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País

Ryanair despede mais de 250 trabalhadores devido ao colapso da procura

Covid-19

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Foto: DR/Arquivo

A companhia aérea Ryanair despediu mais de 250 trabalhadores de apoio nos aeroportos de Madrid, Londres-Stansted, Dublin e Wroclaw (Polónia), informou hoje num comunicado a transportadora, que assegura que fará “novos anúncios” antes do final do mês.


A Ryanair tem cerca de 19.000 empregados em todo o mundo.

O diretor de pessoal da Ryanair, Darrel Hughes, afirmou que “são momentos muito dolorosos” para a companhia, que se prepara para enfrentar mais ajustamentos devido ao colapso do tráfego de passageiros provocado pela pandemia de covid-19.

“Ainda que estimemos abrir os nossos escritórios a partir de 1 de junho, não precisamos do mesmo número de pessoas nas equipas de apoio durante um ano em que transportaremos menos de cem milhões de passageiros, contra 155 milhões previstos previamente”, explicou.

Hughes adiantou que a companhia aérea continuará em contacto com os sindicatos para analisar o seu plano de reestruturação e adiantou que a direção efetuará “novos anúncios” antes do final do mês.

O CEO (Chief Executive Officer) do grupo Ryanair, Michael O’Leary, já anunciou em abril que a transportadora poderia eliminar até 3.000 postos de trabalho, na maioria pilotos e pessoal de cabine, durante os próximos dois anos devido à queda da procura.

O’Leary confirmou que “mais de 99%” da frota permanecerá em terra até “pelo menos” julho e calculou que o tráfego de passageiros não voltará aos níveis de 2019 “até ao verão de 2022”

O grupo Ryanair operou e vai operar menos de 1% da sua programação normal de voos durante os meses de abril, maio e junho, e esta semana anunciou que apenas retomará 40% dos seus voos regulares a partir do mês de julho.

A Ryanair espera agora transportar menos de 100 milhões de passageiros, menos 35% do objetivo anterior, de transportar mais de 155 milhões de passageiros durante o ano fiscal da companhia que termina em março de 2021.

No comunicado, hoje divulgado, a Ryanair sublinha que enfrenta também uma “intensa concorrência de tarifas em toda a Europa, uma vez que é obrigada a competir com as companhias aéreas de bandeira que receberam mais de 30 mil milhões de euros de subsídios estatais ilegais por parte dos seus Governos, permitindo-lhes operar com tarifas baixas durante muitos anos, beneficiando-se de auxílios estatais ilegais”.

A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 302 mil mortos e infetou quase 4,4 milhões de pessoas em 196 países e territórios.

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País

CDS quer melhorar resultados nas autárquicas

Política

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

O presidente do CDS-PP afirmou hoje que o partido quer melhorar os resultados nos próximos desafios eleitorais, para se “consolidar como terceira força política” nas regionais dos Açores, em outubro, e ganhar mais representação nas autárquicas dos próximo ano.

As eleições para a Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores, que se disputam em 25 de outubro, vão ser um “prova de vida” para o partido e o objetivo do líder é “consolidar o CDS como terceira força política”, afirmou Francisco Rodrigues dos Santos.

Esta desafio vai “embalar o CDS para uma cadeia de crescimento sustentável, provando que à medida que uns celebram” sondagens, os centristas vão “celebrar resultados”.

Francisco Rodrigues dos Santos encerrou hoje a escola de quadros da Juventude Popular, que decorreu deste sexta-feira em Oliveira do Bairro, distrito de Aveiro, momento que assinalou também a ‘rentrée’ política do CDS.

Com o líder do CDS/Açores e candidato, Artur Lima, presente na sala, o presidente defendeu que os democratas-cristãos podem “ser a mudança” naquele arquipélago.

“Um voto no CDS nos Açores significa um voto no único partido que consegue tirar a maioria absoluta ao PS” e pode evitar “que os extremismos tenham lugar no parlamento açoriano”, frisou.

Já nas eleições autárquicas do próximo ano, Francisco Rodrigues dos Santos quer “somar autarcas, se possível presidentes de câmara, garantir e reforçar as maiorias daquelas câmaras que são presididas pelo CDS e em política de alianças, onde estão a funcionar e bem, permitir que o CDS garanta a renovação dos seus mandatos, conquistar novos e reforçar a sua malha territorial de autarcas de norte a sul e ilhas”.

“Somos um partido que quer evidentemente disputar eleições com bons resultados, queremos satisfazer as ambições do nosso partido em eleições mas queremos governar para as próximas gerações”, frisou.

Virando-se para dentro, o presidente do CDS assinalou que “o sucesso” do partido “dependerá da direção, mas sobretudo de cada um dos dirigentes e militates do CDS”, que apelidou de “os cerca de 40 mil porta-vozes” e “embaixadores” centristas a nível local.

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País

Chumbada lista de André Ventura para a direção nacional do Chega

Política

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Foto: Chega TV

A proposta do presidente do Chega, André Ventura, para a direção nacional do partido foi hoje chumbada na convenção que decorre em Évora, ao não conseguir reunir os dois terços dos votos dos cerca de 500 delegados presentes.

De acordo com os estatutos do Chega, a lista proposta por Ventura para a direção nacional precisava de obter dois terços dos votos, mas nem sequer conseguiu atingir a maioria, alcançando 183 “sim” e 193 “não”.

Ventura pediu a suspensão dos trabalhos para apresentar nova lista, que voltará a ser submetida a votação.

Segundo o artigo 3.º do regulamento eleitoral nacional do partido nacional populista, se não for obtido o voto de dois terços dos delegados “deve o presidente eleito da direção nacional submeter nova lista, no prazo máximo de duas horas, aos delegados eleitos à Convenção Nacional, para votação no menor espaço de tempo possível”.

“A Convenção Nacional não poderá ser dada por terminada sem que seja regularmente eleita a lista da direção nacional”, estipula ainda o mesmo artigo.

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País

Covid-19: Mais 13 mortos, 552 infetados e 192 recuperados no país

Covid-19

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Foto: DR

Portugal regista hoje mais 13 mortos e 552 novos casos de infeção por covid-19, em relação a sábado, segundo o boletim epidemiológico diário da Direção-Geral da Saúde (DGS).

De acordo com o boletim, desde o início da pandemia até hoje registam-se 68.577 casos de infeção confirmados e 1.912 mortes.

Há ainda 45.596 recuperados, mais 192 do que ontem.

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