga, a defesa do arguido, Manuel Fidalgo, pediu a sua absolvição com base no princípio in dubio pro reu.

O advogado João Magalhães alegou que o inquérito criminal foi mal feito, porque da acusação não constaria o relatório da autópsia da vítima e porque faltariam imagens relevantes na documentação, como as que foram vistas a pedido da defesa mostrando um homem a entrar no local de crime e que a Polícia Judiciária não terá incluído no inquérito.

Posto isto, conclui o advogado, o inquérito e a fase de instrução violaram princípios constitucionais de defesa do arguido.

Por seu turno, a família, representada pela advogada Arminda Melo, pediu a pena máxima e uma indemnização de 500 mil euros.

Tanto o MP como a família pedem a indignidade sucessória do arguido, isto é, que Manuel Fidalgo não tenha direito a receber como herança os bens da mulher.

Sobre o crime

Manuel Fidalgo, de 45 anos, terá assassinado, em março de 2019, a mulher, Ana Paula, de 31 anos, por estrangulamento, no restaurante/residencial que ambos possuíam em Salamonde, Vieira do Minho.

Na última audiência do julgamento, o coletivo de juízes ouviu duas testemunhas, uma delas, uma antiga empregada, sazonal, do restaurante, a qual garantiu que nunca viu qualquer problema, e muito menos violência, entre o casal, mas sublinhando que alguns membros da família “apoucavam” Manuel Fidalgo, a quem apelidavam de “boneco”.

Foi, ainda, ouvida uma outra testemunha, um homem que apareceu nas imagens de videovigilância a entrar para a lavandaria, o local onde a vítima foi encontrada já sem vida, ou quase a falecer.

O homem contou que entrou no local porque era hóspede e dormia num quarto da zona, e revelou que foi a filha do casal que o alertou para a ocorrência, tendo até, uma vez que tem alguns conhecimentos de primeiros socorros, tentado prestar-lhe auxílio, antes da chegada do INEM.

Apertou-lhe o pescoço

A acusação diz que o arguido, António Manuel Fidalgo, de 45 anos, – em prisão preventiva – ,motorista de profissão, terá “apertado o pescoço” da mulher, Ana Paula, de 41 anos, “com o que lhe causou a morte por asfixia”. O alegado crime ocorreu, supostamente por razões amorosas, no dia 7 de março de 2019, pelas 21 horas, na lavandaria da pensão/restaurante que ambos exploravam no local.

A morte da mulher ocorreu um dia antes de o casal assinar escrituras sobre bens que possuíam em conjunto, um ato preparatório do divórcio.

O Ministério Público especifica que, ao fim da tarde, o arguido chegou ao restaurante e encontrou, atrás do balcão, um homem de nome Jorge, que pensava ser amante da mulher, e que é testemunha no processo. Pelas 20h00, numa discussão – na lavandaria – sobre as desavenças que mantinham por causa dele, o arguido, desagradado, e com ciúmes, “colocou-lhe as mãos no pescoço, e apertou-o com força, impedindo-a de respirar. Até lhe tirar a vida”.

O alegado homicida casou com a vítima em Agosto de 1998, e dela teve dois filhos.

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Braga

Peregrino em estado grave ao ser atropelado no São Bento da Porta Aberta

Acidente

em

Foto: DR / Arquivo

Um peregrino, de 79 anos, foi atropelado ao final da manhã desta sexta-feira, no parque de estacionamento do Santuário de São Bento da Porta Aberta, em Terras de Bouro, disse a O MINHO fonte dos bombeiros.

A vítima estaria a caminhar quando terá sido atropelada por uma viatura com plataforma elevatória que fazia marcha-atrás, ficando com vários ferimentos.

Bombeiros de Terras de Bouro, com uma ambulância e três operacionais apoiados pela equipa médica da VMER de Braga, prestaram o primeiro auxílio.

A vítima foi transportada para o Hospital de Braga com ferimentos graves. O alerta foi dado cerca das 12:02.

A GNR de Terras de Bouro registou a ocorrência.

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Braga

Árvore cai em cima de carro em Braga

Acidente

em

Foto: Rui Veloso no grupo Fórum Cidadania Braga

Uma árvore caiu em cima de um automóvel, ao início da manhã desta sexta-feira, na cidade de Braga.

Segundo disse a O MINHO fonte dos Bombeiros Sapadores de Braga, a queda ocorreu por volta das 07:30, mobilizando uma equipa para proceder à remoção e corte.

A mesma fonte indicou que não existe registo de feridos, apenas danos materiais na viatura que estava estacionada na Avenida Porfírio da Silva.

No local estiveram os Sapadores com três operacionais e uma viatura.

A PSP registou a ocorrência.

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