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Braga

Secretário de Estado diz que Falperra melhorou “do preto para o branco”

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Fotos: Joaquim Gomes / O MINHO

O secretário de Estado da Juventude e do Desporto, João Paulo Rebelo, disse este sábado ter indicações que este ano a organização da Rampa Internacional da Falperra melhorou bastante, sobretudo quanto à segurança não só de pilotos como principalmente em relação ao público.

Falando em Braga, antes da Gala da Rampa da Falperra, João Paulo Rebelo disse ter já informações que “no primeiro dia, este sábado, as coisas já correram muito bem”.

Segundo o governante, “aliás, um dos observadores da FIA [a Federação Internacional de Automobilismo] disse-me que a diferença era de preto para branco” do ano passado para esta edição da Rampa Internacional da Falperra, que é prova rainha do Campeonato Nacional de Montanha JC Group 2018, terminando esta domingo em Braga.

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Braga

Assembleia Municipal retoma discussão de acordo com o SC Braga, descida de IRS e empréstimo

Reunião anterior foi dominada pelo tema da venda da antiga fábrica Confiança.

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Foto: DR

A Assembleia Municipal de Braga, liderada por Hortense Santos, retoma esta terça-feira, dia 16, pelas 21:00, no pequeno auditório do Altice Forum Braga, a ordem de trabalhos da reunião anterior, de 04 de outubro, que acabou por ser dominada por um único tema: a venda da antiga fábrica Confiança, o principal ponto da Ordem de Trabalhos, que motivou acesa polémica e acabou com a maioria PSD/CDS/PPM a aprovar a sua alienação.

Sem discussão e votação ficaram vários assuntos, entre eles três com algum relevo: a cedência do direito de superfície de uma parcela de terreno ao SC Braga – Cidade Desportiva; E, propostas de fixação da Taxa do Imposto Municipal Sobre Imóveis 2019; de lançamento de Derrama a cobrar no ano de 2019; e de participação variável no Imposto Sobre o Rendimento Das Pessoas Singulares (IRS) – ano de 2019. E, ainda, o da contração de um empréstimo bancário de 8,5 milhões de euros.

No primeiro caso, os deputados municipais votam o acordo alcançado entre a Câmara e o SC Braga que prevê que o Município ceda ao clube, por 75 anos, os terrenos paralelos à Avenida do Estádio, recebendo 400 mil euros e o acesso público a um circuito de manutenção.

A proposta prevê, ainda, que o clube construa um circuito de manutenção de “acesso público e livre” e que o município “utilize gratuitamente o futuro pavilhão multiusos do SC Braga, duas vezes por ano”. Por seu turno, a Câmara utilizará os 400 mil euros na reconversão de um pavilhão em São Victor, para acolher atividades de ginástica, modalidade que não tem recinto adequado em Braga.

As duas partes haviam-se desentendido no começo do ano, por causa das contrapartidas: a Câmara invocava um compromisso do clube em ceder um piso na cave do futuro pavilhão – a construir em cima da piscina inacabada junto ao Estádio – e o SCB contrapunha que nada prometera e não queria “misturas” no uso da estrutura.
Na Câmara, o acordo teve votos favoráveis da maioria PSD/CDS e da CDU e a abstenção dos vereadores do PS.

Desce o IRS

No caso dos impostos, a Assembleia vota uma proposta de descida em 0,145 por cento do IRS (Imposto sobre o Rendimento), pago pelos municípes em 2019.

Na agenda de trabalhos está, ainda, a contração de um empréstimo bancário de 8,5 milhões de euros verba que se destina a investimento: “temos em curso um grande número de projetos e de obras que custam muitos milhões”, explicou Ricardo Rio a O MINHO, sublinhando que o Município “tem vindo a poupar dinheiro e a reduzir a dívida, o que lhe permite investir na qualidade de vida dos bracarenses”.

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Braga

Proteção Civil proibiu parque de estacionamento no Estádio Municipal de Braga

Que serve a direção, jogadores, equipa técnica, funcionários e convidados.

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Foto: DR/Arquivo

A Câmara e o SC Braga entregaram à Autoridade Nacional da Proteção Civil (ANPC) um projeto de obras a realizar no piso substerrâneo do estádio municipal de modo a que este possa continuar como parque de estacionamento, que serve a direção, jogadores, equipa técnica, funcionários e convidados.

A ANPC proibiu, recentemente, por razões de segurança, a utilização do parque de estacionamento do estádio municipal, o que levou o clube a elaborar um projeto de obras.

Ontem, no final da reunião de Câmara, Ricardo Rio, revelou que a Proteção Civil ordenou o fecho do parque, invocando razões várias de segurança, nomeadamente a ausência de saídas de emergência, vulgo «escapatórias», para pessoas e veículos em caso de incêndio, de outro sinistro ou desastre natural.

Rio disse, ainda, que, a ANPC havia já exigido, há cerca de três anos, que a Câmara tomasse algumas medidas provisórias de reforço da segurança, com realce para a colocação no espaço, em dias de jogos de futebol, de uma equipa de bombeiros municipais. O que tem acontecido. Pediu, também, a realização de várias obras de adaptação, cujo caderno de encargos iria até aos 350 mil euros. Depois disso, e numa nova vistoria concluiu que as melhorias que pedira não foram feitas, ordenou o encerramento. Face ao custo elevado dos arranjos, o clube elaborou um projeto arquitetónico para o local, com um custo inferior a 100 mil euros, e que pretende responder às imposições da Proteção Civil.

O assunto foi levantado na reunião de Câmara pela vereadora socialista Liliana Pereira, que se mostrou preocupada com o facto e pediu esclarecimentos. Ricardo Rio sublinhou que, o projeto do estádio – projetado pelo arquiteto Souto Moura e construído para o campeonato de futebol Euro/2004 – , não previa que o local fosse aproveitado para estacionamento, o que veio a suceder, sem que o licenciamento tivesse sido feito. Ao lado do estacionamento, estão várias estruturas do clube, nomeadamente balneários, sala de imprensa, gabinetes de diretores e funcionários e museu.

Salientou que ainda não está determinado quem pagará os custos da operação, se o Município se o clube bracarense: “a estrutura é camarária, vamos analisar o assunto”, disse.

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Braga

“Bando” internacional condenado a pena de prisão em Braga

Os seis estão em prisão preventiva e assim vão continuar, até ao trânsito em julgado da sentença.

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Foto: DR / Arquivo

O Tribunal de Braga condenou hoje a penas de prisão os seis arguidos estrangeiros de “um bando” acusado de assaltar residências naquele concelho, em Famalicão e, também, em Oliveira de Azeméis, no distrito de Aveiro, em dezembro de 2017.

Os arguidos foram condenados a cinco anos e dez meses de prisão por três crimes de furto qualificado, um dos quais na forma tentada.

Estavam ainda acusados, pelo Ministério Público, de associação criminosa, mas o tribunal não deu este crime como provado, considerando que os arguidos “apenas formavam um bando”.

Segundo o coletivo de juízes, os arguidos revelaram “um nível organizacional com algum relevo”, com divisão de tarefas, e uma “logística sofisticada”, nomeadamente em relação à eliminação de vestígios.

Os arguidos limpariam os apartamentos que arrendavam em Portugal antes se irem embora, coisa que, como sublinhou o tribunal, “nenhum turista faz”.

No entanto, o tribunal considerou que isto não é o suficiente para dar como provada a associação criminosa.

O tribunal deu ainda como provado que os arguidos atuavam sobretudo por alturas de quadras festivas, como o Natal, aproveitando o facto de as pessoas deixarem as suas habitações e rumarem às aldeias, para festejarem com a família.

Segundo o tribunal, o grupo faz parte de uma organização internacional para crimes como património e instalou-se, em 2017, nos arredores de Matosinhos, “apenas e só para roubar”.

Os arguidos têm entre 25 e 44 anos, sendo dois deles pai e filho.

Viriam desde 2009 a Portugal, arrendando apartamentos para permanências de curta duração.

Em novembro de 2017, alugaram um apartamento na Senhora da Hora, em Matosinhos, e um automóvel, tendo também adquirido ferramentas de corte, como rebarbadoras, além de luvas e gorros.

O primeiro assalto julgado no processo que hoje foi sentenciado ocorreu em 15 de dezembro, em Nogueira, Braga, de onde levaram peças num valor superior a 95 mil euros.

No dia seguinte, assaltaram uma residência em Oliveira de Azeméis, num furto que lhes rendeu mais de 34 mil euros.

No dia 17, tentaram assaltar uma residência em Ribeirão, Famalicão, mas foram surpreendidos pela dona e acabaram por ser apanhados pela Polícia Judiciária.

Um deles tinha dois mandados de detenção por furtos praticados em Gandra, concelho de Valença, e em Viana do Castelo.

Outro já tinha sido condenado pelo mesmo crime, praticado em Carreço, Viana do Castelo.

Os seis estão em prisão preventiva e assim vão continuar, até ao trânsito em julgado da sentença.

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