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País

Salário bruto mensal médio aumentou para 1.266 euros

Instituto Nacional de Estatística

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Foto: Ilustrativa / DR

A remuneração bruta mensal média por trabalhador em Portugal aumentou 3,6% no terceiro trimestre de 2020, face ao mesmo período de 2019, para 1266 euros, segundo dados revelados esta quinta-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

De acordo com o INE, a remuneração bruta mensal média por trabalhador (posto de trabalho) aumentou também 1,9 pontos percentuais face ao trimestre terminado em junho.

A componente regular da remuneração aumentou 4,2% e a remuneração base subiu 4,3%, atingindo, respetivamente, 1.082 e 1.019 euros.

“Tendo em consideração que a taxa de variação do Índice de Preços do Consumidor foi nula, no mesmo período, os aumentos das remunerações médias por trabalhador em termos reais foram iguais aos nominais”, refere.

Estes resultados, segundo o INE, dizem respeito a cerca 4,1 milhões de postos de trabalho, correspondentes a beneficiários da Segurança Social e a subscritores da Caixa Geral de Aposentações.

“A dinâmica recente das remunerações médias no trimestre terminado em setembro de 2020 evidencia um menor impacto do regime de ‘layoff’ simplificado, uma vez que o número de empresas abrangidas por este regime diminuiu significativamente”, acrescenta.

Efetivamente, continua, no terceiro trimestre de 2020 apenas 3,2% do total de empresas tinha trabalhadores em regime de “layoff” simplificado (26,7% no 2.º trimestre), abrangendo 4,9% do total de trabalhadores (48,9% no segundo trimestre).

Segundo os dados hoje divulgados, em setembro de 2020, a remuneração total variou entre 825 euros, nas atividades de agricultura, produção animal, caça, floresta e pesca e 2.714 euros, nas atividades da eletricidade, gás, vapor, água quente e fria e ar frio.

No setor institucional das administrações públicas observou-se um aumento homólogo da remuneração total de 2,1%, passando de 1.635 euros em setembro de 2019 para 1.669 euros em setembro de 2020.

No setor privado, a remuneração total registou uma variação homóloga superior à do setor das administrações públicas (3,7%), passando de 1.140 euros em setembro de 2019 para 1.182 Euros em setembro de 2020.

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João Ferreira diz que “exigência” da Constituição vai ser “decisiva” até 2026

Eleições presidenciais 2021

Foto: Twitter / João Ferreira 2021

O candidato presidencial João Ferreira defendeu hoje que a “exigência” do cumprimento da Constituição vai ser “uma questão decisiva” durante os próximos cinco anos, acrescentando que vai continuar empenhado em “combater e derrotar projetos antidemocráticos”.

“A Constituição contém soluções e caminhos para resolver os problemas do país e do nosso povo. A exigência do seu cumprimento será uma questão decisiva nos próximos cinco anos”, sublinhou João Ferreira, pelas 22:15.

O também eurodeputado comunista disse que está “profundamente convencido” de que a candidatura que apresentou “trouxe a estas eleições” um “contributo singular” e que vai perdurar para “lá dos dias de hoje”.

“Chegamos aqui ainda mais empenhados na defesa da democracia, das liberdades e dos direitos democráticos, ainda mais determinados para combater e derrotar projetos antidemocráticos e de confronto com a Constituição da República”, acrescentou.

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País

“Foi uma honra ter ficado em segundo lugar em Rans contra o atual Presidente da República”

Eleições presidenciais 2021

Foto: Facebook de Vitorino Silva

O candidato presidencial Vitorino Silva felicitou hoje Marcelo Rebelo de Sousa pelo resultado nas eleições presidenciais, esperando que o atual chefe de Estado “faça um mandato diferente” e mostrando-se “orgulhoso” da sua campanha.

“Tentei ligar [a Marcelo Rebelo de Sousa] e ele não atendeu, não atendeu desta vez e se ele estiver a ouvir, o convite está feito, ele desta vez ganhou em Rans e o povo de Rans vai recebê-lo de braços abertos porque o Presidente da República é o símbolo do país e a Rans nunca veio nem nenhum rei, nem um Presidente”, disse Vitorino Silva, candidato a Belém apoiado pelo partido Reagir, Incluir, Reciclar (RIR), em declarações aos jornalistas.

O candidato conhecido por ‘Tino de Rans’, nome alusivo à freguesia de onde é natural, perdeu hoje a liderança da votação na freguesia para o recandidato Marcelo Rebelo de Sousa.

Segundo dados da Secretaria Geral do Ministério da Administração Interna (SCMAI), quando estão apurados 57,58% dos votantes (893 dos 1.551 inscritos), Vitorino Silva obteve 41,98% dos votos. Nas eleições de hoje, e segundo resultados às 21:00, Marcelo Rebelo de Sousa vence com 44,25% (27,30 em 2016).

Sobre este resultado, o candidato a Belém apontou que “há cinco anos” concorreu contra o candidato Marcelo e que desta vez concorreu “contra o Presidente da República”, concluindo que “a luta é desigual”.

Ainda assim, Tino atirou: “para mim foi uma honra ter ficado em segundo lugar em Rans contra o atual Presidente da República”.

Questionado sobre o que espera do próximo mandato de Marcelo Rebelo de Sousa, Tino disse esperar que o atual chefe de Estado “faça um mandato diferente”: “[Marcelo] não fez um mandato perfeito e por isso é que eu fui candidato e eu espero que faça um mandato perfeito desta vez”, rematou.

Há cinco anos, o candidato natural de Rans (Penafiel) conseguiu ficar em sexto lugar nas intenções de voto, com 3,28%, o equivalente a 152.094 votos – logo atrás do candidato apoiado pelo PCP, Edgar Silva, e a menos de 1% de distância da candidata socialista Maria de Belém.

Para a décima eleição do Presidente da República, desde a instauração da democracia em 25 de Abril de 1974, estavam inscritos 10.865.010 eleitores, mais 1.208.536 do que no sufrágio anterior, em 2016.

Foram sete os candidatos ao Palácio de Belém: Além do atual Presidente e recandidato, Marcelo Rebelo de Sousa, apoiado pelo PSD e CDS-PP, Marisa Matias (apoiada pelo Bloco de Esquerda), Tiago Mayan Gonçalves (Iniciativa Liberal), André Ventura (Chega), Vitorino Silva, mais conhecido por Tino de Rans, João Ferreira (PCP e PEV) e antiga eurodeputada do PS Ana Gomes (PAN e Livre).

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André Ventura em segundo lugar em 11 dos 18 distritos

Eleições presidenciais 2021

Foto: DR

O candidato apoiado pelo Chega, André Ventura, ficou em segundo lugar nas eleições de sábado em 11 dos 18 distritos de Portugal Continental e na Madeira, embora nos resultados globais ocupe o terceiro lugar.

Em terceiro lugar nos resultados globais, (11,9%), representando o voto de 496.583 eleitores, André Ventura ficou em segundo lugar em todos os distritos do Interior, de Norte a Sul.

Leiria foi o distrito onde o candidato do Chega obteve a menor votação(12,5%) e Portalegre aquele onde conseguiu a maior percentagem de votos (20,04%)

André Ventura garantiu ainda o segundo lugar em Vila Real (13,7%), Bragança (17,59%), Viseu (13,16%), Guarda (14,33%), Castelo Branco (13,95%), Santarém (15,76%), Évora (16,76%), Beja (16,19%) e Faro (16,69%).

Na Madeira, André Ventura foi o candidato escolhido por 9,85% dos eleitores.

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