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Saiba onde vão estar os radares da PSP em novembro

“Quem o avisa…” é o mote deixado pela PSP todos os meses

em

Foto: DR / Arquivo

A PSP informa que, até final do mês de novembro, irá efetuar ações de fiscalização rodoviária – RADAR nos seguintes locais:

BRAGA
04/nov/20 15H00 Variante Cávado – Braga
05/nov/20 09H00 Circular Urbana – Guimarães
06/nov/20 14H00 Circular de Barcelos – Viaduto do Queimado – Vila Frescaínha São Martinho – Barcelos
19/nov/20 09H00 Circular Urbana – Guimarães
20/nov/20 10H00 Av. António Macedo – Braga
26/nov/20 09H00 Variante EN 14 – V.N. Famalicão

VIANA DO CASTELO
10/nov/20 09H30 Estrada da Papanata – Viana Do Castelo
13/nov/20 16H30 Rua Agostinho José Taveira – Ponte de Lima
18/nov/20 20H30 Av. Dos Meio – Areosa – Viana do Castelo
25/nov/20 09H30 Av. 25 de Aril – Viana do Castelo

AÇORES
04/nov/20 13H00 Grota do Vale e Terreiro das Covas – Angra do Heroísmo
06/nov/20 13H00 Rua Longa – Biscoitos – Praia da Vitória
13/nov/20 07H00 Terreiro da Legua – Feteira e Caminho da Cidade – Porto Judeu- Angra do Heroísmo
17/nov/20 07H00 ER 1 – Altares – Angra do Heroísmo
19/nov/20 13H00 Estrada 25 de Abril – Santa Cruz e Estrada Regional nº 1 Lajes – Praia da Vitória
20/nov/20 18H00 ER 1, Freguesia de São Mateus, Concelho da Madalena – Ilha do Pico
24/nov/20 07H00 Negrito -São Mateus e Pesqueiro – São Bartolomeu – Angra do Heroísmo

AVEIRO
09/nov/20 14H00 Av. Universidade – Aveiro
11/nov/20 09H00 Av. Da Régua – Ovar
11/nov/20 15H00 EN 109.4 – Junto à Peraltafil – Espinho
12/nov/20 09H00 Rua da Circunvalação – Santa Maria da Feira
12/nov/20 15H00 Av. do Vale – São João da Madeira
16/nov/20 08H00 Av. Europa – Aveiro
18/nov/20 09H00 Variante da Rotunda da Congosta – Espinho
18/nov/20 15H00 Av. Dr. Francisco Sá Carneiro – Ovar
19/nov/20 15H00 Rua Dr. Eduardo Vaz – Santa Maria da Feira
27/nov/20 14H00 Av. Dr. Sá Carneiro – Aveiro

BEJA
11/nov/20 09H00 Av. Salgueiro Maia – Beja
17/nov/20 09H00 Rua Francisco Miguel Duarte – Beja
24/nov/20 09H00 Rua Manuel Joaquim Delgado – Beja

BRAGANÇA
12/nov/20 08H00 EN 15 – Mirandela
13/nov/20 08H00 Av. Abade de Baçal – Bragança
24/nov/20 08H00 Av. das Cantarias – Bragança
25/nov/20 08H00 EN 213, Km 54 – Mirandela

CASTELO BRANCO
09/nov/20 08H00 Alameda Pêro da Covilhã – Covilhã
11/nov/20 10H00 Av. Dia de Portugal – Castelo Branco
16/nov/20 17H00 Eixo TCT – Covilhã
18/nov/20 13H30 Chão de Santo André – Castelo Branco

COIMBRA
05/nov/20 08H00 IC 2 Ponte Edgar Cardoso – Figueira da Foz
10/nov/20 09H00 EN 341 – Taveiro/Coimbra – Km 46
11/nov/20 08H00 Av. Drº. Mário Soares – (Centro Escolar Tavarede) Figueira da Foz
13/nov/20 09H00 Av. da Lousã
17/nov/20 14H00 IC 2 Ponte Edgar Cardoso – Figueira da Foz
19/nov/20 15H00 Av. Fernando Namora
26/nov/20 14H00 Av. Drº. Mário Soares – Figueira da Foz

ÉVORA
12/nov/20 09H30 EN 18 ao Gil – Estremoz
17/nov/20 09H00 CM 1094 – Estrada do Bairro de Almeirim – Évora
23/nov/20 09H00 EN 114 – Avenida Túlio Espanca (sentido Évora/Montemor-o-Novo) – Évora
30/nov/20 16H30 EN 114 – Avenida Túlio Espanca (sentido Montemor-o-Novo/Évora) – Évora

FARO
11/nov/20 09H00 Av. 5 de Outubro – Olhão
12/nov/20 09H00 Av. de Castro Marim – Vila R. Stº António
12/nov/20 21H00 Av. Gordinho Moreira – Faro
13/nov/20 14h00 Av. V6 – Portimão
17/nov/20 10H00 Av. da Fonte Coberta – Lagos
19/nov/20 21H00 Av. Gordinho Moreira – Faro
21/nov/20 09H00 Av. V6 – Portimão
26/nov/20 09H00 Rua da Cruz Vermelha – Tavira

GUARDA
04/nov/20 08H00 EM 577 – Guarda
12/nov/20 08H00 Via de Cintura Externa da Guarda
18/nov/20 14H00 EM 577 – Guarda
25/nov/20 14H00 Via de Cintura Externa da Guarda

LEIRIA
05/nov/20 09H00 N356-1 Km 5,600 – Leiria
06/nov/20 09h00 Rua Costa Veiga/Rua de Leiria – Alcobaça
24/nov/20 09H00 Rua Central do Moinho de Cima – Albergaria – Marinha Grande

LISBOA
07/nov/20 08H00 IC 19 – Cacém
09/nov/20 08H00 Estrada dos Salgados – Amadora
10/nov/20 08H00 EN 250 – Belas
10/nov/20 14H00 Av. Capitães de Abril – Mem-Martins
11/nov/20 09H00 Rua Comandante Ramiro Correia – Unhos
11/nov/20 14H00 Rua Doutor Armindo Santos Ferreira, Santo António dos Cavaleiros
12/nov/20 08H00 EN 10 KM 125.4 – Piscinas da CIMPOR, sentido Alverca/Alhandra
19/nov/20 13H00 EN 249-3 Porto Salvo, Norte/Sul
24/nov/20 09H00 Av. Marginal – Hotel Miragem – Estoril
26/nov/20 14H00 Av. Calouste Gulbenkian – Lisboa

MADEIRA
05/nov/20 08H00 Estrada do Aeroporto (reta da Pinheira); Rua da Ribeira João Gomes e Rua Nova de São João
11/nov/20 14H00 Travessa do Valado com VR 1; VR 1 (entre Kms 15 e 15.1) viaduto das Madalenas e Rua do Comboio
17/nov/20 08H00 Estrada do Aeroporto, Mãe de Deus – Caniço
22/nov/20 13H00 VR 1 Km 9.4 sentido este/oeste – Câmara de Lobos
26/nov/20 08H00 Estrada da Vitória; Estrada Comandante Camacho de Freitas e Rua EUA
30/nov/20 17H00 VE 1 – Túnel do Cortado/VE 1 Moinhos – Faial
30/nov/20 19H00 ER 222 – Canhas e VE 3 Km 6.9 Túnel Ponta do Sol/Madalena do Mar

PORTALEGRE
05/nov/20 08H30 Av. do Dia de Portugal – Elvas
11/nov/20 08H00 Av. do Dia de Portugal – Elvas
25/nov/20 08H00 EN 246 – Portalegre
27/nov/20 08H00 Av. de Badajoz – Portalegre

PORTO
09/nov/20 20H00 Av. D. João II – Oliveira do Douro
11/nov/20 14H00 Rua Ribeiro Cambado – Valongo
12/nov/20 08H00 Estrada D. Miguel – Gondomar
13/nov/20 08H00 Estrada da Circunvalação – 11 124 – Matosinhos
16/nov/20 20H00 Estrada da Circunvalação – 11089 – Porto
17/nov/20 08H00 Av. Marechal Gomes da Costa – Porto
19/nov/20 14H00 Estrada da Circunvalação – 15443 – Porto
20/nov/20 08H00 Av. Dr. Germano Vieira – Gueifães – Maia
24/nov/20 14H00 Estrada da Circunvalação – 9389 – Porto
26/nov/20 08H00 Rua Gomes Amorim – Póvoa de Varzim
30/nov/20 14H00 Via Eng. Edgar Cardoso – V.N.Gaia

SANTARÉM
04/nov/20 09H00 Av. D. João I – Abrantes
04/nov/20 08H30 Caminho Municipal n.º 1398 – Cartaxo
05/nov/20 08H00 EN 349 – Torres Novas
06/nov/20 14H00 Av. Bombeiros Voluntários – Ourém
09/nov/20 08H00 EN 110 – Calçadas – Tomar
13/nov/20 14H00 Circular Urbana – Santarém
24/nov/20 08H30 Circular Urbana – Cartaxo
26/nov/20 08H00 Av. Dr. Francisco Sá Caneiro – Entroncamento
30/nov/20 08H00 EN 114 – Perofilho – Santarém

SETÚBAL
05/nov/20 09H30 Av. Baia Natural do Seixal – Corroios
10/nov/20 15H00 Av. 1º Maio – Seixal
13/nov/20 08H00 Circular Externa – Montijo
13/nov/20 10H30 Av. Arsenal Alfeite – Corroios – Almada
18/nov/20 10H00 Av. Mar – Amora – Seixal
23/nov/20 09H00 EN 10.3 – Barreiro
23/nov/20 10H30 Av. 1º Dezembro 1640 – Seixal

VILA REAL
09/nov/20 14H00 Rua Vasco Sameiro – Vila Real
10/nov/20 14H00 Rua Raínha Dona Mafalda – Chaves
18/nov/20 08H00 Av. Osnabruck – Vila Real
19/nov/20 09H00 Av. Dr. Mário Soares – Chaves
26/nov/20 08H00 Av. da Europa – Vila Real
27/nov/20 14H00 Rua da Paz – Chaves

VISEU
04/nov/20 14H30 EN – Viseu
06/nov/20 14H00 Av. Europa – Viseu
09/nov/20 10H00 Rua Visconde Arneirós – Lamego
10/nov/20 08H00 Estrada Nelas – Viseu
12/nov/20 14H00 Rua D. Marcos de Mendonça (Arruamento das piscinas Municipais) – Lamego

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País

Profissionais de saúde começam domingo a receber segunda dose da vacina

Covid-19

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Os primeiros profissionais de saúde que foram vacinados contra a covid-19 no final do ano vão começar a receber domingo a segunda dose do fármaco da BioNTech/Pfizer, anunciou hoje o ministério da Saúde.

“O programa de vacinação vai continuar e já este domingo começam a ser administradas as segundas doses das vacinas contra a covid-19 aos quase 30 mil profissionais de saúde de contextos prioritários de hospitais e cuidados de saúde primários”, adiantou a mesma fonte, em comunicado.

O ministério confirmou ainda a informação que, a nível europeu, a companhia farmacêutica BioNTech/Pfizer vai proceder a uma “alteração às quantidades de entrega de vacinas contra a covid-19, afetando parcialmente a entrega da semana de 18 de janeiro”.

“Portugal e a Presidência Portuguesa estão em contacto com a Comissão Europeia e com a própria BioNTech/Pfizer, tendo-se realizado esta tarde uma reunião a nível europeu em que participaram a Comissão e representantes de todos os Estados-membros, no sentido de ser apresentado o planeamento da recuperação dos fornecimentos e para confirmar as quantidades das próximas entregas”, referiu.

A 27 de dezembro iniciou-se a primeira fase da vacinação contra o vírus SARS-CoV-2, abrangendo os profissionais dos centros hospitalares universitários do Porto, Coimbra, Lisboa Norte e Lisboa Central, que receberam a vacina desenvolvida pela Pfizer-BioNTech.

Desde então, cerca de 106 mil pessoas já foram vacinadas em Portugal continental, incluindo também utentes e funcionários de lares de idosos e, a partir de hoje, profissionais de saúde dos serviços prioritários de hospitais do setor privado e social, segundo informou o Ministério da Saúde.

A primeira fase do plano, até final de março, abrange também profissionais das forças armadas, forças de segurança e serviços críticos. Nesta fase, serão igualmente vacinadas, a partir de fevereiro, pessoas de idade igual ou superior a 50 anos com pelo menos uma das seguintes patologias: insuficiência cardíaca, doença coronária, insuficiência renal ou doença respiratória crónica sob suporte ventilatório e/ou oxigenoterapia de longa duração.

A segunda fase arranca a partir de abril e inclui pessoas de idade igual ou superior a 65 anos e pessoas entre os 50 e os 64 anos, inclusive, com pelo menos uma das seguintes patologias: diabetes, neoplasia maligna ativa, doença renal crónica, insuficiência hepática, hipertensão arterial, obesidade e outras doenças com menor prevalência que poderão ser definidas posteriormente, em função do conhecimento científico.

Na terceira fase, será vacinada a restante população, em data a determinar. As pessoas a vacinar ao longo do ano serão contactadas pelo Serviço Nacional de Saúde (SNS).

A pandemia de covid-19 provocou pelo menos dois milhões de mortos resultantes de mais de 93 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 8.543 pessoas dos 528.469 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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João Ferreira insiste na construção de novo aeroporto em Alcochete

Eleições presidenciais 2021

Foto: DR

O candidato à Presidência da República João Ferreira insistiu hoje na construção do novo aeroporto de Lisboa em Alcochete como a melhor opção, face ao Montijo, considerando que não pode ser uma multinacional a determinar os investimentos do país.

“Não podem ser os interesse de uma multinacional, que ficou com os aeroportos nacionais aquando da privatização da ANA, a determinar as opções de investimento neste país”, afirmou o candidato comunista numa ação para debater o futuro da Península de Setúbal, na Baixa da Banheira.

Para João Ferreira, a Vinci, concessionária francesa que agora gere os aeroportos portugueses, “não pode ser desresponsabilizada da construção de um novo aeroporto, propondo-se, em vez disso, a construção do tal apeadeiro, o terminal aeroportuário no Montijo” complementar ao aeroporto da Portela.

“Esta não é a opção de futuro que o país precisa, seja pelo horizonte de saturação desta solução, seja pela forte penalização que implica para as populações” de ambas as margens do rio Tejo, referiu o eurodeputado.

De acordo com o candidato comunista, a construção do aeroporto no Montijo “não é sequer a opção mais barata”, nem a mais segura, “bem pelo contrário” e prosseguiu: “É por tudo isto urgente travar este erro ambiental, económico, social e político”.

João Ferreira disse ainda que parecia que a solução para a de construção do novo aeroporto de Lisboa parecia ter sido “finalmente” encontrada em 2007, quando se previa que o novo aeroporto fosse “construído por fases em terrenos públicos no campo de tiro de Alcochete”.

O candidato encerra as ações de campanha de hoje com um encontro com trabalhadores da recolha de resíduos em Palmela, no distrito de Setúbal.

As eleições presidenciais realizam-se em plena epidemia de covid-19 em Portugal em 24 de janeiro, a 10.ª vez que os cidadãos portugueses escolhem o chefe de Estado em democracia, desde 1976. A campanha eleitoral começou no dia 10 e termina em 22 de janeiro.

Há sete candidatos: o incumbente Marcelo Rebelo de Sousa (apoiado oficialmente por PSD e CDS-PP), a diplomata e ex-eurodeputada do PS Ana Gomes (PAN e Livre), o deputado único do Chega, André Ventura, o eurodeputado e dirigente comunista, João Ferreira (PCP e “Os Verdes”), a eurodeputada e dirigente do BE, Marisa Matias, o fundador da Iniciativa Liberal Tiago Mayan e o calceteiro e ex-autarca socialista Vitorino Silva (presidente do RIR – Reagir, Incluir, Reciclar).

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Médicos de saúde pública preocupados com impacto do excesso de mortalidade

Saúde

Foto: DR

O presidente da Associação Nacional de Médicos de Saúde Pública (ANMSP), Ricardo Mexia, manifestou hoje preocupação com o impacto que os mais de 600 óbitos diários podem ter nos serviços de saúde e funerários.

A Associação Nacional das Empresas Lutuosas (ANEL) fez um apelo para que sejam criadas condições que assegurem a preservação dos corpos com dignidade até à realização dos funerais, face ao pico de óbitos que está a deixar o sistema em rutura.

Questionado pela Lusa sobre esta situação, Ricardo Mexia afirmou estão “muito preocupados” porque há “uma pressão enorme sobre os serviços de saúde” e que de alguma forma é materializada por “um aumento muito importante da mortalidade”.

“Mais de 600 óbitos diários é algo que não nos pode deixar indiferente e infelizmente o cenário provável é a situação vir a agravar-se fruto desta manutenção do número de novos casos diários [de covid-19] e também a mortalidade associada a outras doenças”, além do impacto das temperaturas muito baixas que também afeta a mortalidade.

Portanto, sublinhou, existe “um conjunto de fatores” que faz com que o país esteja a enfrentar “uma mortalidade anormalmente alta que, naturalmente, além de colocar sobre pressão os serviços de saúde, coloca toda a componente associada a isso” como a preservação dos corpos até ao funeral.

“A situação é complicada em diversos domínios e, portanto, também a indústria [funerária] está seguramente a sofrer os impactos deste enorme excesso de mortalidade”, frisou.

Para o especialista em saúde pública, esta situação gera apreensão, sendo necessário controlar rapidamente este excesso de mortalidade, mas para isso é necessário reforçar os recursos da vigilância epidemiológica.

As dificuldades para controlar o problema “são muito significativas”: “o número de profissionais envolvidos na vigilância para interromper as cadeias de transmissão estão absolutamente assoberbados e continuamos a acumular inquéritos epidemiológicos por fazer aos milhares”.

“E, portanto, estamos perante uma situação muito difícil, alertámos em tempo útil para a necessidade de reforçar estes meios e agora estamos confrontados precisamente com esta enorme escassez”, lamentou Ricardo Mexia.

Salientou ainda a importância de recrutar profissionais para esta tarefa: “nós gostávamos muito que se pudessem contratar médicos de saúde pública, mas sabemos que obviamente não existem no mercado, mas há outros profissionais que podem colaborar de uma forma muito proativa”.

Apontou os enfermeiros de saúde comunitária, os técnicos de saúde ambiental, “que estão fortemente envolvidos nestas tarefas”, mas ressalvou que neste momento não podem ser “muito exigentes com as características das pessoas que podem ajudar a reforçar estas capacidades”.

“Desde os médicos internos de outras áreas, os médicos que estão neste momento fora do sistema, outros profissionais, militares, estudantes das áreas de saúde, todos esses recursos poderiam ser úteis de facto a ajudar nesta resposta. É preciso é que cheguem às unidades”, defendeu.

Ricardo Mexia adiantou que houve alguns reforços, designadamente os militares, “mas tudo o resto foi manifestamente insuficiente para aquilo que é a procura neste momento”.

Dados do Instituto Nacional de Estatística divulgados hoje indicam que a mortalidade em 60 concelhos portugueses foi durante o mês de dezembro 1,5 vezes superior à média dos últimos cinco anos para o mesmo período.

A pandemia de covid-19 já matou 8.543 pessoas em Portugal dos 528.469 casos de infeção confirmados, segundo dados da Direção-Geral da Saúde.

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