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Santuário de Fátima retoma no sábado celebrações com presença de peregrinos

Covid-19

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Foto: Divulgação / Fátima

O Santuário de Fátima vai retomar as celebrações com a presença de peregrinos a partir de sábado, garantindo as condições de segurança para o maior número de pessoas.


O Santuário de Fátima, no concelho de Ourém, distrito de Santarém, anunciou hoje que “para garantir a participação do maior número de pessoas em segurança, no estrito cumprimento das regras definidas pelas autoridades de saúde”, irá concentrar na Basílica da Santíssima Trindade a maioria das missas.

Neste local, será realizado o programa oficial, de segunda a domingo, à exceção da missa das 11:00 que, ao fim de semana, até 26 de outubro, será sempre celebrada no Recinto de Oração, informa ainda o Santuário.

Também ao domingo, a missa das 15:00 passará a ser celebrada no Recinto de Oração.

Segundo o Santuário, a transferência das principais celebrações do programa oficial para a Basílica da Santíssima Trindade (de segunda a sexta) e para o Recinto de Oração “obedeceu a um critério de responsabilidade, que o Santuário tem vindo a adotar neste contexto de pandemia”.

O Santuário recorda que, antes de serem suspensas as celebrações comunitárias com a presença de peregrinos, no dia 14 de março, foi adotado um conjunto de medidas preventivas para evitar o contágio pela covid-19.

“Esta mesma preocupação está presente na escolha dos espaços onde decorrerão as celebrações a partir de agora, nesta fase de desconfinamento inicial”, destaca o Santuário.

As celebrações na Capelinha das Aparições também serão retomadas, com a reza do Terço às 12:00 e às 18:30.

As celebrações oficiais terminarão diariamente com o Terço às 21:30.

Durante a semana será ainda celebrada na Capelinha das Aparições a Eucaristia das 12:30.

As Missas que habitualmente decorriam durante a semana na Capelinha das Aparições em italiano, inglês e espanhol não irão ser celebradas, assim como a procissão do Santíssimo ao domingo.

Os espaços museológicos reabriram na terça-feira.

Dentro dos espaços fechados é obrigatório o uso de máscara e a prévia higienização das mãos.

Durante as celebrações, a máscara só deverá ser retirada no momento da comunhão que continuará a ser dada na mão, informa ainda o Santuário.

Os peregrinos deverão respeitar todas as indicações dos acolhedores, nomeadamente nas filas para a comunhão e na ocupação dos lugares sentados, dentro dos espaços de culto e oração.

As capelas da Reconciliação e da Adoração mantêm os horários habituais, devendo os peregrinos observar todas as regras de distanciamento, etiqueta respiratória e higiene.

A Bênção dos Veículos passa a realizar-se semanalmente, a partir do dia 31 de maio, ao domingo, no parque 12, ao lado do Centro Pastoral de Paulo VI, às 12:45 e 17:00.

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Profissionais de saúde desconfiam do número de doentes covid divulgado pela DGS

Covid-19

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Foto: DR

Profissionais de saúde colocam em causa a veracidade do número de infetados registado pela DGS. Defendem que o boletim divulgado diariamente não está a contabilizar todos os casos de Covid-19.

De acordo com o semanário Expresso há laboratórios, universidades e médicos que não registam os casos positivos de covid-19.

Há, por exemplo, diferenças entre o número total de infeções e a distribuição por concelhos, como é o caso do Porto ou Lousada, que estão há semanas sem novos infetados, mas os hospitais negam esses números.

Os profissionais e antigos responsáveis na saúde questionam mesmo a real dimensão da pandemia em Portugal.

Recorde-se que o concelho de Braga é um dos casos em que os números apresentados pelos médicos locais não coincide com o revelado diariamente pela DGS.

Na Conferência de Imprensa desta sexta-feira, a ministra da Saúde avançou que há quase 8 mil casos de ativos na região de Lisboa e Vale do Tejo.

A região de Lisboa e Vale do Tejo (LVT) registou sexta-feira 80% dos novos casos de covid-19, com 300 das 374 novas infeções reportadas desde quinta-feira, segundo a Direção-Geral da Saúde (DGS).

Contudo, segundo referiu a ministra da Saúde, Marta Temido, os dados do boletim epidemiológico divulgado sexta-feira referentes a LVT têm apenas “como fonte os dados agregados dos respetivos agrupamentos de Centros de Saúde”.

Portugal regista hoje mais sete mortos devido à covid-19, em relação a sexta-feira, e mais 413 infetados, dos quais 317 na região de Lisboa e Vale do Tejo, divulgou hoje a Direção-Geral da Saúde (DGS).

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Covid-19: Mais sete mortos, 413 infetados e 348 recuperados no país

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Portugal regista hoje mais sete mortos devido à covid-19, em relação a sexta-feira, e mais 413 infetados, dos quais 317 na região de Lisboa e Vale do Tejo, divulgou hoje a Direção-Geral da Saúde (DGS).

Segundo o boletim epidemiológico diário da DGS, o total de mortos por covid-19 desde o início da pandemia é de 1.605 e o total de casos confirmados é de 43.569 infetados.

Há 28.751 casos recuperados, mais 327.

Em termos percentuais, o aumento no número de óbitos foi de 0,4%, (dos 1.598 para os 1.605), e o aumento no número de casos confirmados foi de cerca de 1% (dos 43.156 para os 43.569 casos).

O total de doentes recuperados aumentou em 348, dos 28.424 de sexta-feira para 28.772 hoje.

O boletim indica ainda que há menos seis pessoas internadas em relação ao dia anterior, com um total de doentes internados de 489, dos quais 73 em unidades de cuidados intensivos, mais um do que na sexta-feira.

As autoridades de saúde têm sob vigilância 31.486 contactos de pessoas infetadas, e existem neste momento 1.103 pessoas a aguardar resultados laboratoriais.

Os sete óbitos registados hoje ocorreram na região de Lisboa e Vale do Tejo, aquela onde se regista um maior número de novos casos nas últimas semanas.

A região regista já um total de 20.273 casos confirmados, hoje com mais 317 do que sexta-feira (cerca de + 1,6%), e é a região do país mais afetada em termos de casos confirmados.

No que diz respeito a mortalidade, as 498 mortes associadas à covid-19, em Lisboa e Vale do Tejo, estão ainda abaixo das 819 ocorridas na região Norte.

Ainda em relação à região de Lisboa e Vale do Tejo, a DGS mantém a informação de que há 200 casos ainda por incluir no total, referentes a testes realizados por um laboratório que em três dias desta semana não os registou no sistema para o efeito, estando a sua distribuição ainda a ser analisada pelas autoridades de saúde.

Em Lisboa e Vale do Tejo os concelhos com o maior número de pessoas infetadas são os de Lisboa, com 3.645 casos (+81); Sintra, com 2.850 casos (+35); Loures, com 1.910 casos (+23); Amadora, com 1.780 casos (+7); Odivelas, com 1.183 casos (+26); e Cascais, com 1.061 casos (+20).

Na região Norte, os concelhos mais afetados são Braga, com 1.256 casos (sem novos casos hoje); Vila Nova de Gaia, com 1.678 casos (+8); Porto, com 1.414 casos (sem novos casos hoje); Matosinhos, com 1.292 casos (sem novos casos hoje); Gondomar, com 1.093 casos (sem novos casos hoje).

Sobre a distribuição etária das mortes registadas hoje, o boletim adianta que uma pessoa tinha entre 40-49 anos; uma entre 60-69; e as restantes cinco mais de 80 anos.

Portugal continua sem registar qualquer óbito até aos 19 anos.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 526 mil mortos e infetou mais de 11 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

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Supermercados acusados de concertarem preços de bebidas com prejuízo do consumidor

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Seis grupos de distribuição alimentar e dois fornecedores de sumos, vinhos e outras bebidas, foram acusados pela Autoridade da Concorrência (AdC) de concertarem preços durante vários anos em prejuízo do consumidor.

“Após investigação, a AdC concluiu que existem indícios de que Modelo Continente, Pingo Doce e Auchan utilizaram o relacionamento comercial com os fornecedores Sumol+Compal e Sogrape para alinharem os preços de venda ao público (PVP) dos principais produtos daqueles, em prejuízo dos consumidores”, anunciou hoje a autoridade em comunicado.

Nas bebidas não-alcoólicas e sumos, a acusação da AdC visa também a cadeia de distribuição Lidl e nas bebidas alcoólicas abrange as cadeias Intermarché e E-Leclerc, referindo a AdC que estes distribuidores representam “uma vasta” percentagem do mercado da distribuição em Portugal.

Nas acusações da AdC são igualmente visados, individualmente, dois administradores e dois diretores, de cada um, dos fornecedores Sumol+Compal e Sogrape.

A AdC diz que os comportamentos investigados “duraram vários anos”, tendo-se desenvolvido entre 2002 e 2017, no caso da Sumol+Compal, e entre 2006 e 2017, no caso da Sogrape.

“A confirmar-se, a conduta em causa é muito grave”, considera a AdC, no comunicado hoje divulgado, no qual explica tratar-se de um novo caso de “hub-and-spoke”, em que os distribuidores recorrem a contactos bilaterais com o fornecedor para promover ou garantir, através deste, que “todos praticam o mesmo preço” de venda ao público no mercado retalhista.

Esta acusação surge cerca de uma semana depois de outra da AdC, também de concertação de preços, a três grupos de distribuição alimentar (Modelo Continente, Pingo Doce e Auchan) e o fornecedor de bolos, pães pré-embalados e substitutos do pão Bimbo Donuts, tendo a autoridade encontrado indícios de utilizarem o relacionamento comercial com o fornecedor Bimbo Donuts para alinharem os preços de venda ao público (PVP) dos principais produtos, em prejuízo dos consumidores.

Habitualmente num cartel, os distribuidores, não comunicando diretamente entre si, recorrem a contatos bilaterais com o fornecedor para promover ou garantir, através deste, que todos praticam o mesmo preço de venda ao público no mercado retalhista, uma prática que a terminologia de concorrência designa por ‘hub-and-spoke’.

A Adc diz que a acusação hoje divulgada integra o segundo conjunto de casos de “hub-and-spoke” investigados em Portugal, acrescendo aos três processos em relação aos quais a AdC adotou notas de ilicitude em 2019, estando também em curso mais de dez investigações no setor da grande distribuição de base alimentar, “algumas ainda sujeitas a segredo de justiça”.

“A adoção da nota de ilicitude não determina o resultado final da investigação”, ressalva a AdC, lembrando que vai agora ser dada oportunidade aos visados de exercer os seus direitos de audição e defesa.

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