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Braga

“Se cada um conseguir transformar o seu mundo, o mundo à nossa volta fica melhor”

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“Se cada um conseguir transformar o seu mundo, o mundo à nossa volta fica melhor”. A ideia foi proferida por Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga, durante uma sessão subordinada ao tema ´Competitividade no Sector Exportador: A Opção pela Sustentabilidade´, inserido na 11ª Semana da Responsabilidade Social, informou hoje a autarquia bracarense.

O evento, que decorreu no Museu D. Diogo de Sousa, foi organizado pela Associação Nacional de Ética Empresarial e pela UN Global Compact Network Portugal.

Na ocasião, promoveu-se uma reflexão sobre os desafios que o tecido empresarial enfrenta face aos novos desafios e referenciais internacionais.

”As empresas e instituições de Braga têm sido um excelente exemplo na promoção de valores e dinâmicas relacionadas com a competitividade positiva, sustentabilidade ambiental, promoção da justiça social ou capacitação dos recursos em prol do bem-estar das populações”, referiu.

Para o autarca, a temática do desenvolvimento sustentável tem sido ´muito acarinhada´ ‘pelo actual Executivo Municipal, que tem procurado disseminar e estimular as boas práticas no dia-a-dia da comunidade empresarial, refere a nota enviada às redações.

“Braga tem um potencial acrescido nessa matéria, já que uma das dimensões que terá relevância essencial no futuro é a componente da inovação tecnológica. As novas abordagens baseadas nesse conhecimento serão fonte de transformação da realidade local e mundial”, referiu.

Sublinhando que as cidades são o palco natural para a concretização destas transformações e que as inúmeras tendências de organização das cidades apontam para o aumento da economia da partilha, o autarca adiantou, segundo aquela nota, que são vários os desafios que se colocam.

“Estes fenómenos de transformação radical da realidade de posse implicam desafios ao nível da adaptação cultural e social dos cidadãos mas também à subsistência das empresas. O tecido económico terá de ser capaz de se adaptar e antecipar essas tendências, encontrando respostas adequadas que sejam percebidas como uma mais-valia para todos nós”, disse.

 

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Braga

Mulher morre soterrada em Vieira do Minho

Em Cantelães

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Foto: Eduardo Ferreira / Rio Longo e Notícias

Uma mulher de 71 anos perdeu a vida na sequência de uma derrocada de terra depois da queda de um muro, esta quarta-feira, no quintal onde procedia a arrumos de lenha, em Vieira do Minho.

Foto: Eduardo Ferreira / Rio Longo e Notícias

O acidente ocorreu no lugar de Cabine, freguesia de Cantelães, mobilizando os Bombeiros de Vieira do Minho, VMER de Braga e GNR.

Foi necessária a utilização de uma máquina para remover a terra e as pedras do muro, de grande porte, para retirar o corpo debaixo dos escombros.

O óbito foi declarado ainda no local pela equipa médica da VMER.

A GNR registou a ocorrência.

(notícia atualizada às 15h01 com mais informação)

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Braga

Braga introduz medidas de apoio à economia local

Economia

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Foto: Divulgação

O Município de Braga aprovou, em sede de reunião do Executivo Municipal, um conjunto de medidas que visam minorar o impacto da pandemia de Covid-19 na economia local e, em particular, o comércio de proximidade.

Desta forma, a autarquia prescinde de receitas potenciais no sentido de apoiar directamente os empresários locais e a retoma da atividade económica das micro e pequenas empresas do concelho.

Estas medidas agora aprovadas juntam-se a diversas outras iniciativas que têm sido desenvolvidos neste período, designadamente as isenções promovidas pela Agere aos estabelecimentos de comércio e serviços que encerraram devido à entrada em vigor do Horário Zero e a criação de um Programa de Apoio ao Comércio e Outro Tipo de Empresas (PACOTE) destinado a apoiar a sustentabilidade das empresas e a preservar empregos, através de um serviço de informação sobre segurança social, orientação técnica sobre incentivos fiscais e assistência especial a empresas de turismo.

“Neste momento é fundamental apoiar o comércio local e garantir que os empresários dispõem do máximo de liquidez possível para enfrentar esta situação que se vive. Esta é uma área que, à semelhança de outras, tem sofrido bastante neste período, primeiro com a impossibilidade de laborar e, agora, com uma queda abrupta do seu volume de negócios. Este é um teste de resistência às empresas e empresários e queremos estar ao seu lado para que possam manter os postos de trabalho e minorar os impactos sociais da pandemia”, referiu Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga, garantindo ainda que a autarquia mantém intacto o trabalho de dinamização económica do território.

Procedimentos para operacionalização das medidas de apoio

Assim, foram aprovadas as seguintes medidas de apoio e as respectivas formas de operacionalização:

– Isentar, no ano 2020, das taxas de ocupação de espaço público os operadores que se enquadrem no regime simplificado, previsto no artigo D-2/10º do Código Regulamentar, e previstas no artigo 50.º da Tabela de Taxas. Os operadores económicos que já tenham liquidado as respectivas facturas, deverão enviar para o correio electrónico: [email protected] com os seguintes elementos: Talão comprovativo do IBAN e a(s)respectiva(s) factura(s). O reembolso será efectuado, oportunamente, após recepção dos elementos mencionados. Caso não pretendam enviar os elementos por correio electrónico, poderão fazê-lo por carta para o seguinte endereço: Município de Braga – DCFAR. Praça do Município, 4700-435 Braga.

– Isentar, por um período de três meses (abril, maio e junho de 2020) das taxas devidas pela ocupação os exploradores dos quiosques instalados em espaço público do Município de Braga (tipificadas no artigo D-2/25.º e D-2/36.º do Código Regulamentar). O pagamento será retomado na mensalidade referente ao mês de Agosto de 2020, a pagar até ao dia 20 de Julho (artigo D-2/36º do Código Regulamentar do Município de Braga).

– Isentar, por um período de 3 meses (abril, maio e junho) as rendas relativas aos quiosques de flores situadas no Largo Monte D’Arcos junto ao Cemitério Municipal, em virtude do encerramento do mesmo. O pagamento das rendas será retomado na mensalidade do mês Julho de 2020, a pagar até ao dia 8 do mês a que respeita.

– Alargar o prazo de pagamento voluntário das taxas de publicidade e ocupação da via pública, não enquadráveis no regime simplificado de ocupação de espaço público, referentes às renovações para o ano 2020. Os agentes económicos deverão proceder ao pagamento das respectivas taxas até 30 de Setembro de 2020. O pagamento deverá ser efectuado por transferência bancária (IBAN PT50 0007 0602 0051 7060 0056 1), ou por envio de cheque emitido à ordem do Município de Braga (endereçado para a morada Município de Braga – DCFAR. Praça do Município, 4700-435 Braga), referenciando sempre o número da factura e/ou número do processo. Os agentes económicos que possuam facturas que incluem mais do que um regime de licenciamento devem solicitar, através do correio electrónico [email protected], o valor correto para a transferência a efectuar, dado que o acerto será realizado na factura já emitida. Em caso de incumprimento do prazo de pagamento até 30 de Setembro, o processo será encaminhado para cobrança coerciva, sendo devidos juros de mora à taxa legal em vigor, conforme Código Regulamentar do Município de Braga.

Para qualquer dúvida ou necessitando de mais informações, estamos à disposição através do seguinte endereço electrónico: [email protected]

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Braga

BE critica adiamento de 11 meses de consulta de psiquiatria no Hospital de Braga

Hospital de Braga

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Foto: DR / Arquivo

O Bloco de Esquerda criticou hoje o adiamento por quase 11 meses de uma consulta de psiquiatria no Hospital de Braga, considerando tratar-se de uma “situação inaceitável, que deve ser alvo de intervenção e reparação urgentes”.

Contactado pela Lusa, o hospital refere que não está em causa uma primeira consulta, que o doente em questão não apresenta uma situação clínica grave e que a médica que o acompanha está ausente por tempo prolongado, tendo havido uma remarcação automática das suas consultas.

“Na especialidade de psiquiatria, todos os casos considerados clinicamente graves estão a ser vistos em consulta”, acrescenta.

Em comunicado, o Bloco de Esquerda (BE) refere que o doente tinha consulta agendada para o dia 01 de abril, mas no final de março recebeu uma carta do hospital informando-o que a consulta foi remarcada para 17 de fevereiro de 2021.

“O BE pretende aferir o que se passa para que tal situação esteja a suceder: se se trata de um lapso, deverá o Hospital de Braga proceder à sua reparação. Se se trata efetivamente da data para a qual estão a ser remarcadas consultas, estamos perante uma situação inaceitável que deve ser alvo de intervenção e reparação urgentes”, lê-se no comunicado.

Reconhecendo que, com a pandemia de covid-19, muita atividade do Serviço Nacional de Saúde (SNS) teve de ser suspensa, o Bloco defende que agora deve haver um “investimento significativo para que essa atividade seja recuperada rapidamente, sem adicionar meses de espera por uma consulta”.

Por isso, o BE apresentou, na Assembleia da República, uma pergunta dirigida à ministra da Saúde, para saber se Marta Temido tem conhecimento daquela situação e que medidas estão a ser tomadas para reforçar as instituições do SNS, capacitando-as para a recuperação imediata da atividade desprogramada.

Na resposta à Lusa, o Hospital de Braga explica que os tempos máximos de resposta garantidos apenas se aplicam às primeiras consultas, o que, acrescenta, não é o caso do doente em questão, que já ali vem sendo acompanhado na especialidade de psiquiatria.

Diz ainda que o doente em questão “não apresenta uma situação clínica grave”, estando também a ser acompanhado em psicologia, com consultas agendadas para os próximos meses.

Sublinha que a médica que acompanha o doente está ausente por tempo prolongado, tendo havido uma remarcação automática das suas consultas.

“No entanto, a situação já está a ser analisada caso a caso”, vinca.

Ainda segundo o hospital, atualmente, o tempo médio de espera para primeiras consultas de psiquiatria é de 200 dias, “ficando o mesmo a dever-se, também, pelo efeito incontornável da pandemia que estamos a viver”.

“Realça-se, no entanto, que o combate às listas de espera são uma preocupação presente, sendo a retoma das mesmas, em tempo de covid-19, uma prioridade”, remata.

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