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Braga

Salvador contra Correia: adiado julgamento do ‘Camião do fraque’

O adiamento ficou a dever-se a mudança de juízes.

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Foto: DR / Arquivo

O Tribunal de Braga adiou, esta segunda-feira, o julgamento de uma queixa-crime apresentada pelo empresário António Salvador e família contra o ex-sócio Domingos Correia. O adiamento ficou a dever-se a mudança de juízes.

Correia é acusado de ter posto a circular na cidade, um camião do fraque com os dizeres “Caloteiro! Paga o que deves”. Que estacionou à porta do estádio, em dia de jogo do Sporting Clube de Braga, e em frente à casa de Salvador. Uma alegada “intimidação e difamação” e “ofensa à família”, que motivou queixa de Salvador e que vai ser julgada em setembro no Tribunal de Braga. E que tem, como assistente, o próprio Sporting Clube de Braga, de que Salvador é presidente e que se sentiu visado pelos dizeres do camião, onde se lembrava, precisamente, este facto.

Salvador perde

Há dias, e conforme o MINHO noticiou, Salvador recebeu, do Tribunal de Famalicão, uma segunda sentença desfavorável. E a conta a pagar ao seu ex-sócio, Domingos Correia, já se aproxima dos 800 mil euros. Mas o conhecido empresário, dono da Britalar, de Braga, diz que vai recorrer da sentença.

Em abril, o Tribunal de Famalicão condenou Salvador a pagar 261 mil euros ao dono das Construções Ar-Lindo (300 mil com juros). Há dias, e numa segunda sentença, o mesmo Tribunal voltou a rejeitar o embargo apresentado pelo empresário, à execução de 438 mil euros (cerca de 500 mil com juros) que lhe foi movida por Domingos Correia, a título pessoal, por uma causa de uma dívida resultante da cessão da quota de 49,5 por cento na firma BritalarMoz, que ambos possuíam em Moçambique.

Cessão acordada em 1,1 milhões

Salvador, que se havia oposto às duas penhoras, apresentando cauções, argumentou que já tinha pago, em 2013, através de transferências bancárias. Tese a que o Tribunal não atribuiu “credibilidade”.

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Braga

Homologado projeto de recuperação de regadios em Terras de Bouro e Amares

Ministério da Agricultura

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Foto: DR / Arquivo

O Ministério da Agricultura anunciou esta quarta-feira que homologou os projetos de recuperação de cinco regadios tradicionais localizados na região Norte, num investimento global de cerca de 400 mil euros, que beneficia 170 explorações.

Os projetos vão beneficiar o regadio do Soutelo, no concelho de Águeda, o regadio de Montedouro e da Foz, o regadio da Vizinhança da Balança, o Regadio da Levada de Cima de Cabaninhas, estes em Terras de Bouro, bem como o regadio da Levada de Enxurigo, em Amares.

Em comunicado, a tutela aponta que a estes projetos corresponde um investimento público global de cerca de 400 mil euros, que beneficia 170 explorações, numa área de 100 hectares.

“O objetivo é recuperar e tornar estas estruturas mais eficientes no uso da água”, indica a nota do gabinete do ministro da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural, Luís Capoulas Santos.

Com a homologação de projetos para estes regadios, o Ministério indica que sobe para 325 o número de projetos aprovados no âmbito do Programa Nacional de Regadios (PNRegadios), projeto ao qual corresponde um financiamento público de 347 milhões de euros a fundo perdido, cuja execução está prevista até 2023.

O PNRegadios, cuja primeira fase está já em execução, visa a mitigação dos efeitos das alterações climáticas sobre a agricultura.

No comunicado, a tutela descreve que o objetivo deste programa é “dotar o país de mais reservas de água e de melhores e mais eficientes sistemas de aproveitamento”.

“Outro dos objetivos é o aumento da produtividade e da competitividade da agricultura nacional, contribuindo para o aumento das exportações e para a substituição de importações por produção nacional”, acrescenta a tutela.

O Ministério da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural estima que até 2023 esteja concluída a primeira parte do PNRegadios, com a criação de 100 mil novos hectares de regadio, a que corresponde um investimento público de 560 milhões de euros e a criação de mais de 10.500 novos postos de trabalho permanentes.

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Braga

Assaltantes de vivendas no Minho e do banco Santander pedem instrução do processo

Inquérito continua no Tribunal de Guimarães

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Foto: DR / Arquivo

Pelo menos quatro membros do gangue suspeito de vários assaltos a vivendas na região minhota, e ao banco Santander, este talvez o maior assalto alguma vez registado em Braga, pediram a instrução do processo em que foram acusados desses crimes.

O inquérito continua no Tribunal de Guimarães, de onde saiu a acusação do Ministério Público, desconhecendo-se se a fase de instrução será ali feita ou se virá para o Tribunal de Intrução de Braga.

Os clientes lesados calculam que terão sido levados do banco Santander, na Avenida Central, na noite de São João, mais de dez milhões de euros depositados em 58 cofres individuais. Um valor que inclui dinheiro vivo, jóias, ouro e relógios de coleção.

O gangue, alegadamente com 11 membros, que foi detido no início de julho pela GNR, assaltou, também, as casas do cantor limiano Delfim Júnior e do empresário Domingos Névoa, suspeitando-se, ainda, que terão furtado, em junho, 300 mil euros na ourivesaria Carlos Pires Joalheiro no centro de Braga.

O Santander Totta lamentou, na ocasião,” as consequências para os seus clientes da atuação criminosa de terceiros” e disse que “continuará a colaborar ativamente com as autoridades para um total apuramento das circunstâncias do crime, sendo prematuras quaisquer conclusões sobre esta matéria”.

A concluir, garantiu, ainda, que “não deixará de assumir as responsabilidades que sejam devidas na salvaguarda dos interesses dos seus clientes”.

Mas estes suspeitam que tenha havido negligência já que a porta de segurança que dava acesso aos cofres estaria aberto. O que as autoridades investigam.

Alguns dos lesados constituíram-se assistentes no processo e já entraram com pedidos de indemnização contra os assaltantes e contra o banco.

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Braga

Trotinetes vão duplicar em Braga

Até final do ano

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Foto: Divulgação / CM Braga

A fase de estudo da utilização de trotinetes elétricas partilhadas na cidade de Braga já está próximo do final e os resultados são bastante animadores, ao que apurou O MINHO junto de fonte da empresa responsável pela sua implementação.

O primeiro feedback que tem chegado aos responsáveis e à Câmara de Braga é de bastante procura e a autarquia parece motivada para avançar para a implementação a título definitivo desta medida, e aumentar o número de pontos de partilha de trotinetes disponíveis na cidade de 25 para 50.

O facto de já ter iniciado o ano universitário também não será alheio a esta vontade mútua entre empresa e poder local, estando prevista a implementação de mais pontos de partilha na cidade, a curto prazo.

Fonte da empresa disse a O MINHO que o facto de ter sido o grupo escolhido pela autarquia para implementar este modelo de negócio passa muito pelos descontos oferecidos pela empresa caso os utilizadores estacionem as trotinetes nos locais devidos, algo que nem sempre acontece.

Atualmente, a cidade conta já com 25 pontos de partilha de trotinetes, devendo aumentar “até final do ano”.

A CIRC, de acordo com a empresa, é uma das marcas de trotinetes elétricas líder em Portugal, estando já presente em Lisboa, Cascais, Almada, Faro, Portimão, Coimbra, Figueira da Foz, Matosinhos, Vila Nova de Gaia, Maia, Gondomar e agora Braga.

Notícia atualizada às 09h12

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